No cenário jurídico contemporâneo, onde a vasta quantidade de informações reside em formatos digitais, o E-Discovery emerge como uma ferramenta essencial no processo de legal analytics

Em termos simples, essa prática envolve a identificação, coleta e análise de dados eletrônicos como e-mails, documentos, mensagens instantâneas, arquivos de mídia, registros de internet para uso em processos legais.

O E-Discovery permite que advogados e juízes encontrem essas provas de forma eficaz e eficiente, garantindo um julgamento justo e imparcial. Sua relevância é indiscutível no direito digital, uma vez que muitas das informações relevantes para litígios e investigações estão agora armazenadas em dispositivos eletrônicos.

Conheça, neste post, mais sobre essa prática.

Como funciona o E-Discovery?

O processo de E-Discovery é meticuloso e segue uma sequência lógica para garantir a eficácia na busca por evidências digitais. Cada etapa demanda atenção especial e adesão às melhores práticas para assegurar a integridade e a admissibilidade das provas.

Identificação

A primeira fase do E-Discovery consiste na identificação dos dados digitais relevantes para o caso em questão. Ela pode envolver uma ampla gama de atividades, desde a análise de documentos até entrevistas com as partes envolvidas e a pesquisa em bancos de dados. O objetivo é determinar quais informações eletrônicas podem fornecer insights para o litígio ou investigação em curso.

Preservação

Após a identificação, é necessário preservar os dados digitais para evitar qualquer modificação ou destruição acidental que possa comprometer sua integridade como prova. Essa fase geralmente implica a criação de cópias de backup dos dados relevantes e a implementação de medidas de segurança robustas para garantir sua proteção contra alterações não autorizadas.

Coleta

Com os dados identificados e preservados, a próxima etapa é a coleta dessas informações de diversas fontes. Isso pode incluir computadores, laptops, servidores, smartphones e dispositivos de armazenamento em nuvem. É essencial reunir todas as fontes relevantes de dados eletrônicos para garantir uma análise completa e abrangente.

Análise

Uma vez coletados, os dados passam por uma análise minuciosa para identificar elementos que possam servir como evidências no caso em questão. A etapa geralmente é realizada por meio de softwares especializados de análise de dados e técnicas de forense digital, que ajudam a extrair informações pertinentes e a identificar padrões relevantes nos dados eletrônicos.

Produção

Por fim, as evidências identificadas durante o processo de análise são produzidas em um formato adequado para uso no tribunal. Isso pode envolver a conversão de arquivos para formatos compatíveis, a criação de índices para facilitar a navegação e a organização meticulosa de documentos para apresentação durante o procedimento legal.

Tecnologias e ferramentas utilizadas no E-Discovery

Uma gama de tecnologias e ferramentas especializadas impulsiona o processo de E-Discovery. As principais são:

  • Softwares de análise de dados: permitem a análise de grandes volumes de dados digitais para identificar padrões e tendências;
  • Sistemas de gestão de documentos: facilitam a organização e o armazenamento de grandes volumes de documentos digitais;
  • Ferramentas de forense digital: permitem a recuperação de dados digitais que foram excluídos ou danificados.

Os desafios e considerações éticas que envolvem o E-Discovery

Embora o E-Discovery ofereça inúmeras vantagens, sua prática enfrenta uma série de desafios que demandam atenção cuidadosa. Além disso, considerações éticas são fundamentais para garantir que o uso de evidências digitais seja conduzido de maneira justa e transparente.

Privacidade de dados

Um dos desafios mais prementes no E-Discovery é garantir a proteção da privacidade dos dados das partes envolvidas. A coleta, análise e utilização de informações digitais devem ser realizadas em estrita conformidade com as leis de privacidade de dados vigentes. 

Dessa maneira, todo o processo exige uma compreensão abrangente das regulamentações aplicáveis, bem como a implementação de medidas adequadas de segurança e anonimização de dados sensíveis.

Custos

O E-Discovery pode se tornar um empreendimento financeiramente exigente, especialmente em casos que envolvem grandes volumes de dados. Os custos associados à coleta, processamento, revisão e produção de evidências digitais podem se acumular rapidamente, colocando pressão sobre os recursos disponíveis. 

É fundamental estabelecer um orçamento realista desde o início e adotar uma abordagem estratégica na seleção de ferramentas e tecnologias para otimizar os recursos financeiros.

