Avaliar os modelos de gestão aplicáveis para escritórios de advocacia é uma etapa fundamental para o negócio. Esse conjunto de estratégias de gestão tem como objetivo a coordenação da equipe na execução das atividades para potencializar os resultados. Um desses conjuntos é o modelo de gestão horizontal na advocacia.

Do conceito de modelos de gestão, já podemos compreender sua importância: atingir o melhor desempenho. Neste post, falamos mais sobre a gestão horizontal e como ela faz a diferença no escritório.

O que é modelo de gestão horizontal?

O modelo de gestão horizontal é aquele que valoriza a colaboração e a multidisciplinaridade. Sua estrutura não é hierárquica, como na gestão vertical, e inexiste um superior que dita a atuação dos profissionais. Assim, há maior autonomia dos profissionais e poder de decisão. São características da gestão horizontal:

  • Maior tendência e facilidade na utilização de tecnologias;
  • Atribuição de maior responsabilidade aos profissionais;
  • Estímulo ao intraempreendedorismo;
  • Tomada de decisões colaborativas.

Essas características fazem com que esse modelo de gestão seja comum em startups. Quer exemplos de empresas com gestão horizontal? Tesla, Google e Netflix.

A gestão vertical e horizontal são bem diferentes. A gestão vertical demanda centralização no comando e no controle das atividades. A hierarquia e a abordagem top-down fazem com que uma decisão unilateral reflita em todas as camadas hierárquicas seguintes. 

Por isso, é comum vermos mais burocracia, dificuldades em implementar novas tecnologias, comunicação ineficiente e lentidão nas decisões. Alguma semelhança com a gestão de escritório de advocacia mais comum?

Gestão horizontal na advocacia

As empresas com gestão horizontal ao redor do mundo trabalham com inovação frequentemente. Por isso, a gestão horizontal na advocacia pode ser um desafio. Tradicionalmente, o Direito é um campo conservador e hierárquico. No entanto, a adoção de algumas práticas pode levar a um modelo de gestão de escritório de advocacia que envolve mais os colaboradores. E como é esse modelo de gestão no Direito? Ele fomenta a autogestão e o engajamento com os processos, incentivando o trabalho colaborativo e a multidisciplinaridade das equipes.

Ao adotar a gestão horizontal na advocacia, o gestor poderá usufruir de muitos benefícios, como:

  • Motivação da equipe: a gestão horizontal na advocacia parte do pressuposto que todos têm uma opinião relevante. Isso integra os profissionais com o negócio, pois eles se sentem parte efetiva dos resultados. Além disso, existe autonomia na atuação. A consequência é a maior motivação da equipe. 
  • Ambiente de colaboração: um modelo horizontal de gestão elimina o fator competitivo entre as pessoas, porque não há hierarquia. As equipes se esforçam para atingir mais eficiência e melhores resultados, o que cria um ambiente mais colaborativo e saudável.
  • Tendência à inovação: pessoas com autonomia e opiniões relevantes tendem a ser mais ousados em suas ações. Isso favorece o espírito da inovação e o encontro de novas soluções para antigos problemas.
  • Agilidade na comunicação: relações horizontais permitem a comunicação direta entre profissionais. A quebra na burocracia agiliza a atividade, tornando os profissionais mais motivados. 

Como fazer a gestão horizontal na advocacia?

Para adotar a gestão horizontal na advocacia, o gestor deve pensar em técnicas que promovam a autonomia e a colaboração. Veja algumas boas práticas:

  • Direcionar a gestão para o foco em pessoas, não em processos, o que garante que o escritório seja estimulante, criativo e colaborativo;
  • Ter processos claros, organizados e definidos, o que é mais fácil com o uso de um sistema para advogados;
  • Ter um líder participativo e aberto. Para colocar em prática a gestão horizontal na advocacia no dia a dia, o uso de metodologia ágil é bem interessante. 

