Há uma frase creditada a Stephen King que diz que “o produto é algo que é feito na fábrica, a marca é algo que é comprado pelo consumidor. O produto pode ser copiado pelo concorrente, a marca é única. O produto pode ficar ultrapassado rapidamente, a marca bem-sucedida é eterna”. Essa citação evidencia uma parcela da importância da marca para os negócios.

Isso porque ela é um elemento que ajuda empreendimentos de qualquer tamanho e natureza a aumentar seu valor, se diferenciar no mercado, fornecer motivação aos funcionários e facilitar a aquisição de novos clientes, entre outros ganhos. A seguir, descubra mais sobre a importância da marca para as empresas.

5 motivos que mostram a importância da marca para um negócio

A importância da marca é tangibilizada em ganhos como o aumento da confiança do cliente na empresa; no suporte valioso para o sucesso das ações de marketing; na proteção do negócio contra a ação de novos entrantes, entre outros.

Veja agora alguns motivos que demonstram o papel estratégico desempenhado pelas marcas para o sucesso de qualquer negócio.

1. A marca diferencia a sua das demais empresas

Em nosso mundo globalizado, cada vez mais marcas competem pelo mesmo espaço no mercado. E essa globalização permite também, entre outras coisas, um acesso mais facilitado a tecnologias, equipamentos e metodologias. Com isso, muitos produtos e serviços acabam sendo comoditizados. Assim, o que realmente os diferencia é sua marca.

Pense, por exemplo, no segmento de água mineral. O cliente não entra no supermercado e escolhe uma garrafinha em específico por ela apresentar água com gosto, cor ou cheiro diferente. Ele a escolhe por sua marca. Em resumo, sem marca, sem diferenciação. Sem diferenciação, sem preferência do cliente e lucratividade no longo prazo.

2. A marca ajuda a criar relações emocionais com os clientes

Outro ponto que demonstra a importância da marca é que ela é o recurso que a empresa tem para se conectar emocionalmente com seu público. E isso é especialmente importante para conseguir reter, fidelizar e conquistar a preferência de clientes em nosso mercado hipercompetitivo.

Assim, a decisão de compra passa por nossas reações emocionais, o que transforma uma ação meramente transacional, como a compra, em uma experiência satisfatória, prazerosa e que merece ser repetida.

Lembre-se: as pessoas não têm relacionamento com produtos, elas são leais às marcas por se identificarem com seus valores, atributos e pelas reações emocionais proporcionadas.

3. Uma marca forte é importante para atrair e reter os melhores talentos do mercado

Não é apenas por clientes que as empresas estão competindo, mas, também, pelos melhores talentos. A inovação e a geração de valor passam diretamente pelo potencial criativo das pessoas. E empresas com marcas fortes têm credibilidade e passam a ser atrativas também para captar e fidelizar talentos para seu negócio.

4. A marca é fundamental para o relacionamento com os stakeholders

A importância da marca não reflete apenas no incremento do número de clientes de uma organização ou da atração de talentos de alta qualidade. A marca ajuda as empresas a moldarem sua reputação e tornarem-se atrativas para diversos outros stakeholders, incluindo investidores, parceiros de negócios, fornecedores, governos, líderes de opinião, compradores, etc.

5. A importância da marca reflete na lucratividade e na blindagem do negócio contra instabilidades e concorrência

Ter uma marca reconhecida e consolidada ajuda a desenvolver um negócio lucrativo, a partir da captação constante de novos clientes (e, ainda, sob  custo menor por aquisição), de obtenção de recomendações e, mesmo, como suporte para o lançamento de novos produtos e serviços da empresa. É importante lembrar de que os produtos têm ciclos de vida. Marcas sobrevivem a produtos.

De acordo com um estudo realizado por Millward Brown, analisando os hábitos do consumidor, marcas fortes podem conquistar, em média, três vezes o volume de vendas de marcas consideradas fracas. E esse é um indicador da importância da marca para a saúde financeira e o sucesso dos negócios.

Ainda, uma marca forte é capaz de se adaptar para sobreviver a qualquer teste de tempo e garantir negócios futuros e de proporcionar uma lucratividade sólida para o negócio. O investidor Warren Buffett, amplamente reconhecido por seu sucesso no mundo dos negócios, afirma que “a decisão mais importante na avaliação de uma empresa é precificar o poder. Se você tem o poder de aumentar os preços sem perder negócios para um concorrente, tem um negócio muito bom”. E uma marca forte, hoje, é a base para se desenvolver esse tipo de “negócio muito bom”.

Agora, pense em exemplos como a Coca Cola, a Apple e o McDonald’s para entender o valor de uma marca ao longo do tempo e durante períodos mais instáveis. O poder dessas marcas se manteve, mesmo com novos entrantes, mudanças de mercado, entre outras novas variáveis. Por isso, conforme Steve Forbes, executivo-chefe da Forbes Media, atualmente “a marca é o investimento mais importante que você pode fazer no seu negócio”.

Vale lembrar também de que o retorno do investimento na marca da empresa apresenta um efeito cumulativo, com base em níveis cada vez maiores de reconhecimento da marca. Assim, pode-se dizer que, no longo prazo, a construção de uma marca sólida é uma excelente propulsora do crescimento das vendas – até mais do que repetidas iniciativas isoladas de ativação de marketing.

Você já havia parado para pensar sobre a importância da marca para seu negócio? Como você tem feito o gerenciamento de sua marca? Deixe sua mensagem nos comentários.

O registro de marca é um cuidado fundamental para quem pensa na segurança e no sucesso do empreendimento a longo prazo. Ele garante direito de uso e protege a marca da empresa contra eventuais copiadores ou pessoas agindo de má-fé.

No entanto, há quem pense que apenas negócios de maior porte ou mais tradicionais devem registrar sua marca. Isso não está correto!

Neste artigo, confira alguns dos diversos tipos de negócios que podem fazer o registro de marca. Acompanhe.

1. Negócios de microempreendedores individuais (MEI)

Na hora de formalizar seu empreendimento, o MEI cria um nome fantasia. Porém, mesmo que ele faça o registro desse nome fantasia na Junta Comercial, isso ainda não lhe assegurará o direito de uso dessa denominação como marca. Para isso, será preciso fazer o registro de marca no INPI.

É bastante comum que negócios comecem como MEI, mas cresçam e passem a ME (microempresa). E, com esse crescimento, pode ser que a marca chame atenção de pessoas de má-fé que terão interesse em registrá-la para obter direito de uso. Portanto, para evitar situações como essa, o registro é fundamental.

2. Cooperativas

As cooperativas também fazem parte do rol de negócios que podem fazer o registro de marca. Na hora do registro, a sua natureza será enquadrada como coletiva – visto os produtos ou serviços a serem realizados por diversos membros da mesma entidade. 

Esse registro é especialmente importante para a marca ser utilizada como um selo coletivo que dará mais força comercial a pequenos empreendedores participantes da cooperativa. 

3. Startups

Por vezes, as mentes criativas por trás de startups focam-se em atrair investidores para acelerar o crescimento do negócio, utilizando apresentações atrativas e sites modernos, porém sem terem o cuidado de fazer o registro de sua marca. 

Ainda, alguns desses empreendedores, para reduzir custos inicias, acabam deixando para fazer o registro de marca apenas quando o negócio tiver sucesso. As startups são conhecidas por seu ritmo ágil, podendo atingir grande lucratividade rapidamente. 

Por isso, não fazer o registro da marca logo no início das operações é um descuido que poderá levar o empreendedor a ter de mudar o nome de sua startup depois que ele já estiver consolidado na mente de seu público.

4. Influenciadores digitais

Embora seja algo relativamente novo, o Brasil já é um dos maiores mercados de influenciadores digitais do mundo. O que muita gente não sabe é que não é apenas a pessoa jurídica que pode solicitar registro de marca. Na verdade, pessoas físicas que exerçam atividades legais também podem solicitá-lo. No caso de influenciadores, que têm seu negócio tão ligado a seu nome, esse cuidado é bastante importante.

5. Eventos

O mercado de eventos no Brasil cresce em torno de 14% ao ano, já estando bem consolidado e representando mais de 4% do PIB nacional.

Por isso, ao criar um evento, sobretudo quando se objetiva realizar novas edições, é fundamental fazer o registro de marca. Nesse segmento, é comum que organizadores criem nomes semelhantes de eventos, a fim de atrair o mesmo público. Com o registro no INPI, evita-se que o nome de seu evento seja copiado ou utilizado por outros promotores inadvertidamente para terem ganhos a partir de seu projeto.

6. Corretores de imóveis, advogados, publicitários e outros profissionais liberais

Corretores de imóveis regularmente inscritos no CRECI, advogados com registro na OAB e outros profissionais liberais com registro no órgão representativo de sua classe também poderão fazer o registro de sua marca. Esses registros comprovam a licitude do exercício de tais atividades por pessoas físicas, o que torna possível a formalização da marca.

Identificou aqui o seu negócio? Quer saber como fazer seu registro de marca?

O primeiro passo é checar, no site do INPI, se a marca já não foi protegida por terceiros. Essa busca preliminar ajuda a verificar se você poderá entrar ou não com o pedido. Para agilizar essa etapa, você poderá utilizar soluções como o sistema Siga Sua Marca.

Depois, é necessário fazer o cadastro no INPI. Logo após, será emitido um boleto ou uma guia de recolhimento. Somente mediante esse pagamento será possível entrar com o pedido oficial de registro de marca.

A partir disso, o INPI publicará seu pedido em uma revista oficial para esse processo. Nesse momento, é preciso atentar-se para casos de oposição – recurso por meio do qual as pessoas que se sentirem prejudicadas podem se pronunciar e fazer uma reclamação. Nesse estágio, o Siga Sua Marca também pode ajudá-lo no acompanhando do processo. Passada essa etapa, sua marca será registrada, o que irá garantir o seu uso por 10 anos, podendo ser esse registro renovado sucessivamente.

Você sabia que os negócios que vimos aqui podem fazer o registro de sua marca? Ficou interessado em agilizar seu processo de registro com o Siga Sua Marca? Então, solicite já uma demonstração do sistema.

A preocupação das empresas com a proteção de sua marca é indicada pelo crescimento do número de registros no país. Em 2018, o número de concessões e indeferimentos de marcas no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) alcançou um crescimento de 88% em relação ao ano anterior. Entre os processos de registro de marca, são mais de 88.640 decisões.

Esse é um procedimento essencial para o reconhecimento da marca e de sua gestão de negócios. Afinal, realizar o registro de marca é garantir a segurança de seu uso e sua associação aos produtos e serviços da empresa, criando diferenciações e valor de mercado.