Complexidade técnica

Outro desafio enfrentado no E-Discovery é a complexidade técnica envolvida no processo. A análise de dados digitais requer conhecimentos especializados em informática e forense digital, bem como o domínio de ferramentas e tecnologias específicas. 

Contar com uma equipe qualificada e experiente é essencial para enfrentar os desafios técnicos com eficácia e garantir a precisão e confiabilidade das evidências coletadas.

Considerações éticas

Além dos desafios práticos, o E-Discovery levanta importantes considerações éticas sobre a coleta e uso de evidências digitais. É fundamental garantir que o processo seja conduzido de maneira justa, imparcial e transparente, respeitando os direitos e interesses de todas as partes envolvidas. 

Essas práticas incluem a adoção de práticas éticas de coleta e análise de dados, bem como a divulgação adequada das evidências apresentadas durante o procedimento legal.

Tendências futuras e a evolução do E-Discovery

À medida que se avança para uma era cada vez mais digitalizada, o campo do E-Discovery está passando por uma transformação significativa impulsionada por avanços tecnológicos e mudanças regulatórias. 

Essas tendências estão moldando não apenas como as evidências digitais são identificadas, analisadas e utilizadas, mas também como o próprio processo de E-Discovery é conduzido.

  • Inteligência artificial: algoritmos de IA podem ser empregados para automatizar tarefas tediosas, como a análise de documentos e a identificação de palavras-chave, acelerando significativamente o processo de triagem e revisão de dados;
  • Análise preditiva: pode ajudar a identificar quais dados digitais são mais propensos a conter provas relevantes, direcionando os esforços de investigação para as áreas mais promissoras;
  • Cloud computing: pode ser usado para armazenar e gerenciar grandes volumes de dados digitais de forma segura e eficiente. Além disso, facilita o acesso remoto e a colaboração entre equipes, tornando o processo de E-Discovery mais ágil e eficiente.
  • Mudanças regulatórias: novas leis surgem para proteger direitos individuais e garantir transparência na coleta e uso de evidências digitais. É vital acompanhar essas mudanças e ajustar as práticas de E-Discovery conforme necessário.

A prática jurídica moderna é marcada por profundas transformações, como a humanização na advocacia. Conheça mais sobre esse conceito e por que é importante o seu escritório de advocacia utilizá-lo ao ler este post.

Um dos aspectos da gestão contábil em escritórios de advocacia (ou sociedade unipessoal) é a segregação de receita para advogados. Você sabe a importância de diferenciar os honorários e a receita na gestão estratégica das finanças do escritório? 

Basicamente, essa diferenciação é fundamental para evitar maior tributação e problemas com a escrituração (o que pode acarretar multas).

Pensando nisso, apontamos a seguir como fazer a segregação de receita para advogados. Confira!

Por que segregar receitas e honorários advocatícios?

Em uma sociedade de advogados, existem receitas da atividade e honorários advocatícios. Sabe os depósitos judiciais que são transferidos aos clientes após a compensação dos honorários de sucumbência? É esse tipo de entrada de recurso que merece atenção.

Se houver confusão entre as receitas e os honorários, o escritório de advocacia corre o risco de pagar mais tributos do que o devido. Mesmo com um planejamento tributário adequado.

Por isso, é fundamental pensar na segregação de receita para advogados. É um passo importante para lançar corretamente as escriturações financeiras, garantindo assim os pagamentos nos valores certos e evitando autuações por órgãos de fiscalização.

O que acontece se a segregação não for bem feita?

A contabilidade aplicada à advocacia dá especial atenção à segregação de receita para advogados. Existem receitas de honorários e valores creditados a clientes, e qualquer erro pode gerar multas, custos elevados e transtorno ao profissional envolvido. 

No aspecto contábil, quando as movimentações não são escrituradas corretamente, acabam por desorganizar a escrituração total. Isso gera resultados errados, o que, por sua vez, pode fazer com que o negócio jurídico seja autuado pelos órgãos de fiscalização.

Pode parecer simples cumprir essa exigência, mas há um ponto crítico relevante: a contabilidade jurídica compreende mais do que os valores cobrados pelo advogado e as movimentações decorrentes da ação judicial. Há, ainda, custos fixos e variáveis, tributos e montantes liberados de ações antigas.

Se tudo não for corretamente classificado, lançado e analisado nas demonstrações contábeis, as chances de erros – e multas – aumentam.

