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Contar com o melhor software jurídico pode fazer com que seu escritório de advocacia atinja altos níveis de performance. Afinal, esse sistema jurídico possui funcionalidades que abrangem toda a gestão.

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Você já ouviu falar em Legal Design Thinking? É a aplicação do Design Thinking no escritório de advocacia e em todo o meio jurídico. Isso se tornou muito comum com a transformação digital, mas poucos sabem como implantar essa novidade. Por isso, explicamos um pouco sobre o modelo e como aplicar o Design Thinking no escritório de advocacia. Confira!

O que é Design Thinking?

Design Thinking é uma abordagem centrada nos conceitos da área do Design e no componente humano das situações. Vale lembrar que o Design remete também a processos relacionados à ação e ao planejamento de soluções, não apenas à beleza.

Em palavras mais simples, é um modelo inovador que se dispõe a resolver problemas de pessoas, físicas e jurídicas, de forma criativa e empática. O foco de seu resultado está nas pessoas e na entrega de valor real.

Legal Design Thinking

O Design Thinking aplicado ao Direito é chamado de Legal Design Thinking. É o planejamento e a criação inovadora que pretende resolver problemas do cliente jurídico. Para tanto, os responsáveis por conduzir esse processo no departamento jurídico ou no escritório devem compreender as reais necessidades de seus clientes, com base na compreensão e na empatia.

O relacionamento com o cliente é, assim, a peça-chave desse modelo. Acolhimento e escuta atenta são práticas fundamentais que integram as primeiras etapas de implementação dessa estratégia no escritório de advocacia.

Como implantar o Design Thinking no escritório de advocacia?

A implementação do Design Thinking no escritório de advocacia deve ocorrer em algumas etapas. Veja:

  1. Entendimento do problema a ser resolvido, mediante coleta dos dados disponíveis sobre a situação;

  2. Observação e pesquisa, com entrevista dos envolvidos, para que se desenvolva a empatia, possibilitando a convergência de olhares;

  3. Ponto de vista, que é o momento de convergência do pensamento a partir das informações levantadas;

  4. Ideação, momento em que a pesquisa é transformada em diretrizes e soluções tangíveis;

  5. Prototipagem, que é dar vida às ideias, considerando a importância dos protótipos para medir as percepções sobre a solução criada;

  6. Teste ou validação das ideias por meio de testes dos protótipos e das hipóteses do projeto;

  7. Iteração, que é a absorção de feedbacks disponibilizados até a etapa de testes, o que ainda permite a adaptação do modelo para refinar as soluções se necessário.

Para que você compreenda melhor como implantar o Design Thinking no escritório de advocacia, veja alguns exemplos comuns:

  • Avisos de privacidade concisos, transparentes e com linguagem simples. Com um documento detalhado e bem escrito, o usuário tem a opção de aceitar ou não a política. É isso que evita problemas futuros;

  • Otimização de documentos, prática que transforma os documentos tradicionais para que atinjam a seu propósito. Um resumo antecipado pode evitar dúvidas e interpretações errôneas, por exemplo;

  • Simplificação de processos e otimização dos serviços jurídicos, como a visibilidade das tarefas para cada responsável e a comunicação virtual com clientes;

  • Colaboração entre clientes e profissionais, de forma que os clientes compreendam as questões e as leis aplicáveis relacionadas à sua demanda jurídica.

Software jurídico amigável e intuitivo

Um excelente exemplo da implantação do Design Thinking no escritório de advocacia é o uso de um software jurídico amigável e intuitivo. Uma boa ferramenta de gestão jurídica deve ser desenvolvida colocando as necessidades de seu público-alvo em primeiro lugar. Quando um software é amigável e intuitivo, facilitando o uso pelos profissionais e proporcionando benefícios, ele obedece aos princípios do Legal Design Thinking. Em outras palavras, ele melhora a experiência dos advogados e gestores, sendo uma entrega de valor. Já ouviu falar em “experiência do usuário”? É exatamente isso.

Implantar o Design Thinking no escritório de advocacia pode ser um desafio, mas certamente trará ótimos frutos na entrega de valor a seus clientes. Que tal começar organizando sua gestão com um software jurídico amigável e intuitivo, como o Lawyer Eleven? Conheça suas funcionalidades!

Modernizar os escritórios de advocacia deixou de ser um investimento extra para se tornar uma necessidade – especialmente para gestores que estão em busca de otimização do tempo de suas equipes e de redução de custos. Gastar horas procurando documentos e organizando papelada não faz mais parte da rotina dos advogados. Essa melhora é possível através das inúmeras vantagens oferecidas por um software jurídico como o Lawyer.

Entretanto, é bom ficar atento às ferramentas oferecidas em cada software e escolher o que mais se enquadra na sua realidade de trabalho. É justamente por reconhecer que cada escritório tem uma demanda que o software jurídico Lawyer se destaca entre os concorrentes. Os profissionais da Alkasoft, que vêm desenvolvendo esse sistema há 24 anos, definiram, com o auxílio de seus clientes, duas versões de licenciamento, para que cada gestor sinta-se representado pelo Lawyer. Saiba um pouco mais sobre cada uma dessas opções e escolha a que mais se encaixa no seu perfil de negócio.

O seu escritório tem um porte pequeno? O software jurídico também é para você!

Algumas falhas de processos ou nas rotinas podem prejudicar o crescimento do seu escritório. Por isso, investir em um software jurídico que colabore para a melhor gestão do seu negócio é uma forma de evitar erros e adquirir agilidade nas suas rotinas.

A constante preocupação com o cumprimento de prazos, a dificuldade de manter os sócios engajados, a baixa procura pelos serviços do escritório em algumas fases e a falta de organização financeira são alguns sintomas que podem aparecer por causa de falhas na gestão jurídica estratégica.

Pensando em auxiliar na resolução desses problemas é que a equipe da Alkasoft criou a versão Lawyer Profissional do software jurídico. Essa versão é ideal para escritórios e departamentos de pequeno a médio porte e de baixa complexidade de estrutura interna.

Segundo o Gerente Executivo da Alkasoft, Fernando Maurilio Bento, nessa versão os advogados que acumulam tarefas podem ter uma visão simplificada e mais geral do escritório de advocacia. Assim, com o software jurídico Lawyer Profissional, é possível ter controle facilitado da área financeira, jurídica, dos seus clientes e prazos.

Por ser voltada para estruturas menos complexas, a versão Lawyer Profissional tornou-se mais compacta. Fazem parte dessa versão as ferramentas essenciais dos módulos Pessoas, Processos, Agenda, Financeiro, Biblioteca, Utilitários e Relatórios.

Para grandes demandas, apresentamos grandes soluções

A organização é uma estratégia essencial para grandes escritórios de advocacia e para departamentos jurídicos com grande demanda. A tarefa de vencer os desafios de processos, etapas burocráticas e rotinas específicas pode ser facilitada com o auxílio de um software jurídico implantado nas organizações que apresentam esse perfil.

Com funcionalidades adicionais, o Lawyer Corporativo é a melhor opção para grandes empresas de Direito ou escritórios com estruturas mais complexas. Segundo Bento, essa versão do software jurídico da Alkasoft apresenta funções fundamentais para empresas que possuem áreas diferentes e filiais.

Grandes escritórios, com diferentes setores – como tributário, trabalhista e penal –, conseguem separar os processos e documentos de modo que uma área não tenha acesso às informações da outra.

A principal diferença do Lawyer Corporativo em relação ao Lawyer Profissional é a possibilidade de controlar os contratos, certidões, marcas e patentes dos clientes e do escritório como um todo. Essa função é liberada pelo módulo Pessoas, que possui ainda a função de enviar alertas de compromisso automaticamente a todas as partes envolvidas nos processos.

O módulo Pessoas ainda possibilita a criação de campos customizáveis para atender às demandas específicas dos escritórios de grande porte. Um exemplo: escritórios que atendem demandas de multas de trânsito ou outro serviço regional podem criar seus próprios campos, deixando esse critério disponível em qualquer filtro determinado pelo gestor.

Para facilitar a escolha e conseguir visualizar melhor as duas opções, a Alkasoft disponibilizou um arquivo com as funcionalidades de cada versão de licenciamento. Confira esse documento clicando aqui.

Gostou deste conteúdo? Então veja outros textos de interesse do meio jurídico no nosso blog, confira alguns materiais gratuitos disponíveis em nosso site e aproveite para acessar uma demonstração gratuita do nosso sistema.

 

Agir de maneira ética, honesta e justa é uma postura esperada de todas as partes envolvidas em uma ação judicial. Mas, infelizmente, nem sempre isso acontece. No âmbito jurídico, a chamada má-fé processual diz respeito a tudo aquilo que se faz intencionalmente, com maldade, para interferir no andamento de um processo.

Esse tipo de atitude está na contramão da boa-fé e pode vir de alguma das partes ou ainda de terceiros intervenientes. Também denominada litigância de má-fé, tal comportamento ilegal possui como característica básica a violação proposital de princípios e regras do direito. A seguir, destacamos para você alguns exemplos recentes de casos em que ficou constatado o exercício da má-fé processual.

Confira alguns casos recentes de má-fé processual

No final de janeiro de 2018, autor e advogados de um processo contra a Nextel Telecomunicações acabaram sendo condenados a pagar multa de R$ 2 mil por litigância de má-fé. O autor do processo alegou existir fraude na contratação de serviços de telefonia em seu nome.

No entanto, foi comprovado que, na verdade, houve não somente a contratação dos serviços, como ainda inadimplemento das faturas. Conforme exposto pela decisão, trata-se de uma conduta de má-fé, visto que o autor modificou a verdade dos fatos, violando, assim, o dever de proceder com boa-fé em juízo.

Em maio de 2018, a Companhia Zaffari Comércio e Indústria Ltda. foi condenada por má-fé processual. A punição é um dos resultados do processo em que a empresa foi acusada de racismo na abordagem a três jovens negros.

Nesse caso, a conduta de má-fé processual foi verificada especialmente na recusa da companhia em entregar, na fase inicial do processo, um DVD que atesta a abordagem indevida dos seguranças. Além de negar veemente os fatos, somente após dois anos – pouco antes da sentença – a empresa juntou e apresentou as imagens do seu circuito interno de segurança.

No início de julho de 2018, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania dos Juizados Especiais Cíveis de Brasília (Cejusc-JEC/BSB) condenou a autora de uma ação judicial por litigância de má-fé.

A demandante, em acordo com o seu advogado, havia ingressado com processo contra a administradora de cartões de crédito Scard. Ao não comparecer na audiência de conciliação com a empresa, a autora informou que estaria vivenciando uma gravidez de risco, com deslocamento de placenta. O fato, porém, não foi confirmado. Além disso, verificou-se que o advogado da autora já havia utilizado as mesmas alegações e justificativas em outros casos.

Quer evitar a má-fé processual? Veja algumas dicas para atingir esse objetivo

Diante desses casos recentes que revisamos, como atuar para que você fique bem longe da litigância de má-fé nos seus processos? Listamos algumas orientações essenciais para que você não tenha problema com a má-fé processual. Confira:

  • Em hipótese alguma deduza pretensão ou defesa contra texto expresso de lei ou fato incontroverso;
  • Preze pela verdade, jamais alterando a autenticidade dos fatos;
  • Jamais faça uso do processo para alcançar um objetivo ilegal;
  • Não provoque incidentes sem fundamentos;
  • Conteste decisões somente se você tiver justificativas embasadas com provas;
  • Não proceda de modo temerário em qualquer incidente ou ato de processo;
  • Nunca interponha recurso com intuito apenas protelatório.

Como vimos, a má-fé processual se manifesta em vários comportamentos e atitudes. Nesse sentido, cabe aos advogados agirem sempre com boa-fé, ou seja, em prol da verdade e da justiça. Evitar a litigância de má-fé é uma forma de garantir que o Direito permaneça justo e que o poder judiciário não perca a sua essência.

 

Uma das questões jurídicas mais polêmicas na atualidade no Brasil – e em outros países – diz respeito às prisões após condenação em segunda instância. O tema divide opiniões e envolve diferentes interpretações acerca do que está escrito na Constituição Federal de 1988. No artigo 5, inciso LVII, da Constituição, assinala-se o seguinte: “Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”.

Apesar de essa determinação fazer parte da Constituição, no Brasil o assunto voltou a ser amplamente discutido por conta da Operação Lava Jato. Em fevereiro de 2016, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram, a partir de uma votação apertada, que pessoas condenadas em segunda instância já podem ser presas. Todavia, antes dessa decisão, entre os anos 2009 e 2016, vigorava o entendimento de que os condenados possuíam o direito de recorrer em liberdade até seus recursos nos tribunais superiores esgotarem. Mas, afinal, o que as posições favoráveis e contrárias às prisões em segundo grau defendem? Vamos apresentar esses distintos pontos de vista para você.