Por isso, a seguir, vamos compartilhar 5 dicas importantes para que você possa ter um processo eficiente do registro de marca. Acompanhe.

1. Realize uma pesquisa antes do registro de marca

A pesquisa do INPI, embora não seja obrigatória, pode ser importante para as modificações necessárias para a marca. Processos que exigiriam ser revistos podem ser prevenidos com uma pesquisa preliminar antes de entrar com o registro de marca em si.

Com o grande número já citado de processos de registro de marca analisados todo o ano, é preciso agilidade. Por isso, existem tecnologias que podem facilitar e até mesmo automatizar essa pesquisa. Isso se torna útil especialmente se sua empresa tem muitos processos de registro de marca para serem acompanhados e gerenciados.

2. Não confunda a classe de produto ou serviço durante o registro de marca

Muitos processos de registro de marca acabam sendo deferidos por incompatibilidades e incongruências, ocasionadas pela empresa em seu pedido. Para evitar esse problema, no momento de registrar sua marca, tenha atenção à classificação do produto ou serviço associado à marca.

A classificação será responsável por proteger a marca dentro de uma área de atuação. Além disso, ela impede que outra pessoa ou empresa cadastre uma marca semelhante na classificação correta.

3. Certifique-se de que a documentação necessária está em dia

O registro de marca passa por uma etapa de conferência da documentação, exigida para que se dê entrada no processo. Os documentos necessários para o registro de marca são:

  • Cópia da inscrição de Empresário Individual (MEI, ME, Firma Individual) ou Contrato Social.
  • CNPJ/MF (ou RG, CPF e comprovante de endereço para profissionais liberais).
  • Comprovantes da atividade exercida pela pessoa ou empresa.
  • Logotipo da marca, caso exista.
  • Relação dos produtos e serviços a serem protegidos.

4. Fique atento aos prazos e obstáculos do processo de registro de marca

Pedidos que entrem em conflito com a solicitação realizada de registro de marca podem ocorrer. Além disso, existem prazos a serem cumpridos nas etapas do processo. Por isso, é importante que se tenha um monitoramento do registro em si.

É comum que empresas e pessoas não tenham o costume de acompanhar constantemente o processo de registro. A tarefa pode se tornar ainda mais complexa para empresas que contam com múltiplas marcas sendo tramitadas no processo de registro de marca. Comunicações oficiais dos processos estabelecem prazos que, se perdidos, podem gerar atrasos nos processos de registro.

5. Utilize a tecnologia como aliada 

Para um monitoramento mais eficiente, existem softwares, como o Siga Sua Marca, que podem realizar a automatização de diversas etapas do processo. Trata-se de uma solução integrada, que acompanha dados da RPI (Revista de Propriedade Intelectual) para oferecer notificações personalizadas por SMS ou e-mail.

Ela pode ajudar na pesquisa prévia, no monitoramento de eventuais colidências, para o acompanhamento dos trâmites do processo de registro, entre outras ações importantes para uma gestão segura e eficiente de suas marcas.

Gostaria de saber como tornar o processo de registro de marca mais ágil e eficiente? Você ainda tem dúvidas sobre como é feito o acompanhamento no Siga Sua Marca? Entre em contato conosco e solicite uma proposta. Até a próxima!

Internalizar o conceito de uma marca forte, consistente e reconhecida pode não ser uma realidade tangível em algumas empresas. Em determinados mercados, priorizar uma estratégia de marca e aproveitar seus benefícios de forma estratégica pode não ser a norma. Considerando esse cenário, então, como identificar se sua marca é forte de verdade?

Uma marca pode ter percepções distintas provenientes de seus funcionários, concorrentes, fornecedores e clientes. Não se trata apenas de estética e material gráfico da empresa. Todos os fatores que fazem com que a marca esteja exposta, direta ou indiretamente, contribuem para seu potencial de impacto e força.

Em outras palavras, uma marca é orgânica, e é forte quando gerenciada de forma inteligente. Mas você e sua empresa sabem como identificar isso? É possível estabelecer parâmetros concretos que mostrem que sua marca é forte?

No artigo de hoje, abordaremos mais sobre como saber se sua marca é forte. Acompanhe a seguir e compreenda mais sobre esse tema estratégico para qualquer negócio.

Fatores que mostram que a marca é forte

Os fatores que podem fazer com que uma marca seja forte são variados. Uma marca pode ganhar força, por exemplo, por ser única no mercado. Ou por ter em seu DNA uma filosofia sólida e aderente aos valores de seu público de interesse. Ou, ainda, por desenvolver um relacionamento com sua audiência de modo tão único que nenhuma outra marca de produto ou serviço semelhante consiga replicar.

Se notarmos os grandes players do mercado, veremos que suas marcas apresentam um grande valor e reúnem uma combinação de todas essas características. A Coca-Cola mostra que sua marca é forte pela força e identidade única que a destaca no mercado. A Amazon tem por trás de sua marca uma busca pela perfeição e agilidade no atendimento como nenhuma outra.

Os exemplos das grandes empresas não são os únicos a serem seguidos. Sua marca pode ser forte analisando como esses fatores funcionam em conjunto no mercado para, depois, se destacar das demais. No entanto, para isso, é necessário primeiro saber identificar se sua marca está no caminho ideal.

A marca é forte quando é reconhecida

Fazer com que o público de interesse se familiarize com sua marca de forma imediata é um grande objetivo a ser buscado. Em uma prateleira de supermercado, por exemplo, a marca forte é aquela que se destaca das outras e atrai a atenção do consumidor de modo mais rápido e efetivo. E isso é resultado de uma gestão de marca criteriosa.

O que fará com que a marca seja reconhecida pelo seu público pode ser algo arrojado, único e inovador. Ou, ainda, pode ser algo simples e minimalista. Ter um bom monitoramento do mercado e do desempenho de sua marca é essencial para saber o que irá impactar no pensamento do consumidor em relação à marca e o que esse consumidor mais valoriza e busca em uma marca de seu segmento.

A marca é forte quando é consistente

Quando dizemos que a marca é forte, está subentendido que seu impacto não é diluído pela forma que se apresenta. E isso vale para todos os canais e fatores de branding que precisam ser alinhados. Um site de uma marca com o logo desatualizado, por exemplo, pode causar estranheza e insegurança por parte do consumidor.

Vivemos em um mundo com alta demanda por escolhas. Quando uma marca é gerenciada de forma consistente, ela desenvolve uma base sólida. Base essa que facilita o processo decisório na mente do cliente e favorece que estratégias futuras de marketing e gerenciamento da marca sejam colocadas em prática de modo muito mais produtivo e eficiente.

Sua empresa e seu público sabem identificar que sua marca é forte? Você gostaria de saber mais sobre como melhorar sua gestão de marca?

Com o Siga Sua Marca, da Alkasoft, você pode monitorar sua marca e acompanhar processos para protegê-la que podem fazer toda a diferença para seu crescimento e força. Entre em contato agora mesmo!

O processo de registro de marcas no país tem a fama de ser moroso e burocrático. No entanto, o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) tem trabalhado para mudar esse cenário e otimizar as tarefas que são de sua alçada.

Desse modo, o tempo de espera para a conclusão do registro de marcas tem sido reduzido, apesar do aumento nas solicitações – o volume de pedidos aumentou quase 10% em 2018 em comparação com o ano anterior. Saiba mais sobre esse tópico a seguir!

Redução no tempo demandado para registro de marcas no Brasil

De acordo com informações do Relatório de Atividades 2018, que traz diversos dados consolidados sobre propriedade industrial no país, esse ano-base apresentou diminuição no tempo demandado para exame das solicitações de registros, além de um incremento produtivo nas áreas finalísticas e redução de 46,6% do estoque de pedidos pendentes de exame (conhecido como backlog).

Ainda, o INPI também registrou redução no período demandado para exames dos pedidos com oposição, indo de 64 para 13 meses, uma baixa bastante expressiva para esse tipo de caso delicado. 

Esses resultados foram possíveis a partir da adoção de determinadas iniciativas. Entre elas, a expansão do trabalho remoto, maior capacitação dos servidores que ingressaram no instituto, automação no fluxo do exame e do controle de prazos e pagamentos, investimentos em modernização de equipamentos, entre outras. 

Qual é hoje o tempo de espera para registro de marcas?

Conforme os dados divulgados no relatório, anteriormente, o período de espera era de, ao menos, três anos. Agora, a média passou a algo em torno de um ano a um ano e meio. 

Isso significa uma melhoria expressiva: pode-se dizer que, com as medidas adotadas, hoje leva-se a metade do tempo que se levava alguns anos atrás para se fazer o registro de marca no Brasil.

Qual é a perspectiva para 2019 e os próximos anos?

Para 2019, a expectativa é de que as melhorias no INPI continuem sendo incorporadas. Investimentos em tecnologia, aperfeiçoamentos em processos e procedimentos internos e otimização das estruturas regionais para elevação da capacidade de produção técnica do órgão são algumas das ações esperadas.

Ainda, recentemente o Senado aprovou o Projeto de Decreto Legislativo n.º 98/2019, que formaliza a adesão do país ao Protocolo de Madrid, que trata do registro internacional de marcas e isso deve impulsionar mais ações de melhoria por parte do INPI a fim de estimular empreendedores a registrarem também internacionalmente sua marca e a divulgarem-na com mais segurança em outras nações.

A meta para 2021 é que o tempo demandado para o exame técnico de marcas fique em torno de 8 meses para pedidos com oposição e de 4 meses para pedidos sem oposição.

Como sabemos, o Brasil é um país com DNA empreendedor, seja por necessidade ou seja para aproveitamento de oportunidades de mercado. E isso não deve mudar. O incremento nos pedidos de registro de marcas é um reflexo disso e, também, da maior conscientização dos benefícios que a formalização traz aos empreendimentos. 

Nesse contexto, o trabalho do INPI deve ser cada vez mais demandado e para que esse não seja visto como um entrave para a entrada das empresas no mercado com o timing correto, espera-se que o instituto continue adotando melhorias e apresentando reduções de tempos de espera de seus serviços, de modo a se posicionar como um órgão que ajuda a promover a inovação e um melhor ambiente de negócios para as empresas brasileiras.

O que você achou da redução no tempo de espera para registro de marcas no país? Que outras melhorias nesse processo você gostaria de ver implementadas? Deixe sua mensagem nos comentários.