Metodologia ágil

Metodologia ágil é uma estratégia de gestão focada no engajamento das equipes do escritório e na descentralização da tomada de decisões. Ela se baseia no planejamento contínuo, de curta duração. Para tanto, adota 3 práticas principais:

  • Reuniões diárias (daily scrum meeting), que duram 15 minutos e servem para que os integrantes saibam o trabalho que cada equipe fez no dia anterior e fará nas próximas horas;
  • Reuniões semanais de planejamento, para que todos saibam sobre o andamento dos projetos, os prazos e as atividades de cada um. 
  • Definição de OKRs: fundamental para avaliar e acompanhar se as metas estão sendo cumpridas. A gestão horizontal na advocacia é um modelo moderno com estratégias que fomentam a colaboração e a autonomia. Os benefícios que ele traz são inúmeros, desde que sejam adotadas as boas práticas que citamos. Com o uso de tecnologia, a implementação desse modelo é mais fácil.

Comece fazendo a transição do escritório tradicional para o digital. Veja como!


O certificado digital é uma tecnologia existente há muitos anos no Brasil. Na advocacia, os profissionais o utilizam para trabalhar com o PJE, assinando petições, procurações, pareceres e contratos. Um escritório digital precisa o tempo todo do certificado. Mas você sabe quais são os diferentes tipos de certificado digital?

O que é certificado digital?

Certificado digital é uma espécie de identificação pessoal digital, aplicável para pessoas físicas e jurídicas. Por meio da criptografia de dados, a tecnologia garante integridade, autenticidade, confidencialidade e não repúdio às informações eletrônicas. Assim, permite assinar documentos digitalmente com validade jurídica.

No Brasil, foi normatizado com a Medida Provisória nº 2.200-02/2001. A emissão de um certificado digital deve ser feita por uma Autoridade Certificadora conforme as regras estabelecidas pela ICP-Brasil.

Quais as vantagens do certificado digital?

A finalidade do certificado digital é assinar documentos e acessar sistemas eletrônicos restritos, como o dos órgãos públicos. Como apontamos, ele comprova a identidade do usuário e confere validade jurídica à assinatura e ao acesso. É, portanto, uma ferramenta indispensável e segura para a digitalização de processos.

E quais as vantagens dos diferentes tipos de certificado digital? Apontamos algumas abaixo:

  • Comodidade, já que o usuário assina de qualquer lugar e a qualquer momento;
  • Segurança, pois utiliza chaves criptográficas para confirmar identidade;
  • Economia de insumos ao abandonar a impressão de documentos;
  • Agilidade, pois permite alterar informações rapidamente.

Quais os tipos de certificado digital?

Existem alguns tipos de certificado digital no Brasil, apesar de termos alguns mais populares, como o A1 e o A3. Você conhece os tipos de certificado digital a1? E os tipos de certificado digital a3?Confira quais são!

Tipo A (certificado de assinatura digital)

Os tipos de certificado digital da categoria A são os mais famosos. Seu principal objetivo é identificar o assinante, por isso é indicado para profissionais liberais e organizações com grande volume de validação de documentos.Os certificados do tipo A são tão importantes que temos o e-CPF e o e-CNPJ, versões digitais do CPF e do CNPJ. Eles utilizam a mesma tecnologia do certificado A, podendo ser emitidos com o tipo A1 ou A3. O objetivo dos tipos de certificados digitais a1 e a3 é o mesmo: garantir a autenticidade e a integridade de transações no meio eletrônico. A emissão de documentos fiscais eletrônicos, como NF-e e CT-e, e a realização de escriturações fiscais, como eSocial e EFD-Reinf, dependem desses certificados.Conheça os tipos de certificados digitais a1 e a3:

  • A1: arquivo digital (não existe fisicamente), de extensão .PFX ou .P12, instalado e armazenado em dispositivos. Tem prazo de validade de 1 ano a partir da data de emissão.
  • A3: emitido e armazenado em um objeto físico, como token (semelhante a um pendrive) ou smartcard (cartão plástico com chip). Tem validade entre 1 ano e 3 anos a partir da data de emissão.

Tipo S (certificado de sigilo/confidencialidade)

O certificado S é voltado para trazer sigilo para uma transação. Seu uso permite a criptografia de dados de um documento, que, a partir de então, só permite o acesso por meio de um certificado autorizado. Ou seja, é importante para evitar o vazamento de informações.

