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Há uma frase creditada a Stephen King que diz que “o produto é algo que é feito na fábrica, a marca é algo que é comprado pelo consumidor. O produto pode ser copiado pelo concorrente, a marca é única. O produto pode ficar ultrapassado rapidamente, a marca bem-sucedida é eterna”. Essa citação evidencia uma parcela da importância da marca para os negócios.

Isso porque ela é um elemento que ajuda empreendimentos de qualquer tamanho e natureza a aumentar seu valor, se diferenciar no mercado, fornecer motivação aos funcionários e facilitar a aquisição de novos clientes, entre outros ganhos. A seguir, descubra mais sobre a importância da marca para as empresas.

5 motivos que mostram a importância da marca para um negócio

A importância da marca é tangibilizada em ganhos como o aumento da confiança do cliente na empresa; no suporte valioso para o sucesso das ações de marketing; na proteção do negócio contra a ação de novos entrantes, entre outros.

Veja agora alguns motivos que demonstram o papel estratégico desempenhado pelas marcas para o sucesso de qualquer negócio.

1. A marca diferencia a sua das demais empresas

Em nosso mundo globalizado, cada vez mais marcas competem pelo mesmo espaço no mercado. E essa globalização permite também, entre outras coisas, um acesso mais facilitado a tecnologias, equipamentos e metodologias. Com isso, muitos produtos e serviços acabam sendo comoditizados. Assim, o que realmente os diferencia é sua marca.

Pense, por exemplo, no segmento de água mineral. O cliente não entra no supermercado e escolhe uma garrafinha em específico por ela apresentar água com gosto, cor ou cheiro diferente. Ele a escolhe por sua marca. Em resumo, sem marca, sem diferenciação. Sem diferenciação, sem preferência do cliente e lucratividade no longo prazo.

2. A marca ajuda a criar relações emocionais com os clientes

Outro ponto que demonstra a importância da marca é que ela é o recurso que a empresa tem para se conectar emocionalmente com seu público. E isso é especialmente importante para conseguir reter, fidelizar e conquistar a preferência de clientes em nosso mercado hipercompetitivo.

Assim, a decisão de compra passa por nossas reações emocionais, o que transforma uma ação meramente transacional, como a compra, em uma experiência satisfatória, prazerosa e que merece ser repetida.

Lembre-se: as pessoas não têm relacionamento com produtos, elas são leais às marcas por se identificarem com seus valores, atributos e pelas reações emocionais proporcionadas.

3. Uma marca forte é importante para atrair e reter os melhores talentos do mercado

Não é apenas por clientes que as empresas estão competindo, mas, também, pelos melhores talentos. A inovação e a geração de valor passam diretamente pelo potencial criativo das pessoas. E empresas com marcas fortes têm credibilidade e passam a ser atrativas também para captar e fidelizar talentos para seu negócio.

4. A marca é fundamental para o relacionamento com os stakeholders

A importância da marca não reflete apenas no incremento do número de clientes de uma organização ou da atração de talentos de alta qualidade. A marca ajuda as empresas a moldarem sua reputação e tornarem-se atrativas para diversos outros stakeholders, incluindo investidores, parceiros de negócios, fornecedores, governos, líderes de opinião, compradores, etc.

5. A importância da marca reflete na lucratividade e na blindagem do negócio contra instabilidades e concorrência

Ter uma marca reconhecida e consolidada ajuda a desenvolver um negócio lucrativo, a partir da captação constante de novos clientes (e, ainda, sob  custo menor por aquisição), de obtenção de recomendações e, mesmo, como suporte para o lançamento de novos produtos e serviços da empresa. É importante lembrar de que os produtos têm ciclos de vida. Marcas sobrevivem a produtos.

De acordo com um estudo realizado por Millward Brown, analisando os hábitos do consumidor, marcas fortes podem conquistar, em média, três vezes o volume de vendas de marcas consideradas fracas. E esse é um indicador da importância da marca para a saúde financeira e o sucesso dos negócios.

Ainda, uma marca forte é capaz de se adaptar para sobreviver a qualquer teste de tempo e garantir negócios futuros e de proporcionar uma lucratividade sólida para o negócio. O investidor Warren Buffett, amplamente reconhecido por seu sucesso no mundo dos negócios, afirma que “a decisão mais importante na avaliação de uma empresa é precificar o poder. Se você tem o poder de aumentar os preços sem perder negócios para um concorrente, tem um negócio muito bom”. E uma marca forte, hoje, é a base para se desenvolver esse tipo de “negócio muito bom”.

Agora, pense em exemplos como a Coca Cola, a Apple e o McDonald’s para entender o valor de uma marca ao longo do tempo e durante períodos mais instáveis. O poder dessas marcas se manteve, mesmo com novos entrantes, mudanças de mercado, entre outras novas variáveis. Por isso, conforme Steve Forbes, executivo-chefe da Forbes Media, atualmente “a marca é o investimento mais importante que você pode fazer no seu negócio”.