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Há ainda bastante dúvidas e mitos envolvendo o tempo de espera para registro de marcas no Brasil. Apesar disso, cresce o entendimento sobre a importância de registrar e proteger formalmente a marca de negócios, produtos e serviços – de fato, de 2017 para 2018, houve um incremento de mais de 55% no número de pedidos de registros de marca no país, conforme dados do INPI

Neste artigo, descubra qual é o tempo de espera para registro de marcas no Brasil e confira dicas de como otimizar esse período e o deferimento de seu pedido. Acompanhe.

Afinal, em média, qual é o tempo de espera para registro de marcas?

De acordo com dados do Boletim Mensal de Propriedade Industrial e do Relatório do Estoque dos Pedidos Pendentes, emitido pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), a média de tempo de espera para o registro de marcas ser deferido passou, em 2018, para algo entre um ano e um ano e meio. Esse é um resultado positivo, diante 2017, quando esse período era de, pelo menos, três anos. 

Ainda, conforme levantamento do INPI, esse tempo representa menos da metade do período necessário há três anos no país. E isso, em um cenário de crescente número de solicitações de registros de marcas, representa uma evolução desse processo em terras brasileiras.

Vale lembrar de que a morosidade se dá, entre outros motivos, pela complexidade do processo e por suas diversas etapas. Depois de criada a marca, organizados os documentos e feito o depósito do pagamento, há o período de cinco dias para eventuais novas exigências por parte do INPI. Após, há a publicação do pedido e um período de espera de 60 dias para que outras pessoas se manifestem contra sua solicitação – gerando a chamada oposição. E, se houver tal oposição, outras etapas terão que ser cumpridas pelos solicitantes da marca – em um prazo de mais 60 dias.

Somente após tudo isso é que um examinador do órgão verificará a documentação e, em casos de oposição, definir quem será o detentor da marca.

Há, depois, mais um período para verificação dos documentos e para a solicitação de novas exigências para, então, haver o deferimento ou o indeferimento de seu pedido de registro – e o pagamento pela proteção do primeiro decênio e pelo certificado de registro.

Como otimizar o tempo de espera para registro de marcas?

Naturalmente, para o empreendedor que quer logo ter a certeza de que seu negócio está protegido, a busca pela otimização desse tempo de espera para registro de marcas é uma realidade. Para isso, é preciso um acompanhamento constante de seu processo junto ao INPI, e ter a certeza de que ele seguiu todos os trâmites necessários e requisitos para aprovação.

Como vimos, embora o tempo demandado para esse processo esteja diminuindo, obter o registro de marcas é ainda um tanto moroso – e se houver algum problema em seu processo, esse período poderá ser elevado.

Sendo assim, é fundamental sempre fazer uma pesquisa prévia para evitar casos de duplicidade, definir com clareza a natureza da marca, sua forma de apresentação e ter uma atenção especial à documentação a ser enviada para dar entrada ao seu pedido.

Ainda, depois disso, deve-se manter um acompanhamento próximo do andamento do pedido, verificando eventuais solicitações e exigências do INPI e, também, fazendo uma pesquisa de palavra-chave, a fim de identificar novos registros que podem ser colidentes e atrapalhar a obtenção de sua propriedade de marca.

Para ajudar a tornar mais prático, rápido e efetivo esse processo, soluções como o Siga Sua Marca, da Alkasoft, podem ser importantes recursos. Esse sistema automatiza e agiliza a busca preliminar de disponibilidade de marca, emite notificações sobre o avanço do processo junto ao INPI, rastreia palavras-chave para buscar eventuais colidências, entre outras facilidades que poderão reduzir o tempo de espera para registro de marcas.

Para saber mais sobre esses recursos, solicite uma demonstração gratuita do software Siga Sua Marca.

As marcas já existem há bastante tempo. No antigo Egito, por exemplo, os manufatureiros de tijolos colocavam seus símbolos nas peças para identificá-las. De lá para cá, naturalmente, a importância, as finalidades e o valor das marcas mudaram. E para protegê-las, e ajudar as empresas a obterem maior retorno financeiro com elas, surgiu a marca registrada.

Neste artigo, saiba mais sobre como ter uma marca registrada pode ser benéfico para seu negócio e ajudar em sua saúde financeira. Acompanhe.

Marca x Marca Registrada

De acordo com definição dada pelo INPI  – Instituto Nacional de Propriedade Industrial -, marca é todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifique e distinga produtos e serviços, além de certificar a conformidade desses com determinadas normas ou especificações técnicas. Desse modo, a marca é uma representação de sua empresa, produtos ou serviços para o mercado, ou seja, é algo que ajuda a diferenciá-los da concorrência e a criar uma relação com seu público de interesse.

Dada tamanha importância da marca, torna-se fundamental garantir proteção jurídica para ela e para seu uso – e isso só é possível com o registro da marca. Por meio dessa formalização, a empresa assegura exclusividade na utilização – evitando que a mesma marca seja utilizada por outra companhia com a mesma atividade econômica, ou que “clonagens” ou imitações se estabeleçam no mercado. Ainda, o registro atua como uma espécie de investimento na própria empresa, como veremos a seguir.

Por tudo isso, é importante ter em mente que registrar uma marca não é apenas um processo burocrático, ou que representa mais despesas para a empresa. Na verdade, é uma ação estratégica, um investimento no futuro e no sucesso da organização, gerando benefícios no curto e no longo prazo. 

O impacto da marca registrada na saúde financeira do negócio

Hoje em dia, pode-se dizer que é comum, em determinados contextos, empresas que têm bens intangíveis em valores superiores a de seus bens tangíveis. Por exemplo, pode ocorrer de a marca valer mais do que a estrutura física da sede do negócio. Por isso, a marca registrada passa a fazer parte do patrimônio das organizações.

Quando uma marca começa a se diferenciar, ser reconhecida, conquistar adeptos, defensores e a preferência do público, seu valor se eleva no mercado. Por isso, há casos nos quais a marca é um dos principais ativos da empresa.  Por exemplo, a Coca-Cola, hoje, vale mais por sua marca do que por outros de seus ativos fixos – de fato, em um estudo, constatou-se que a marca dessa empresa representava até dez vezes mais do que a soma de todos os seus ativos tangíveis.

Nesse contexto, é importante ter em mente que o mercado é hipercompetitivo e, muitas vezes, comoditizado – o cliente encontra opções semelhantes de produtos e serviços em praticamente qualquer segmento. Assim, o que o faz optar por um ou outro e, com isso, gerar lucro para a empresa, é a marca em questão.

Desse modo, é importante que o valor da marca registrada passe a ser contabilizado pelas empresas, junto a seus bens tangíveis, elevando o valor percebido perante os investidores, em situações nas quais a empresa esteja no mercado de ações, etc. 

Ainda, para processos de compra e vendas de empresa, o valor da marca registrada é um dos critérios avaliados e que ajudam a determinar o preço do negócio. 

E há também os famosos royalties. Ao registrar sua marca, sempre que alguém quiser utilizá-la, seu detentor será pago por isso. Essa situação ocorre frequentemente no segmento de franquias: os interessados pagam uma taxa ao detentor da marca para atuar como franqueados e poder utilizar sua marca, processos, produtos e serviços no negócio.

Como vimos, a marca registrada é, realmente, um ativo valioso e que influencia diretamente no sucesso e na saúde econômica dos negócios de diversas formas.

Sua marca já é registrada? Que tal iniciar sua formalização de modo prático e fácil? Para isso, conheça o Siga Sua Marca da Alkasoft e comece já o processo de registro da marca de sua empresa.

Se você está pensando em abrir ou formalizar uma empresa, é preciso proteger seus interesses e sua propriedade intelectual. Por isso, um dos primeiros passos é efetuar o registro e, depois de todas as etapas burocráticas desse processo, é necessário realizar o gerenciamento da marca.

Neste artigo, confira dicas importantes para realizar o registro e o gerenciamento de sua marca. Acompanhe a seguir.

Como registrar a sua marca?

Uma marca nada mais é do que um conjunto de elementos que representam o seu negócio, por meio de um nome, produto, uma ideia, etc. Na prática, podemos dizer que se trata, basicamente, daquilo que diferencia um produto ou serviço de seus concorrentes, e ajuda seu público a identificar e a se relacionar com seu negócio.

E seu registro é importante para assegurar o direito de uso exclusivo, para a proteção jurídica de seu negócio e para a criação de estratégias mercadológicas. 

Conheça alguns detalhes importantes sobre o registro de sua marca:

  • Pessoas físicas e jurídicas podem registrar uma marca junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).

  • Antes do registro, você precisará pesquisar se a marca que deseja já está registrada. Isso pode ser feito online, no próprio site do INPI, ou, caso tenha dificuldades, é possível contar com o apoio do Sebrae ou contratar uma consultoria. Ainda, há soluções, como a trazida pelo sistema Siga Sua Marca, que agilizam esse processo. Ele conta com uma base de dados com mais de 2 milhões de marcas cadastradas, assim, com o uso de filtros inteligentes e automatizados, é possível realizar essa pesquisa de forma bastante ágil.

  • Depois de definir qual será a sua marca, é preciso realizar o cadastro dela no INPI. Logo após, será emitido um boleto ou uma guia de recolhimento. Apenas depois do pagamento será possível entrar com o pedido oficial de registro.

  • Automaticamente, o INPI publica seu pedido em uma revista oficial para esse processo. É nessa hora que a chamada “oposição” tem início, por meio da qual as pessoas que se sentirem prejudicadas podem se pronunciar e fazer uma reclamação. É importante saber que, se houver oposição ou faltar alguma documentação nessa etapa, uma nova taxa será cobrada.

  • Se a sua marca passar por todos esses processos, o INPI cobra uma taxa que fica em torno de R$ 300,00 para garantir o seu uso por 10 anos.

Como fazer o gerenciamento da marca?

Mais do que o conjunto de símbolos e ideias, sua marca também é aquilo que envolve a percepção das pessoas, algo que você pode trabalhar, mas não necessariamente impor. Sua marca é enraizada na mente de seus potenciais consumidores, seja de forma positiva ou até mesmo negativa.

A fim de que as pessoas tenham uma visão positiva sobre o seu negócio, e para que a sua marca seja mais conhecida e desejada, existe o trabalho de gerenciamento da marca, também conhecido como branding.

Um bom gerenciamento da marca deve começar de dentro para fora, ou seja, primeiramente junto aos seus colaboradores e, depois, com seus clientes e o mercado. Desse modo, sua equipe atuará como defensora e divulgadora de sua marca, favorecendo sua aceitação e reconhecimento no mercado.