Tipo T (certificado de tempo)

O certificado T é o carimbo de tempo, pois atesta o momento em que um documento digital foi emitido. É importante em uma ação judicial, por exemplo, porque evita a adulteração de dados que poderia beneficiar uma das partes. Ele pode ser utilizado junto com outros tipos de certificado digital.

Qual certificado digital devo usar? 

Não existe um certificado digital melhor do que outro. O importante é o profissional entender quais são suas reais necessidades. Cada modelo pode ser o mais adequado conforme o objetivo do uso. Há, inclusive, empresas que trabalham com certificados voltados a profissões específicas, como a advocacia.

Antes de escolher, confira a compatibilidade do certificado digital com o sistema operacional e o tipo do seu dispositivo.  Conhecer os tipos de certificado digital é importante para escolher a ferramenta certa para seu escritório digital. Os tipos de certificados digitais a1 e a3 são famosos, mas o certificado tipo T é importante na advocacia. Junto com o certificado, o uso de outras tecnologias, como o software jurídico, também é importante para transformar um escritório tradicional em digital. Veja como!


Já pensou em fazer uma planilha de controle de prazos processuais? Ou prefere um software para controle de prazos judiciais? Seja qual for a ferramenta utilizada, qualquer escritório tem essa tarefa burocrática em sua rotina.

De fato, escritórios muito pequenos e advogados autônomos podem utilizar planilha Excel para controle de prazos judiciais. Mas basta crescer um pouco para nascer a necessidade de otimizar essa atividade.

Pensando em todos os tamanhos de escritórios, apontamos 5 ferramentas além da planilha para controle de prazos de entrega. Conheça!

O que é o controle de prazos processuais

Controle de prazos processuais é uma atividade pela qual o advogado tem conhecimento dos prazos dos diferentes processos sob sua responsabilidade. Nesta tarefa, o profissional também acompanha o andamento de cada demanda referente à determinada ação. 

Ou seja, o controle de prazos judiciais é uma das principais atividades na advocacia. É um ótimo indicador de qualidade dos serviços prestados, porque evita a perda de prazos. Basta um prazo perdido para que haja mais gastos no processo e comprometimento da reputação do profissional.

Além disso, o controle de prazos processuais é fundamental para uma gestão organizada no escritório. Afinal, são centenas de processos e informações que podem se perder facilmente.

Ferramentas para fazer o controle de prazos processuais

Diante da importância do controle de prazos processuais, é preciso encontrar formas de otimizar essa tarefa. Dessa maneira, a rotina do escritório de advocacia ou departamento jurídico também será mais organizada.

E como fazer o controle de prazos judiciais? Existe software de controle de prazos judiciais? Sim, mas não é a única ferramenta. Veja quais são elas!

#1 – Trello

Quer usar o método Kanban para advogados? O Trello é uma ótima opção. Com a ferramenta, o gestor pode organizar um grande quadro com cartões. Em cada cartão, atribui-se um responsável, um prazo e uma tarefa.

Para fazer o acompanhamento de prazos processuais, pode-se colocar várias colunas com as seguintes etapas: Protocolo; Conciliação; Instrução; Sentença; Recurso; Execução e/ou Cumprimento de Sentença. Uma ferramenta muito semelhante é o Asana.

#2 – Google Agenda

Mais do que uma ferramenta de controle de prazos processuais, o Google Agenda controla sua rotina inteira. Seja no celular ou no navegador, você pode marcar tarefas e eventos, além de adicionar lembretes com alertas.A facilidade é sua integração com outros aplicativos da Google e com os smartphones sem a necessidade de baixar o aplicativo.

#3 – Evernote

O Evernote é um aplicativo que funciona como bloco de notas digital. Ele permite a inserção de listas, textos, tabelas, imagens, links e muito mais. Você pode, por exemplo, ter uma lista de processos de pessoas físicas e outra lista de processos em recurso.