Vale lembrar também de que o retorno do investimento na marca da empresa apresenta um efeito cumulativo, com base em níveis cada vez maiores de reconhecimento da marca. Assim, pode-se dizer que, no longo prazo, a construção de uma marca sólida é uma excelente propulsora do crescimento das vendas – até mais do que repetidas iniciativas isoladas de ativação de marketing.

Você já havia parado para pensar sobre a importância da marca para seu negócio? Como você tem feito o gerenciamento de sua marca? Deixe sua mensagem nos comentários.

O registro de marca é um cuidado fundamental para quem pensa na segurança e no sucesso do empreendimento a longo prazo. Ele garante direito de uso e protege a marca da empresa contra eventuais copiadores ou pessoas agindo de má-fé.

No entanto, há quem pense que apenas negócios de maior porte ou mais tradicionais devem registrar sua marca. Isso não está correto!

Neste artigo, confira alguns dos diversos tipos de negócios que podem fazer o registro de marca. Acompanhe.

1. Negócios de microempreendedores individuais (MEI)

Na hora de formalizar seu empreendimento, o MEI cria um nome fantasia. Porém, mesmo que ele faça o registro desse nome fantasia na Junta Comercial, isso ainda não lhe assegurará o direito de uso dessa denominação como marca. Para isso, será preciso fazer o registro de marca no INPI.

É bastante comum que negócios comecem como MEI, mas cresçam e passem a ME (microempresa). E, com esse crescimento, pode ser que a marca chame atenção de pessoas de má-fé que terão interesse em registrá-la para obter direito de uso. Portanto, para evitar situações como essa, o registro é fundamental.

2. Cooperativas

As cooperativas também fazem parte do rol de negócios que podem fazer o registro de marca. Na hora do registro, a sua natureza será enquadrada como coletiva – visto os produtos ou serviços a serem realizados por diversos membros da mesma entidade. 

Esse registro é especialmente importante para a marca ser utilizada como um selo coletivo que dará mais força comercial a pequenos empreendedores participantes da cooperativa. 

3. Startups

Por vezes, as mentes criativas por trás de startups focam-se em atrair investidores para acelerar o crescimento do negócio, utilizando apresentações atrativas e sites modernos, porém sem terem o cuidado de fazer o registro de sua marca. 

Ainda, alguns desses empreendedores, para reduzir custos inicias, acabam deixando para fazer o registro de marca apenas quando o negócio tiver sucesso. As startups são conhecidas por seu ritmo ágil, podendo atingir grande lucratividade rapidamente. 

Por isso, não fazer o registro da marca logo no início das operações é um descuido que poderá levar o empreendedor a ter de mudar o nome de sua startup depois que ele já estiver consolidado na mente de seu público.

4. Influenciadores digitais

Embora seja algo relativamente novo, o Brasil já é um dos maiores mercados de influenciadores digitais do mundo. O que muita gente não sabe é que não é apenas a pessoa jurídica que pode solicitar registro de marca. Na verdade, pessoas físicas que exerçam atividades legais também podem solicitá-lo. No caso de influenciadores, que têm seu negócio tão ligado a seu nome, esse cuidado é bastante importante.

5. Eventos

O mercado de eventos no Brasil cresce em torno de 14% ao ano, já estando bem consolidado e representando mais de 4% do PIB nacional.

Por isso, ao criar um evento, sobretudo quando se objetiva realizar novas edições, é fundamental fazer o registro de marca. Nesse segmento, é comum que organizadores criem nomes semelhantes de eventos, a fim de atrair o mesmo público. Com o registro no INPI, evita-se que o nome de seu evento seja copiado ou utilizado por outros promotores inadvertidamente para terem ganhos a partir de seu projeto.

6. Corretores de imóveis, advogados, publicitários e outros profissionais liberais

Corretores de imóveis regularmente inscritos no CRECI, advogados com registro na OAB e outros profissionais liberais com registro no órgão representativo de sua classe também poderão fazer o registro de sua marca. Esses registros comprovam a licitude do exercício de tais atividades por pessoas físicas, o que torna possível a formalização da marca.

Identificou aqui o seu negócio? Quer saber como fazer seu registro de marca?

O primeiro passo é checar, no site do INPI, se a marca já não foi protegida por terceiros. Essa busca preliminar ajuda a verificar se você poderá entrar ou não com o pedido. Para agilizar essa etapa, você poderá utilizar soluções como o sistema Siga Sua Marca.

Depois, é necessário fazer o cadastro no INPI. Logo após, será emitido um boleto ou uma guia de recolhimento. Somente mediante esse pagamento será possível entrar com o pedido oficial de registro de marca.

A partir disso, o INPI publicará seu pedido em uma revista oficial para esse processo. Nesse momento, é preciso atentar-se para casos de oposição – recurso por meio do qual as pessoas que se sentirem prejudicadas podem se pronunciar e fazer uma reclamação. Nesse estágio, o Siga Sua Marca também pode ajudá-lo no acompanhando do processo. Passada essa etapa, sua marca será registrada, o que irá garantir o seu uso por 10 anos, podendo ser esse registro renovado sucessivamente.

Você sabia que os negócios que vimos aqui podem fazer o registro de sua marca? Ficou interessado em agilizar seu processo de registro com o Siga Sua Marca? Então, solicite já uma demonstração do sistema.