Para isso, é importante saber:

1. A marca está alinhada às exigências do mercado?

2. A empresa e as pessoas que atuam nela estão comprometidas com o desenvolvimento da marca?

3. Seus colaboradores conseguem entender os reais objetivos da sua marca?

4. A marca está protegida no segmento que atua?

5. Os valores de sua marca são conhecidos e compartilhados com sua equipe?

6. A sua marca é conhecida como boa empregadora?

Já para o gerenciamento da marca junto ao público externo, é importante saber, por exemplo:

1. O consumidor reconhece os valores da sua marca?

2. Sua marca atende às expectativas do consumidor perante aquilo que ela oferece?

3. Sua marca se destaca da concorrência?

4. Sua marca está presente nos locais, momentos, redes sociais e situações que condizem com a sua proposta?

5. Sua marca é relevante? Ela traz mudanças e agrega valor para a vida das pessoas?

A partir dessas respostas, é possível criar um bom gerenciamento da marca, além de ter um direcionamento para ações cada vez mais alinhadas à sua missão, missão e valores, e aos interesses de seus públicos.

Desse modo, com base em estudos e estratégias bem definidas, e seguindo os processos corretos para a formalização da marca, é possível registrá-la e administrá-la assertivamente.

E então, ficou mais claro para você como fazer o registro e o gerenciamento da sua marca? Ainda resta alguma dúvida sobre o tema? Deixe sua mensagem nos comentários e até a próxima.

Os processos de gestão de propriedade intelectual, sem ferramentas adequadas, podem resultar em uma tarefa árdua. Isso porque, entre outros problemas, um processo preponderantemente manual está propenso a muitas movimentações e erros que podem ser prejudiciais para a propriedade intelectual e, consequentemente, para a empresa.

Para diminuir esse tipo de erro que as empresas podem cometer, é importante investir em soluções que possam automatizar os processos. Dessa forma, os gargalos com processos podem ser minimizados ou até mesmo eliminados, agilizando e tornando a rotina de gestão com a propriedade intelectual muito mais produtiva.

Conheça, neste artigo, alguns dos maiores erros que as empresas podem cometer ao administrar sua propriedade intelectual. Confira a seguir.

1. Negligenciar novas tecnologias de gestão de propriedade intelectual

Modernizar a estrutura de seu negócio é vital para o desenvolvimento dos processos. Com a ferramenta ideal, é possível administrar todas as etapas mais assertivamente. Hoje em dia, existem soluções que podem ajudá-lo a lidar com o monitoramento de redundâncias no registro de marca, acompanhamento do processo e, até mesmo, na pesquisa em um banco de dados.

Ainda assim, muitas organizações são altamente resistentes à adoção de novas tecnologias, seja por desconhecimento ou por falta de empresas parceiras que realizem uma implementação e um acompanhamento que possam atender as necessidades reais do negócio e da gestão de suas propriedades intelectuais.

2. Não registrar sua marca

A marca é o ativo mais valioso da empresa. Muitas das grandes companhias têm em suas marcas seu maior valor de mercado. Nesse contexto, ao registrar sua propriedade intelectual, a organização protege o direito de exclusividade de uso.

O registro da marca é um processo com etapas definidas que, de forma manual, podem tomar anos para serem concluídas. Esquecer de registrar a marca, porém, pode fazer com que a propriedade intelectual sofra em credibilidade ou, até mesmo, que a empresa tenha que disputar judicialmente com registros de marcas semelhantes já estabelecidas no mercado.

3. Não considerar a proteção de propriedades intelectuais antigas

É comum que empresas iniciem o processo de registro de marca apenas em propriedades intelectuais novas, no momento de sua criação. Na realidade, a incrementação e atualização de antigos produtos podem estar expostas a tentativas de cópia ou plágio por terceiros. Sendo assim, a manutenção de propriedades intelectuais já estabelecidas no mercado se torna um processo tão importante quanto durante a criação de novas marcas.

4. Falta de uma estratégia pensada na propriedade intelectual da empresa

Muitas companhias têm como sua principal competência atividades fora do escopo da gestão de propriedade intelectual. Por conta disso, há um desconhecimento geral de como patentes, marcas e outras propriedades intelectuais podem ser relevantes sob uma visão estratégica.

Da mesma forma, é importante ter uma noção de todo o contexto dos processos de propriedade intelectual para saber como agir e como agilizar eventuais processos burocráticos e obstáculos jurídicos que possam surgir durante o ciclo de vida da propriedade intelectual.

5. Não realizar uma busca durante o registro de marca

A marca de uma nova propriedade intelectual deve ser nova. Portanto, é possível que uma empresa sem o conhecimento dos processos de gestão de marca se esqueça desse quesito e não realize uma busca. Dessa forma, é possível que se cometam erros que podem custar caro para a empresa, tais como o registro de uma propriedade intelectual cuja marca já tenha um registro há mais tempo no INPI, por exemplo.

Realizar uma pesquisa manual pode fazer com que a incidência desse erro ocorra. Por isso, conte com ferramentas de pesquisa eficientes e precisas, que possam oferecer os resultados sem tomar tempo das operações estratégicas dos setores da empresa responsáveis pela administração da propriedade intelectual em si.

Você precisa tornar a rotina de sua empresa mais produtiva? O uso de uma solução que agilize processos é fundamental para evitar erros com sua propriedade intelectual. Então, entre em contato ou solicite uma demonstração do sistema Siga Sua Marca da Alkasoft agora mesmo.

Para aqueles que precisam gerenciar marcas e acompanhar seus processos de registro, é valioso conhecer todas as possibilidades e particularidades do processo. Já sabemos da importância do registro da marca e dos problemas na burocracia envolvida em suas etapas. Mas, em um ambiente cada vez mais globalizado, é provável que a empresa necessite que sua marca esteja de acordo com os registros internacionais. Para isso, o processo de registro de marca é suficiente?

A dúvida quanto à validade do registro da marca internacionalmente não é incomum. Em um mundo interconectado, é importante saber como sua marca pode ser administrada em outros países. Inclusive, é necessário saber quais oportunidades sua empresa pode estar perdendo ao não realizar um registro da marca internacional.

Para ajudá-lo a compreender melhor essas questões, confira, neste artigo, se o registro da marca realizado junto ao INPI vale internacionalmente, além de quais são os processos necessários para tornar sua marca válida nos países de interesse.

Como funciona o registro da marca internacional?

Proteger a marca em diferentes países não parte de um processo unificado. Ou seja, é preciso que empresa ou agência responsável se informe sobre quais são os institutos responsáveis para a realização desse processo nos locais de interesse.

Outra questão que deverá ser considerada durante o registro da marca diz respeito aos países que podem ser abrangidos nesse processo. Alguns tratados determinam a validade do processo em outros países, o que pode ser uma questão a ser analisada pelas partes interessadas.

A importância do registro da marca internacional

As trocas e negociações de empresas brasileiras com parceiras internacionais não é algo recente. Empreendimentos de diferentes escopos já realizam essa troca há tempos, não sendo somente uma vantagem das gigantes multinacionais do mercado.

Nesse contexto, o gestor que deseja que sua marca tenha maior penetração internacionalmente deve pensar nas oportunidades que o registro da marca pode gerar no médio ou longo prazo. Trata-se de um diferencial competitivo que pode fazer com que se desenvolva um aspecto de segurança e credibilidade para a marca como um todo.

A propriedade protegida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é especificamente industrial, ou seja, abrange marcas, patentes e desenho industrial. A propriedade intelectual, no geral, é da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI). No caso, a OMPI é uma agência da ONU com a proposta de atualizar os padrões internacionais e proteger a criação intelectual – mas pode não ser a única a ser ativada.

Acordos internacionais, como o Protocolo de Madri e a Convenção de Paris, são exemplos de fatores que auxiliam o registro da marca a ser mais simplificado. Embora o Brasil seja um dos 14 originais da Convenção de Paris, a adesão ao Protocolo de Madri ainda está seguindo alguns trâmites.

Pesquisa de marca e monitoramento de colidência internacional

Assim como o INPI, há uma plataforma que reúne marcas de 41 países chamada TM View, disponibilizada gratuitamente via web. Apesar de não existir um banco de dados unificado mundial, é possível partir de dados como o TM View e o TM Class, nos quais entradas de registro de marca brasileiros são integradas.

Nesse sentindo, é importante, ao realizar uma pesquisa e o acompanhamento de registro da marca internacional, conhecer os procedimentos envolvidos. Vale, também, buscar parcerias com escritórios e soluções que possam facilitar o processo do registro ao redor do mundo. É fundamental conhecer os limites de sua marca para que o negócio possa se desenvolver, expandir e, de fato, usufruir das oportunidades de seu registro internacional.

Você tem dúvidas sobre o registro da marca internacionalmente? Deixe sua mensagem nos comentários ou entre em contato conosco. Até a próxima.

A marca registrada é uma necessidade para que a empresa tenha uma gestão bem amparada de sua identidade. A partir dela, são comercializados serviços e produtos e desenvolve-se uma conexão com o público de interesse. Por isso, garantir a proteção de sua marca envolve a aplicação de sanções previstas em lei nos casos de uso indevido por terceiros.

Sendo assim, conhecer os casos de uso indevido de marca registrada e quais mecanismos podem proteger sua propriedade intelectual é valioso. Realizar a gestão de marca, afinal, envolve prevenir casos de colidência e práticas que podem ferir a integridade do negócio.

Pensando nisso, no artigo de hoje, vamos identificar quais são as sanções previstas no caso de uso indevido de uma marca registrada. Saiba, também, o que pode ser feito para que situações adversas como essa sejam resolvidas com maior agilidade. Acompanhe!

O que é considerado uso indevido da marca?

Antes de definirmos as sanções que podem ocorrer pelo uso indevido de uma marca registrada, é importante estabelecer o conceito. O uso indevido de marca se caracteriza, primariamente, pelo ato de copiar uma marca já existente. Os prejuízos que o uso indevido de uma marca pode causar são diversos, podendo até mesmo manchar sua reputação.

Por si só, ele não causa dano moral. Empresas podem ser notificadas por infração e sua legitimidade pode ser conferida em registros oficiais do INPI. Os possíveis processos jurídicos e indenizações se concretizam caso haja persistência no uso indevido da marca registrada.

Descubra se sua marca registrada está sendo copiada

Não existe um órgão que, oficialmente, controle o processo especificamente de sua marca. O INPI, por exemplo, não controla ou fiscaliza precisamente esse problema. Portanto, o processo precisa ser pesquisado e devidamente acompanhado pelas marcas.

A princípio, os trâmites judiciais para a proteção de marca registrada podem parecer burocráticos e onerosos. No entanto, isso não poderia estar mais longe da verdade. Com o procedimento de registro da marca já realizado, a empresa pode atuar de forma livre sobre seus usos indevidos.