#4 – Legal Cloud

Um aplicativo pouco conhecido, mas muito eficiente no controle de prazos processuais é o Legal Cloud. Tem versão web e app para iOS e Android. Sua função é calcular prazos conforme o tipo de processo.

Ou seja, é possível fazer o acompanhamento de prazos processuais com base no Novo CPC, no CPP, na CLT etc. Sua contagem é precisa, mas limitada a 6 cálculos de prazos por semana na versão gratuita.

#5 – Software jurídico

A melhor opção de ferramenta para advogados é um software. O controle de prazos judiciais feito dentro de uma solução específica para advocacia é mais eficiente. Como exemplo, citamos o Lawyer Eleven, que possui uma funcionalidade de agenda fácil. O que ela faz? Veja alguns benefícios:

  • Gestão mais eficaz e precisa de processos jurídicos do escritório;
  • Eliminação do conflito de horários (integração de agendas);
  • Tarifação automática (integração com o setor financeiro);
  • Visão geral de cada cliente/processo;
  • Alertas compartilháveis de tarefas;
  • Integração com agendas Google, Outlook e IOS;
  • Delegação de funções.

No sistema Lawyer Eleven, além dos compromissos, os prazos e as tarefas também são vinculadas automaticamente na agenda e podem ser identificados de maneira muito rápida e visual por meio de ícones específicos para cada situação. O sistema ainda permite a criação de tags coloridas para identificar diferentes categorias na agenda e visualização em lista, proporcionando uma leitura mais ágil e eficiente.

O controle de prazos processuais pode ser algo mais fácil com o uso dessas ferramentas. Adotar boas práticas também é importante. Uma delas é a adoção da tecnologia para automatizar a gestão de processos, como falamos principalmente no uso de software jurídico. Como consequência, é possível ter maior organização, simplificar atividades repetitivas e ter mais produtividade. 

Outra boa prática é controlar o que acontece no escritório, conhecendo atribuições, responsabilidades e prazos. Neste ponto, é importante saber como gerir os processos.

Veja como mapear o escritório e fazer uma boa gestão dos processos jurídicos!

Ficar por dentro das tendências jurídicas para 2022 é uma boa maneira de começar um novo ano. A advocacia, bem como outros segmentos econômicos, terá o desafio de driblar os impactos da “pós pandemia”. Muitas mudanças que aconteceram neste período vieram para ficar.

Confira a seguir as tendências jurídicas para 2022.

5 tendências jurídicas para 2022

O que o advogado de 2021 deve conhecer sobre as áreas promissoras do Direito 2022? As tendências jurídicas de 2021 permanecerão? Analisar as tendências jurídicas para 2022 passa por entender essas questões.

Afinal, alguns dos advogados mais procurados nos últimos anos foram aqueles relacionados às reformas legislativas. Direito Trabalhista e Previdenciário são bons exemplos. Ao mesmo tempo, vimos crescer a importância do compliance e a inovação. Essas demandas ajudam a ditar tendências jurídicas para 2022.

Por isso, apontamos 5 dessas tendências!

Cibersegurança

A segurança da informação passou a ser um dos focos principais de todas as empresas ao redor do mundo. A advocacia não escapa dessa realidade, motivo pelo qual a cibersegurança é uma das tendências jurídicas para 2022.

Você sabia que o Brasil é um dos principais alvos de ataques cibernéticos? Recentemente, vimos ataques de hackers ao STJ e às plataformas do Ministério da Saúde. Isso impacta diretamente na atuação jurídica.

A partir dessa realidade e da instituição da LGPD, a cibersegurança passou a ser o centro das atenções. O advogado 2022 deve ficar atento às ações de proteção de dados e informações. Em outras palavras, deve avançar neste quesito, criando protocolos de proteção digital mais rigorosos para mitigar tentativas de violação de dados jurídicos.

Vale pontuar que o escritório digital, outra tendência jurídica sobre a qual falaremos adiante, favorece as ações de cibersegurança. Os documentos são digitalizados, centralizados em uma única ferramenta, e armazenados em nuvem. Além de ser mais seguro por contar com criptografia e senhas específicas, traz maior produtividade.