A preocupação das empresas com a proteção de sua marca é indicada pelo crescimento do número de registros no país. Em 2018, o número de concessões e indeferimentos de marcas no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) alcançou um crescimento de 88% em relação ao ano anterior. Entre os processos de registro de marca, são mais de 88.640 decisões.

Esse é um procedimento essencial para o reconhecimento da marca e de sua gestão de negócios. Afinal, realizar o registro de marca é garantir a segurança de seu uso e sua associação aos produtos e serviços da empresa, criando diferenciações e valor de mercado.

Por isso, a seguir, vamos compartilhar 5 dicas importantes para que você possa ter um processo eficiente do registro de marca. Acompanhe.

1. Realize uma pesquisa antes do registro de marca

A pesquisa do INPI, embora não seja obrigatória, pode ser importante para as modificações necessárias para a marca. Processos que exigiriam ser revistos podem ser prevenidos com uma pesquisa preliminar antes de entrar com o registro de marca em si.

Com o grande número já citado de processos de registro de marca analisados todo o ano, é preciso agilidade. Por isso, existem tecnologias que podem facilitar e até mesmo automatizar essa pesquisa. Isso se torna útil especialmente se sua empresa tem muitos processos de registro de marca para serem acompanhados e gerenciados.

2. Não confunda a classe de produto ou serviço durante o registro de marca

Muitos processos de registro de marca acabam sendo deferidos por incompatibilidades e incongruências, ocasionadas pela empresa em seu pedido. Para evitar esse problema, no momento de registrar sua marca, tenha atenção à classificação do produto ou serviço associado à marca.

A classificação será responsável por proteger a marca dentro de uma área de atuação. Além disso, ela impede que outra pessoa ou empresa cadastre uma marca semelhante na classificação correta.

3. Certifique-se de que a documentação necessária está em dia

O registro de marca passa por uma etapa de conferência da documentação, exigida para que se dê entrada no processo. Os documentos necessários para o registro de marca são:

  • Cópia da inscrição de Empresário Individual (MEI, ME, Firma Individual) ou Contrato Social.
  • CNPJ/MF (ou RG, CPF e comprovante de endereço para profissionais liberais).
  • Comprovantes da atividade exercida pela pessoa ou empresa.
  • Logotipo da marca, caso exista.
  • Relação dos produtos e serviços a serem protegidos.

4. Fique atento aos prazos e obstáculos do processo de registro de marca

Pedidos que entrem em conflito com a solicitação realizada de registro de marca podem ocorrer. Além disso, existem prazos a serem cumpridos nas etapas do processo. Por isso, é importante que se tenha um monitoramento do registro em si.

É comum que empresas e pessoas não tenham o costume de acompanhar constantemente o processo de registro. A tarefa pode se tornar ainda mais complexa para empresas que contam com múltiplas marcas sendo tramitadas no processo de registro de marca. Comunicações oficiais dos processos estabelecem prazos que, se perdidos, podem gerar atrasos nos processos de registro.

5. Utilize a tecnologia como aliada 

Para um monitoramento mais eficiente, existem softwares, como o Siga Sua Marca, que podem realizar a automatização de diversas etapas do processo. Trata-se de uma solução integrada, que acompanha dados da RPI (Revista de Propriedade Intelectual) para oferecer notificações personalizadas por SMS ou e-mail.

Ela pode ajudar na pesquisa prévia, no monitoramento de eventuais colidências, para o acompanhamento dos trâmites do processo de registro, entre outras ações importantes para uma gestão segura e eficiente de suas marcas.

Gostaria de saber como tornar o processo de registro de marca mais ágil e eficiente? Você ainda tem dúvidas sobre como é feito o acompanhamento no Siga Sua Marca? Entre em contato conosco e solicite uma proposta. Até a próxima!

Internalizar o conceito de uma marca forte, consistente e reconhecida pode não ser uma realidade tangível em algumas empresas. Em determinados mercados, priorizar uma estratégia de marca e aproveitar seus benefícios de forma estratégica pode não ser a norma. Considerando esse cenário, então, como identificar se sua marca é forte de verdade?

Uma marca pode ter percepções distintas provenientes de seus funcionários, concorrentes, fornecedores e clientes. Não se trata apenas de estética e material gráfico da empresa. Todos os fatores que fazem com que a marca esteja exposta, direta ou indiretamente, contribuem para seu potencial de impacto e força.

Em outras palavras, uma marca é orgânica, e é forte quando gerenciada de forma inteligente. Mas você e sua empresa sabem como identificar isso? É possível estabelecer parâmetros concretos que mostrem que sua marca é forte?

No artigo de hoje, abordaremos mais sobre como saber se sua marca é forte. Acompanhe a seguir e compreenda mais sobre esse tema estratégico para qualquer negócio.

Fatores que mostram que a marca é forte

Os fatores que podem fazer com que uma marca seja forte são variados. Uma marca pode ganhar força, por exemplo, por ser única no mercado. Ou por ter em seu DNA uma filosofia sólida e aderente aos valores de seu público de interesse. Ou, ainda, por desenvolver um relacionamento com sua audiência de modo tão único que nenhuma outra marca de produto ou serviço semelhante consiga replicar.