Qual a importância da segregação de receita na gestão contábil da advocacia?

As consequências de não realizar a segregação de receita para advogados são graves, como acabamos de pontuar. Mas qual a importância de diferenciar os honorários? Essa é uma prática essencial na gestão contábil da advocacia.

Em primeiro lugar, isso traz maior organização da atividade financeira. A base da gestão contábil é o controle financeiro. Ele é feito a partir do registro de custos (passivos) e rendimentos (ativos) de forma detalhada.

Isso significa que é esse controle que apontará os custos fixos e variáveis (aluguel, água, energia elétrica, internet, serviços, equipamentos, tributos etc.), bem como as receitas (honorários advocatícios, atendimentos e outros serviços). Ou seja, com a segregação de receita e a diferenciação de honorários, o controle financeiro será mais preciso.

Decorrente disso, podemos apontar a menor incidência de tributos na atividade. O profissional responsável pelo planejamento tributário conseguirá enxergar o melhor enquadramento para o negócio. Além disso, poderá planejar ações com a finalidade de pagar menos tributos.

Como resultado de todas essas práticas, o escritório estará em conformidade com a legislação fiscal, evitando multas e autuações.

Como fazer a segregação de receita para advogados?

Diante da importância da segregação de receita para advogados, como realizar corretamente essa diferenciação?

O cerne da questão está no registro de toda e qualquer movimentação financeira relacionada ao escritório. A importância de uma boa gestão de fluxo de caixa fica ainda mais evidente neste contexto. É o passo mais relevante para conseguir entender o que é receita e o que são honorários.

Outra forma de realizar a segregação é separar as finanças pessoais e profissionais. Isso evita cair em armadilhas devido a pequenas despesas que são misturadas com as contas profissionais. Apesar de parecer irrelevante, isso gera grandes problemas na hora de contabilizar o total.

Em outras palavras, a segregação de receita depende de duas práticas simples:

  • Registrar toda e qualquer movimentação financeira do escritório;

  • Separar despesas pessoais e profissionais.

A segregação de receita para advogados é uma etapa importante da gestão contábil no escritório. Para realizá-la com precisão, o uso de um sistema jurídico é recomendado. Além de organizar todas as informações, ele registra sem erro as entradas e saídas do escritório. Esse é só mais um motivo para transformar seu negócio jurídico em um negócio digital!

Saiba como transformar um escritório tradicional em digital!

Quem não deseja ter uma captação de clientes na advocacia eficiente? Todos os advogados possuem este desejo em comum, pois é o que traz sustentabilidade para o negócio. 

Para isso, é fundamental ter processos e objetivos definidos, acompanhamento métricas e KPIs para aprimorar os resultados. Praticar a Advocacia 5.0 também auxilia na atração. Veja como fazer uma boa captação de clientes na advocacia.

Como fazer a captação de clientes na advocacia?

Desde o primeiro contato com um cliente potencial até o chamado pós-venda, é preciso atuar de forma estratégica. O planejamento é fundamental na captação de clientes na advocacia. E o que envolve isso? Somente marketing jurídico? 

Certamente não. O marketing jurídico é uma boa maneira de atrair e qualificar potenciais clientes, mas é só uma etapa. É preciso estruturar um modelo comercial pra advogado completo. Isso envolve também uma conversão do chamado lead em cliente.

Observando isso, veja a seguir algumas práticas para fazer a captação de clientes na advocacia!

1. Tenha boas estratégias de marketing jurídico

O marketing é um conjunto de pensados ​​para atrair potenciais clientes. Dentre as várias ações possíveis, estão a prospecção mais ativa (outbound) e o marketing de conteúdo. Quando falamos em marketing jurídico, esta última é muito eficiente.

Basicamente, é conteúdo conteúdo relevante para o seu perfil de cliente ideal, seja no blog do escritório ou nas redes sociais. Com esses conteúdos (textos, infográficos, vídeos, webinars etc.), você reforça autoridade na área e atrai potenciais clientes.

É importante também ter uma identidade visual atraente, porque ela também ajuda a construir autoridade.

2. Invista no relacionamento com o potencial cliente

Dentro do marketing jurídico digital, existem práticas que levam o lead a alguma ação. Em muitos casos, ele quer baixar um e-book sobre um tema de seu interesse e, para isso, aceita seus dados pessoais. Essas informações são fundamentais para você investir no relacionamento.

