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Gerenciar adequadamente todos os processos de registro de marcas, dependendo da sua demanda, é uma tarefa bastante desafiadora. Acompanhar cada processo e não deixar passar nenhuma colidência é algo complicado de se fazer se você não contar com um software específico para isso. A dificuldade na gestão de marcas reside na quantidade de etapas e nos respectivos prazos que o processo de registro exige.

Descuidar-se da gestão de marcas, em qualquer etapa do processo, é muito prejudicial para a agilidade e, consequentemente, para a qualidade do trabalho. Além disso, qualquer imprudência pode trazer prejuízos jurídicos envolvendo a marca em questão, tanto por estarem copiando a marca do seu cliente quanto por uma possível impossibilidade na busca pelo registro da marca existente. Confira, a seguir, três disputas travadas nesse campo da gestão de marcas.

3 casos que mostram a importância de fazer uma boa gestão de marcas

As etapas para acompanhar e gerenciar uma marca são muitas e pode ser complicado administrá-las diariamente de maneira manual. Isso porque, mesmo após a conclusão de um processo de gestão de marcas, é importante acompanhar frequentemente os pedidos publicados junto ao INPI para evitar colidências.

Nessa fase, a assessoria e/ou o proprietário da marca devem estar atentos aos pedidos semelhantes à sua marca para garantir que eles não violem a legislação vigente. A partir desse acompanhamento, feito de perto, é possível entrar em tempo com ações cabíveis para garantir a legitimidade e segurança da sua marca.

A gestão de marcas já rendeu no Brasil e em outros países inúmeros litígios em torno desse assunto.

Conheça algumas dessas histórias famosas:

1. Steve Jobs: marca de roupa?

Em 2012, uma empresa de roupas italiana registrou a sua marca: Steve Jobs. Para os donos da nova marca, essa era uma forma de homenagear o empreendedor americano conhecido pelo seu trabalho na Apple e que servia de fonte de inspiração para eles.

Mas a homenagem não passou despercebida e sem contestações por muito tempo. A Apple entrou com um processo para revogar o registro da nova marca de roupas. Nesse caso específico, o logotipo também incomodou: segundo a Apple, a marca de roupas usou uma maçã muito parecida com a utilizada pela marca americana de tecnologia. Na verdade, a marca de roupas Steve Jobs produziu um logo com um jota (J) estilizado com uma mordida na lateral e uma folha no topo, claramente “inspirados” na icônica maçã da Apple.

O juiz italiano responsável pelo caso, no entanto, deu causa ganha para os sócios italianos, que passaram a ter plenos direitos legais em utilizar a marca e o logo que eles registraram. Segundo esta reportagem do site TecMundo, o juiz entendeu que a “letra jota não é um elemento comestível e, portanto, o recorte na lateral não poderia ser uma mordida”. Dessa maneira, comenta a reportagem, a marca italiana não estaria infringindo a propriedade comercial da empresa norte-americana.

2. A história da disputa da Legião Urbana

A banda Legião Urbana não registrou a sua marca no início da carreira. Depois de lançar o álbum “Dois”, outra pessoa solicitou o registro do nome no INPI procurando, caso tivesse êxito, cobrar o direito de uso do nome Legião Urbana da banda.

Naquela ocasião, a banda recorreu desse registro alegando a popularidade e o renome que o grupo tinha conquistado. Em 1987, segundo o artigo de Luciano Andrade Pinheiro, publicado no site Migalhas, a marca Legião Urbana foi depositada em nome da Legião Urbana Produções Artísticas Ltda., que, inicialmente, tinha como sócios os quatro integrantes originais da banda – Renato Russo, Marcelo Bonfá, Dado Villa-Lobos e Renato Rocha.

Mas as disputas envolvendo a marca não terminaram quando a Legião Urbana Produções Artísticas Ltda. ganhou a causa. Segundo Pinheiro, com o passar do tempo, apenas Renato Russo “permaneceu no quadro societário” como titular da marca. Com a morte de Renato Russo, em 1996, a empresa Legião Urbana Produções Artística Ltda. passou para a administração da família dele.

Então começou uma nova batalha jurídica envolvendo a marca Legião Urbana, já que Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos passaram a relatar dificuldades “no exercício de suas atividades profissionais e uma série de empecilhos para a utilização do nome” Legião Urbana. Em julho de 2013, segundo esta notícia do jornal O Globo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá conseguiram o direito de usar a marca Legião Urbana.

3. Johnnie Walker versus João Andante

Outro exemplo de batalha judicial envolvendo o registro e a gestão de marcas é o caso aberto em 2011 pela empresa dona da marca Johnnie Walker contra uma empresa mineira de aguardente, a João Andante.

O objetivo do processo era solicitar a revisão da marca concedida em 2010 para a João Andante alegando plágio baseado na tradução da palavra “walker”, que significa andante ou andador.

Sendo assim, “João Andante” seria uma tradução literal da marca estrangeira, alegou a empresa Johnnie Walker. Além disso, a companhia ainda questionava o rótulo da marca brasileira, que trazia a mesma característica do logo da empresa norte-americana, ou seja, um homem andando.