Se notarmos os grandes players do mercado, veremos que suas marcas apresentam um grande valor e reúnem uma combinação de todas essas características. A Coca-Cola mostra que sua marca é forte pela força e identidade única que a destaca no mercado. A Amazon tem por trás de sua marca uma busca pela perfeição e agilidade no atendimento como nenhuma outra.

Os exemplos das grandes empresas não são os únicos a serem seguidos. Sua marca pode ser forte analisando como esses fatores funcionam em conjunto no mercado para, depois, se destacar das demais. No entanto, para isso, é necessário primeiro saber identificar se sua marca está no caminho ideal.

A marca é forte quando é reconhecida

Fazer com que o público de interesse se familiarize com sua marca de forma imediata é um grande objetivo a ser buscado. Em uma prateleira de supermercado, por exemplo, a marca forte é aquela que se destaca das outras e atrai a atenção do consumidor de modo mais rápido e efetivo. E isso é resultado de uma gestão de marca criteriosa.

O que fará com que a marca seja reconhecida pelo seu público pode ser algo arrojado, único e inovador. Ou, ainda, pode ser algo simples e minimalista. Ter um bom monitoramento do mercado e do desempenho de sua marca é essencial para saber o que irá impactar no pensamento do consumidor em relação à marca e o que esse consumidor mais valoriza e busca em uma marca de seu segmento.

A marca é forte quando é consistente

Quando dizemos que a marca é forte, está subentendido que seu impacto não é diluído pela forma que se apresenta. E isso vale para todos os canais e fatores de branding que precisam ser alinhados. Um site de uma marca com o logo desatualizado, por exemplo, pode causar estranheza e insegurança por parte do consumidor.

Vivemos em um mundo com alta demanda por escolhas. Quando uma marca é gerenciada de forma consistente, ela desenvolve uma base sólida. Base essa que facilita o processo decisório na mente do cliente e favorece que estratégias futuras de marketing e gerenciamento da marca sejam colocadas em prática de modo muito mais produtivo e eficiente.

Sua empresa e seu público sabem identificar que sua marca é forte? Você gostaria de saber mais sobre como melhorar sua gestão de marca?

Com o Siga Sua Marca, da Alkasoft, você pode monitorar sua marca e acompanhar processos para protegê-la que podem fazer toda a diferença para seu crescimento e força. Entre em contato agora mesmo!

O processo de registro de marcas no país tem a fama de ser moroso e burocrático. No entanto, o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) tem trabalhado para mudar esse cenário e otimizar as tarefas que são de sua alçada.

Desse modo, o tempo de espera para a conclusão do registro de marcas tem sido reduzido, apesar do aumento nas solicitações – o volume de pedidos aumentou quase 10% em 2018 em comparação com o ano anterior. Saiba mais sobre esse tópico a seguir!

Redução no tempo demandado para registro de marcas no Brasil

De acordo com informações do Relatório de Atividades 2018, que traz diversos dados consolidados sobre propriedade industrial no país, esse ano-base apresentou diminuição no tempo demandado para exame das solicitações de registros, além de um incremento produtivo nas áreas finalísticas e redução de 46,6% do estoque de pedidos pendentes de exame (conhecido como backlog).

Ainda, o INPI também registrou redução no período demandado para exames dos pedidos com oposição, indo de 64 para 13 meses, uma baixa bastante expressiva para esse tipo de caso delicado. 

Esses resultados foram possíveis a partir da adoção de determinadas iniciativas. Entre elas, a expansão do trabalho remoto, maior capacitação dos servidores que ingressaram no instituto, automação no fluxo do exame e do controle de prazos e pagamentos, investimentos em modernização de equipamentos, entre outras. 

Qual é hoje o tempo de espera para registro de marcas?

Conforme os dados divulgados no relatório, anteriormente, o período de espera era de, ao menos, três anos. Agora, a média passou a algo em torno de um ano a um ano e meio. 

Isso significa uma melhoria expressiva: pode-se dizer que, com as medidas adotadas, hoje leva-se a metade do tempo que se levava alguns anos atrás para se fazer o registro de marca no Brasil.

Qual é a perspectiva para 2019 e os próximos anos?

Para 2019, a expectativa é de que as melhorias no INPI continuem sendo incorporadas. Investimentos em tecnologia, aperfeiçoamentos em processos e procedimentos internos e otimização das estruturas regionais para elevação da capacidade de produção técnica do órgão são algumas das ações esperadas.

Ainda, recentemente o Senado aprovou o Projeto de Decreto Legislativo n.º 98/2019, que formaliza a adesão do país ao Protocolo de Madrid, que trata do registro internacional de marcas e isso deve impulsionar mais ações de melhoria por parte do INPI a fim de estimular empreendedores a registrarem também internacionalmente sua marca e a divulgarem-na com mais segurança em outras nações.

A meta para 2021 é que o tempo demandado para o exame técnico de marcas fique em torno de 8 meses para pedidos com oposição e de 4 meses para pedidos sem oposição.