Fundamentos e justificativas favoráveis e contrários às prisões em segunda instância

Como pontuamos acima, existem diferentes percepções acerca das prisões em segunda instância no Brasil. Os posicionamentos contrários argumentam que o texto da carta magna brasileira é claro e direto ao colocar que o condenado deve permanecer livre até o trânsito em julgado, isto é, quando todos os recursos possíveis, incluindo aqueles no Supremo Tribunal Federal, estiverem gastos e tiverem sido concluídos.

Os posicionamentos desfavoráveis ainda mencionam a defesa do respeito à presunção de inocência. Nessa visão, ninguém deve ser considerado culpado até prova em contrário e, sendo assim, os processos judiciais deveriam se esgotar antes da prisão do réu. Há, também, o argumento de que as prisões em segundo grau poderiam agravar a situação já delicada do sistema carcerário brasileiro, marcado pela superlotação, entre outros problemas.

Por outro lado, os argumentos favoráveis consideram um equívoco interpretar esse artigo da Constituição de forma tão literal. Além disso, eles alegam que o cumprimento antecipado da pena é necessário e está em sintonia com o entendimento vigente em vários outros países de grande tradição democrática.

Opiniões favoráveis acreditam que solicitações às instâncias superiores são, muitas vezes, uma forma de protelar ao máximo a decisão final. O resultado negativo desses recursos estaria no fato de que os réus condenados em segunda instância poderiam ficar em liberdade por vários anos. Logo, esse ponto de vista sustenta que a prisão após condenação em segundo grau é indispensável para evitar a impunidade ou o arrastamento prolongado no cumprimento das penas.

Como funciona a prisão depois da condenação em segunda instância em outros países

Observar como outros países tratam essa questão é importante porque nos ajuda a ter um olhar panorâmico diante dos fundamentos e justificativas das posições favoráveis e contrárias à prisão em segundo grau no caso de condenações nesse grau de recurso no Brasil.

Prisões antes do trânsito em julgado, de fato, ocorrem em diversas nações, como Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Portugal, Espanha e Argentina. Embora a prisão após segunda instância seja uma realidade não apenas no nosso país, existem casos de sistemas que funcionam de maneira diferente.

Em alguns países da Europa continental, por exemplo, os condenados podem recorrer em liberdade e o cumprimento da pena só acontece quando todos os recursos forem esgotados. Porém, de modo geral, esses sistemas possuem menos instâncias de apelação do que no Brasil.

Vale lembrar que, no sistema brasileiro, os recursos aos tribunais superiores não julgam o mérito individual de cada caso, visto que depois do julgamento na segunda instância se discute apenas se o processo transcorreu de maneira adequada. Essas etapas nas instâncias superiores, portanto, buscam verificar se princípios constitucionais foram devidamente cumpridos.

 

Aplicado para identificar a origem de produtos e serviços, à medida que um determinado local tenha se transformado em referência na sua produção, o selo de identificação das Indicações Geográficas (IG) alcançou grande visibilidade nos últimos anos. Essa diferenciação, que chamou a atenção de empresas e produtores rurais, também incrementa as demandas dos escritórios de advocacia, sobretudo daqueles especializados na gestão de marcas e patentes.

A demanda por identificação e certificação de produtos com Indicações Geográficas e Marcas Coletivas é uma realidade em todo o planeta, especialmente no setor agropecuário, potencializando localidades e as suas manufaturas e proporcionando visibilidade e reputação além-fronteiras.

Países de vanguarda na busca por selos de Indicações Geográficas

A história envolvendo as Indicações Geográficas é antiga, como aponta Joana de Moura Leitão Barros Oliveira na tese “Denominações de Origem e Indicações Geográficas – protecção e impacto socioeconômico”, apresentada na Pós-Graduação em Economia e Gestão de Propriedade Industrial do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) e disponível através deste link.

Segundo a autora, a “Europa foi, desde sempre, um campo fértil de produtos tradicionais com as características de DO/IG (Denominações de Origem e Indicações Geográficas), como sejam, Roquefort, Champagne, Sherry, Chianti, Queijo Serra da Estrela, Parmigiano Reggiano, Prosciutto di Parma, Habanos, Tequila”. Mas Joana de Moura observa que “Portugal foi o primeiro dos países europeus a instituir legalmente um sistema de proteção de uma DO, mais concretamente o Vinho do Porto, em 1756”.

Por causa disso, quando tratamos da história das Indicações Geográficas, um dos exemplos de grande relevância está na Região do Douro, no norte de Portugal, onde são cultivadas com exclusividade as uvas que originam o vinho do Porto, um ícone da viticultura internacional. Da mesma forma que os portugueses, italianos e franceses também foram pioneiros nesse processo, fomentando a fama de suas mercadorias e zonas de produção.

Indicações Geográficas: conheça o histórico nacional

No Brasil, a importância das Indicações Geográficas foi materializada a partir da promulgação da Lei de Propriedade Industrial – Lei n.º 9.279 –, de 14 de maio de 1996. Essa legislação passou a ser um instrumento vital para empreendedores e produtores rurais garantirem a proteção das atividades econômicas regionais.

Minas Gerais, mais especificamente a Serra da Canastra, com seus queijos únicos, e a cidade de Salinas, reconhecida pelas suas cachaças, são dois exemplos nacionais que comprovam a pertinência da identificação das Indicações Geográficas nos planos de expansão econômica em localidades predeterminadas.

Em ambos os casos, a Indicação de Procedência foi determinante para a consolidação e visibilidade dos produtos locais, evitando fraudes, abusos e falsificações.

O que diz a legislação brasileira sobre as Indicações Geográficas

Braço do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é o órgão competente para instituir os registros de marcas e patentes em todo o País. Assim, é da competência dele a restrição de áreas específicas e a delimitação do uso do selo das Indicações Geográficas a outros profissionais e regiões não produtivas de um determinado coletivo específico.

A regulação brasileira sobre as Indicações Geográficas foi institucionalizada através da Instrução Normativa nº 25/INPI/2013. De acordo com a legislação, o pedido de registro de Indicação de Procedência deverá conter três aspectos fundamentais:

  1. Documentos que comprovem ter o nome geográfico se tornado conhecido como centro de extração, produção ou fabricação do produto ou de prestação de serviço;
  2. Documento que comprove a existência de uma estrutura de controle sobre os produtores ou prestadores de serviços que tenham o direito ao uso exclusivo da Indicação de Procedência, bem como sobre o produto ou a prestação do serviço distinguido com a Indicação de Procedência;
  3. Documento que comprove estarem os produtores ou prestadores de serviços estabelecidos na área geográfica demarcada e exercendo, efetivamente, as atividades de produção ou prestação do serviço.

Modalidades de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas

As Indicações Geográficas são categorizadas em dois grupos: Denominação de Origem (DO) e Indicação de Procedência (IP). A primeira é atribuída ao nome de um país ou de uma região específica reconhecida como um centro de extração/produção de um determinado artefato ou que seja um prestador de serviço.

A segunda classificação identifica uma nação, município ou região caracterizado especificamente pelo seu meio geográfico, compreendendo agentes naturais e humanos. Com essa subdivisão, até 2018 já haviam sido registradas 67 Indicações Geográficas em todo o Brasil, sendo 49 delas categorizadas como Indicações de Procedência e 18 como Denominações de Origem.

A busca por esse diferencial tem a ver com o fato de as Indicações Geográficas terem se tornado um instrumento de garantia para os produtores e o público consumidor, uma vez que elas comprovam se determinado produto é genuíno, com peculiaridades próprias e ligadas, de forma intrínseca, à sua origem.

Diante de práticas de mercado cada vez mais globalizadas, é fundamental que marcas e regiões produtivas se atentem à necessidade de proteger as características que fazem seus produtos exclusivos, agregando valor, gerando riqueza e contribuindo para o desenvolvimento das potencialidades econômicas regionais.

Em relação às Marcas Coletivas, de acordo com uma notícia publicada no portal do INPI em julho de 2017, o “instituto recebe, em média, 900 pedidos de marcas coletivas por ano”. Ainda segundo o próprio instituto, estas só podem ser requeridas “por pessoas jurídicas que representam uma coletividade, como associações de produtores e cooperativa”.

 

As atividades de conciliação e mediação de conflitos estão auxiliando a Justiça a reduzir o volume de processos e os cidadãos a resolverem as suas demandas com mais celeridade. Considerar a importância dessas modalidades de assistência jurídica e conhecer boas práticas que se propagam para desafogar o sistema judiciário permite ao advogado uma atuação mais proativa e melhora a sua contribuição como especialista na área.

Os números mostram a importância da conciliação e mediação no Brasil: a Justiça do País solucionou 3,7 milhões de processos em acordos de conciliação e mediação em 2017. O montante representa 12,1% do total de processos resolvidos. O dado faz parte do Relatório Justiça em Números 2018 (ano-base 2017), divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em agosto de 2018.

Entenda a diferença entre os conceitos de conciliação e mediação de conflitos

Dados sobre conciliação são contabilizados desde 2016, depois que entrou em vigor o Código de Processo Civil (Lei n.º 13.105, de 16 de março de 2015), legislação que prevê as audiências prévias de conciliação e mediação como parte obrigatória de todos os processos cíveis.

O aumento da resolução de casos por meio de conciliação e mediação resultou na ampliação da estrutura de Centros Judiciários de Solução de Conflitos (Cejuscs) na esfera da Justiça Estadual, onde as sessões de conciliação e mediação se concentram. Em 2018, o Brasil contabiliza 982 Cejuscs – em 2015 esse número era de 362.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estabelece a diferença entre os termos conciliação e mediação. A mediação é uma forma de resolver conflitos envolvendo um facilitador, uma terceira pessoa que se mantém imparcial para viabilizar o diálogo entre as partes.

Importante observar que essas partes são autônomas e precisam entrar em acordo sobre a melhor solução – normalmente em casos de conflitos multidimensionais ou complexos –, mas que elas não têm um prazo determinado para chegar a esse acordo e nem mesmo a garantia de que haverá um acordo através da mediação.

Já a conciliação, por sua vez, é utilizada em conflitos mais simples, em que a figura do facilitador tem postura mais ativa, embora também imparcial. Esse tipo de processo é uma busca consensual para a harmonização social entre as partes – uma tentativa de restaurar, quando possível, as suas relações.

A conciliação se aplica a casos de pensão alimentícia, guarda dos filhos, divórcio, partilha de bens, acidentes de trânsito, dívidas em bancos, danos morais, demissão do trabalho, questões de vizinhança, entre outras. Nesse contexto, as partes interessadas em uma causa podem contar com a assistência dos advogados ou defensores públicos.

Formação e atuação para as atividades de conciliação e mediação

A conciliação é uma atividade técnica e, conforme estabelece a Lei n.º 13.140/15, demanda atuação qualificada e seguimento de normas e princípios transmitidos por meio de formação para que um profissional exerça a função de conciliador.

A Resolução n.º 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça estabelece que mediadores e conciliadores devem atuar no sistema judiciário baseados em confidencialidade, decisão informada, imparcialidade, independência, respeito à ordem pública e às leis vigentes, empoderamento e validação.

Uma medida mais recente do CNJ (edição do Provimento n.º 67), que regulamenta a conciliação e mediação nos serviços notariais e registrais, faz menção à atuação de indivíduos formados em curso exigido para o desempenho das funções dentro desses parâmetros. Nesses locais, o acompanhamento das partes por advogados é uma condição para a realização e a formalização dos acordos.

Conheça algumas boas práticas de conciliação e mediação de conflitos

A publicidade sobre as práticas de conciliação e mediação de conflitos reflete no fluxo e na redução das ações judiciais ainda em primeira instância. Conheça alguns bons exemplos relatados pelo CNJ:

1. Estatísticas positivas

Alguns dos bons exemplos se traduzem em números. O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania em Fortaleza, no Ceará, por exemplo, registrou quatro vezes mais audiências agendadas no primeiro semestre de 2018 do que no mesmo período de 2017.

Foram agendadas 2.383 audiências nos primeiros seis meses de 2018, ante 560 no mesmo período de 2017. Os acordos foram alcançados em 81% das 1.226 audiências realizadas até o final do período analisado.

2. Maior conscientização e orientação dos cidadãos

Outras iniciativas partem da conscientização e da orientação dos cidadãos, a fim de evitar a judicialização dos conflitos. É o caso do Projeto Pare! Concilie e Siga, do Tribunal de Justiça de Sergipe, que habilitou teórica e tecnicamente os agentes de trânsito da capital, Aracaju.

A partir dessa iniciativa, esses agentes promovem conciliação extraprocessual em casos de acidentes de trânsito apenas com danos materiais. Um aplicativo para smartphone desenvolvido pelo Tribunal recebe os relatos para que os acordos feitos sejam homologados pela Justiça.

3. Uso de mídias tecnológicas

Reforçar o uso das mídias tecnológicas, como os aplicativos móveis, é uma forma de reduzir custos e viabilizar acordos. O projeto Conciliação e Mediação online – WhatsApp, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, por exemplo, tem essa característica.

O projeto utiliza aplicativos como WhatsApp, Skype e Telegram para a realização de conciliação, mediação ou negociação de forma virtual. Após ter sido regulamentado por uma portaria, o TJSC passou a agilizar a comunicação dos atos processuais e a reduzir custos para as partes e a própria Justiça.