Desde o primeiro momento, você deve registrar os dados para conhecer o potencial do cliente melhor. Para tanto, conte com um bom software jurídico e obedeça à LGPD para fazer um uso legal das informações.

E, claro, se uma pessoa interessar em seguir se relacionar, invista nisso! Estabeleça uma rotina de resposta a e-mails e mensagens pelo WhatsApp Business. Retorne às ligações e também se deseja e interessado. Isso facilita bastante na captação de clientes na advocacia.

3. Faça networking

Saindo do ambiente virtual e das ligações, a captação de clientes na advocacia também depende de networking. Sua rede de contatos é muito importante para as indicações e parcerias. Em um mercado tão competitivo como esse, é melhor juntamento, certo?

Para tanto, participe de seminários, congressos, simpósios e confraternizações do seu segmento. Você ganha visibilidade, reafirma negócios com parceiros e divulgação de seus serviços.

4. Treine a sua equipe

Uma rotina muito corrida, como a advocacia, demanda uma organização mais precisa. A equipe do escritório deve estar toda alinhada para que cada um exerça suas atribuições com excelência. Se o assunto é captação de clientes na advocacia, seus profissionais de atendimento ao cliente devem estar muito bem treinados.

O que é um atendimento de excelência? Quais são as atitudes importantes para que isso aconteça? Diante de um feedback negativo, como se deve atuar? Esse alinhamento interno é fundamental para garantir a satisfação e, consequentemente, a conversão de um cliente potencial. 

5. Conte com um bom software jurídico

Para organizar toda a atividade da advocacia e reunir os dados dos leads em um único lugar, o software jurídico é essencial. Com esse sistema, é possível ter um modelo comercial pra advogado que realmente funcione. Afinal, ele não só auxilia ou gestor alinhar uma equipe, mas também facilita a reflexão dos potenciais clientes até que se tornem clientes. 

Na prática, o software é um grande aliado do atendimento. Ele é conhecido pela gestão de processos, mas na verdade vai muito além. Ou seja, armazena dados, facilita sua consulta e integra informações importantes. Assim, você terá sempre em mãos o que precisa para conquistar novos clientes.

A captação de clientes na advocacia depende de uma boa estratégia de marketing e de um modelo comercial pra advogados. O relacionamento com o potencial cliente também é fundamental e é otimizado com um software jurídico eficiente.

Confira como os fluxos de trabalho podem ser otimizados com um sistema jurídico em nuvem !

Qualquer cartório só pode operar e ter sucesso se houver um gerenciamento consistente dos dados públicos e o uso de sistemas de informações eficientes. Portanto, a gestão da informação no cartório é um assunto prioritário, permitindo que a serventia ofereça um bom atendimento ao público, além de obedecer às legislações regulatórias vigentes.

Atualmente, com a constante evolução da tecnologia, novos métodos e técnicas inovadoras estão sendo disponibilizados de acordo com as demandas do cliente. Nesse contexto, a implementação de um sistema de informação pode beneficiar os serviços notariais e de registro, auxiliando no controle dos processos internos e externos.

Por isso, se você está interessado em adotar uma política de gestão da informação eficaz em seu cartório, continue a leitura deste artigo!

Qual é a importância dos sistemas de informação?

Armazenar dados de forma manual, com o grande volume de informações gerado nos dias de hoje, envolve muito tempo e dinheiro. Por isso, os cartórios estão migrando para sistemas modernos de informação, a fim de armazenarem suas informações em banco de dados digitais.

O uso desses softwares possibilita ao notário consultar e compartilhar arquivos em tempo real, sem ter de perder tempo procurando informações. O cartório que atinge esse grau de maturidade tecnológica, geralmente cria uma vantagem competitiva importante em relação a outras unidades do setor.

Além disso, manter um registro de atividades é crucial, para entender o motivo dos problemas, erros ou fraudes e, assim, fornecer soluções para mais assertiva e rapidamente.

Ainda, ao adotar na prática a gestão da informação no cartório, é possível melhorar a comunicação entre empregadores, funcionários e clientes. Isso garante mais praticidade ao supervisionar todo o fluxo de informações dentro de uma serventia.

Como implementar uma política de gestão da informação no cartório?

Um cartório acessa, cria, distribui, gerencia, armazena e protege uma ampla variedade de informações, o que exige uma forte governança de dados, gerenciamento de acesso e proteção da informação.