Como sabemos, o Brasil é um país com DNA empreendedor, seja por necessidade ou seja para aproveitamento de oportunidades de mercado. E isso não deve mudar. O incremento nos pedidos de registro de marcas é um reflexo disso e, também, da maior conscientização dos benefícios que a formalização traz aos empreendimentos. 

Nesse contexto, o trabalho do INPI deve ser cada vez mais demandado e para que esse não seja visto como um entrave para a entrada das empresas no mercado com o timing correto, espera-se que o instituto continue adotando melhorias e apresentando reduções de tempos de espera de seus serviços, de modo a se posicionar como um órgão que ajuda a promover a inovação e um melhor ambiente de negócios para as empresas brasileiras.

O que você achou da redução no tempo de espera para registro de marcas no país? Que outras melhorias nesse processo você gostaria de ver implementadas? Deixe sua mensagem nos comentários.

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Há ainda bastante dúvidas e mitos envolvendo o tempo de espera para registro de marcas no Brasil. Apesar disso, cresce o entendimento sobre a importância de registrar e proteger formalmente a marca de negócios, produtos e serviços – de fato, de 2017 para 2018, houve um incremento de mais de 55% no número de pedidos de registros de marca no país, conforme dados do INPI

Neste artigo, descubra qual é o tempo de espera para registro de marcas no Brasil e confira dicas de como otimizar esse período e o deferimento de seu pedido. Acompanhe.

Afinal, em média, qual é o tempo de espera para registro de marcas?

De acordo com dados do Boletim Mensal de Propriedade Industrial e do Relatório do Estoque dos Pedidos Pendentes, emitido pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), a média de tempo de espera para o registro de marcas ser deferido passou, em 2018, para algo entre um ano e um ano e meio. Esse é um resultado positivo, diante 2017, quando esse período era de, pelo menos, três anos. 

Ainda, conforme levantamento do INPI, esse tempo representa menos da metade do período necessário há três anos no país. E isso, em um cenário de crescente número de solicitações de registros de marcas, representa uma evolução desse processo em terras brasileiras.

Vale lembrar de que a morosidade se dá, entre outros motivos, pela complexidade do processo e por suas diversas etapas. Depois de criada a marca, organizados os documentos e feito o depósito do pagamento, há o período de cinco dias para eventuais novas exigências por parte do INPI. Após, há a publicação do pedido e um período de espera de 60 dias para que outras pessoas se manifestem contra sua solicitação – gerando a chamada oposição. E, se houver tal oposição, outras etapas terão que ser cumpridas pelos solicitantes da marca – em um prazo de mais 60 dias.

Somente após tudo isso é que um examinador do órgão verificará a documentação e, em casos de oposição, definir quem será o detentor da marca.

Há, depois, mais um período para verificação dos documentos e para a solicitação de novas exigências para, então, haver o deferimento ou o indeferimento de seu pedido de registro – e o pagamento pela proteção do primeiro decênio e pelo certificado de registro.

Como otimizar o tempo de espera para registro de marcas?

Naturalmente, para o empreendedor que quer logo ter a certeza de que seu negócio está protegido, a busca pela otimização desse tempo de espera para registro de marcas é uma realidade. Para isso, é preciso um acompanhamento constante de seu processo junto ao INPI, e ter a certeza de que ele seguiu todos os trâmites necessários e requisitos para aprovação.

Como vimos, embora o tempo demandado para esse processo esteja diminuindo, obter o registro de marcas é ainda um tanto moroso – e se houver algum problema em seu processo, esse período poderá ser elevado.

Sendo assim, é fundamental sempre fazer uma pesquisa prévia para evitar casos de duplicidade, definir com clareza a natureza da marca, sua forma de apresentação e ter uma atenção especial à documentação a ser enviada para dar entrada ao seu pedido.

Ainda, depois disso, deve-se manter um acompanhamento próximo do andamento do pedido, verificando eventuais solicitações e exigências do INPI e, também, fazendo uma pesquisa de palavra-chave, a fim de identificar novos registros que podem ser colidentes e atrapalhar a obtenção de sua propriedade de marca.

Para ajudar a tornar mais prático, rápido e efetivo esse processo, soluções como o Siga Sua Marca, da Alkasoft, podem ser importantes recursos. Esse sistema automatiza e agiliza a busca preliminar de disponibilidade de marca, emite notificações sobre o avanço do processo junto ao INPI, rastreia palavras-chave para buscar eventuais colidências, entre outras facilidades que poderão reduzir o tempo de espera para registro de marcas.

Para saber mais sobre esses recursos, solicite uma demonstração gratuita do software Siga Sua Marca.

As marcas já existem há bastante tempo. No antigo Egito, por exemplo, os manufatureiros de tijolos colocavam seus símbolos nas peças para identificá-las. De lá para cá, naturalmente, a importância, as finalidades e o valor das marcas mudaram. E para protegê-las, e ajudar as empresas a obterem maior retorno financeiro com elas, surgiu a marca registrada.