Uma audiência que precisava ser redesignada e remarcada para, no mínimo, seis meses depois, por exemplo, passa a ser remarcada para o dia seguinte na modalidade da conciliação virtual.

Esses e outros exemplos compilados pelo CNJ demonstram como conciliação e mediação de conflitos se aplicam a diferentes contextos e finalidades como via de apoio ao cidadão e à desobstrução do sistema judiciário.

 

A utilização de um software jurídico proporciona a organização de diversas atividades de um escritório de advocacia. Além de ser uma ferramenta indispensável, devido à automatização das tarefas, esse software especializado também agrega na produtividade de toda a equipe.

O software jurídico Lawyer, da Alkasoft, foi desenvolvido exclusivamente para escritórios de advocacia. Com ele é possível gerenciar as principais atividades do trabalho cotidiano dos escritórios, como o acompanhamento de processos, a geração de relatórios, a administração financeira, de prazos, entre outros aspectos – tudo isso de forma automatizada. Entre os módulos opcionais do software da Alkasoft está o de Relatórios. Nele, existe a possibilidade de criar relatórios personalizados para cada cliente e de acordo com cada solicitação.

Além dos relatórios: conheça as atividades que são automatizadas pelo software jurídico Lawyer

Existem outras atividades, além da geração dos relatórios para cada cliente, que podem ser automatizadas com a utilização do software jurídico Lawyer. Confira as principais:

  1. Acompanhamento de processos;
  2. Monitoramento de prazos e de tarefas;
  3. Gestão financeira eficiente;
  4. Gerenciamento da carteira de clientes e de contratos;
  5. Cálculos judiciais;
  6. Relatórios personalizados.

Conheça os benefícios do módulo Relatórios do software jurídico Lawyer

Uma das rotinas que podem ser automatizadas com o software jurídico Lawyer é a produção de relatórios. Esses relatórios têm a função de resumir a visão ampliada de determinados assuntos, como, por exemplo, os processos, o gerenciamento financeiro, as atividades do escritório e os atendimentos que foram prestados.

Assim, o módulo Relatórios do software Lawyer disponibiliza informações como a quantidade de processos por cliente, por área do direito, por status do processo, conforme as informações financeiras, entre outros filtros disponibilizados pelo sistema.

Entre os benefícios desse módulo, segundo Gustavo Zimmermann Sachser, gerente financeiro do escritório de advocacia Melissa Folmann, está a possibilidade de os relatórios gerados serem disponibilizados internamente e também para os clientes em tempo real.

“Os indicadores de performance (key performance indicator – KPI) são atualizados, sistematicamente, com base na extração do sistema. Essa possibilidade de extrair todos os dados do sistema é um ponto-chave para a gerência da empresa ter o controle, absoluto, do andamento do escritório”, explica Sachser.

O software jurídico Lawyer foi criado para contribuir no dia a dia de um escritório de advocacia e garantir um controle gerencial eficaz dos advogados que fazem parte da equipe. Todas as informações são disponibilizadas de forma transparente e atendendo à necessidade específica de cada profissional e/ou cliente.

“Esta é uma das principais flexibilidades do sistema. Permitir que os usuários retirem relatórios customizados de forma fácil e rápida. Seja um relatório de uma ou duas páginas impressas, seja uma extração da massa total de clientes e processos para planilhas Excel para atualizar o painel de indicadores do escritório”, exemplifica Sachser.

Um caso prático do uso do módulo Relatórios do software jurídico Lawyer

Os benefícios oferecidos pelo software jurídico Lawyer motivaram o escritório de advocacia Melissa Folmann a investir nessa tecnologia. “Resolvemos adquirir o sistema desde o seu primeiro dia de funcionamento. Felizmente isso foi possível, pois houve um planejamento e antecipação do plano de negócio. Eu costumo elencar o planejamento e a antecipação como as palavras-chave para o sucesso”, explica Sachser, gerente financeiro do escritório.

Na avaliação dele, para esse sucesso, também é de extrema importância saber escolher a empresa e o produto com o qual o escritório de advocacia irá trabalhar. Afinal, é justamente essa parceria que fará toda a diferença para o desenvolvimento do negócio.

“Certamente eu indicaria o software jurídico Lawyer, juntamente com o módulo Relatórios. Primeiramente, devido à confiabilidade. Usamos o sistema Lawyer desde 2009 e nunca tivemos um problema de perda de dados ocasionado pela fornecedora do sistema. Mas o ponto principal é a facilidade de uso. Mesmo sabendo que o sistema não possui a interface mais moderna – quando comparado aos seus concorrentes mais sofisticados –, o sistema é simples e eficaz. Geralmente os advogados que já tiveram experiência em outros sistemas, de outros escritórios de advocacia, e passam a usar o Lawyer, ficam satisfeitos com a sua facilidade de uso. Outro diferencial do Lawyer é a relação entre cliente e fornecedor. Este último está sempre em contato com o cliente para customizar e melhorar ainda mais as funcionalidades do sistema”, observa Sachser.

Apesar de todos os benefícios do software jurídico Lawyer, a definição do escopo em um projeto de implementação de sistema de gestão é, geralmente, negligenciada pelos novos usuários. Assim, é de extrema importância um treinamento para a equipe do escritório de advocacia e um planejamento para o uso global do software.

“Toda implementação de um sistema de gestão precisa estar baseada em documentação mínima: procedimentos internos e manual de sistema. Sendo que o manual, normalmente, é disponibilizado pelo fornecedor do sistema (como no caso do sistema Lawyer). Ocorre que no ímpeto de ‘começar a usar’, os advogados, estagiários e auxiliares administrativos não conhecem nem 10% das funcionalidades, campos, parâmetros e telas do sistema. Essa é a causa raiz mais recorrente, quando vejo usuários reclamando que o sistema é ruim e não serve para o escritório. Não há treinamento e planejamento e se espera que o sistema, uma vez instalado, resolva todos os problemas”, observa o gerente financeiro do escritório Melissa Folmann.

 

O conceito de produtividade depende do resultado obtido na relação entre os meios, os recursos e o resultado final obtido por um escritório de advocacia. Em outras palavras, a produtividade é o resultado do que é produtivo, daquilo que é feito no dia a dia da sua atividade.

Hoje em dia, as dicas para a ampliação da produtividade são as mais variadas e dependem da realidade de cada negócio e atividade. O aumento da produtividade, contudo, é uma busca constante e muito valorizada pelo fato de que o tempo tornou-se um bem valioso – para muitos, o mais valioso no mundo atual.

Dicas que podem ajudar o seu negócio com o conceito de produtividade

Como já foi citado, o conceito de produtividade varia conforme o resultado obtido por uma pessoa que faz parte da sua organização. Assim, identifica-se um profissional como produtivo quando ele faz mais e melhor na comparação com os demais em função similar e/ou com a média de atividade naquela mesma função.

Existem algumas técnicas que têm o poder de impulsionar a produtividade de um escritório de advocacia. Confira, a seguir, algumas dicas que poderão ajudar o seu escritório a adotar e ampliar o conceito de produtividade na prática:

1. Elimine as distrações do seu cotidiano

O que não é necessário ser feito no momento, deve ser eliminado. Com isso, você consegue evitar distrações e, consequentemente, aumentar a sua produtividade. Pense no tempo que você gasta com e-mails, mensagens de telefone celular, redes sociais e outras atividades que não influenciam diretamente no seu trabalho.

O ideal, para não perder muito tempo com essas atividades no seu cotidiano, é reservar uma parte do dia para essas tarefas menos importantes e significativas.

2. Faça uma boa gestão do tempo

Planeje apenas o que será possível realizar a cada novo dia de atividade. Cuide da forma com que você dirige e participa de reuniões, visando que elas tenham um tempo determinado e cumpram essa estimativa inicial.

Para que seja possível executar todas as atividades previstas no seu dia de trabalho, é necessário simplificar os seus processos cotidianos. Existem atividades que podem ser automatizadas, por exemplo, e isso influenciará diretamente na sua produtividade.

3. Utilize a tecnologia a seu favor

Existem várias ferramentas desenvolvidas especificamente para advogados e que podem contribuir para a produtividade do seu escritório. O ideal é utilizar uma solução que facilite vários pontos do cotidiano da sua atividade, como o controle de processos, a gestão de prazos, o atendimento ao cliente, a gestão financeira, entre outros.

Importante também que essas soluções sejam integradas e que, de preferência, estejam concentradas em um só lugar. Dessa forma, ficará muito mais fácil para você e para as pessoas da sua equipe encontrarem os documentos necessários para as suas atividades cotidianas e, consequentemente, otimizarem o seu tempo.

4. Confira os benefícios de um software jurídico

Adotando a solução de um software jurídico, desenvolvido especialmente para atender às demandas de um escritório de advocacia, fica mais fácil administrar os pontos que comentamos no tópico anterior e, ainda, criar pautas de audiências, listas de tarefas, controle de agendas e das demais atividades do seu escritório.

5. Comece pelo mais importante

O ideal é que você comece cada dia pelas tarefas mais importantes e difíceis, se possível dedicando a sua manhã para isso. Dessa forma, caso surgir um imprevisto à tarde, você não precisará se preocupar com as principais atividades que deveriam ser feitas naquele dia, porque elas já foram resolvidas. Essa técnica também evita que atividades importantes sejam represadas e atrasem.

6. Mantenha a sua organização

Em algumas situações, os detalhes podem mudar toda a produtividade de um profissional. Trabalhar em um ambiente organizado, por exemplo, facilita muito a busca pela produtividade. Por isso, procure trabalhar com prazos, elimine ou armazene em uma pasta específica os e-mails mais antigos da caixa de entrada, atualize sempre a sua agenda, deixe a sua mesa organizada, entre outros cuidados que ajudarão na administração do seu tempo.

7. Estimule o planejamento na sua equipe

O planejamento é uma prática que auxilia muito o cumprimento dos seus objetivos. E o melhor de tudo: quando você o coloca dentro dos seus hábitos, ele se torna parte da sua rotina. Tanto o planejamento individual quanto o de equipe devem ser estimulados. Conforme o planejamento for adotado e disseminado, ficará muito mais fácil antecipar prazos e planejar o crescimento do escritório de forma sustentável.

Um exemplo prático do conceito de produtividade aplicado em um escritório de advocacia

Em tempos de demandas dinâmicas, muitos escritórios de advocacia estão buscando formas práticas de inserir o conceito de produtividade no seu dia a dia. Existem causas que atingem, diretamente, a produtividade de qualquer escritório.

Para Gustavo Zimmermann Sachser, gerente financeiro do escritório de advocacia Melissa Folmann, existem dois fatores principais que afetam a eficiência dos escritórios de advocacia:

“O primeiro é o nível de retrabalho. Isso porque, em muitos escritórios, é considerado normal ter que revisar o trabalho que é realizado por outra pessoa. O segundo componente é o tempo gasto em atividades de controle que não geram valor para o cliente. Não é incomum nos depararmos com advogados que dedicam mais da metade do seu tempo para controlar o que deve ser feito. Isso, para a gestão dos seus clientes, estagiários, funcionários e até mesmo sócios”, explica Sachser.

Esses são dois desafios que precisam ser enfrentados para que o conceito de produtividade seja adotado pelo seu escritório. Na opinião do gerente financeiro do escritório Melissa Folmann, algumas atitudes devem ser tomadas para que esse conceito comece a fazer parte do contexto do seu escritório.

“Primeiramente, investir em pessoas. Afinal, são elas que realizam o trabalho em uma área de criação intelectual, como o Direito. Uma boa equipe, bem treinada e bem gerida, garante a satisfação do cliente. Mas de nada adianta uma excelente equipe, sem um sistema de gestão. Os advogados são bombardeados, diariamente, com muitas informações. A velocidade e o tratamento correto dessas informações é fundamental para a produtividade da equipe. Somente com o emprego de um sistema de gestão é possível reunir todas as informações: ligações para os clientes, informações de escritórios parceiros, movimentações processuais, publicações, novas normas infraconstitucionais, jurisprudência, entre outros”, observa Sachser.

Existem dificuldades no cotidiano dos advogados para buscar essa produtividade, mas o conceito de produtividade nos mostra que é possível ser produtivo. Basta, para isso, que busquemos individualmente e enquanto equipe a disciplina, a determinação e a abertura para mudanças.

“Pude vivenciar, em mais de 20 anos de atividade nessa indústria, que não há espaço para o retrabalho e para perdas em processos produtivos. Sobretudo, em processos administrativos. Estou certo que um atalho para atingir a produtividade é mapear as fontes de retrabalho. É necessário compreender, com a participação da equipe, a real origem do retrabalho e traçar ações com o objetivo de eliminar as mesmas”, observou.

O gerente financeiro do escritório Melissa Folmann também observa que o investimento em treinamento é um grande atalho para minimizar os erros de um escritório de advocacia. “O ponto-chave para isso é o planejamento e a antecipação. Estou convencido que um treinamento mínimo sobre os padrões do escritório é premissa para o advogado iniciar o seu trabalho”, complementou.