Depois do processo aberto pela empresa Johnnie Walker, o INPI suspendeu o registro da marca João Andante e a empresa brasileira decidiu alterar seu nome para “O Andante”, além de mudar a ilustração original do rótulo da bebida.

Gestão de marcas: como a tecnologia pode ajudar e evitar problemas judiciais

Diante dos casos que comentamos – e existem vários outros famosos envolvendo a gestão de marcas –, podemos concluir que esses processos envolvem uma grande complexidade. Para evitar problemas, o melhor caminho é utilizar meios que facilitem o acompanhamento das marcas com as quais o seu escritório trabalha. Nesse sentido, a tecnologia pode e deve ser utilizada como atenuante dos principais gargalos da gestão de marcas, otimizando e dando segurança para todo esse processo.

Para acompanhar constantemente as publicações envolvendo marcas na RPI em busca de encontrar pedidos de marcas colidentes com aquelas que você gerencia, é fundamental contar com o recurso da automatização. Usar softwares especializados como o Siga Sua Marca é um recurso importante para não deixar passar nada.

Esses sistemas especializados no registro de marcas são muito funcionais porque, ao escolher quais marcas o seu escritório deseja monitorar, você passa a receber por SMS ou e-mail notificações sobre as publicações ou quaisquer registros que envolvam essas marcas.

Essa pesquisa e monitoramento também é fundamental antes mesmo de o seu escritório iniciar um processo de registro de marcas. Verificar se a marca desejada já não está em processo de registro ou se ela já foi registrada economiza muito o tempo do advogado e do cliente.

O que você achou sobre os cases apresentados? Encontre outras leituras sobre gestão de marcas em nosso blog.

 

Os avanços tecnológicos têm transformado a rotina dos profissionais dos mais diversos segmentos. E, como se pode imaginar, no meio jurídico não é diferente. Atualmente, já existem soluções que permitem automatizar e executar tarefas, que antes levariam semanas, em poucas horas. É a chamada advocacia 3.0.

Todas essas tecnologias trouxeram não apenas resultados mais rápidos, como também uma redução nos custos operacionais e uma mudança completa no fluxo de trabalho. Mas como chegamos a tal evolução digital?

Pois bem, a advocacia é uma área bastante tradicional. Logo no seu início, a prática era bastante manual e, justamente por isso, demandava tempo e custava caro. Já imaginou controlar processos e redigir peças jurídicas de maneira completamente artesanal, sem ajuda de tecnologia alguma? Essa fase de centralização de demandas no advogado é conhecida como a advocacia 1.0.

Com o passar do tempo, foram introduzidas algumas facilidades no dia a dia dos advogados. Editores de textos, planilhas e modelos de peças foram algumas das ferramentas que permitiram uma maior produtividade e também deixaram a advocacia mais acessível à população. É o modelo de advocacia 2.0.

Por fim, a advocacia 3.0 propiciou a alta performance aos escritórios. Nela, há a fragmentação do trabalho jurídico e também a prospecção de clientes por meio do marketing jurídico, o qual utiliza estratégias de inbound marketing para atrair e aumentar a carteira de clientes. Foi aqui também que surgiram e popularizaram-se os softwares jurídicos, responsáveis por uma gestão mais eficiente.

Mas como atualizar processos internos e ter um escritório de advocacia 3.0? É exatamente isso que vamos ver agora. Confira!

Advocacia 3.0: como inserir seu escritório nessa realidade?

Modelo de gestão

Uma das mudanças mais impactantes na realidade dos escritórios de advocacia 3.0 é o modelo de gestão adotado. Antigamente, todas as atividades estavam sob responsabilidade do advogado. Agora não mais. As demandas são distribuídas entre a equipe e todos têm suas atribuições, de acordo com suas habilidades. Além disso, também há uma diluição da hierarquia e um aumento do colaborativismo.

Para ajudar nessa nova gestão, surgem os softwares jurídicos que auxiliam na integração desse modelo de gestão mais “descentralizado”. Com eles, algumas rotinas operacionais são automatizadas, permitindo que a equipe concentre esforços em atividades que tragam mais valor ao escritório.

Mais especialização e mais produtividade

Esse modelo de gestão reconhece talentos individuais e permite que os profissionais trabalhem nas atividades que melhor executam.

Ou seja, por mais que profissionais da mesma área possuam características em comum, nem todos realizam as mesmas demandas com a mesma qualidade. Enquanto alguns têm um perfil mais técnico e direto, outros preferem debater e criar teses. Há ainda aqueles ótimos no atendimento e que são capazes de encantar clientes e fechar qualquer negócio.

Percebeu como as habilidades podem variar? Pois na advocacia 3.0 não tem problema! Em um sistema de gestão descentralizado, cada colaborador pode atuar dentro da especialidade dele. É a ideia de que todos têm diferentes demandas em busca de um objetivo comum: o sucesso do escritório de advocacia.

Prospecção de clientes por meio do Marketing Jurídico

Outra estratégia que vai colocar de vez o seu escritório na advocacia 3.0 é o Marketing Jurídico. Por meio dele, você pode criar conteúdos relevantes, tornar-se autoridade na sua área de atuação e ainda prospectar clientes.