Neste artigo, saiba mais sobre como ter uma marca registrada pode ser benéfico para seu negócio e ajudar em sua saúde financeira. Acompanhe.

Marca x Marca Registrada

De acordo com definição dada pelo INPI  – Instituto Nacional de Propriedade Industrial -, marca é todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifique e distinga produtos e serviços, além de certificar a conformidade desses com determinadas normas ou especificações técnicas. Desse modo, a marca é uma representação de sua empresa, produtos ou serviços para o mercado, ou seja, é algo que ajuda a diferenciá-los da concorrência e a criar uma relação com seu público de interesse.

Dada tamanha importância da marca, torna-se fundamental garantir proteção jurídica para ela e para seu uso – e isso só é possível com o registro da marca. Por meio dessa formalização, a empresa assegura exclusividade na utilização – evitando que a mesma marca seja utilizada por outra companhia com a mesma atividade econômica, ou que “clonagens” ou imitações se estabeleçam no mercado. Ainda, o registro atua como uma espécie de investimento na própria empresa, como veremos a seguir.

Por tudo isso, é importante ter em mente que registrar uma marca não é apenas um processo burocrático, ou que representa mais despesas para a empresa. Na verdade, é uma ação estratégica, um investimento no futuro e no sucesso da organização, gerando benefícios no curto e no longo prazo. 

O impacto da marca registrada na saúde financeira do negócio

Hoje em dia, pode-se dizer que é comum, em determinados contextos, empresas que têm bens intangíveis em valores superiores a de seus bens tangíveis. Por exemplo, pode ocorrer de a marca valer mais do que a estrutura física da sede do negócio. Por isso, a marca registrada passa a fazer parte do patrimônio das organizações.

Quando uma marca começa a se diferenciar, ser reconhecida, conquistar adeptos, defensores e a preferência do público, seu valor se eleva no mercado. Por isso, há casos nos quais a marca é um dos principais ativos da empresa.  Por exemplo, a Coca-Cola, hoje, vale mais por sua marca do que por outros de seus ativos fixos – de fato, em um estudo, constatou-se que a marca dessa empresa representava até dez vezes mais do que a soma de todos os seus ativos tangíveis.

Nesse contexto, é importante ter em mente que o mercado é hipercompetitivo e, muitas vezes, comoditizado – o cliente encontra opções semelhantes de produtos e serviços em praticamente qualquer segmento. Assim, o que o faz optar por um ou outro e, com isso, gerar lucro para a empresa, é a marca em questão.

Desse modo, é importante que o valor da marca registrada passe a ser contabilizado pelas empresas, junto a seus bens tangíveis, elevando o valor percebido perante os investidores, em situações nas quais a empresa esteja no mercado de ações, etc. 

Ainda, para processos de compra e vendas de empresa, o valor da marca registrada é um dos critérios avaliados e que ajudam a determinar o preço do negócio. 

E há também os famosos royalties. Ao registrar sua marca, sempre que alguém quiser utilizá-la, seu detentor será pago por isso. Essa situação ocorre frequentemente no segmento de franquias: os interessados pagam uma taxa ao detentor da marca para atuar como franqueados e poder utilizar sua marca, processos, produtos e serviços no negócio.

Como vimos, a marca registrada é, realmente, um ativo valioso e que influencia diretamente no sucesso e na saúde econômica dos negócios de diversas formas.

Sua marca já é registrada? Que tal iniciar sua formalização de modo prático e fácil? Para isso, conheça o Siga Sua Marca da Alkasoft e comece já o processo de registro da marca de sua empresa.

Se você está pensando em abrir ou formalizar uma empresa, é preciso proteger seus interesses e sua propriedade intelectual. Por isso, um dos primeiros passos é efetuar o registro e, depois de todas as etapas burocráticas desse processo, é necessário realizar o gerenciamento da marca.

Neste artigo, confira dicas importantes para realizar o registro e o gerenciamento de sua marca. Acompanhe a seguir.

Como registrar a sua marca?

Uma marca nada mais é do que um conjunto de elementos que representam o seu negócio, por meio de um nome, produto, uma ideia, etc. Na prática, podemos dizer que se trata, basicamente, daquilo que diferencia um produto ou serviço de seus concorrentes, e ajuda seu público a identificar e a se relacionar com seu negócio.

E seu registro é importante para assegurar o direito de uso exclusivo, para a proteção jurídica de seu negócio e para a criação de estratégias mercadológicas. 

Conheça alguns detalhes importantes sobre o registro de sua marca:

  • Pessoas físicas e jurídicas podem registrar uma marca junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).

  • Antes do registro, você precisará pesquisar se a marca que deseja já está registrada. Isso pode ser feito online, no próprio site do INPI, ou, caso tenha dificuldades, é possível contar com o apoio do Sebrae ou contratar uma consultoria. Ainda, há soluções, como a trazida pelo sistema Siga Sua Marca, que agilizam esse processo. Ele conta com uma base de dados com mais de 2 milhões de marcas cadastradas, assim, com o uso de filtros inteligentes e automatizados, é possível realizar essa pesquisa de forma bastante ágil.