Com o passar do tempo, o conceito de produtividade evoluiu e, atualmente, oferece novas possibilidades para ser alcançado. A sugestão dada por Sachser é que os escritórios invistam sempre em equipamentos (hardware) e também em sistemas (software).

“O investimento se inicia na aquisição de um bom servidor, uma rápida rede, bons computadores e monitores, além de impressoras e scanners de boa performance. Este investimento se completa com a aquisição de licenças de software de gestão e de sistemas de cálculo. Em um escritório eficaz, o controle é pautado no sistema de gestão. Afinal, um bom sistema, corretamente alimentado e parametrizado, é capaz de repassar e priorizar a todos as atividades a serem realizadas”, explica o especialista.

Um outro ponto importante que deve ser observado por um escritório de advocacia e que, muitas vezes, é negligenciado, é o investimento em proteção das informações. “Não é possível conviver com o risco de perda de dados, devido à invasão de vírus e/ou sequestro de dados. O escritório de advocacia precisa proteger as suas informações para não afetar, em hipótese alguma, o seu cliente final. Tudo isso é premissa para a qualidade do trabalho realizado”, concluiu Sachser.

 

Assim como acontece em qualquer dinâmica corporativa, em um negócio jurídico é fundamental que os sócios e diretores busquem eficiência na gestão. Em um mercado altamente competitivo, a qualificação e o profundo conhecimento jurídicos precisam vir acompanhados do levantamento e da consolidação de informações gerenciais, como as que envolvem os honorários advocatícios. Essas informações serão importantes como apoio para a tomada de decisão por parte de gestores e diretores.

Nessa busca por eficiência, planejamento e controle são algumas das maiores preocupações para a condução de um escritório cuja atuação esteja pautada por produtividade, eficiência e rentabilidade. Especialistas como Alcionei Miranda Feliciano, CEO do Grupo Miranda, que agrega o Miranda Feliciano Sociedade de Advogados, alertam que essa visão macro do negócio jurídico é o que possibilita ao escritório seguir um caminho de aperfeiçoamento contínuo. Afinal, só o que está quantificado pode ser analisado – e os números são instrumentos que permitem agir na busca de mais qualidade e resultados efetivos.

A importância de ter um planejamento financeiro bem estruturado

Um pilar administrativo do qual você não pode abrir mão é o estabelecimento de uma efetiva gestão financeira para o seu escritório, defende Alcionei. A base para conseguir isso é estabelecer um plano de contas bem estruturado. Esse plano deve permitir o acompanhamento de todos os procedimentos da rotina financeira do seu escritório, garantindo um fluxo de caixa saudável para o seu negócio.

Além de separar receitas e despesas, esse planejamento deve estabelecer categorias, criando centros de ganhos e custos que gerem um legítimo panorama financeiro. Essa organização, por sua vez, irá facilitar análises e ações mais rápidas.

Quando tratamos desse trabalho de estruturação financeira, a gestão dos honorários advocatícios é um item primordial para mensurar rentabilidade e resultados. Sem o controle trazido pelo gerenciamento adequado dos honorários advocatícios, a saúde financeira e o próprio processo de operação do seu escritório estarão comprometidos.

Veja como fazer o gerenciamento adequado dos seus honorários advocatícios

Seguindo alguns nortes fundamentais, é possível acertar a mão nesse trabalho de planejamento e monitoramento dos honorários advocatícios do seu escritório. Confira algumas estratégias para melhorar os seus resultados:

1. Valorize a atividade jurídica na negociação

Falando sobre o processo de gestão de honorários advocatícios, o jurista Alcionei Miranda Feliciano destaca que o primeiro passo é não desvalorizar a atuação jurídica. Para o especialista, esse é um ponto fundamental a ter em vista na negociação de contratos.

Dimensione corretamente qual valor cobre os custos e as atividades envolvidas no contrato em negociação ou em fase de fechamento, além de agregar a necessária rentabilidade. É preciso não apenas conquistar o cliente, mas também garantir resultados para o seu escritório.

2. Siga o acordado com clareza e transparência

Toda a equipe envolvida na atividade jurídica dos clientes deve estar ciente e ter a preocupação de seguir, corretamente, todas as cláusulas acordadas em contrato. Além disso, cada item deve ser monitorado através de instrumentos de acompanhamento que permitam registrar o cumprimento do escopo, bem como os resultados atingidos.

3. Tenha gastos, investimentos e reembolsos mapeados

Como parte da transparência que acabamos de citar – e para evitar possíveis prejuízos ou desentendimentos com o cliente –, é fundamental manter um controle rígido de todas as despesas relacionadas ao serviço prestado.

Dados sobre taxas e custas processuais, deslocamentos e possíveis reembolsos previstos em contrato devem estar documentados de forma a serem facilmente apresentáveis e compreendidos.

4. Veja metas e relatórios como instrumentos norteadores e de fidelização

Outro excelente conselho trazido por Alcionei é o estabelecimento de metas mensais, que devem ser acompanhadas de bons relatórios de resultados. Isso foca a atuação da equipe do escritório e dimensiona a efetividade do trabalho.

As metas e os relatórios devem ser vistos também como ótimas formas de ampliar serviços e justificar correções de valores em possíveis renovações de contratos com os seus clientes.

5. Tenha a tecnologia como aliada

A adoção de softwares especializados na gestão de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos é outra importante medida, na visão do CEO do Grupo Miranda. Alcionei destaca que essas ferramentas facilitam o controle e padronizam procedimentos internos, aperfeiçoando a qualidade e a lucratividade do escritório de advocacia.

O Miranda Feliciano Sociedade de Advogados adota, há 12 anos, o Software Jurídico Lawyer, da Alkasoft. Nesse período de uso do Lawyer, Feliciano e as suas equipes perceberam que o uso do software jurídico propicia uma gestão muito mais eficiente ao escritório, colaborando com o crescimento da empresa.

No que tange especificamente à gestão dos honorários advocatícios, os principais benefícios do Software Jurídico Lawyer para a atuação do Miranda Feliciano Sociedade de Advogados são o controle eficiente dos gastos reembolsáveis, dos honorários fixos, do ad exito e de partido. Vantagens reforçadas – como ressalta Alcionei – pela perspectiva de criação de planos de contas e de centros de custos.

O seu escritório de advocacia está precisando trazer essa qualidade ao gerenciamento dos seus honorários advocatícios? Então conheça melhor o Software Jurídico Lawyer, da Alkasoft, e todos os seus recursos! Traga mais qualidade, competitividade e resultados para o seu negócio jurídico e aproveite essa oportunidade para solicitar uma demonstração gratuita do nosso produto.

 

O lean manufacturing se baseia nos conceitos do Sistema Toyota de Produção criado no Japão entre 1940 e 1950. O termo Lean Manufacturing foi cunhado na década 1990 e foi traduzido para o português como Produção Enxuta, tornando-se uma referência no setor produtivo – e não apenas na indústria. A metodologia do lean manufacturing foi um dos principais fatores que fizeram a empresa do setor automobilístico se tornar umas das maiores do seu segmento no mundo. Não por acaso, a metodologia criada pela Toyota chamou tanto a atenção dos especialistas em gestão que foi adotada por vários outros segmentos da economia.

Essencialmente, com o lean manufacturing, a empresa automobilística eliminou em seus processos as atividades que não agregam valor – valor sob a ótica do cliente final – e, com isso, tornou-se mais competitiva. Essa redução de desperdícios para aumentar a produtividade de uma companhia é o essencial dessa metodologia. Hoje, o lean manufacturing é aplicado em empresas dos mais variados ramos na busca incessante pelo aumento de competitividade – sobretudo clínicas e hospitais privados, bancos e seguradoras. Neste post, vamos falar de como essa metodologia está sendo implantada nos escritórios de advocacia e os benefícios que ela traz para esse segmento.

Como implantar o lean manufacturing em um escritório de advocacia

Como você bem sabe, um escritório de advocacia funciona de forma bem diferente do que o ambiente de uma fábrica onde o lean manufacturing foi concebido. O sistema de produção desses dois ambientes possui muitas diferenças e, por isso, o primeiro desafio para utilizar o lean manufacturing em um escritório de advocacia é trabalhar a resistência do advogado para as mudanças que esse sistema trará à sua rotina.

Os advogados estão acostumados a trabalhar com um volume expressivo de documentos e com uma certa demanda de trabalho que inclui determinados procedimentos e indicadores. Mas são poucos os que estão acostumados ou que já trabalharam com uma metodologia que prevê o que tem que ser feito, quando tem que ser feito, como tem que ser feito, onde e o porquê deve ser feito.

Esse é um primeiro aspecto importante para quem deseja adotar o lean manufacturing em um escritório de advocacia. O primeiro passo, segundo Gustavo Zimmermann Sachser – gerente financeiro do escritório Melissa Folmann Advocacia e Consultoria e responsável por um curso sobre esse tema no I Congresso Sul Brasileiro de Direito Previdenciário –, é promover um treinamento sobre os conceitos dessa metodologia de gestão para todas as pessoas do escritório.

De acordo com o especialista, para que a adoção do lean manufacturing surta o efeito desejado, o desenvolvimento da metodologia não pode ser feito apenas na sala do gerente. Assim, será fundamental que os conceitos que fazem parte do lean sejam compreendidos e adotados por todos que atuam no escritório.

O lean manufacturing também ajuda muitos gestores a “enxergarem” o seu próprio negócio. É comum o diretor ou gestor não conhecer o seu escritório, segundo Sachser. Esse gestor não sabe, muitas vezes, de informações importantes para o escritório, como quantos clientes ele possui, quantos processos estão ativos, como estão os processos dos seus clientes, entre outros dados.

O mais comum é que o gestor do escritório tenha uma noção dessas informações, mas não tenha todos os dados claros à sua disposição. Muitas vezes, no dia a dia do escritório, esse gestor não sabe o que cada pessoa está fazendo e o quanto de retrabalho está sendo gerado por problemas na rotina de seus funcionários e sócios.

Diante desse cenário, o desafio principal para a implantação do lean manufacturing será formar e treinar cada funcionário do seu escritório de advocacia. “Esta forma de gestão possui muitos conceitos como o Kaizen (melhoria contínua), a padronização do trabalho, a automação inteligente – Jidoka, entre outras. São várias ferramentas para as quais todos do escritório precisam ser treinados. Existem também os indicadores de performance que precisam ser trabalhados com cada funcionário do escritório”, explica Sachser.

O especialista falará sobre a implantação do lean manufacturing em escritórios de advocacia previdenciária em um curso no último dia do I Congresso Sul Brasileiro de Direito Previdenciário, que será promovido entre os dias 8 a 10 de novembro em Balneário Camboriú. No curso que ministrará, das 9h às 12h30, no dia 10 de novembro, Sachser apresentará o passo a passo para a implantação da metodologia nos escritórios de advocacia.

Como o lean manufacturing funciona na prática entre advogados

Passada a primeira fase de implantação do lean em um escritório, que é a etapa do treinamento, o passo seguinte será colocar em prática o que foi aprendido. Uma dica importantíssima de Sachser para essa segunda etapa é não querer aplicar o lean em todo o escritório ao mesmo tempo. Dessa maneira, evite aplicar todas as ferramentas previstas nessa metodologia com todas as pessoas do escritório de forma simultânea.

“É bom começar por um setor. Começar pequeno, com um processo, envolvendo uma pequena área onde as pessoas têm mais receptividade a mudanças. Você implementa nesta área, que servirá como exemplo. Todos do escritório vão perceber a mudança. O lean promove uma melhoria contínua. Então todos vão começar a aceitar os conceitos”, recomenda o especialista.

Depois da implantação de algumas ferramentas em uma parte do escritório, o passo seguinte será mapear os fluxos de todo o escritório. Como os documentos fluem? Como a informação flui? Como são as trocas de informações com os diversos setores do escritório? É normal, no decorrer desse mapeamento, o gestor perceber que existem atividades sendo feitas por mais de uma pessoa e que isso significa desperdício de tempo e de recursos – algo que poderá ser eliminado e otimizado.

Depois, chegará o momento de padronizar as tarefas do escritório de advocacia. É preciso escrever os procedimentos, lembrando que o lean manufacturing busca a melhoria contínua dos processos e, por causa disso, anotar e aprimorar os procedimentos é algo que deve ser feito sempre. Pense que dessa forma o seu escritório estará sempre se desenvolvendo.

Também é necessário descrever as funções de cada um, ou seja, cada integrante do escritório deve ter as suas atividades diárias, semanais e mensais descritas nesse documento.

Com o conhecimento de cada etapa, função e tarefa, é possível desenhar um mapa de fluxo de valor. Através desse mapa, é possível enxergar quais são as atividades mais importantes para os seus clientes, aquelas que mais agregam valor e que trazem resultados para o escritório. Não se esqueça de que o que gera valor para o cliente é o que movimenta o escritório.

