Controle de prazos processuais sem depender da memória

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Todo advogado já sentiu aquele aperto no meio da noite. A dúvida que chega do nada: aquele prazo foi lançado? Alguém protocolou? A peça ficou pronta? No fundo, é sempre a mesma pergunta: o controle de prazos processuais está na mão de quem, ou só na memória de alguém?
Quando a resposta mora na cabeça de uma pessoa, o escritório tem um problema de gestão. Memória serve bem pra muita coisa. No entanto, pra controle de prazos processuais, é a mais frágil das ferramentas.

Por que a memória é o pior sistema de controle de prazos processuais

Memória cansa. Por isso, ela falha justamente nos dias mais cheios, quando três audiências, uma petição urgente e um cliente ansioso disputam a mesma atenção.
O problema piora porque o controle dos dados vive espalhado entre vários lugares, e o advogado precisa ficar ligando pontos pra descobrir algo simples. Um prazo na agenda de papel, outro num print de intimação no WhatsApp, um terceiro só na cabeça do sócio. Além disso, nenhum desses lugares conversa entre si. Quando falta um, ninguém percebe até ser tarde.
E tem o ponto mais óbvio de todos: e se a pessoa que lembra de tudo tirar férias, ficar doente ou sair do escritório? Nesse caso, se o controle de prazos depende dela, a operação inteira fica pendurada num único ponto de falha.

O que muda quando o volume de processos cresce

Com 30 processos, dá pra improvisar. A memória e a planilha seguram a barra.
Com 300, porém, nenhuma memória humana dá conta. Cada processo tem seus andamentos, suas publicações e prazos que começam a correr em silêncio. Assim, o volume que era sinal de crescimento vira fonte de risco. E o escritório entra no modo que trava qualquer empresa: apagar incêndio.
Organização de processos jurídicos não vale só pra escritório grande. Na verdade, é ela que permite crescer sem que cada cliente novo vire mais um risco de prazo perdido.

Como não perder prazo processual: troque a memória por estrutura

A pergunta que todo gestor faz, como não perder prazo processual, raramente se resolve com mais esforço. Resolve-se com estrutura. E estrutura é replicável, ou seja, não depende de talento. Vale lembrar que prazo processual corre em dias úteis e tem regra própria de contagem, definida no Código de Processo Civil, o que torna o controle manual ainda mais arriscado. Alguns pontos sustentam um controle de prazos confiável:
Centralize tudo num lugar só. Prazo, processo, responsável e documento no mesmo ambiente. Afinal, se a informação está em quatro lugares, ela está perdida.
Vincule o prazo ao processo e a um responsável. Prazo solto na agenda não diz de quem é a tarefa. Já um prazo amarrado ao processo e a uma pessoa vira responsabilidade clara.
Use alertas e uma visão de quadro. Ver os prazos da semana num painel, organizados por status, tira o peso de ter que lembrar. Assim, o sistema lembra e você decide.
Crie uma rotina de conferência. Uma checagem semanal, curta e fixa, fecha as brechas que qualquer automação deixa. Afinal, estrutura boa é estrutura conferida.

Um sistema não apaga o erro humano, mas ajuda a evitá-lo

Vale ser honesto: nenhuma ferramenta elimina o erro humano por completo. Tribunal muda captcha, integração cai, às vezes alguém esquece de cadastrar um processo.
Ainda assim, o que um bom controle de prazos faz é outra coisa. Ele tira a segurança do escritório das costas de uma única memória e coloca num sistema que várias pessoas enxergam. Quando uma falha, a outra vê. Portanto, essa redundância é o que separa o escritório que dorme tranquilo do que vive no susto.

Quando quiser tirar isso da cabeça

Calendário do Lawyer Eleven para acompanhar prazos

Organizar prazos sem depender da memória é uma decisão de gestão antes de ser uma escolha de software. Mas na hora de estruturar isso pra valer, uma ferramenta feita pra rotina jurídica faz diferença.
Dentro da gestão de escritório de advocacia, é aí que entra o Lawyer Eleven. Ele centraliza processos, prazos e publicações num lugar só, cruza DJE e push pra reduzir o risco de uma movimentação passar batida e distribui cada prazo pro responsável certo, com alerta. Ou seja, o tipo de estrutura que deixa a memória livre pra advogar.
Se o seu controle de prazos ainda mora na cabeça de alguém, talvez valha ver como seria tirá-lo de lá.

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