Ter uma marca registrada impede que seu negócio tenha prejuízo e perca o controle de sua criação. Além disso, é uma proteção para os investimentos iniciais da concepção de marca em si. É a credibilidade que seu negócio precisa para identificar os possíveis casos de uso indevido.

Para agilizar processos operacionais de pesquisa e o monitoramento deles, é importante contar com um sistema que informe esses dados. Com o Siga Sua Marca, da Alkasoft, por exemplo, você tem acesso ao monitoramento constante de pedidos de marca e identifica rapidamente casos que colidam com sua marca registrada.

Outra funcionalidade do Siga Sua Marca que pode auxiliar nesse sentido é a busca de palavras-chave. Você pode criar um alerta personalizado, com as palavras-chaves referentes à marca de seu negócio. Dessa forma, sua marca registrada é monitorada e casos de registro e uso indevido podem ser previamente detectados.

Lembre-se: o processo de registro de marca existe para distinguir seu patrimônio de outros produtos e serviços semelhantes do mercado. A marca registrada é sua principal força para fidelizar seus clientes e gerar valor. Por isso, busque mecanismos que possam facilitar e agilizar o gerenciamento de sua marca e, em caso de uso indevido, acelerem processos de indenização e jurídico.

Quer saber mais sobre práticas para a gestão de sua marca registrada? Então, continue acompanhando nosso blog. Aproveite, também, para conhecer nosso software e agilize os processos operacionais da gestão de sua marca.

Realizar a gestão de uma marca não é uma função de um cargo específico. É preciso que exista uma integração consistente de todos os setores da empresa para que o acompanhamento da marca seja efetivo. Dentre as categorias de funções, as que envolvem monitorar marca podem ser as mais complexas operacionalmente, sem o suporte ideal.

De acordo com dados do INPI, entre outubro de 2017 e setembro de 2018, havia mais de 200 mil marcas aguardando análise de registro. Nesse cenário, no qual milhares de empresas enfrentam um longo processo, a função de monitorar sua marca se torna extremamente necessária.

Seja durante ou após a conclusão do registro, o monitoramento pode oferecer vantagens na performance da própria gestão de marca.

Neste artigo, saiba mais sobre alguns dos principais motivos que fazem com que monitorar marca no mercado ganhe cada vez mais importância. Acompanhe a seguir.

1. O processo de registro pode ser otimizado

Uma das grandes buscas das empresas em processos operacionais está na diminuição do erro humano. Ao monitorar marca no mercado, a empresa não apenas tem maior controle de datas de publicação e requisitos, como também tem a oportunidade de otimizar seus processos.

Quando o ato de monitorar a marca é auxiliado por ferramentas que coletam e organizam informações relevantes, processos são agilizados e se tornam mais precisos. Com o processo podendo ser otimizado, o encaminhamento dos pedidos de futuras marcas da empresa ganha agilidade. Por consequência, os demais aspectos da gestão de marca se beneficiam, permitindo que a companhia atue no mercado de forma mais assertiva.

2. Plágios e usos indevidos podem ser evitados ao monitorar marcas

Com o grande volume de marcas sendo registradas a cada ano no INPI, a possibilidade de marcas colidirem é grande. Ao monitorar a marca no mercado, essas colidências podem ser detectadas antes de representar problemas que prejudiquem sua credibilidade.

Ao investir em tecnologias de monitoramento antes do início do processo de registro de marca, todas as etapas se beneficiam. O ato de pesquisa de nomes e marcas já registradas impede que o processo de seu registro se torne ineficiente. Da mesma forma, a detecção de registros e usos de sua marca fora do padrão podem ser ágeis pós-registro.

3. Monitorar marcas potencializa informações do mercado

Acompanhar o desenvolvimento do mercado é um processo que ocorre em todas as frentes e setores. Juridicamente falando, o trabalho de gestão de marca pode permitir que informações relevantes sejam adicionadas à sua estratégia.

Com o uso de softwares, a empresa pode monitorar marcas de forma célere, personalizada e automatizada. Palavras-chave e filtros disponíveis no sistema tornam possível a emissão de relatórios de acordo com as necessidades da empresa no momento. Isso faz com que a gestão se torne mais ágil e acrescente dados relevantes para os processos operacionais e decisórios.

Estratégias de geração de leads, por exemplo, podem ser facilitadas com funcionalidades como monitoramento e pesquisa de marcas específicas. Afinal, além de monitorar sua marca, é possível se manter informado de quais menções estão sendo feitas em relação a marcas concorrentes ou de parceiros relevantes.

Gostaria de saber mais sobre o impacto que monitorar marca no mercado pode causar em sua gestão? Com o Siga Sua Marca, da Alkasoft, você é notificado sobre processos importantes que podem fazer a diferença em sua estratégia. Entre em contato conosco ou solicite, gratuitamente, uma demonstração.

No momento de abrir uma empresa, o empreendedor lida com diversas questões burocráticas. Entre elas, uma das mais importantes se refere ao nome empresarial e à sua proteção, além do nome da sua marca – que também envolvem outras questões, como ter um domínio igual.  

Basicamente, são quatro as principais diferenças entre marca e nome empresarial: órgão onde são registradas, territorialidade, materialidade e temporalidade. 

Para entender melhor os dois conceitos e suas diferenças práticas, acompanhe o nosso artigo.

O que é nome empresarial?

O nome empresarial, também conhecido como razão social, é uma das primeiras etapas a serem pensadas ao abrir uma empresa. Depois de definido, ele deve ser registrado na Junta Comercial, no estado em que a companhia irá atuar e, por isso, tem validade apenas nessa região. Esse registro não tem data de validade, a duração é equivalente ao tempo que a empresa executar suas atividades.

Deve-se ter em mente que o nome escolhido será utilizado em sua conta bancária, seus formulários fiscais e em outros documentos. É importante saber, também, que o nome empresarial não pode ser objeto de alienação.

O que é marca? Como diferi-la do nome comercial?

De acordo com o INPI, a marca se refere a um sinal distintivo, que serve para identificar um produto ou um serviço de outros idênticos, similares ou afins. Na prática, a marca é um nome o/ou símbolo que faz com que as pessoas se lembrem da sua empresa ou produto, e a difira dos demais concorrentes.

O processo de registrar a marca é feito pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial, podendo ser realizado de três diferentes formas: normativa, na qual somente o nome é registrado; figurativa, na qual somente o logotipo é registrado; e a mista, na qual são registrados nome e logo.

O registro da marca pode ser feito via internet, mas, além de registrar a marca no INPI, é preciso se atentar ao cumprimento de prazos, pagamento das taxas, envio de formulários de registros, publicação do registro, etc.

Para se certificar de que não haverá colidência da sua marca com outras já existentes, uma pesquisa prévia é essencial. E isso pode ser feito facilmente com o auxílio da tecnologia, como a solução Siga Sua Marca, da Alkasoft.

A marca tem validade de 10 anos, mas pode ser renovada sempre que preciso. Outra questão que a difere do nome empresarial é que ela tem validade nacional, e não apenas no estado atuante.

Apesar das diferenças entre nome da marca e nome empresarial, ambos são designativos de livre escolha, desde que nenhuma outra pessoa tenha realizado o registro previamente.

Avaliando todas essas informações, é fundamental tutelar o nome empresarial, legalizando a empresa, além de ser crucial fazer a proteção da marca, porque perdê-la é o mesmo que ter que começar um negócio do zero. Já pensou, por exemplo, a essa altura da popularidade, a Apple ter que mudar a maçã da sua marca por outro símbolo?

E então, ficou mais claro quais são as diferenças básicas entre marca e nome empresarial? Para saber mais sobre o tema, continue acompanhando o nosso blog. Até a próxima!

A marca é a identidade de uma organização. Por isso, o registro de marcas é um ponto essencial para uma companhia, já que ele garante a identificação e a exclusividade dos serviços e/ou produtos oferecidos por aquela empresa. Uma empresa que está na fase de registro de marcas, por exemplo, precisa fazer uma consulta ao registro de marcas e o acompanhamento do pedido de registro.

A consulta ao registro de marcas é necessária para qualquer empresa que está se lançando ao mercado, já que inúmeros empreendimentos surgem a cada dia. Daí a necessidade da contratação de profissionais especializados e ferramentas tecnológicas que sirvam de apoio para a consulta ao processo. Através desses recursos será possível ter sucesso na obtenção do registro da marca e, após isso, no monitoramento desse pedido.

Por que a consulta ao registro de marcas é uma necessidade tão atual?

Com um suporte profissional, como o oferecido pela Alkasoft, é possível receber informações da marca e um monitoramento semanal do mercado. Esses dados, atualizados de forma constante, manterão você atualizado e informado sobre qualquer irregularidade envolvendo o registro de marcas.

Com profissionais especializados e o uso de meios tecnológicos, o seu escritório conseguirá evitar alguns erros que poderiam ser cometidos caso você buscasse providenciar a documentação de forma manual.

Para impedir que esses problemas ocorram e apoiar os escritórios especializados na gestão de marcas, a Alkasoft criou o software Siga Sua Marca. Essa solução analisa os dados publicados semanalmente na RPI (Revista de Propriedade Industrial) e leva aos interessados na gestão de uma marca as informações relevantes relacionadas a ela.

Depois de vencida a fase da obtenção do registro da marca, é necessário manter o seu monitoramento. Isso porque o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) publica, semanalmente, decisões na RPI, e podem surgir novas marcas que possam enfraquecer a do seu cliente.

Com o software Siga Sua Marca esse monitoramento é feito de forma automatizada. Assim, entende-se que a marca dos seus clientes – mesmo após o registro ter sido concluído – precisa de investimento para que a manutenção do registro seja feita.

Confira as principais vantagens do processo de consulta ao registro de marcas

Por tudo que comentamos, a consulta ao registro de marcas é de extrema importância porque permite o mapeamento desse processo e identifica qualquer alteração que precise de uma ação do seu escritório. Além disso, ela ajuda a fiscalizar e monitorar os processos dos concorrentes dos seus clientes.

Veja quais são as vantagens de atuar com a consulta registro de marcas:

  • Transparência;
  • Controle;
  • Produtividade;
  • Agilidade;
  • Eficiência;
  • Segurança.

A importância da consulta ao registro de marcas para todo o processo

O Siga Sua Marca torna o acompanhamento dos processos de registro de marcas uma atividade prática e segura.

Isso acontece porque o monitoramento dos processos do Siga Sua Marca acompanha os despachos divulgados na RPI de marcas. Com isso, o seu escritório não perderá nenhuma alteração que possa ocorrer em relação ao processo que está sendo monitorado. Se o sistema da Alkasoft identificar alguma alteração, essa mudança é comunicada ao usuário cadastrado no sistema via e-mail ou SMS.