Por exemplo: não adianta fazer um parecer muito bom, perfeito, que é validado por dois advogados em 100% e que levou um mês para ser feito – especialmente se o cliente esperava por esse parecer em dois ou três dias. Nesse caso, o valor para o cliente está na agilidade com que o escritório é capaz de dar o parecer que ele precisa. O cliente quer o parecer de forma rápida e com o trabalho desenvolvido da forma correta. Se o seu escritório não conseguir entregar esse “valor” para o seu cliente, você poderá perdê-lo para o escritório concorrente.

Benefícios do lean manufacturing para os escritórios de advocacia

Confira, segundo Sachser, quais são os principais benefícios da implantação da metodologia lean manufacturing em escritórios de advocacia:

  • O advogado passa a conhecer melhor o seu escritório. Isso é possível através dos indicadores de performance previstos na metodologia lean, os quais mostram desde o número de clientes que o escritório tem até os seus processos e o nível de retrabalho que está sendo feito por pessoas da sua equipe.
  • O lean manufacturing ajuda a enxergar o desempenho do seu escritório levantando os principais dados do cotidiano dos seus profissionais. Assim, o negócio apresenta dados com maior transparência e acessibilidade.
  • Essa metodologia também prevê a redução sistemática do retrabalho. Uma vez que você tem os procedimentos do seu escritório descritos, é possível identificar erros e problemas que podem ser corrigidos. O lean manufacturing propicia várias ferramentas para isso. Além disso, todas as pessoas do escritório são estimuladas a produzirem uma melhoria contínua com essa nova forma de gestão. Todo mundo participa do processo, os erros são corrigidos, e os problemas resolvidos com essa metodologia de forma rápida e sistemática. Não há mais aquela cobrança “Quem errou?!?”. Em seu lugar surgem questões como “Por que e como o problema ocorreu?” e também “Como podemos evitar que ocorra novamente?”. Este novo engajamento e a mudança na gestão é que geram a melhoria contínua e a redução expressiva do retrabalho.
  • A facilidade da implantação do lean faz com que os funcionários do escritório tenham uma maior participação no processo de melhoria contínua da empresa. Todos propõem melhorias, o que pode ter um efeito incrível para o escritório. Por isso, esse processo faz o escritório ganhar em produtividade e em gestão. Os funcionários percebem que com um sistema de produção melhor, essa mudança será benéfica para todos.

Na avaliação de Sachser, a ineficiência do judiciário brasileiro começa nos escritórios de advocacia. Segundo ele, a obrigação dos gestores desses escritórios deveria ser a de melhorar sempre. “Esse envolvimento das pessoas é o maior benefício (do lean manufacturing). Não é uma máquina, um robô que você coloca para fazer o trabalho. É ouvindo e estimulando as pessoas a fazer o melhor trabalho e reduzir o retrabalho. Cuidando das pessoas, elas vão cuidar da sua empresa”, enfatiza o especialista.

Situação atual da implantação dessa metodologia nos escritórios brasileiros

O lean manufacturing nos escritórios do Brasil é quase nulo, segundo Sachser. A base do especialista para esse comentário são os dados do Lean Institute Brasil e do Lean Enterprise Institute. Esses são os institutos oficiais que promovem o estudo e treinamento e aplicação do Lean Manufacturing em várias áreas.

Segundo alguns autores desses Institutos, foram realizados, por enquanto, testes no Poder Judiciário na Ucrânia e da Dinamarca. Essa foi a adoção “oficial” do sistema no poder judiciário, mas não existem dados sobre a aplicação da metodologia lean em escritórios privados. Apesar disso, o instituto afirma que os grandes escritórios de advocacia – aqueles que faturam milhões nos Estados Unidos – certamente aplicam conceitos de lean manufacturing para que consigam ser tão competitivos. Mas essa é apenas uma suposição, já que não existe um levantamento sobre o assunto. Isso pode ser constatado no Lean Summit 2018, o maior e mais importante evento da comunidade Lean do Brasil que ocorreu em junho de 2018.

Gostou do nosso post? Então indique a leitura deste texto para um amigo. Também não deixe de participar do I Congresso Sul Brasileiro de Direito Previdenciário. O evento será promovido em Balneário Camboriú entre os dias 8 a 10 de novembro. Confira quem são os palestrantes e faça sua inscrição!

Aproveite também para conferir um mini curriculum do especialista Gustavo Zimmermann Sachser:

GUSTAVO ZIMMERMANN SACHSER
Engenheiro Mecânico (UFPR 2000), (INSA de Lyon, França 1999), pós-graduado em Gestão Estratégica da Produção (CEFET-PR 2004). Advogado (PUCPR 2015), pós-graduado em Direito Tributário Empresarial (PUCPR 2016). Atuou 18 anos indústria automobilística e de máquinas agrícolas: Volvo do Brasil, Peugeot-Citroën França, Renault do Brasil e Case New Holland. Gerente Financeiro, Melissa Folmann Advocacia e Consultoria (2016). Administrador, Instituto Professora Melissa Folmann – IPMF (2018).

 

Para uma sociedade de advogados ter sucesso, o mais recomendado é que ela tenha uma gestão empresarial. Entre outros cuidados, é necessário investir no gerenciamento de tempo dos sócios, já que, além do trabalho interno que precisa ser desenvolvido por eles, estes também podem ter que executar tarefas externas como participar de audiências, visitar departamentos públicos, realizar visitas comerciais, entre outros compromissos.

Assim, para que o gerenciamento de tempo em uma sociedade de advogados seja feito com precisão, será necessário dividir as atividades entre os sócios – inclusive se a sociedade tiver outros colaboradores – e classificar as demandas e prioridades. O ideal é que esse processo seja feito de forma fácil e prática, para que ele realmente faça parte do dia a dia da sociedade de advogados.

Algumas dicas para a gestão de tempo em uma sociedade de advogados

Além de um nível de organização maior e uma melhor produtividade, a implementação de um programa de gerenciamento de tempo traz para uma sociedade de advogados um equilíbrio importante entre a rotina de trabalho e a vida pessoal dos sócios. O efeito prático desse equilíbrio tende a ser o aumento da satisfação profissional.

Confira algumas dicas para que o gerenciamento do tempo seja feito da melhor forma em uma sociedade de advogados:

1. Busque resolver os problemas logo

Os problemas da sua sociedade de advogados devem ser resolvidos, preferencialmente, logo na primeira hora do dia. Quando você e os seus sócios conseguem fazer isso, a tendência é que o restante do dia seja mais leve – ou centrado em outras questões que não sejam a resolução de problemas.

Procure seguir o seguinte lema: aquele problema do qual você gostaria de fugir deveria ser o primeiro a ser resolvido. Tenha certeza que a sua produtividade ficará melhor depois que você tirar o problema que mais lhe preocupa da sua frente.

2. Evite gastar muito tempo com o telefone

Em uma sociedade de advogados, as interrupções para atender ligações de clientes podem prejudicar a linha de raciocínio de resolução de um problema. Ao atender um cliente por telefone, você transfere a ele os pensamentos de um outro caso e acaba perdendo toda a sua concentração, o que afeta, automaticamente, a sua produtividade.

Uma das formas de evitar isso é reservar parte do seu dia para fazer as ligações e dar o retorno para os telefonemas que foram recebidos pela secretária do escritório, por exemplo. No restante do dia, você poderia ficar focado nos seus processos e no andamento da sociedade de advogados. Outra maneira de resolver isso é adotando softwares jurídicos que permitem o acompanhamento dos processos diretamente pelos seus clientes – o que poderá reduzir significativamente as ligações para o seu escritório.

3. Liste as tarefas do próximo dia por prioridade

Uma forma interessante de ganhar tempo é fazer uma lista das tarefas prioritárias que você e os seus sócios terão no próximo dia de trabalho. Inclua, nessa lista, os problemas que vocês precisam resolver. Isso tomará alguns minutos do seu tempo atual, mas adiantará consideravelmente o trabalho que você terá no dia seguinte.

4. Cumpra os prazos

Algo fundamental na gestão de tempo de uma sociedade de advogados é o mapeamento de todas as atividades que você e os seus sócios tem no dia a dia do escritório. Nesse momento, é importante definir tanto prioridades quanto prazos factíveis para que as atividades sejam desenvolvidas de forma satisfatória.

Depois desse mapeamento, defina um cronograma com os seus sócios e procure cumprir cada compromisso e prazo de forma organizada e com eficácia.

5. Utilize ferramentas de apoio

Adquirir um software jurídico que contenha várias funcionalidades, como gestão financeira, gerenciamento de atendimento, processos e intimações, poderá marcar um “antes” e um “depois” na gestão de tempo da sua sociedade de advogados.

Através de um software jurídico, você e os seus sócios conseguirão controlar com agilidade e de forma muito mais simples e rápida alguns aspectos do escritório – como despesas, fluxos de caixa, registro de informações nos processos e intimações – e fazer o acompanhamento dos prazos dos processos de seus clientes.

6. Evite distrações

Procure evitar distrações em redes sociais e sites de notícias enquanto estiver em horário de trabalho. No entanto, não queremos dizer que você deva ficar alheio a esses recursos e fontes de informação.

O ideal é que você procure focar nas suas atividades durante o expediente e reservar um tempo, durante o dia, para ações paralelas como a consulta a redes sociais e sites de notícias.

7. Sincronize as suas agendas

Em uma sociedade de advogados, sincronizar as agendas dos diferentes sócios e cumprir todos os compromissos é um grande desafio. Essa gestão de agendas é um passo vital para que a sociedade dê certo. Hoje em dia, no entanto, existem diversos recursos que podem lhe auxiliar nesse processo.

Entre as várias opções, podemos citar os quadros de anotações, os post-its, os aplicativos de check-lists, as agendas tradicionais e – a mais eficiente – as agendas que integram os softwares jurídicos. Esse último item é o mais eficiente porque, além de ter acesso aos compromissos dos outros sócios e associados, você também poderá controlar todos os prazos dos processos dos seus clientes em um mesmo local.

8. Delegue tarefas

Em qualquer sociedade é importante que os sócios aprendam a delegar tarefas. Isso porque os gestores têm muitas outras preocupações e afazeres além daqueles que fazem parte do dia a dia das suas atividades para lidar.

Comece confiando os procedimentos operacionais da sua atividade aos seus subordinados. Depois, incentive essa prática também entre os seus sócios. Assim, vocês conseguirão dedicar mais tempo para as atividades de maior responsabilidade, como a prospecção de novos clientes, e para o planejamento da sociedade de advogados.

9. Realize uma atividade por vez

Procure dedicar a sua atenção e tempo para realizar uma atividade por vez. Hoje, em muitas áreas, o profissional multitarefas é bastante valorizado, mas no meio jurídico fazer muitas tarefas ao mesmo tempo pode impedir você de atingir o melhor resultado.

Em uma sociedade de advogados é muito comum isso acontecer. Como um escritório de advocacia tem muitas tarefas que precisam ser executadas por pessoas com a mesma função, não são raras as vezes em que um sócio acaba fazendo mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Tente evitar que isso aconteça e organize sua agenda para resolver uma questão por vez – isso trará uma melhor organização de tempo, foco e objetividade.

10. Procure sempre ser pontual

A pontualidade nos compromissos profissionais é de extrema importância, especialmente para uma sociedade de advogados. Enquanto em algumas outras áreas é possível atrasar certos compromissos sem grandes prejuízos, no meio jurídico um atraso pode significar a perda de um processo.

Quando você gerencia o seu tempo de forma organizada, também fica muito mais fácil ser pontual com os seus compromissos e não atrasar nenhuma entrega. Essa prática será positiva não apenas para você e para os seus sócios, mas para a imagem da sua sociedade de advogados como um todo.

 

A gestão de escritório de advocacia é facilitada pela tecnologia na medida em que esse uso possibilita o gerenciamento eficaz das atividades dos advogados, trazendo praticidade, agilidade e organização para o dia a dia desses profissionais.

Na área jurídica, a tecnologia agrega valor de forma considerável para todo o processo jurídico. A produtividade de um escritório de advocacia aumenta, assim como a qualidade do serviço prestado. Mas você sabe como a utilização de um software jurídico pode auxiliar na gestão de escritório de advocacia? Pois é sobre esse assunto que vamos tratar neste texto.

Como a tecnologia melhora a gestão de escritório de advocacia

Os benefícios da tecnologia para a gestão de escritório de advocacia começam a ser sentidos conforme a tecnologia é implementada. Os escritórios que aderem a um software especializado reduzem os processos em papel e conseguem obter um rendimento melhor do trabalho de cada advogado.

A diminuição do arquivo físico favorece não apenas a economia dos materiais de escritório mas também ajuda a otimizar o espaço utilizado por suas equipes. Assim, o escritório de advocacia poderá crescer sem precisar encontrar um espaço maior ou até mesmo reduzir os custos com aluguel ao ocupar um local mais adequado após a nova reestruturação do espaço físico.

Além de todos esses benefícios, o uso da tecnologia pelos advogados tornou-se necessário depois que, em fevereiro de 2016, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) passou a receber processos somente no modelo digital.

