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Devo ou não ter um sócio para auxiliar na gestão do escritório de advocacia? Esta questão é recorrente no mundo dos negócios, sejam eles novos e até em empresas já sólidas, mas que ainda enfrentam algum tipo de dificuldade. Se você está na dúvida de ter ou não um sócio para a gestão do escritório de advocacia, elencamos alguns cuidados que você deve ter ao escolher seu sócio! Confira:

1- ENTENDER DO NEGÓCIO

Isso não significa entender de advocacia, mas sim de negócios, de processos, de gerenciamento, ainda mais se a sua dificuldade for em gestão no escritório de advocacia. 

2- OBJETIVOS EM COMUM

Tenha um sócio que compartilhe dos mesmos objetivos que você, assim o trabalho acontece com sinergia e há grandes possibilidades de prosperar! Ele também deve complementar a empresa com boas estratégias, pensar de forma similar e ter tanto interesse na empresa quanto você! Isso também não significa que ele deva ter as mesmas habilidades que você, aliás, um sócio complementa! 

3- SÓCIO NÃO É BANCO E NEM SALVA-VIDAS

Pensamentos como “ele tem bala na agulha”, “ele vai salvar essa empresa”, “quem decide tudo é ele” não devem prevalecer na escolha de um sócio. O sócio vem para somar, isso não significa salvar, tomar decisões por você e ser a única fonte de capital da sua empresa! Atenção! Para isso existe banco e consultoria. Você deve conhecer a sua empresa de cabo a rabo e desenvolver aptidões para tomadas de decisão. 

4- AMIGOS, AMIGOS… NEGÓCIOS À PARTE

Seu sócio não precisa ser, necessariamente, um amigo ou um parente. Do que adianta você confiar nele como pessoal, mas profissionalmente não agregar ao negócio? Embase suas decisões com valores que vão elevar o seu negócio.

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