Com a entrada em vigor do Provimento 74/2018 e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a adoção de sistemas de informações se tornará regulamentado. Dessa forma, as políticas de gestão ajudam o cartório a cumprir as diretrizes legais e a melhorar a eficiência e a confiabilidade de seus serviços.

Uma política de gerenciamento da informação é uma maneira estruturada para que os administradores de cartórios definam diretrizes de armazenamento de dados e aplique-as consistentemente em todas as informações armazenadas.

Além disso, a implementação de protocolos de segurança de dados é uma parte vital de qualquer programa de gerenciamento de informações. Criminosos e hackers entendem o valor dos dados públicos, e é por isso que eles procuram negócios como os cartórios para tentar promover ataques.

Portanto, um gerenciamento efetivo de informações não é fácil, mas também não é impossível. Há sistemas a serem integrados, uma variedade de necessidades a serem atendidas e questões organizacionais complexas a serem resolvidas. Mas tudo isso tornará a serventia ainda mais custo-eficiente e aumentará sua credibilidade no mercado.

E você, está pronto para promover a gestão da informação no cartório? Já conhece a solução que a Alkasoft tem a oferecer para segurança da informação? Entre em contato e solicite uma demonstração!

A marca é um dos ativos mais importantes das empresas, e, quando bem gerida, ela pode proporcionar lucros diretos ou indiretos, diferencial competitivo e oportunidades de negócio. Nesse contexto, registrar a marca tem impactos bastante expressivos, que vão além do seu direito de uso. Essa ação ajuda a empresa a proteger um dos bens imateriais mais valiosos de seu negócio: sua identidade perante o mercado e seu público de interesse.

Dados os benefícios, cada vez mais os empreendedores estão buscando registrar a marca no país: conforme dados do INPI, o número de registros em 2018 teve um incremento de mais de 55%.

Se você ainda tem dúvidas sobre a importância de registrar sua marca, confira, a seguir, outros motivos para iniciar já esse processo.

1. Marca registrada é uma proteção para a empresa detentora

Registrar a marca é o único modo de realmente mantê-la protegida legalmente contra eventuais copiadores. Para formalizar o registro, é preciso procurar o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e realizar o pedido, que será encaminhado conforme a Lei de Propriedade Industrial e demais resoluções administrativas desse órgão.

Com isso, garante-se o direito de uso exclusivo em seu ramo de negócio em todo o território nacional – e, a partir daí, esse direito poderá ser estendido internacionalmente.

Desse modo, se você verificar que sua marca está sendo utilizada por outra pessoa ou empresa sem autorização, poderá obter uma decisão judicial para a imediata interrupção do uso indevido, além de uma indenização pelos danos causados.

Nesse sentido, há sistemas, como o Siga Sua Marca da Alkasoft, que auxiliam as empresas a fazerem esse acompanhamento de colidência.

2. Registrar a marca previne perdas com processos jurídicos

Entre os problemas que uma marca não registrada pode gerar está a possibilidade de a sua empresa ser processada, ter que mudar sua marca e, ainda por cima, pagar uma indenização para outra companhia.

3. Marca registrada pode ser licenciada ou franquiada

Uma das formas mais diretas de uma marca gerar receita para a empresa detentora é por meio de seu licenciamento ou franqueamento. E somente uma marca registrada pode estar no centro desse tipo de oportunidade de incrementar a receita do negócio.

4. Marca registrada tem valor financeiro

Somente a marca registrada pode ser avaliada, contabilizada, vendida e até mesmo utilizada como garantia em operações financeiras. Por tudo isso, cada vez mais os empresários buscam conhecer o valor de sua marca. Há diversos rankings que demonstram esses números – entre eles Brand Finance, BrandZ, Interbrand, entre outros.

5. A marca registrada torna-se um argumento de venda

Ao verificar a consistência de uso e o sinal gráfico de que aquela é uma marca registrada, o mercado consumidor sentirá maior segurança em adquirir seus produtos ou contratar seus serviços. Assim, a marca registrada agrega valor, ajuda a aumentar a credibilidade da empresa, a fidelizar clientes e torna-se um argumento de vendas valioso.