Assim, com a automatização de algumas de suas atividades, os advogados passaram a dedicar mais tempo para a produção de peças processuais e para prestar um atendimento personalizado aos seus clientes.

Um software de gestão de escritório de advocacia favorece os advogados na gestão do tempo, facilitando a elaboração de relatórios e a organização e sincronização das suas agendas. A inserção de um software jurídico melhora diversas atividades internas de um escritório, resultando em melhor produtividade, rentabilidade e organização. Assim, os escritórios que utilizam recursos tecnológicos agregam valor ao serviço prestado.

Dicas para agilizar e melhorar a gestão de escritório de advocacia

Um software especializado na gestão de escritório de advocacia pode trazer benefícios diversificados para o cotidiano das suas equipes. Confira, abaixo, algumas dicas que poderão ajudar você e o advogados do seu escritório a utilizarem da melhor forma possível as potencialidades de um software jurídico:

1. Agendas sincronizadas

Para um escritório de advocacia funcionar de maneira satisfatória, é fundamental a organização da agenda de cada profissional. Isso porque fazem parte dessa agenda os prazos que precisam ser seguidos e os compromissos de cada profissional.

Com um software desenvolvido para a gestão de escritório de advocacia, ficará muito mais fácil sincronizar a sua agenda com a dos outros advogados e ter as informações sobre os compromissos do escritório disponíveis em seus dispositivos móveis.

Entre outras funcionalidades, a agenda de um software especializado permite utilizar um sistema de alerta que vai impedir que você – ou alguém da sua equipe – perca algum compromisso. Também é possível compartilhar a sua agenda com um sócio ou colaborador.

2. Gerenciador de tarefas

Esse recurso de um software especializado na gestão de escritório de advocacia facilita muito o trabalho cotidiano dos advogados. O objetivo dessa funcionalidade é justamente tornar simples o gerenciamento da equipe de um escritório de advocacia.

Para isso, o programa disponibiliza listas com as tarefas de cada profissional, destacando as prioridades e o tempo necessário para a execução de cada atividade. Como tudo isso é feito de forma integrada, transparente e de fácil acesso para todos os colaboradores, a análise do desempenho dos funcionários do escritório também fica facilitada.

3. Gestão financeira mais transparente

O setor financeiro de qualquer negócio, incluindo um escritório de advocacia, é de extrema importância para o sucesso do empreendimento. A gestão correta dessa área será vital para que o seu escritório de advocacia consiga crescer.

Essa gestão financeira fica muito mais simples de ser feita com um sistema especializado na gestão de escritório de advocacia. Com um software jurídico é possível controlar os honorários dos advogados e acompanhar o desenvolvimento financeiro do escritório de uma maneira muito mais simples e visual.

Assim, ficará mais fácil identificar pontos em que o escritório poderá melhorar para maximizar os seus resultados, bem como verificar oportunidades de crescimento.

4. Reuniões por teleconferência

Um outro benefício trazido pela tecnologia é que os profissionais do meio jurídico agora podem se comunicar, em tempo real, através de aplicativos móveis. Em diversas ocasiões, você poderá substituir um encontro presencial por uma reunião feita por videoconferência – modalidade que permite, entre outras possibilidades, o compartilhamento de documentos.

Ou seja, muitas vezes você poderá utilizar a tecnologia a seu favor para evitar deslocamentos e encontros em outros ambientes, o que pode resultar em gastos adicionais, e resolver parte dos seus compromissos através de reuniões por teleconferência.

5. Integração de equipes

A tecnologia também permite a junção de processos e de equipes de forma ágil e facilitada. Com a integração proporcionada pelos softwares jurídicos, você conseguirá ligar diferentes setores através da troca constante de informações online.

Ao promover essa integração, a troca de informações entre as pessoas da sua equipe será realizada com muito mais precisão e agilidade. Além disso, o seu escritório terá a segurança de que tudo ficará registrado e documentado.

Essas informações centralizadas em uma plataforma facilitam a gestão de escritório de advocacia na medida em que os usuários podem visualizar as suas tarefas, compromissos e prazos de maneira simples e sempre atualizada. A integração de dados facilita também para o gestor visualizar como estão as finanças, o atendimento e o desempenho das pessoas que atuam no escritório – informações importantes para uma tomada de decisão mais assertiva.

6. Armazenamento digital

O armazenamento digital dos dados e informações de um escritório de advocacia é outra ferramenta muito útil para o dia a dia dos profissionais que trabalham nesse local. Isso porque a legislação exige que as informações de um escritório de advocacia estejam seguras, organizadas e protegidas. Com o apoio do meio digital, tudo isso pode ser feito de forma muito mais prática e econômica.

Um software especializado na gestão de escritório de advocacia permite que os arquivos importantes possam ser protegidos com senhas, por exemplo. Além disso, um software jurídico permite o envio urgente de documentos, bastando compartilhar o documento pelo aplicativo. Um gesto simples e rápido e que trará economia para a gestão de escritório de advocacia.

 

Para se diferenciar no cenário jurídico atual, altamente competitivo, cada vez mais advogados investem em marketing. Mas, para que os resultados sejam efetivos, é preciso contar com um plano de marketing bem estruturado e completo. Para acertar nesse plano é fundamental que você destine tempo para entender onde o seu escritório pode melhorar no atendimento dos seus clientes atuais, verificar de que forma ele pode se tornar mais relevante para os clientes futuros e medir os resultados a cada passo visando corrigir as rotas das ações que serão tomadas.

“O marketing aplicado à advocacia é essencial para o crescimento do advogado no mercado jurídico atual. A competição acirrada e a falta de diferenciação entre os escritórios, aos olhos do cliente, são os principais problemas a combater. A maioria dos advogados não tem nenhuma estratégia escrita, nem metas claras, mensuráveis. O plano comercial e de comunicação trará essa clareza, além de ser uma oportunidade de autocrítica e de voltar ao foco [do escritório]”, explica a consultora sênior da DNA Consulting, Gabriela Fornells. Confira, a seguir, quais passos o seu escritório deve dar para acertar no plano de marketing.

Dicas para o seu escritório elaborar um plano de marketing jurídico

Quando falamos de marketing, todas as iniciativas e ações precisam ser consistentes. Nesse sentido, para a efetivação de um plano de marketing, é indispensável que todas as ações propostas tenham um começo e uma conclusão.

Os seus clientes precisam perceber um escritório de advocacia organizado, com produtos pertinentes e que trabalhe com ações para fidelizar os seus clientes. “Os escritórios de advocacia têm de criar uma verdadeira relação com os seus clientes e serem admirados por estes. A venda jurídica é personalíssima e exige confiança”, afirma Gabriela Fornells.

Para a consultora sênior da DNA Consulting, Gabriela Fornells, o marketing é um recurso fundamental para os advogados se diferenciarem hoje no mercado

 

Veja alguns atributos e dicas dados pela consultora e que a especialista Gabriela Fornells considera como essenciais para que o seu escritório acerte no plano de marketing jurídico:

1. Consistência

O marketing deve ser simples e feito de forma contínua. Começar hoje é simples, porém manter isso ao longo das semanas, meses e anos requer uma atitude consciente dos sócios do escritório em prol do negócio. O advogado é muito acostumado a trabalhar pelo seu cliente e nos seus processos.

Cumprir os prazos, peticionar e ir às audiências – tudo isso faz parte da rotina do advogado. Porém, ele não está acostumado a trabalhar por si mesmo, pela sua marca jurídica e por suas metas. Assim, para que um plano de marketing funcione, é preciso ocorrer uma mudança de “mindset”. Essa mudança pode definir a vida ou a morte do escritório, já que estamos em um mercado com mais de 1 milhão de advogados e cerca de 53 mil sociedades de advogados formalmente constituídas no País.

2. Estruturação

Para todo plano de marketing ter sucesso é necessário saber mensurar os resultados e identificar os pontos que deram certo e aqueles que precisam ser melhorados. Para isso, é muito importante estruturar os objetivos e metas que o escritório pretende alcançar com essas ações.

É importante também determinar um período de tempo para mensurar os resultados. Essa métrica poderá ser semestral ou anual, por exemplo. Depois dessa etapa de mensuração dos resultados, virá a etapa das correções no planejamento de marketing.

3. Pertinência

O Código de Ética da OAB tem algumas regras que limitam as ações de marketing para advogados – são proibidos, por exemplo, anúncios em veículos de massa, como rádio e televisão. Portanto, a pertinência e a coerência com esses critérios, aliadas ao bom senso, devem ser adotadas na hora de estruturar o seu plano de marketing.

4. Personalidade

Um visual impecável é fundamental no marketing jurídico. Todo material relacionado ao escritório, como logotipo e material de correspondência, precisa ser bem elaborado para imprimir boa impressão e personalidade.

Isso vai diferenciar o seu escritório aos olhos do cliente, pois a falta de cuidado com a imagem da marca poderá levá-lo a procurar outras opções no mercado que trabalhem bem esse aspecto.

5. Confiança

A confiança é imprescindível na venda jurídica. Para criá-la em seus clientes, é muito importante dar plena atenção ao que eles precisam.

Um serviço de excelência gera senso de autoridade, confiabilidade e ajuda a difundir o seu nome no mercado. Um cliente satisfeito e que tem confiança em seu trabalho, por exemplo, proporciona uma ação de marketing espontânea que pode trazer novos clientes para o seu escritório. Sendo assim, o aumento da confiança dos seus clientes deve fazer parte do seu plano de marketing.

6. Admiração

Os três últimos pontos tratados são pilares para a conquista da admiração dos seus clientes e do seu potencial público-alvo. Um plano de marketing que consiga transparecer ao público personalidade, pertinência e confiança facilmente terá admiração. Os clientes e seus concorrentes passarão a usá-lo como referência e indicação. Para conseguir isso, a sua meta deve permanecer sempre à frente das tendências.

Gostou das dicas que a especialista produziu especialmente para o nosso blog? Quer saber mais sobre as estratégias que o seu escritório poderá adotar para elaborar o seu plano de marketing? Então acesse nosso blog e leia outros conteúdos relacionados com a sua área e que poderão auxiliá-lo nessa tarefa.

 

Atualmente, as atividades que envolvem um escritório de advocacia são cada vez maiores e o tempo, cada vez menor. Logo, para destacar-se da concorrência, o grande desafio dessas empresas é justamente encontrar maneiras de manter a qualidade do serviço prestado e, ao mesmo tempo, fazer uma gestão eficiente. E é nesse contexto que surge o software jurídico para escritórios de advocacia, para ajudar nessas demandas e garantir a produtividade do seu negócio.

Nesse sentido, o software jurídico para escritórios de advocacia Lawyer é uma solução completa que permite o gerenciamento das principais rotinas da área jurídica. Com ele, você automatiza as demandas rotineiras e que ocupam seu tempo e pode dedicar-se às tarefas que realmente agregam valor ao seu escritório. O sistema, que é dividido em cinco módulos, ajuda a otimizar e a organizar os processos internos. Confira!

Software Jurídico Lawyer: 5 módulos para a completa gestão do seu escritório

Conforme já mencionado, o software jurídico para escritórios de advocacia Lawyer é dividido em 5 módulos. Dessa forma, torna-se ainda mais intuitiva a gestão do escritório por meio da solução.

Os módulos são divididos entre as principais áreas gerenciáveis de uma empresa jurídica: pessoas, processos, agenda, financeiro e relatórios. Basta entender um pouco mais a fundo cada um deles para perceber que é possível fazer uma gestão completa e muito eficiente. Vamos lá?

Módulo Pessoas

No módulo Pessoas é possível gerenciar toda a sua carteira de clientes, desde a prestação de contas e o recebimento de honorários até consultas de processos e audiências. Além disso, você também pode gerenciar a banca de advogados e cadastrar partes contrárias.

Essa visão global de tudo que está acontecendo no seu escritório também facilita a tomada de decisões estratégicas, como aumentar a equipe devido à alta demanda de clientes.

Módulo Processos

No módulo Processos você gerencia as pastas de processos, recursos, incidentes e apensos. Também pode consultar os detalhes de cada ação – como a situação atual e os andamentos processuais – e, ainda, gerar estatísticas de processos com base em indicadores cadastrados no sistema.

Módulo Agenda

No módulo Agenda estão as funcionalidades referentes ao registro e ao acompanhamento de atividades, incluindo agendamentos de tarefas, controle de prazos, horas trabalhadas para cada cliente e compromissos vinculados a processos.

Todo esse controle de atividades permite uma delegação de tarefas mais justa e também um acompanhamento da produtividade da equipe. É ideal para identificar gargalos e corrigir processos que não estão funcionando.

Módulo Financeiro

No módulo Financeiro é possível ter uma visão geral do plano de contas, gerenciando despesas fixas operacionais, honorários, depósitos, garantias judiciais, provisionamento e contingenciamento de recursos.

Você também poderá acessar diferentes estatísticas relacionadas à gestão financeira com este módulo. Ficar perdido em boletos e planilhas no fim do mês? Com o Lawyer você não precisa mais passar por isso!