Com o produto da Alkasoft, a consulta ao registro de marca acontece de forma muito simples. É possível buscar todas as marcas e processos de um determinado cliente e então selecionar os processos que o seu escritório deseja monitorar. São apenas alguns cliques e pronto! O sistema passa a consultar, semanalmente, a RPI e a informar todos os processos que tiveram algum despacho.

“O diferencial do sistema que monitora os processos é que, além de concentrar em um só lugar todos os processos sendo monitorados, o que facilita a organização do escritório, também é bastante confiável e seguro. Além disso, o cliente tem a comodidade de receber um resumo dos despachos da semana no seu celular (via SMS) e por e-mail”, explica Fernando Maurilio Bento, gerente executivo da Alkasoft.

Para auxiliar também nas questões de prazos nos processos de registro de marcas é que foi desenvolvido o software Siga Sua Marca, que automatiza o monitoramento desses processos.

Lembrando que um despacho perdido pode se tornar um grande problema para quem quer registrar uma marca e, principalmente, para escritórios que são incumbidos dessa tarefa. Além de ser um processo longo, o registro de marcas pode ser encerrado se, por exemplo, uma marca não conseguir ser efetivada após a sua aprovação pelo INPI.

“Imagine você que, após dois anos esperando uma avaliação do INPI sobre o pedido de registro de uma marca, a aprovação ocorre e você tem um prazo para realizar a formalização do registro, mas acaba perdendo esse prazo porque não ficou sabendo da aprovação. Imagine agora que outro escritório, mais organizado que o seu, esteja acompanhando a marca do seu cliente e veja que o prazo de formalização do registro foi perdido. Esse escritório solicita o registro da mesma marca, mas para um concorrente do seu cliente. Certamente o seu escritório e a empresa que ele representa saíram perdendo”, finaliza Fernando Maurilio Bento.

Quer acertar no registro de marcas, eliminar o risco de perder prazos e fazer a consulta registro de marcas de forma rápida e segura? Então conheça mais sobre o software Siga Sua Marca acessando a página do produto.

E se você se interessa por conteúdos relacionados com o registro de marcas, confira outros textos sobre esse assunto em nosso blog. Você também poderá conferir conteúdos relevantes para escritórios de advocacia na nossa página de materiais e, no caso de surgir alguma dúvida sobre o Siga Sua Marca, basta entrar em contato conosco.

 

O processo de registro de marca é a base para que a segurança de seu uso seja garantida. Empresas têm, em sua gestão de marca, questões importantes a serem tratadas em relação à sua aplicação. Isso envolve, além de alinhamento a ações de marketing e publicidade, sistemas ágeis e confiáveis.

Existem burocracias a serem enfrentadas durante o registro de marca. Dentre documentações, acompanhamentos e demais idas e voltas, o processo, realizado manualmente, demanda bastante tempo. No Brasil, registrar sua marca pode levar até 4 anos, o que, muitas vezes, faz novos empreendimentos perderem seu timing e as organizações boas oportunidades de mercado.

Felizmente, a tecnologia está a favor das empresas que desejam obter uma marca registrada. Além do registro, existe uma solução para que sua gestão possa acompanhar tudo de perto: o Siga Sua Marca. A seguir, compreenda como esse software pode auxiliar seu processo de registro de marca.

Agilização do processo de pesquisa

Antes mesmo de iniciar o processo de registro de marca, é aconselhável pesquisar os registros já em andamento. O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) mantém em seu site oficial todos esses registros – no entanto, é uma busca que, manualmente, pode consumir bastante tempo.

Para facilitar essa questão, a solução Siga Sua Marca dispõe de uma base de dados com mais de 2 milhões de marcas cadastradas. Dessa forma, a partir de filtros inteligentes e automatizados, é possível realizar essa pesquisa de modo ágil e preciso. Ou seja, o Siga Sua Marca facilita o processo desde sua entrada.

Monitoramento do seu registro de marca

Softwares para facilitar o registro de marca têm, entre suas funções, evitar redundâncias. Ou seja, detectar pedidos que possam entrar em conflito com o registro realizado. Dados são publicados semanalmente na RPI (Revista de Propriedade Intelectual), no site do INPI. Soluções, como o Siga Sua Marca, podem poupar horas de análise no monitoramento e na pesquisa de dados.

Ainda, o Siga Sua Marca permite automatização no processo de monitoramento de seu registro de marca. Assim, sempre que houver uma coincidência ou um registro relevante na RPI, sua empresa será notificada. Com uma solução integrada, essa notificação pode ser configurada para SMS ou e-mail, garantindo o cumprimento dos prazos.

Rastreamento de palavras-chave relevantes

Pedidos e registros de marcas podem ser colidentes com a marca que sua empresa gerencia. Para auxiliar nessa gestão, o Siga Sua Marca monitora palavras-chave a partir de qualquer termo. Essa funcionalidade é útil para quando outras marcas surgirem com parte do nome semelhante ao seu registro.

Outra utilidade no rastreamento de palavras-chave está em manter um alerta para marcas que ainda não foram publicadas no RPI. Dessa forma, o processo de registro de marca se torna rápido e a tomada de decisão pode ser realizada com maior rapidez.

Continuidade no processo de geração de leads

O processo de registro de marca é apenas parte operacional da gestão de sua empresa. É importante que se tenha eficiência nas ações que agregam valor para a marca e engajam seu público em potencial.

Com o Siga Sua Marca, é possível ter acesso a uma área de pesquisa gratuita. Por meio de um cadastro, empresas ou pessoas interessadas nesse processo podem ser atraídas, gerando leads para sua estratégia.

O software Siga Sua Marca conta com recursos e funcionalidades que permitem que o processo de registro de marca seja simples, eficiente e ágil – assim, você não perderá o timing de suas ações.

Ficou interessado? Então, solicite uma demonstração gratuita do Siga Sua Marca e comprove seus resultados na prática!

A Alkasoft existe há mais de 20 anos no mercado e trabalha com a evolução de soluções tecnológicas adequadas ao meio jurídico, especialmente nas áreas de marcas, cartórios e advocacia. Nossa empresa é a responsável pela criação do Siga Sua Marca, que é um sistema de análise de colidências em relação às marcas. Essa solução surgiu devido à necessidade da busca preliminar de marcas.

A busca preliminar de marcas tem o objetivo de analisar a viabilidade do cadastro de uma marca no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Esse registro é o que garante o direito de exclusividade da marca de uma organização. Esse processo é de extrema importância para que todas as etapas de registro sejam respeitadas, desde a verificação da existência de nomes semelhantes até a análise da influência dos nomes no registro de marca.

Como funciona o software Siga Sua Marca?

Antes de falarmos sobre como o Siga Sua Marca funciona na prática, vamos abordar as razões que fizeram a Alkasoft investir nessa solução. Primeiramente, foi constatado que nenhuma busca preliminar garante 100% de segurança ao cliente que procura o registro de uma marca no INPI.

Como as atualizações sobre o registro de marcas é feita todas as semanas, também concluiu-se que era necessário criar um sistema que facilitasse uma busca preliminar de marcas rigorosa. Pensando em oferecer uma tecnologia que tornasse esse processo mais rápido, dinâmico e com uma busca preliminar sempre atualizada, a Alkasoft investiu no Siga Sua Marca.

O Siga Sua Marca analisa os dados da RPI (Revista da Propriedade Industrial), que são publicados semanalmente. O sistema realiza buscas de marcas nos dados da RPI no intuito de que o cliente possa verificar a disponibilidade de uma determinada marca. Essa busca preliminar, feita de forma constante, visa facilitar o registro da marca.

O monitoramento das marcas procura identificar possíveis colidências. Com isso, o cliente que busca o registro de marcas pode se defender através de um processo de oposição, caso seja necessário.

Além disso, o Siga Sua Marca faz o monitoramento dos despachos dos processos. Dessa maneira, o seu cliente é informado sobre os trâmites desses processos – seja de registro de marca, de oposição, entre outros inerentes à gestão de marcas.

Uma das facilidades do software da Alkasoft é que os clientes do seu escritório podem consultar os despachos do Siga Sua Marca via sistema, e-mail e/ou mensagem SMS.

Conheça as principais funcionalidades do Siga Sua Marca

– Monitoramento de Marcas

Essa funcionalidade faz o monitoramento contínuo da RPI de Marcas para constatar processos colidentes em relação à marca que está em processo de registro ou que seu cliente deseja registrar.

– Monitoramento de Palavras-Chave

Através da busca por palavras-chave, o Siga Sua Marca identifica pedidos e registros de marcas colidentes.

– Monitoramento de Processos

Essa funcionalidade tem o objetivo de monitorar os despachos envolvendo o registro de marcas no RPI de Marcas.

– Pesquisas na Base de Marcas

Existe uma base de marcas com mais de dois milhões de marcas cadastradas. Essas informações ficam disponíveis 24 horas para pesquisa através do sistema Siga Sua Marca.

– Cadastro de Usuários

Em relação ao cadastro dos assinantes, não existe limite para o número de usuários do sistema da Alkasoft.

Confira quais são os 3 principais benefícios do Siga Sua Marca

1. Tempo

O cliente do seu escritório economiza bastante tempo ao obter um ranking de colidência das marcas. Ao acessar essa informação, restará a ele apenas uma análise sobre as colidências mais significativas.

Clientes que levavam em torno de dois dias analisando colidências com as principais ferramentas do mercado passaram a fazer o mesmo trabalho, com o Siga Sua Marca, em menos de 1 hora.

No caso das buscas preliminares, este se torna um processo instantâneo, o que facilita consideravelmente o resultado desse processo.

2. Segurança

Quando a conferência de marcas colidentes é feita de forma individual por um profissional especializado, existe o risco de algo ser perdido nesse processo. Mas esse risco é eliminado com a utilização do Siga Sua Marca, que não perde nenhuma colidência e agiliza esse processo ao torná-lo automatizado.

3. Qualidade do atendimento

O Siga Sua Marca proporciona um atendimento diferenciado para o cliente do seu escritório, uma vez que você e os seus profissionais podem gerar relatórios por marca. Nesses relatórios, fica fácil identificar as marcas mais parecidas com as do seu cliente, tornando o processo mais transparente e confiável.

O maior diferencial do sistema Siga Sua Marca

Com o Siga Sua Marca, o registro para monitoramento das marcas é feito praticamente de forma automática, enquanto que com outros produtos do mercado é necessário um investimento de tempo para o registro dessas marcas e seus atributos, para que os sistemas possam fazer a busca. Utilizando o Siga Sua Marca, basta registrar a marca que será monitorada e a solução da Alkasoft faz o resto.