6. Sem o registro, sua empresa poderá acabar tendo que gastar mais

Alguns empresários deixam de registrar a marca em razão da taxa a ser paga nesse processo. No entanto, essa é uma falsa economia, visto que, por exemplo, se alguém registrar marca semelhante ou igual antes, o empresário terá que criar uma nova marca, se abstendo de utilizar aquela que foi idealizada por ele.

Ainda, todos os seus materiais de divulgação e uniformes deverão ser refeitos, além de gerar comunicados ao mercado e, possivelmente, pagar indenização pelo uso. E, além desses custos diretos, há os indiretos em relação à credibilidade no mercado – todo esse processo poderá gerar redução e perda de negócios, além de desconfiança em seu público.

Aqui, é importante salientar que, ao contrário do que alguns empreendedores imaginam, a Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/96) garante o direito exclusivo de uso não para aquela empresa que existe há anos, mas não formalizou sua marca, mas, sim, para aquela que a registrou primeiro.

Como vimos, registrar a marca é gerar garantias contra seu uso indevido, proteger sua empresa contra atos de má-fé, uma forma de gerar mais valor para o negócio, de captar e fidelizar clientes e tornar possível determinadas negociações comerciais, como o licenciamento e a franquia, que podem ser fontes valiosas de retorno financeiro para o negócio.

E então, ficou mais clara a importância de registrar a marca de seu negócio, produto ou serviço? Não perca mais tempo, comece já a dar início ao seu processo de registro. Entre em contato com a equipe da Alkasoft para saber mais sobre como nossa solução pode ajudá-lo nesse processo e na gestão de sua marca.

Cuidar das finanças é uma tarefa fundamental, tanto na esfera pessoal quanto na empresarial. Com os cartórios, naturalmente, isso não é diferente – o sucesso ou prejuízo da empresa depende de uma boa gestão financeira de cartório.

No dia a dia, com o acúmulo de tarefas, muitas vezes falta planejamento e decisões relacionadas ao departamento financeiro são tomadas sem estudo prévio suficiente e, por isso, a gestão financeira de cartório nem sempre corresponde ao esperado.

De fato, controlar o dinheiro que entra e sai do caixa não é uma questão fácil. Pensando nisso, preparamos algumas dicas que podem ajudar o gestor de cartório nessa missão rumo ao sucesso financeiro do negócio. Acompanhe a seguir.

5 dicas para uma boa gestão financeira de cartório

1. Fazer um planejamento financeiro consistente

Ter um planejamento estratégico é um requisito básico para todos os departamentos, principalmente o financeiro. É a partir dele que você consegue prever os lucros, eventuais prejuízos e tomar decisões assertivas para gerar o cenário mais positivo possível.

Para um melhor direcionamento, é aconselhável colocar na ponta do lápis todas as ações que devem ser executadas, em conjunto com as metas que precisam ser atingidas.

Isso porque o gestor deve ter o controle de quanto vai precisar faturar, quais são os limites de despesas, quais investimentos devem ser realizados e outras questões que podem ditar os próximos passos e o sucesso do cartório.

2. Adotar a tecnologia a favor do fluxo de caixa

Um dos principais instrumentos para uma boa gestão financeira de cartório, o fluxo de caixa consiste, basicamente, em controlar todas as entradas e saídas de dinheiro da empresa.

Para não falhar nessa etapa crucial, é recomendado utilizar um software que permita a integração de áreas, como contas a pagar e a receber, além da agilidade na inserção e consulta dos dados. É importante ressaltar que o fluxo de caixa deve ser encarado como uma tarefa contínua.

3. Separar despesas pessoais das corporativas

Um erro comum, mas muito prejudicial nos negócios, é misturar dinheiro e contas pessoais com as corporativas, o que pode desorganizar as finanças e seu fluxo de caixa. Para que a sua gestão financeira de cartório seja eficiente, o primeiro passo é ter contas em banco separadas para cada situação.

Lembre-se de que as contas da empresa devem ser registradas e avaliadas junto à contabilidade do negócio e, também, por isso, precisam estar separadas dos gastos e lucros pessoais.

4. Fazer controle das certidões e registros emitidos diariamente

O sucesso de um negócio depende das suas vendas, seja por produtos ou serviços. Por isso, é extremamente importante ter controle nessa etapa. Para ajudar nessa função, vale tomar determinadas providências, como registrar as entradas realizadas por diferentes meios, validar se todos os pagamentos estão corretos, utilizar softwares de gestão financeira, treinar equipes para utilização da inovação a favor do negócio, etc.