  • Depois de definir qual será a sua marca, é preciso realizar o cadastro dela no INPI. Logo após, será emitido um boleto ou uma guia de recolhimento. Apenas depois do pagamento será possível entrar com o pedido oficial de registro.

  • Automaticamente, o INPI publica seu pedido em uma revista oficial para esse processo. É nessa hora que a chamada “oposição” tem início, por meio da qual as pessoas que se sentirem prejudicadas podem se pronunciar e fazer uma reclamação. É importante saber que, se houver oposição ou faltar alguma documentação nessa etapa, uma nova taxa será cobrada.

  • Se a sua marca passar por todos esses processos, o INPI cobra uma taxa que fica em torno de R$ 300,00 para garantir o seu uso por 10 anos.

Como fazer o gerenciamento da marca?

Mais do que o conjunto de símbolos e ideias, sua marca também é aquilo que envolve a percepção das pessoas, algo que você pode trabalhar, mas não necessariamente impor. Sua marca é enraizada na mente de seus potenciais consumidores, seja de forma positiva ou até mesmo negativa.

A fim de que as pessoas tenham uma visão positiva sobre o seu negócio, e para que a sua marca seja mais conhecida e desejada, existe o trabalho de gerenciamento da marca, também conhecido como branding.

Um bom gerenciamento da marca deve começar de dentro para fora, ou seja, primeiramente junto aos seus colaboradores e, depois, com seus clientes e o mercado. Desse modo, sua equipe atuará como defensora e divulgadora de sua marca, favorecendo sua aceitação e reconhecimento no mercado.

Para isso, é importante saber:

1. A marca está alinhada às exigências do mercado?

2. A empresa e as pessoas que atuam nela estão comprometidas com o desenvolvimento da marca?

3. Seus colaboradores conseguem entender os reais objetivos da sua marca?

4. A marca está protegida no segmento que atua?

5. Os valores de sua marca são conhecidos e compartilhados com sua equipe?

6. A sua marca é conhecida como boa empregadora?

Já para o gerenciamento da marca junto ao público externo, é importante saber, por exemplo:

1. O consumidor reconhece os valores da sua marca?

2. Sua marca atende às expectativas do consumidor perante aquilo que ela oferece?

3. Sua marca se destaca da concorrência?

4. Sua marca está presente nos locais, momentos, redes sociais e situações que condizem com a sua proposta?

5. Sua marca é relevante? Ela traz mudanças e agrega valor para a vida das pessoas?

A partir dessas respostas, é possível criar um bom gerenciamento da marca, além de ter um direcionamento para ações cada vez mais alinhadas à sua missão, missão e valores, e aos interesses de seus públicos.

Desse modo, com base em estudos e estratégias bem definidas, e seguindo os processos corretos para a formalização da marca, é possível registrá-la e administrá-la assertivamente.

E então, ficou mais claro para você como fazer o registro e o gerenciamento da sua marca? Ainda resta alguma dúvida sobre o tema? Deixe sua mensagem nos comentários e até a próxima.

Os processos de gestão de propriedade intelectual, sem ferramentas adequadas, podem resultar em uma tarefa árdua. Isso porque, entre outros problemas, um processo preponderantemente manual está propenso a muitas movimentações e erros que podem ser prejudiciais para a propriedade intelectual e, consequentemente, para a empresa.

Para diminuir esse tipo de erro que as empresas podem cometer, é importante investir em soluções que possam automatizar os processos. Dessa forma, os gargalos com processos podem ser minimizados ou até mesmo eliminados, agilizando e tornando a rotina de gestão com a propriedade intelectual muito mais produtiva.

Conheça, neste artigo, alguns dos maiores erros que as empresas podem cometer ao administrar sua propriedade intelectual. Confira a seguir.

1. Negligenciar novas tecnologias de gestão de propriedade intelectual

Modernizar a estrutura de seu negócio é vital para o desenvolvimento dos processos. Com a ferramenta ideal, é possível administrar todas as etapas mais assertivamente. Hoje em dia, existem soluções que podem ajudá-lo a lidar com o monitoramento de redundâncias no registro de marca, acompanhamento do processo e, até mesmo, na pesquisa em um banco de dados.

Ainda assim, muitas organizações são altamente resistentes à adoção de novas tecnologias, seja por desconhecimento ou por falta de empresas parceiras que realizem uma implementação e um acompanhamento que possam atender as necessidades reais do negócio e da gestão de suas propriedades intelectuais.

2. Não registrar sua marca

A marca é o ativo mais valioso da empresa. Muitas das grandes companhias têm em suas marcas seu maior valor de mercado. Nesse contexto, ao registrar sua propriedade intelectual, a organização protege o direito de exclusividade de uso.

O registro da marca é um processo com etapas definidas que, de forma manual, podem tomar anos para serem concluídas. Esquecer de registrar a marca, porém, pode fazer com que a propriedade intelectual sofra em credibilidade ou, até mesmo, que a empresa tenha que disputar judicialmente com registros de marcas semelhantes já estabelecidas no mercado.