Além do tempo que é economizado, o Siga Sua Marca proporciona mais segurança para esse processo porque algumas variações podem passar despercebidas quando o cadastro é feito manualmente. Outra vantagem do sistema da Alkasoft é que o motor de busca de marcas é bastante inovador e preciso, unindo algoritmos de inteligência artificial e a lógica fuzzy.

“Para que um escritório de propriedade intelectual preste um serviço de qualidade aos seus clientes e se mantenha escalável (com possibilidade de crescimento, sem aumentar seus custos na mesma proporção), é necessário uma ferramenta como o Siga Sua Marca. De outra forma, ou você não monitora marcas colidentes, pecando na qualidade dos serviços prestados e perdendo oportunidades de negócio, ou você aumenta os seus custos conforme a carteira de clientes for aumentando”, explica Fernando Maurilio Bento, gerente executivo da Alkasoft.

 

O processo de registro de marcas envolve um procedimento burocrático, demorado e meticuloso. Por isso, ao trabalhar com muitos processos paralelamente, é fundamental não dispensar a ajuda da tecnologia para realizar a análise de dados automatizada, otimizando e agilizando os seus procedimentos de registro.

A partir do momento em que o advogado entra com um processo de registro de marcas, o acompanhamento constante das publicações na Revista de Propriedade Intelectual (RPI) é imprescindível para que o responsável por aquele registro não perca nenhum despacho do processo ou deixe passar alguma colidência entre marcas.

Como o Siga Sua Marca faz a análise de dados da base de informações da RPI

A revista do INPI é publicada semanalmente. Ela pode ser monitorada por softwares, como o Siga Sua Marca, que usam análise de dados para analisar as publicações do INPI. Com isso, o seu escritório consegue automatizar o processo de monitoramento de marcas, palavras-chaves, andamento dos processos, entre outros pontos relevantes para o registro e o monitoramento das suas marcas.

Comercializado pela Alkasoft – empresa que há mais de 20 anos investe na pesquisa e no desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicáveis à área jurídica –, o Siga Sua Marca trabalha com um robô de busca que faz a pesquisa dos algoritmos na RPI. Através dessa pesquisa, o robô do software identifica possíveis marcas colidentes com as que foram cadastradas e notifica o contratante via e-mail ou SMS sem nenhum custo adicional.

Como a RPI é a responsável pela divulgação dos últimos pedidos de marcas no mercado brasileiro, as suas atualizações impactam diretamente nas marcas existentes, principalmente quando se trata de marcas colidentes.

Os principais ganhos na análise de dados feita pelo Siga Sua Marca

O software Siga Sua Marca possibilita a extração e a análise dos dados publicados semanalmente na RPI. Ou seja, ele monitora todas as informações que são divulgadas por meio da revista do INPI de forma constante e automatizada.

Como funcionalidade extra, o sistema da Alkasoft permite que seja realizada a Busca Preliminar na base da RPI antes de definir qual será o pedido da marca. Essa funcionalidade pode ser implementada no site do contratante por um valor adicional.

Essa ferramenta também permite que a sua empresa identifique potenciais oportunidades de negócios através dos relatórios gerados internamente sobre as pesquisas de marcas realizadas por terceiros na sua página da internet.

É possível, ainda, cadastrar mais de um usuário para acessar o sistema simultaneamente.

Contar com a extração e a análise de dados a partir do software Siga Sua Marca é vantajoso, na prática, pois esse processo ajuda você a trabalhar com antecipação. Para os escritórios de advocacia, garantir a agilidade na tomada de decisão e apresentar relatórios completos ao cliente são os principais ganhos do uso do software da Alkasoft.

No mercado, você pode encontrar outras ferramentas que verificam e disponibilizam os pedidos semanais de registro de marcas, mas apenas com o Siga Sua Marca é possível analisar o histórico de pedidos considerando o grau de relevância dos termos dependentes e independentes.

Quer ver a análise de dados do Siga Sua Marca funcionando? Então peça uma demonstração gratuita do nosso software ou entre em contato conosco!

 

Apesar de todo rigor necessário durante o trâmite para registrar uma marca no Brasil, todos os profissionais que lidam diariamente com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) sabem como a burocracia também pode atrapalhar esse processo.

Para conseguir registrar uma marca no País, algumas medidas são exigidas e muitos documentos são solicitados. Além disso, é necessário fazer o pagamento de taxas e o acompanhamento do processo ao longo do tempo, o que faz com que o prazo médio de conclusão de um pedido de registro varie entre 2 e 4 anos.

Mas por que registrar marca é um processo tão burocrático?

O principal entrave no andamento dos processos para uma empresa registrar sua marca é a quantidade de empresas em espera na fila. De acordo com o Boletim Mensal de Propriedade Industrial, divulgado pela Assessoria de Assuntos Econômicos da Diretoria Executiva do INPI em outubro de 2018, os depósitos acumulados de marcas no período de outubro de 2017 até setembro de 2018 totalizaram 201.246, o que corresponde a um aumento de 12,6% sobre o período anterior – quando esse número era de 178.688.

Ainda segundo o documento do INPI, esse indicador de depósitos acumulados de pedidos de marcas apresenta alta desde novembro de 2015, “puxada pelas marcas de produtos e, principalmente, pelas marcas de serviços – em conjunto estes dois tipos de marcas correspondem a 99% dos depósitos”.

Apenas no período entre janeiro e setembro de 2018, foram depositados 152.400 pedidos de marcas no Brasil. Fazem parte desse número 90.996 marcas de serviços (59,7% do total), 59.866 marcas de produtos (39,3%), 1.200 marcas coletivas (0,8%) e 338 marcas de certificação (0,2%). Durante esse período, conforme o relatório do INPI, depositantes de 107 países solicitaram proteção para as suas marcas.

O órgão recebe demandas dos mais variados tipos de registros diariamente, ligados a registros não só de marca, mas também de franquias, desenhos industriais, softwares, entre outros. Por isso, é necessário um trabalho técnico, o qual envolve análises específicas e que precisam ser bem feitas.

Porém, a contratação de novos profissionais é baixa e não atende às demandas: abrem-se cerca de 100 vagas por concurso a cada dois anos, em média. Além disso, às vezes as contratações não são para todas as áreas e não é possível realocar alguém de marcas para trabalhar com patentes, por exemplo.

Ou seja, a procura que o INPI recebe sobre os mais variados tipos de registros e análises não corresponde à quantidade de profissionais atuantes. Fora esse problema, é importante considerar que o próprio processo de registro de marca é algo bastante complexo.

Como é possível otimizar o processo para registrar marca?

Apesar de o processo de registrar marca exigir cuidado e meticulosidade em suas análises, muitos trâmites demoram ainda mais por causa de erros cometidos no encaminhamento dos pedidos ou durante o acompanhamento dos processos.

Por causa disso, o acompanhamento constante do processo de registro de marca é fundamental para que você não perca nenhuma publicação ou prazo – lembrando que essas são variáveis fundamentais para quem busca a maior agilidade possível no registro de marcas.

Para oferecer um atendimento ao cliente diferenciado, também é importante estar atento às palavras-chaves referentes à marca monitorada. Com isso, o seu escritório vai conseguir evitar que surjam colidências.

Para atingir esse objetivo, a tecnologia pode atuar como uma excelente ferramenta para que o seu escritório consiga agilizar todas as etapas de registro de marca. Softwares especializados como o Siga Sua Marca contam com algoritmos que comparam todas as marcas e apontam as colidências entre elas.

Isso torna o processo de monitoramento e de mapeamento de marcas mais simples e prático. Caso surja algum avanço, o responsável recebe uma notificação por e-mail ou por SMS.

Comercializado pela Alkasoft, o Siga Sua Marca foi criado para otimizar as demandas de um escritório especializado no registro de marcas. A nossa solução ajuda a organizar os processos e a garantir a excelência no atendimento, refletindo na produtividade e na melhoria da qualidade do trabalho.

Confira o que a melhor solução do mercado em registrar marca com agilidade e qualidade, o Siga Sua Marca, é capaz de oferecer:

1. Realizar pesquisas por palavras-chaves:

Essa funcionalidade é utilizada para detectar pedidos de registros de marcas colidentes com as que estão sendo mapeadas pelo seu escritório. A pesquisa de palavras-chaves é feita em uma base de dados com mais de 2 milhões de cadastros e diversas opções de filtros avançados.

2. Monitoramento de processos:

Através do sistema da Alkasoft é possível verificar todas as publicações registradas na RPI de marcas. Quando algum avanço ocorre, o usuário é notificado por SMS ou por e-mail.

3. Monitoramento da marca após a conclusão do processo:

Com essa funcionalidade do Siga Sua Marca é possível identificar possíveis casos de plágio da marca que foi registrada pelo seu escritório.

O software Siga Sua Marca foi desenvolvido com tecnologia de ponta e inovadora, visando facilitar o processo de registro de marcas por meio da análise de relatórios de colidências. Para saber mais, solicite uma demonstração gratuita e confira, na prática, todas as funcionalidades do sistema comercializado pela Alkasoft.

 

Aplicado para identificar a origem de produtos e serviços, à medida que um determinado local tenha se transformado em referência na sua produção, o selo de identificação das Indicações Geográficas (IG) alcançou grande visibilidade nos últimos anos. Essa diferenciação, que chamou a atenção de empresas e produtores rurais, também incrementa as demandas dos escritórios de advocacia, sobretudo daqueles especializados na gestão de marcas e patentes.

A demanda por identificação e certificação de produtos com Indicações Geográficas e Marcas Coletivas é uma realidade em todo o planeta, especialmente no setor agropecuário, potencializando localidades e as suas manufaturas e proporcionando visibilidade e reputação além-fronteiras.

Países de vanguarda na busca por selos de Indicações Geográficas

A história envolvendo as Indicações Geográficas é antiga, como aponta Joana de Moura Leitão Barros Oliveira na tese “Denominações de Origem e Indicações Geográficas – protecção e impacto socioeconômico”, apresentada na Pós-Graduação em Economia e Gestão de Propriedade Industrial do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) e disponível através deste link.

Segundo a autora, a “Europa foi, desde sempre, um campo fértil de produtos tradicionais com as características de DO/IG (Denominações de Origem e Indicações Geográficas), como sejam, Roquefort, Champagne, Sherry, Chianti, Queijo Serra da Estrela, Parmigiano Reggiano, Prosciutto di Parma, Habanos, Tequila”. Mas Joana de Moura observa que “Portugal foi o primeiro dos países europeus a instituir legalmente um sistema de proteção de uma DO, mais concretamente o Vinho do Porto, em 1756”.