5. Adotar a tecnologia para automatizar ações

Contar com a ajuda da tecnologia na gestão financeira de cartório é um ponto positivo para o negócio, pois, além de automatizar e otimizar processos, ela permite a redução de erros e custos no dia a dia, otimiza e previsão do fluxo de caixa, melhora a visualização e o controle das receitas e despesas, garante a segurança e agilidade nas operações, permite acesso a relatórios e outras particularidades que variam de acordo com a ferramenta escolhida.

E então, que tal atualizar a sua serventia para otimizar a gestão financeira do negócio? Solicite já uma demonstração do Sistema Cart e automatize o seu cartório!

Florianópolis está completando 346 anos em 23 de março de 2019.

E nós, da Alkasoft, temos orgulho de ser uma empresa legitimamente florianopolitana, nascida e criada na famosa “Ilha do Silício” brasileira. Esse apelido da cidade traduz muito o nosso DNA, a tecnologia e a inovação estão mais do que presentes no nosso negócio!

Por falar em Ilha do Silício… Queremos aproveitar este post para apresentar alguns dados que comprovam que Floripa é um dos maiores pólos tecnológicos do Brasil. Confira:

Polo tecnológico de Santa Catarina

A Grande Florianópolis é o maior polo tecnológico de Santa Catarina, destacando-se também nacionalmente. Com quase 4 mil empresas, seu faturamento total é de R$ 6,4 bilhões e emprega 16,5 mil pessoas.

Em faturamento médio dos polos nacionais, Florianópolis está em 4º lugar, atrás de Manaus, Rio de Janeiro e Campinas, com R$ 1,8 milhões de receita.

Densidade de colaboradores, empresas e empreendedores

Em relação à densidade de colaboradores, Florianópolis é o maior polo do país, com 2.552 colaboradores para cada 100 mil habitantes.

Florianópolis é o 2º polo com maior densidade de empresas por habitantes: mais de 541 empresas a cada 100 mil habitantes. 

Também é o 2º polo em densidade de empreendedores, com mais de 750 empreendedores a cada 100 mil habitantes, ficando atrás somente de São Paulo.

Empresas associadas a ACATE

Atualmente, as empresas associadas à ACATE – Associação Catarinense de Tecnologia, contam com 1.670 empreendedores e 43.430 empregos gerados, sendo que a maioria deles está na região da Grande Florianópolis. A cada 4 empreendedores, 3 são dessa região e que a cada 5 empregos, mais de 4 estão na região do polo de Florianópolis.

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Como você pôde comprovar com os dados acima, Florianópolis possui uma grande representatividade no ecossistema de tecnologia e inovação no cenário nacional, com grandes possibilidades de desenvolvimento nos próximos anos.

Parabenizamos Floripa pelo seu dia e desejamos que em 2020 tenhamos estatísticas ainda mais relevantes para lhe apresentar sobre o nosso mercado! 

* Os dados são do Observatório ACATE: Panorama do Setor de Tecnologia de Santa Catarina 2018.
 

A maior praga virtual da atualidade afetou mais da metade das empresas brasileiras no ano passado e o pior: as empresas brasileiras não estão preparadas para evitar que um crime cibernético se instale nos seus computadores corporativos! 

As empresas brasileiras estão perigosamente vulneráveis aos ataques de vírus na internet e o Ransomware tem sido um dos mais rentáveis para os criminosos, já que age silenciosamente roubando os dados da empresa, que fica impossibilitada de acessá-los até arcar com o pagamento do resgate.

O vírus é espalhado através de links nas redes sociais, aplicativos e sites. Para que você possa proteger os dados da sua empresa e ficar menos vulnerável a esses ataques, separamos algumas medidas que devem ser aplicadas:

1 – FAÇA BACKUP DOS SEUS DADOS
Tenha uma rotina de backup de dados da sua empresa, assim seus arquivos ficam protegidos, caso as informações sejam perdidas da máquina.

2 – TENHA UM SOFTWARE DE SEGURANÇA
Tenha um antivírus confiável e habilitado para que periodicamente seu computador seja escaneado e identifique possíveis ameaças.

3 – ATENÇÃO À EXTENSÃO DOS ARQUIVOS
É comum que vírus tenham dupla extensão, como por exemplo, “PDF.EXE” – essa função pode ser ocultada, evitando o ataque por este método.