Módulo Relatórios

No módulo Relatórios você tem opções predefinidas e também tem a possibilidade de gerar relatórios personalizados para cada cliente, de acordo com suas necessidades.

Lawyer Web: mais acessibilidade e mais segurança

A versão do software jurídico para escritórios de advocacia Lawyer Web preza pela mobilidade e pela segurança das informações do seu escritório. Por isso, o software é hospedado em nuvem, em servidores que ficam sob responsabilidade da Alkasoft.

O acesso pode ser feito a partir de qualquer computador conectado à internet por meio de um link exclusivo, com criptografia de dados, o que garante mais segurança para os usuários e para as operações realizadas no sistema.

Funcionalidades opcionais integráveis ao Lawyer Web

Existem algumas funcionalidades opcionais que podem ser integradas ao software jurídico para escritórios de advocacia Lawyer Web. Confira quais são elas:

Lawyer Capture

Captura automática das movimentações processuais por meio de rastreamento do número processual.

A partir da configuração inicial, todas as movimentações encontradas no processo são automaticamente registradas no sistema, tanto no cadastro respectivo de cada cliente quanto no de cada processo. Assim, é possível notificar o advogado responsável e enviar atualizações do processo por e-mail para o cliente.

Lawyer Diários

Realiza o clipping de publicações de diários oficiais, trazendo as informações diretamente para dentro do sistema, vinculando esses dados aos respectivos processos, advogados e clientes. Também é responsável por notificar os envolvidos para que sejam tomadas as providências necessárias em relação a cada processo.

Lawyer Virtual

Portal de acesso para o cliente integrável ao site do escritório. Ou seja, por meio de login e senha exclusivos cadastrados no Lawyer, o cliente pode consultar diretamente as movimentações dos processos deles.

Se você se interessou pelo software jurídico para escritórios de advocacia Lawyer Web, solicite uma demonstração ou entre em contato conosco! Em pouco tempo, você descobrirá como a tecnologia é capaz de otimizar sua rotina e solucionar gargalos de gestão.

 

Os avanços tecnológicos têm transformado a rotina dos profissionais dos mais diversos segmentos. E, como se pode imaginar, no meio jurídico não é diferente. Atualmente, já existem soluções que permitem automatizar e executar tarefas, que antes levariam semanas, em poucas horas. É a chamada advocacia 3.0.

Todas essas tecnologias trouxeram não apenas resultados mais rápidos, como também uma redução nos custos operacionais e uma mudança completa no fluxo de trabalho. Mas como chegamos a tal evolução digital?

Pois bem, a advocacia é uma área bastante tradicional. Logo no seu início, a prática era bastante manual e, justamente por isso, demandava tempo e custava caro. Já imaginou controlar processos e redigir peças jurídicas de maneira completamente artesanal, sem ajuda de tecnologia alguma? Essa fase de centralização de demandas no advogado é conhecida como a advocacia 1.0.

Com o passar do tempo, foram introduzidas algumas facilidades no dia a dia dos advogados. Editores de textos, planilhas e modelos de peças foram algumas das ferramentas que permitiram uma maior produtividade e também deixaram a advocacia mais acessível à população. É o modelo de advocacia 2.0.

Por fim, a advocacia 3.0 propiciou a alta performance aos escritórios. Nela, há a fragmentação do trabalho jurídico e também a prospecção de clientes por meio do marketing jurídico, o qual utiliza estratégias de inbound marketing para atrair e aumentar a carteira de clientes. Foi aqui também que surgiram e popularizaram-se os softwares jurídicos, responsáveis por uma gestão mais eficiente.

Mas como atualizar processos internos e ter um escritório de advocacia 3.0? É exatamente isso que vamos ver agora. Confira!

Advocacia 3.0: como inserir seu escritório nessa realidade?

Modelo de gestão

Uma das mudanças mais impactantes na realidade dos escritórios de advocacia 3.0 é o modelo de gestão adotado. Antigamente, todas as atividades estavam sob responsabilidade do advogado. Agora não mais. As demandas são distribuídas entre a equipe e todos têm suas atribuições, de acordo com suas habilidades. Além disso, também há uma diluição da hierarquia e um aumento do colaborativismo.

Para ajudar nessa nova gestão, surgem os softwares jurídicos que auxiliam na integração desse modelo de gestão mais “descentralizado”. Com eles, algumas rotinas operacionais são automatizadas, permitindo que a equipe concentre esforços em atividades que tragam mais valor ao escritório.

Mais especialização e mais produtividade

Esse modelo de gestão reconhece talentos individuais e permite que os profissionais trabalhem nas atividades que melhor executam.

Ou seja, por mais que profissionais da mesma área possuam características em comum, nem todos realizam as mesmas demandas com a mesma qualidade. Enquanto alguns têm um perfil mais técnico e direto, outros preferem debater e criar teses. Há ainda aqueles ótimos no atendimento e que são capazes de encantar clientes e fechar qualquer negócio.

Percebeu como as habilidades podem variar? Pois na advocacia 3.0 não tem problema! Em um sistema de gestão descentralizado, cada colaborador pode atuar dentro da especialidade dele. É a ideia de que todos têm diferentes demandas em busca de um objetivo comum: o sucesso do escritório de advocacia.

Prospecção de clientes por meio do Marketing Jurídico

Outra estratégia que vai colocar de vez o seu escritório na advocacia 3.0 é o Marketing Jurídico. Por meio dele, você pode criar conteúdos relevantes, tornar-se autoridade na sua área de atuação e ainda prospectar clientes.

Muitos escritórios já estão utilizando o Marketing Jurídico para se estabelecer no mercado e destacar-se da concorrência. E adivinha? Eles estão obtendo ótimos resultados!

Agora você já sabe! Para acompanhar as principais tendências e ficar por dentro da advocacia 3.0, você precisa buscar sempre atualizar processos e também o modelo de gestão no seu escritório. Aquela administração centralizada e hierárquica está com os dias contados. E você não vai querer ficar para trás, vai?

 

Diante da grande quantidade de escritórios de advocacia espalhados por pequenas, médias e grandes cidades, cada vez mais gestores buscam formas de otimizar as suas demandas e se destacar da concorrência. Para isso, nada melhor do que contar com a ajuda da tecnologia de um software jurídico especializado na gestão de escritórios de advocacia.

Essa solução, com destaque para o Software Jurídico Lawyer, permite que as suas rotinas sejam automatizadas e, dessa forma, gerem um aumento da produtividade das suas equipes. Já imaginou não precisar mais preencher tabelas intermináveis para saber exatamente quais foram os custos mensais do escritório? Ou, então, ter de maneira acessível, em poucos cliques, todos os seus processos e clientes? Pois isso é possível com o Software Jurídico Lawyer.

Conheça as principais funcionalidades do Software Jurídico Lawyer

Com um software jurídico como o criado pela Alkasoft, você terá muito mais tempo para planejar as estratégias de crescimento do seu escritório, criar bons relacionamentos com clientes antigos e prospectar novos clientes. Mas essas não são as únicas facilidades que um bom software jurídico oferece ao gestor de um escritório de advocacia.

A fim de trazer benefícios variados para a gestão de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos, a Alkasoft desenvolveu o Software Jurídico Lawyer. Com ele, você consegue gerenciar as principais rotinas de trabalho do seu escritório a partir de cinco módulos.

Entenda melhor quais demandas, na prática, podem ser automatizadas:

1. Organização dos clientes

À medida em que o seu escritório de advocacia cresce, aumentam também o número e a variedade de clientes que a sua equipe precisa atender. Assim, quando você e os seus advogados param para pensar, percebem que já não conseguem ter conhecimento de todos os processos e audiências que precisam ser controlados no dia a dia do escritório.

Essa falta de controle pode levar a erros e resultar em outros inconvenientes. Já imaginou receber uma ligação de um cliente e não conseguir identificar exatamente do que se trata aquela conversa? Além do constrangimento que uma situação dessas traria, esse contato poderia causar no seu cliente uma impressão bastante ruim em relação ao seu escritório.

Com o Software Jurídico Lawyer você resolve essa questão de maneira muito simples. Por meio do módulo Pessoas, por exemplo, é possível gerenciar toda a carteira de clientes do seu escritório de advocacia, desde a prestação de contas, passando pelo recebimento de honorários e chegando até a consulta de processos e audiências.

Além disso, você também administra a banca de advogados e pode cadastrar partes contrárias. Tudo de maneira acessível e organizada! Prático, não?

2. Acompanhamento de processos

Se já é difícil lembrar-se de todos os clientes, imagine acompanhar todos os processos deles! Com o módulo Processos, no entanto, você consegue gerenciar facilmente todas as pastas de processos, recursos e apensos da carteira de clientes do escritório de advocacia.

Utilizando essa funcionalidade do Software Jurídico Lawyer você terá acesso aos detalhes de cada ação, como, por exemplo, a situação atual e os andamentos processuais. Também é possível consultar estatísticas desses processos.

3. Controle de prazos e delegação de tarefas

Essa costuma ser uma das rotinas mais complicadas que todo escritório de advocacia tem que enfrentar em seu processo de crescimento. Isso porque diante de tantos compromissos (audiências, petições, reuniões, além de tarefas administrativas) pode ficar difícil lembrar de todos os prazos que precisam ser cumpridos.

Todavia, essa também é uma rotina fundamental para um escritório de advocacia, já que cada prazo perdido significa um cliente insatisfeito – e, inclusive, em muitos casos, a derrota em alguns processos e a responsabilização civil do advogado em razão das perdas causadas ao seu cliente. Para evitar isso, criamos no Software Jurídico Lawyer o módulo Agenda. Com essa funcionalidade, é possível fazer o registro e o acompanhamento de todas as atividades do escritório.

Assim, fica fácil e simples agendar tarefas, controlar prazos e horas trabalhadas para cada cliente, além de compromissos relacionados aos processos que estão em andamento. Todo esse controle ainda permite averiguar as demandas dos membros da sua equipe, acompanhar a produtividade de cada advogado e, se for preciso, fazer uma nova delegação de tarefas.

4. Gestão financeira com maior eficiência

Verificar dezenas de tabelas, notas fiscais e planilhas para fazer o controle financeiro no final do mês ocupa muito tempo e pode ser um verdadeiro pesadelo, não é mesmo? Mas calma que tudo isso pode ser facilitado e resolvido de forma prática!

Com o módulo Financeiro do Software Jurídico Lawyer você consegue ter uma visão geral do plano de contas do seu escritório e pode gerenciar despesas fixas operacionais. Além disso, honorários, depósitos, garantias judiciais, entre outros custos podem ser adicionados no programa para que você faça uma gestão financeira completa do seu escritório de advocacia.

Esse módulo do nosso programa também permite que você confira, em poucos cliques, todas as estatísticas relacionadas às finanças do seu escritório de advocacia, as quais podem se mostrar muito úteis para a tomada de decisões estratégicas.

5. Apresentação de informações com maior clareza

Por fim, sabe aquelas reuniões no fim do mês em que você precisa apresentar relatórios do que foi feito? Se você é o responsável por essa tarefa, então sabe o quanto ela pode ser desgastante e quanto tempo de análise e preparação dos dados que serão apresentados pode exigir.

Mas o Software Jurídico Lawyer facilita todo esse trabalho com o módulo Relatório. Lá, você pode gerar relatórios personalizados em poucos cliques e atender às demandas de cada cliente sem que precise gastar muito tempo para executar essa tarefa.

Destacamos aqui algumas das principais rotinas que você pode automatizar com a implementação do Software Jurídico Lawyer. Para acessar mais informações sobre o nosso programa, solicite uma demonstração do software ou entre em contato conosco!

 

Se você montou seu escritório de advocacia há pouco tempo ou está pensando em empreender nessa área, certamente a sua maior preocupação seja levantar os recursos necessários e, a partir disso, mostrar um bom serviço como advogado, não é mesmo? No entanto, é importante ressaltar que esses não são os únicos desafios de um escritório de advocacia.

Esses desafios que citamos são apenas os iniciais – existem muitos outros desafios de um escritório de advocacia que, se não forem bem resolvidos, podem dificultar para que excelentes profissionais se estabeleçam com os seus próprios escritórios de advocacia. Escrever ótimas defesas, fazer audiências com segurança e conseguir bons acordos são, sem dúvida, habilidades de um bom advogado, mas para abrir a sua própria empresa é necessário que você desenvolva também outras aptidões. Confira, neste artigo, os 4 principais desafios de um escritório de advocacia e veja como enfrentá-los!

Desafios de um escritório de advocacia

A rotina de um escritório de advocacia envolve muitas atividades que vão além da área jurídica. Tarefas de gestão, tanto financeira quanto de pessoal, podem demandar bastante trabalho por parte do advogado que optou por empreender. Muitas vezes são justamente essas tarefas, quando não bem executadas, que prejudicam a produtividade do profissional e de sua equipe, ameaçando a própria continuidade do escritório de advocacia.