3. Não considerar a proteção de propriedades intelectuais antigas

É comum que empresas iniciem o processo de registro de marca apenas em propriedades intelectuais novas, no momento de sua criação. Na realidade, a incrementação e atualização de antigos produtos podem estar expostas a tentativas de cópia ou plágio por terceiros. Sendo assim, a manutenção de propriedades intelectuais já estabelecidas no mercado se torna um processo tão importante quanto durante a criação de novas marcas.

4. Falta de uma estratégia pensada na propriedade intelectual da empresa

Muitas companhias têm como sua principal competência atividades fora do escopo da gestão de propriedade intelectual. Por conta disso, há um desconhecimento geral de como patentes, marcas e outras propriedades intelectuais podem ser relevantes sob uma visão estratégica.

Da mesma forma, é importante ter uma noção de todo o contexto dos processos de propriedade intelectual para saber como agir e como agilizar eventuais processos burocráticos e obstáculos jurídicos que possam surgir durante o ciclo de vida da propriedade intelectual.

5. Não realizar uma busca durante o registro de marca

A marca de uma nova propriedade intelectual deve ser nova. Portanto, é possível que uma empresa sem o conhecimento dos processos de gestão de marca se esqueça desse quesito e não realize uma busca. Dessa forma, é possível que se cometam erros que podem custar caro para a empresa, tais como o registro de uma propriedade intelectual cuja marca já tenha um registro há mais tempo no INPI, por exemplo.

Realizar uma pesquisa manual pode fazer com que a incidência desse erro ocorra. Por isso, conte com ferramentas de pesquisa eficientes e precisas, que possam oferecer os resultados sem tomar tempo das operações estratégicas dos setores da empresa responsáveis pela administração da propriedade intelectual em si.

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Para aqueles que precisam gerenciar marcas e acompanhar seus processos de registro, é valioso conhecer todas as possibilidades e particularidades do processo. Já sabemos da importância do registro da marca e dos problemas na burocracia envolvida em suas etapas. Mas, em um ambiente cada vez mais globalizado, é provável que a empresa necessite que sua marca esteja de acordo com os registros internacionais. Para isso, o processo de registro de marca é suficiente?

A dúvida quanto à validade do registro da marca internacionalmente não é incomum. Em um mundo interconectado, é importante saber como sua marca pode ser administrada em outros países. Inclusive, é necessário saber quais oportunidades sua empresa pode estar perdendo ao não realizar um registro da marca internacional.

Para ajudá-lo a compreender melhor essas questões, confira, neste artigo, se o registro da marca realizado junto ao INPI vale internacionalmente, além de quais são os processos necessários para tornar sua marca válida nos países de interesse.

Como funciona o registro da marca internacional?

Proteger a marca em diferentes países não parte de um processo unificado. Ou seja, é preciso que empresa ou agência responsável se informe sobre quais são os institutos responsáveis para a realização desse processo nos locais de interesse.

Outra questão que deverá ser considerada durante o registro da marca diz respeito aos países que podem ser abrangidos nesse processo. Alguns tratados determinam a validade do processo em outros países, o que pode ser uma questão a ser analisada pelas partes interessadas.

A importância do registro da marca internacional

As trocas e negociações de empresas brasileiras com parceiras internacionais não é algo recente. Empreendimentos de diferentes escopos já realizam essa troca há tempos, não sendo somente uma vantagem das gigantes multinacionais do mercado.

Nesse contexto, o gestor que deseja que sua marca tenha maior penetração internacionalmente deve pensar nas oportunidades que o registro da marca pode gerar no médio ou longo prazo. Trata-se de um diferencial competitivo que pode fazer com que se desenvolva um aspecto de segurança e credibilidade para a marca como um todo.

A propriedade protegida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) é especificamente industrial, ou seja, abrange marcas, patentes e desenho industrial. A propriedade intelectual, no geral, é da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI). No caso, a OMPI é uma agência da ONU com a proposta de atualizar os padrões internacionais e proteger a criação intelectual – mas pode não ser a única a ser ativada.

Acordos internacionais, como o Protocolo de Madri e a Convenção de Paris, são exemplos de fatores que auxiliam o registro da marca a ser mais simplificado. Embora o Brasil seja um dos 14 originais da Convenção de Paris, a adesão ao Protocolo de Madri ainda está seguindo alguns trâmites.

Pesquisa de marca e monitoramento de colidência internacional

Assim como o INPI, há uma plataforma que reúne marcas de 41 países chamada TM View, disponibilizada gratuitamente via web. Apesar de não existir um banco de dados unificado mundial, é possível partir de dados como o TM View e o TM Class, nos quais entradas de registro de marca brasileiros são integradas.

Nesse sentindo, é importante, ao realizar uma pesquisa e o acompanhamento de registro da marca internacional, conhecer os procedimentos envolvidos. Vale, também, buscar parcerias com escritórios e soluções que possam facilitar o processo do registro ao redor do mundo. É fundamental conhecer os limites de sua marca para que o negócio possa se desenvolver, expandir e, de fato, usufruir das oportunidades de seu registro internacional.

Você tem dúvidas sobre o registro da marca internacionalmente? Deixe sua mensagem nos comentários ou entre em contato conosco. Até a próxima.