Por causa disso, quando tratamos da história das Indicações Geográficas, um dos exemplos de grande relevância está na Região do Douro, no norte de Portugal, onde são cultivadas com exclusividade as uvas que originam o vinho do Porto, um ícone da viticultura internacional. Da mesma forma que os portugueses, italianos e franceses também foram pioneiros nesse processo, fomentando a fama de suas mercadorias e zonas de produção.

Indicações Geográficas: conheça o histórico nacional

No Brasil, a importância das Indicações Geográficas foi materializada a partir da promulgação da Lei de Propriedade Industrial – Lei n.º 9.279 –, de 14 de maio de 1996. Essa legislação passou a ser um instrumento vital para empreendedores e produtores rurais garantirem a proteção das atividades econômicas regionais.

Minas Gerais, mais especificamente a Serra da Canastra, com seus queijos únicos, e a cidade de Salinas, reconhecida pelas suas cachaças, são dois exemplos nacionais que comprovam a pertinência da identificação das Indicações Geográficas nos planos de expansão econômica em localidades predeterminadas.

Em ambos os casos, a Indicação de Procedência foi determinante para a consolidação e visibilidade dos produtos locais, evitando fraudes, abusos e falsificações.

O que diz a legislação brasileira sobre as Indicações Geográficas

Braço do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é o órgão competente para instituir os registros de marcas e patentes em todo o País. Assim, é da competência dele a restrição de áreas específicas e a delimitação do uso do selo das Indicações Geográficas a outros profissionais e regiões não produtivas de um determinado coletivo específico.

A regulação brasileira sobre as Indicações Geográficas foi institucionalizada através da Instrução Normativa nº 25/INPI/2013. De acordo com a legislação, o pedido de registro de Indicação de Procedência deverá conter três aspectos fundamentais:

  1. Documentos que comprovem ter o nome geográfico se tornado conhecido como centro de extração, produção ou fabricação do produto ou de prestação de serviço;
  2. Documento que comprove a existência de uma estrutura de controle sobre os produtores ou prestadores de serviços que tenham o direito ao uso exclusivo da Indicação de Procedência, bem como sobre o produto ou a prestação do serviço distinguido com a Indicação de Procedência;
  3. Documento que comprove estarem os produtores ou prestadores de serviços estabelecidos na área geográfica demarcada e exercendo, efetivamente, as atividades de produção ou prestação do serviço.

Modalidades de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas

As Indicações Geográficas são categorizadas em dois grupos: Denominação de Origem (DO) e Indicação de Procedência (IP). A primeira é atribuída ao nome de um país ou de uma região específica reconhecida como um centro de extração/produção de um determinado artefato ou que seja um prestador de serviço.

A segunda classificação identifica uma nação, município ou região caracterizado especificamente pelo seu meio geográfico, compreendendo agentes naturais e humanos. Com essa subdivisão, até 2018 já haviam sido registradas 67 Indicações Geográficas em todo o Brasil, sendo 49 delas categorizadas como Indicações de Procedência e 18 como Denominações de Origem.

A busca por esse diferencial tem a ver com o fato de as Indicações Geográficas terem se tornado um instrumento de garantia para os produtores e o público consumidor, uma vez que elas comprovam se determinado produto é genuíno, com peculiaridades próprias e ligadas, de forma intrínseca, à sua origem.

Diante de práticas de mercado cada vez mais globalizadas, é fundamental que marcas e regiões produtivas se atentem à necessidade de proteger as características que fazem seus produtos exclusivos, agregando valor, gerando riqueza e contribuindo para o desenvolvimento das potencialidades econômicas regionais.

Em relação às Marcas Coletivas, de acordo com uma notícia publicada no portal do INPI em julho de 2017, o “instituto recebe, em média, 900 pedidos de marcas coletivas por ano”. Ainda segundo o próprio instituto, estas só podem ser requeridas “por pessoas jurídicas que representam uma coletividade, como associações de produtores e cooperativa”.

 

Gerenciar adequadamente todos os processos de registro de marcas, dependendo da sua demanda, é uma tarefa bastante desafiadora. Acompanhar cada processo e não deixar passar nenhuma colidência é algo complicado de se fazer se você não contar com um software específico para isso. A dificuldade na gestão de marcas reside na quantidade de etapas e nos respectivos prazos que o processo de registro exige.

Descuidar-se da gestão de marcas, em qualquer etapa do processo, é muito prejudicial para a agilidade e, consequentemente, para a qualidade do trabalho. Além disso, qualquer imprudência pode trazer prejuízos jurídicos envolvendo a marca em questão, tanto por estarem copiando a marca do seu cliente quanto por uma possível impossibilidade na busca pelo registro da marca existente. Confira, a seguir, três disputas travadas nesse campo da gestão de marcas.

3 casos que mostram a importância de fazer uma boa gestão de marcas

As etapas para acompanhar e gerenciar uma marca são muitas e pode ser complicado administrá-las diariamente de maneira manual. Isso porque, mesmo após a conclusão de um processo de gestão de marcas, é importante acompanhar frequentemente os pedidos publicados junto ao INPI para evitar colidências.

Nessa fase, a assessoria e/ou o proprietário da marca devem estar atentos aos pedidos semelhantes à sua marca para garantir que eles não violem a legislação vigente. A partir desse acompanhamento, feito de perto, é possível entrar em tempo com ações cabíveis para garantir a legitimidade e segurança da sua marca.

A gestão de marcas já rendeu no Brasil e em outros países inúmeros litígios em torno desse assunto.

Conheça algumas dessas histórias famosas:

1. Steve Jobs: marca de roupa?

Em 2012, uma empresa de roupas italiana registrou a sua marca: Steve Jobs. Para os donos da nova marca, essa era uma forma de homenagear o empreendedor americano conhecido pelo seu trabalho na Apple e que servia de fonte de inspiração para eles.

Mas a homenagem não passou despercebida e sem contestações por muito tempo. A Apple entrou com um processo para revogar o registro da nova marca de roupas. Nesse caso específico, o logotipo também incomodou: segundo a Apple, a marca de roupas usou uma maçã muito parecida com a utilizada pela marca americana de tecnologia. Na verdade, a marca de roupas Steve Jobs produziu um logo com um jota (J) estilizado com uma mordida na lateral e uma folha no topo, claramente “inspirados” na icônica maçã da Apple.

O juiz italiano responsável pelo caso, no entanto, deu causa ganha para os sócios italianos, que passaram a ter plenos direitos legais em utilizar a marca e o logo que eles registraram. Segundo esta reportagem do site TecMundo, o juiz entendeu que a “letra jota não é um elemento comestível e, portanto, o recorte na lateral não poderia ser uma mordida”. Dessa maneira, comenta a reportagem, a marca italiana não estaria infringindo a propriedade comercial da empresa norte-americana.

2. A história da disputa da Legião Urbana

A banda Legião Urbana não registrou a sua marca no início da carreira. Depois de lançar o álbum “Dois”, outra pessoa solicitou o registro do nome no INPI procurando, caso tivesse êxito, cobrar o direito de uso do nome Legião Urbana da banda.

Naquela ocasião, a banda recorreu desse registro alegando a popularidade e o renome que o grupo tinha conquistado. Em 1987, segundo o artigo de Luciano Andrade Pinheiro, publicado no site Migalhas, a marca Legião Urbana foi depositada em nome da Legião Urbana Produções Artísticas Ltda., que, inicialmente, tinha como sócios os quatro integrantes originais da banda – Renato Russo, Marcelo Bonfá, Dado Villa-Lobos e Renato Rocha.

Mas as disputas envolvendo a marca não terminaram quando a Legião Urbana Produções Artísticas Ltda. ganhou a causa. Segundo Pinheiro, com o passar do tempo, apenas Renato Russo “permaneceu no quadro societário” como titular da marca. Com a morte de Renato Russo, em 1996, a empresa Legião Urbana Produções Artística Ltda. passou para a administração da família dele.

Então começou uma nova batalha jurídica envolvendo a marca Legião Urbana, já que Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos passaram a relatar dificuldades “no exercício de suas atividades profissionais e uma série de empecilhos para a utilização do nome” Legião Urbana. Em julho de 2013, segundo esta notícia do jornal O Globo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá conseguiram o direito de usar a marca Legião Urbana.

3. Johnnie Walker versus João Andante

Outro exemplo de batalha judicial envolvendo o registro e a gestão de marcas é o caso aberto em 2011 pela empresa dona da marca Johnnie Walker contra uma empresa mineira de aguardente, a João Andante.

O objetivo do processo era solicitar a revisão da marca concedida em 2010 para a João Andante alegando plágio baseado na tradução da palavra “walker”, que significa andante ou andador.

Sendo assim, “João Andante” seria uma tradução literal da marca estrangeira, alegou a empresa Johnnie Walker. Além disso, a companhia ainda questionava o rótulo da marca brasileira, que trazia a mesma característica do logo da empresa norte-americana, ou seja, um homem andando.

Depois do processo aberto pela empresa Johnnie Walker, o INPI suspendeu o registro da marca João Andante e a empresa brasileira decidiu alterar seu nome para “O Andante”, além de mudar a ilustração original do rótulo da bebida.

Gestão de marcas: como a tecnologia pode ajudar e evitar problemas judiciais

Diante dos casos que comentamos – e existem vários outros famosos envolvendo a gestão de marcas –, podemos concluir que esses processos envolvem uma grande complexidade. Para evitar problemas, o melhor caminho é utilizar meios que facilitem o acompanhamento das marcas com as quais o seu escritório trabalha. Nesse sentido, a tecnologia pode e deve ser utilizada como atenuante dos principais gargalos da gestão de marcas, otimizando e dando segurança para todo esse processo.

Para acompanhar constantemente as publicações envolvendo marcas na RPI em busca de encontrar pedidos de marcas colidentes com aquelas que você gerencia, é fundamental contar com o recurso da automatização. Usar softwares especializados como o Siga Sua Marca é um recurso importante para não deixar passar nada.

Esses sistemas especializados no registro de marcas são muito funcionais porque, ao escolher quais marcas o seu escritório deseja monitorar, você passa a receber por SMS ou e-mail notificações sobre as publicações ou quaisquer registros que envolvam essas marcas.

Essa pesquisa e monitoramento também é fundamental antes mesmo de o seu escritório iniciar um processo de registro de marcas. Verificar se a marca desejada já não está em processo de registro ou se ela já foi registrada economiza muito o tempo do advogado e do cliente.

O que você achou sobre os cases apresentados? Encontre outras leituras sobre gestão de marcas em nosso blog.