4 – PROTEGER SEUS DADOS, É PROTEGER SUA EMPRESA
Você sabe o valor das informações do seu negócio! Proteja-a com sistemas de segurança para evitar prejuízos futuros.

5 – PROTEJA SEUS USUÁRIOS
Aonde quer que estejam, tenha métodos de proteção para proteger os equipamentos corporativos dos usuários, mesmo fora da empresa.

Esperamos que estas dicas auxiliem você a proteger os dados da sua empresa. Um abraço e até o próximo post.

Proteger os computadores e dispositivos móveis corporativos de crimes cibernéticos é uma questão séria de segurança. No ano passado, o malware Ransomware afetou mais de metade das empresas brasileiras, segundo uma pesquisa realizada pela empresa de segurança Trend Micro.

O Ransomware é um tipo de malware que sequestra dados do computador. Por trás deste crime, estão pessoas que cobram um valor pelo resgate dos seus dados. Esse tipo de vírus, que sequestra dados empresariais, é silencioso e age codificando os dados do sistema operacional do seu computador, impossibilitando o seu acesso, até que seja feito o pagamento do resgate.

O vírus pode afetar o seu computador através de vários gatilhos maliciosos e difíceis de serem identificados. Simples links enviados por redes sociais, aplicativos e sites são iscas fáceis para espalhar o vírus e tornar o seu computador e a sua empresa reféns destes crimes cibernéticos. Um dado da mesma empresa revela que 56% das empresas brasileiras não contam com tecnologias de monitoramento e detecção de comportamentos suspeitos em sua rede e 54% não possuem tecnologia para detectar criptografia não autorizada de seus arquivos.

Atenção! Outros dados apontados pela pesquisa:

  • Dentre os 10 segmentos analisados que foram atacados por Ransomware, o setor de educação foi o mais afetado (82%), em seguida vem o governo (59%) e em terceiro lugar o varejo (57%).
  • 65% não utilizam análise de sandbox (análise de arquivos suspeitos) no e-mail e web gateway.
  • 63% responderam que não detectam nem bloqueiam atividades suspeitas nas pastas compartilhadas nos servidores.
  • 47% não possuem tecnologia para blindar vulnerabilidades antes da instalação da correção.

Como prevenir a minha empresa do Ransomware e de outros malwares?

Mantenha os programas do seu computador sempre atualizados e invista software de segurança confiável para proteger seu sistema e seu negócio! E não deixe de fazer periodicamente o backup dos dados.

No próximo post traremos mais dicas de como você pode proteger os computadores da sua empresa contra o Ransomware. Fique ligado!

Desenvolver tecnologia em software é o nosso negócio! É o que fazemos de melhor. Mas para quem busca o melhor software jurídico para ser implementado na sua empresa, deve levar em consideração alguns quesitos, que ultrapassam a tecnologia, afinal, quem utiliza não somos nós – donos do negócio, são os clientes, donos de outros negócios.

O que nos diferencia é justamente estar além da tecnologia, prezando também o relacionamento presencial e dando todo o suporte necessário para que a sua empresa consiga se estabelecer e tenha autonomia total sobre o software, otimizando suas rotinas. Confira nossos diferenciais em suporte e busque pelo melhor software jurídico para o seu negócio!

Suporte

Prestamos o serviço de auxílio e orientação, conferida pela nossa equipe de especialistas, afim de esclarecer dúvidas do usuário ou solucionar problemas referentes aos produtos da Alkasoft. O suporte técnico pode ser realizado à distância (telefone, e-mail e acesso remoto) ou diretamente no seu endereço – como preferir! 

Como funciona?

O serviço de suporte técnico pode estar contemplado na aquisição de um determinado produto ou fazer parte de um contrato mantido conosco. Portanto, caso você necessite de suporte técnico para o seu produto, verifique a sua situação.

Os serviços de suporte são oferecidos nas seguintes situações:

 – Se você adquiriu algum produto com direito a suporte por determinado prazo, e este prazo ainda está vigente

 – Se você possui um contrato vigente conosco, sendo que o mesmo prevê, dentre outros, o fornecimento de suporte técnico

 – Se você possui um contrato vigente conosco, específico para suporte técnico

Nestes casos, nossa equipe de suporte técnico está à disposição das 9h às 12h e das 14h às 18h pelo telefone (48) 3027-3535.