Muitos escritórios já estão utilizando o Marketing Jurídico para se estabelecer no mercado e destacar-se da concorrência. E adivinha? Eles estão obtendo ótimos resultados!

Agora você já sabe! Para acompanhar as principais tendências e ficar por dentro da advocacia 3.0, você precisa buscar sempre atualizar processos e também o modelo de gestão no seu escritório. Aquela administração centralizada e hierárquica está com os dias contados. E você não vai querer ficar para trás, vai?

 

Diante de um cotidiano corrido, um escritório de advocacia precisa manter suas rotinas e processos jurídicos sempre em ordem. Do contrário, a equipe de trabalho começará a perder prazos e atrasar entregas. E essas são, sem dúvida alguma, as piores imagens que uma empresa pode passar aos clientes: falta de organização e má gestão.

Por isso, um escritório de advocacia organizado, com rotinas e processos definidos, tarefas delegadas de forma clara e com documentos acessíveis a todos, é essencial para conquistar e, mais importante, manter clientes. Neste artigo vamos dar algumas dicas para organizar as rotinas e os processos jurídicos do seu escritório. Confira!

Agenda compartilhada

O primeiro passo para melhorar a organização do seu escritório de advocacia é trazendo transparência aos processos. E para isso, nada melhor do que criar uma agenda compartilhada com toda a equipe.

Opte por versões online, em que você pode editar e notificar toda a equipe em caso de mudanças ou imprevistos. Dessa maneira, todos terão acesso aos compromissos e obrigações do escritório. Caso algo não saia conforme o planejado, é possível entrar em contato com o cliente e contornar a situação.

A agenda compartilhada também evita inconvenientes, como quando um cliente liga e você não sabe em que estágio está um de seus processos jurídicos. Já foi protocolado? Teve alguma movimentação na última semana?

Você precisa responder a essas perguntas ou, do contrário, causará a impressão de que ninguém sabe o que está acontecendo na empresa.

Softwares jurídicos são ótimas soluções para esse problema. Eles permitem a visualização de agendas diárias, semanais ou até mesmo mensais. Além disso, enviam notificação de prazos, tarefas que serão executadas, audiências e outros compromissos relacionados aos seus processos jurídicos.

Estabeleça prioridades e delegue tarefas

Existem alguns momentos em que tudo parece que é prioridade, não é? E que, consequentemente, você não conseguirá entregar todas as demandas em tempo.

Pois bem, mesmo nessas circunstâncias caóticas, acredite: algumas prioridades são maiores do que as outras. E é nessas tarefas que você precisa concentrar-se.

Anote todos os compromissos e atividades que você deve concluir naquela semana e estabeleça prioridades para cada item. Dessa forma, você começa pelas demandas mais urgentes e, caso não consiga terminar tudo, as tarefas inadiáveis terão sido finalizadas e o restante ficará para o outro dia.

De nada adianta entrar em pânico por causa da quantidade de entregas que você precisa fazer. Isso só vai prejudicar a sua produtividade, está bem?

Ah, se você tiver a agenda organizada e compartilhada conforme mencionamos acima, fazer esse controle de prioridades torna-se muito mais fácil. E você ainda pode delegar tarefas quando elas realmente forem urgentes e você não conseguir dar conta.

Organize documentos e processos internos

Nada é capaz de prejudicar mais as rotinas do que uma empresa com informações desencontradas e sem processos internos bem definidos.

Digamos que você precise fazer determinada atividade. Para isso, precisa analisar documentos que foram arquivados por alguém em algum lugar que você também não faz ideia de onde. Complicado, não?

Você provavelmente vai precisar interromper o trabalho de vários profissionais para perguntar se eles sabem onde estão localizados aqueles documentos. E, após horas de procura, você até encontra tudo que precisava, mas já perdeu metade da tarde nessa função.

Por outro lado, se o seu escritório de advocacia possuísse procedimentos padronizados de arquivamento, essa atividade poderia ser concluída muito mais rapidamente. Bastaria procurar nas pastas predeterminadas e pronto!

Percebeu por que razão a organização de documentos e a definição de processos são tão importantes para a produtividade de toda a equipe? Invista nisso!

Defina responsabilidades e competências

Em qualquer empresa, é comum encontrar demandas que exigem a participação de mais de um profissional. Algo, por exemplo, que envolva assuntos administrativos e jurídicos ao mesmo tempo. Se você não possui um procedimento padrão para adotar ou sua equipe não tem responsabilidades bem estabelecidas, essas atividades podem ficar bem mais complexas. Afinal, quem é responsável pelo quê?

Diante desse cenário, procure definir competências para todos os membros da sua equipe. Assim, todos saberão quem procurar quando precisar de ajuda em alguma demanda.

Essas foram algumas dicas para tornar a gestão do seu escritório mais organizada e com processos internos mais bem definidos.

Se você está procurando soluções para otimizar a gestão do seu escritório de advocacia, entre em contato conosco ou solicite uma demonstração de nosso software jurídico! Quem sabe não somos exatamente o que você procura?