Conheça quais são os principais desafios de um escritório de advocacia e veja algumas dicas para superá-los:

1. Controle de prazos e atividades

Perder o controle de prazos e de outras atividades judiciais costuma ser uma das principais preocupações de todo advogado, independentemente do estágio da carreira em que ele esteja. E se você for dono de um escritório de advocacia, essa preocupação se multiplica, já que você precisa estar atento aos prazos de toda a equipe.

Por isso, é fundamental criar processos que facilitem esse controle. Muitas vezes, agendas – físicas ou digitais – podem não dar conta de armazenar todas essas datas de maneira organizada.

Para resolver esse desafio, o mais indicado é que o seu escritório invista em um software jurídico. Esses softwares são muito eficazes porque eles são capazes de fazer o registro e o acompanhamento das atividades dos advogados que fazem parte do escritório de advocacia, incluindo agendamentos de tarefas simples e controle de prazos.

2. Gestão financeira

Normalmente, os advogados não são tão preparados quanto outros especialistas em diversas áreas do conhecimento para administrar um negócio. Muitos profissionais do Direito não têm vocação para analisar números, fazer projeções e lidar com tabelas. E tudo bem! Afinal, a quantidade de informações e dados que devem ser cruzados, analisados e revistos para que se possa traçar estratégias eficientes é imensa e, muitas vezes, impossível de ser controlada por uma só pessoa.

Isso não deve ser motivo de preocupação pois, conforme mencionamos antes, softwares jurídicos também possuem funcionalidades relacionadas à gestão financeira. Com eles, você pode ter uma visão geral do plano de contas, além de gerenciar despesas fixas operacionais, honorários, depósitos, garantias judiciais, entre outros pontos dessa área.

E para deixar tudo ainda mais claro para toda a equipe, basta relacionar dados e disponibilizar estatísticas para que a tomada de decisão seja facilitada.

3. Gestão de equipe

Se o seu escritório ainda não conta com uma equipe muito grande, você provavelmente acredita que consegue fazer a gestão de todos os funcionários sem precisar de muitos recursos para isso, não é mesmo? No entanto, ainda que isso seja verdade, o plano para o futuro do escritório é que ele cresça, conquiste mais clientes e aumente a equipe de advogados, correto?

Assim, se tudo ocorrer conforme o esperado, logo o seu escritório de advocacia terá uma equipe mais robusta, o que significará mais clientes e, consequentemente, muito mais compromissos e demandas que precisam ser administradas.

Já imaginou lembrar das reuniões, audiências e prazos de todos os seus clientes? Ou então atender a uma ligação e não saber a qual processo determinado cliente se refere? Esses podem ser problemas comuns se você não investir em uma tecnologia adequada para apoiar a administração do seu escritório.

Saiba que com a ajuda de um software jurídico é possível gerenciar toda a sua carteira de clientes, saber quem no seu escritório cuida de cada caso e ainda fazer consultas de processos e audiências – tudo isso acessível de forma simples e fácil.

4. Prospecção e relacionamento com os clientes

Por fim, a prospecção e o relacionamento com clientes é um dos grandes desafios de um escritório de advocacia. Esse ponto é essencial e precisa ser enfrentado pelo gestor do escritório se ele quiser manter as portas abertas. Afinal de contas, de nada adianta ter ótimos profissionais e fazer uma gestão excelente se você não tem clientes, correto?

Buscar aumentar a sua rede de contatos e manter um bom relacionamento para fidelizar aqueles que você já possui é uma tarefa muito importante do seu trabalho e, para isso, nada melhor do que entregar um ótimo serviço aliado a um excelente atendimento.

Pronto! Agora que você já sabe quais são os desafios de um escritório de advocacia e como solucioná-los, está na hora de colocar essas dicas em prática! Para isso, a Alkasoft possui o Software Jurídico Lawyer, um programa desenvolvido para automatizar tarefas e facilitar a rotina em um escritório de advocacia.

Conheça mais sobre a nossa solução entrando em contato conosco ou solicitando uma demonstração do nosso produto!

 

Montar o próprio escritório de advocacia costuma ser o sonho de muitos advogados. Seja você um advogado recém-formado, seja um profissional com alguns anos de experiência, empreender na área jurídica requer planejamento e determinação. Afinal, a concorrência é forte nessa área.

Todos os dias, novos escritórios de advocacia são abertos e, para sobreviver diante de tanta concorrência, é preciso destacar-se. Uma gestão eficiente, um serviço de excelência e um atendimento capaz de encantar os clientes mais exigentes são aspectos importantes para que você consiga alcançar o sucesso. Dessa forma, se você está pensando em abrir um escritório de advocacia, é importante ficar atento a alguns cuidados para não cometer erros que podem comprometer a sua iniciativa.

Confira o passo a passo para montar um escritório de advocacia de sucesso

Muitos advogados acreditam que basta fazer um bom trabalho para garantir o sucesso de um escritório de advocacia. E, é claro, esse é um aspecto fundamental para qualquer profissional que busca uma carreira bem-sucedida. No entanto, ele não é o único.

Ser capaz de montar e de gerir uma empresa pode ser muito mais desafiador do que se pensa. É preciso ter conhecimentos que vão além da área jurídica e habilidade para contornar situações adversas.

Confira um passo a passo para montar o seu escritório de advocacia e realize o sonho de ser dono do seu próprio negócio.

1. Faça pesquisa de mercado

Você sabia que grande parte das pessoas que decidem empreender – independentemente do setor que elas escolham – não obtém sucesso nos negócios? E uma das razões para isso é justamente a falta de planejamento.

Por mais que você acredite que conhece o mercado e tenha noção de quanto custa manter um escritório de advocacia em funcionamento, acredite: você provavelmente não possui todas as informações necessárias.

Montar um plano de negócios, pesquisar o mercado, acompanhar a concorrência, ouvir casos de triunfos – e também de fracassos – é o primeiro passo para montar um escritório de advocacia.

2. Defina a sua área de atuação

Muitos escritórios de advocacia atuam em diversas áreas do Direito, mas quase nenhum deles presta um serviço de excelência em todas elas.

Se você está começando o seu negócio, muito provavelmente a sua estrutura – e também a sua equipe de trabalho – não é tão grande assim, concorda? Dessa maneira, é praticamente impossível que você consiga contar com profissionais especializados em todas as áreas.

Por isso, o mais importante é definir qual será a sua área de atuação. Foque em sua expertise e busque tornar-se referência nesse ramo do Direito. E acredite: é melhor firmar-se em uma área específica do que ser conhecido como um escritório “faz-tudo-mais-ou-menos”.

3. Avalie bem os seus custos

Agora que você já fez um estudo de mercado, planejou como seria a abertura da sua empresa e já sabe em quais áreas seu escritório oferecerá serviços, é hora de avaliar os custos que você terá para abrir o seu escritório de advocacia.

Todas as informações que você compilou até o momento vão ser de extrema importância para você saber toda a estrutura que precisará montar. Por exemplo, o tamanho da sala, quais equipamentos comprar, a equipe de trabalho necessária, entre outros aspectos.

Tudo isso, na hora de tirar do papel, gera um custo. E você precisa saber se tem os recursos financeiros para arcar com esses gastos nos primeiros meses, até que o escritório de advocacia se estabeleça e consiga os primeiros clientes. Se você e seus sócios não têm os recursos necessários, vale procurar no mercado linhas de crédito que sejam mais acessíveis e que podem ajudar você nesse início.

4. Crie uma presença digital

Por mais tradicional que a área do Direito seja, seus clientes com certeza estarão na internet. Sendo assim, é melhor que você também esteja. Criar um website é uma estratégia importante para que possíveis clientes conheçam mais sobre o seu escritório, as áreas de atuação dele, o endereço, formas de contato, entre outras informações.

Outra opção bastante interessante é criar estratégias de Marketing Digital. Perfis em redes sociais, como Facebook, Instagram e LinkedIn, podem ser ótimos reforços de marca que, se administrados da forma correta, auxiliam na prospecção de clientes.

5. Invista em um software de gestão

Por último, mas suma importância, investir em um software jurídico especializado em gestão pode ser decisivo para o sucesso do seu escritório de advocacia.

Isso porque, por melhor profissional que você seja, atividades de gestão financeira e de pessoal são tarefas que vão ocupar o seu dia a dia e, consequentemente, comprometer a sua produtividade em relação ao que realmente importa: conquistar novos clientes e prestar um excelente serviço advocatício.

Softwares jurídicos são capazes de otimizar tarefas rotineiras e proporcionar uma gestão mais eficiente do seu escritório de advocacia. E tudo isso facilitando a sua dedicação para a advocacia.

Essas foram algumas dicas para montar o seu escritório de advocacia e alcançar o sucesso. Esperamos que tenham sido úteis para você! E você, tem alguma outra dica? Compartilhe conosco!

 

Muitos advogados acreditam que não precisam contar com a ajuda de ferramentas tecnológicas de software jurídico para gerir seu escritório. Isso costuma acontecer um pouco por resistência a novos métodos, mas também pela crença de que são completamente capazes de fazer uma gestão eficiente. No entanto, pense da seguinte forma: logo que você abre o seu escritório, as demandas costumam ser bem menores e, consequentemente, é você quem administra todas as tarefas, tanto jurídicas quanto de gestão.

Com o passar do tempo, os negócios – felizmente – vão crescendo e, na mesma proporção, aumentam os compromissos. Quando você para pra pensar, mal consegue ter tempo para comparecer a reuniões e audiências, imagine manter os processos internos organizados! E é exatamente nesse momento que você precisa considerar a contratação de um software jurídico especializado em gestão. Neste artigo, vamos mostrar as funcionalidades do software jurídico Lawyer e como elas podem ajudar a otimizar e a organizar os processos internos do seu escritório de advocacia. Confira!

Conheça as funcionalidades do software jurídico Lawyer

O software Lawyer é uma solução completa que permite o gerenciamento das principais rotinas da área jurídica. O sistema, que é dividido em cinco módulos, ajuda a otimizar e a organizar os processos internos.

Conheça a seguir os 5 módulos que ajudam a otimizar e a organizar a gestão do seu escritório de advocacia.

1. Módulo Pessoas

No módulo Pessoas é possível gerenciar toda a carteira de clientes do escritório. Desde a prestação de contas e o recebimento de honorários até consultas de processos e de audiências. Além disso, é possível gerenciar a banca de advogados e cadastrar partes contrárias.

Já imaginou como se torna simples ter uma visão mais sistêmica dos seus clientes e também da sua equipe, sabendo exatamente quais são as demandas de cada advogado?

2. Módulo Processos

No módulo Processos você pode gerenciar as pastas de processos, recursos, incidentes e apensos. Além disso, também é possível consultar os detalhes de cada ação – como a situação atual e os andamentos processuais – e, ainda, consultar estatísticas de processos com base em indicadores cadastrados no sistema.

Com o software jurídico Lawyer você tem muito mais tranquilidade para controlar prazos e organizar a sua agenda de audiências.

3. Módulo Agenda

No módulo Agenda estão as funcionalidades referentes a registro e a acompanhamento de atividades, incluindo agendamentos de tarefas simples, controle de prazos, controle de horas trabalhadas para cada cliente e compromissos vinculados a processos.

Todo esse controle de atividades auxilia na delegação de tarefas e no acompanhamento da produtividade da equipe. Também ajuda a identificar gargalos. Não entende por que tem algum processo travado? No módulo Agenda você identifica isso facilmente!

4. Módulo Financeiro

No módulo Financeiro é possível ter uma visão geral do plano de contas, gerenciando despesas fixas operacionais, honorários, depósitos, garantias judiciais, provisionamento e contingenciamento de recursos. Você também poderá acessar diferentes estatísticas relacionadas à gestão financeira com este módulo.

Com esses dados facilmente acessíveis, você consegue identificar quais são os custos que podem ser cortados sem comprometer os resultados do escritório.

Muitos advogados têm dificuldade em fazer uma gestão financeira eficiente. Com o software jurídico Lawyer fica muito mais simples!

5. Módulo Relatórios

O módulo Relatórios conta com opções predefinidas e tem a possibilidade de geração de relatórios personalizados para atender a diferentes necessidades.

Relatórios são extremamente importantes, tanto para organizar processos internos quanto externos. É por meio de um relatório que você identifica quais procedimentos estão dando certo e quais precisam ser modificados.

É por meio deles também que você consegue calcular a rentabilidade do seu escritório de advocacia.

Todas essas funcionalidades inseridas em cada um dos 5 módulos tornam os processos internos muito mais organizados. E você pode acessar todas essas informações de duas formas: pelo Lawyer Desktop, no qual o sistema é instalado em máquinas e servidores do próprio escritório; ou pelo Lawyer Web, em que informações ficam hospedadas em servidores sob responsabilidade da Alkasoft e você pode acessá-las de qualquer dispositivo conectado a internet.

O software jurídico Lawyer é a solução definitiva para gestão de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos. Entre em contato conosco e descubra qual opção melhor se adapta às suas necessidades!

E você, já utilizou o software Lawyer? Compartilhe a sua experiência conosco!