Inteligência artificial

O advogado 2021 já vem lidando com a inteligência artificial no mercado jurídico. Ainda que seja recente no Brasil, essa tecnologia, que era uma das tendências jurídicas em 2021, também estará em alta em 2022. Isso ocorre porque ela é a base para diversas soluções que resolvem inúmeros problemas na advocacia.

Chatbots, machine learning, jurimetria e outras inovações derivam do uso da IA. Elas contribuem para diversas atividades jurídicas, que envolvem desde a elaboração de programas de gestão e análise de dados, até pesquisas avançadas de jurisprudência e agendamentos automatizados.

Em suma, é uma tecnologia voltada para a melhoria da produtividade e da eficiência na advocacia. Isso porque ela contribui para o cumprimento de prazos, para gestão profissional do negócio e muito mais.

Não à toa, está presente nos melhores softwares jurídicos.

Legal Analytics, KPIs e relatórios

Emitir relatórios gerenciais, analisar dados jurídicos, criar metas palpáveis, fazer o negócio crescer. Essa é uma das tendências jurídicas para 2022 que envolve, além dos KPIs (Key Performance Indicator, ou Indicadores-Chave de Desempenho), o Legal Analytics (LA).

LA é uma tecnologia de análise jurídica baseada em inteligência artificial fundamental para elaborar estratégias processuais mais efetivas. A partir da análise da base de dados do escritório, percebe-se padrões em litígios anteriores. Em outras palavras, identificam-se tendências que contribuem para ações mais assertivas em uma ação judicial. Lembrou-se da jurimetria? Sim, tem bastante relação.

Mas o Legal Analytics também se relaciona à gestão quantitativa dos dados (data driven), que contribui para definir estratégias relevantes para os negócios. Junto com a análise de KPIs e os relatórios, são grandes aliados da gestão.

Os KPIs (indicadores-chave de desempenho) são indicadores de produtividade. De forma simplificada, demonstram a eficácia com que uma empresa alcança os seus principais objetivos estratégicos.

Com esse método de medição, os gestores jurídicos podem mensurar a eficácia produtiva de seus processos e da equipe. Com essa análise, podem gerenciar e aperfeiçoar o desempenho do negócio de maneira assertiva.

Os relatórios cumprem esta mesma função, pois trazem dados consolidados sobre determinadas áreas. Com os relatórios gerenciais, é possível ter visibilidade sobre informações importantes, como gestão financeira, atendimentos, processos judiciais etc.

Com isso, o gestor consegue tomar decisões estratégicas de forma fundamentada, contribuindo para o crescimento do negócio.

Escritório digital

A advocacia remota era realidade em poucos negócios antes da pandemia. O período de isolamento forçou o nascimento de escritórios digitais e eles se tornaram uma das tendências jurídicas para 2022.

Escritório digital é o que funciona de forma 100% online, desde o atendimento ao cliente à execução dos processos jurídicos internos. Neste contexto de transição, o software jurídico se destacou como uma ferramenta imprescindível.

Suas funcionalidades permitem a atuação integrada dos profissionais mesmo à distância. Elas abordam tarefas operacionais e administrativas, como delegação de tarefas, gestão de pessoas, compartilhamento de agenda e controle de prazos. Por ser completo, consegue organizar a rotina de forma remota.

O ideal é que o software seja baseado em nuvem, vale destacar. Ele pode ser acessado de qualquer lugar, tem maior capacidade de armazenamento e processamento.

Com as ferramentas corretas, o escritório digital é uma das tendências jurídicas para 2022 e para os próximos anos. Hoje, os profissionais conseguem atuar de home office, em coworkings e de onde estiverem, graças aos softwares jurídicos. Essa mobilidade é bastante positiva, porque proporciona uma melhor gestão do tempo e mais qualidade de vida.

Gestão automatizada com software jurídico

A gestão automatizada com software jurídico continua sendo uma das principais tendências jurídicas para 2022. Esse sistema é a base do escritório digital e da atuação remota. Ele facilita toda a administração do escritório ao atuar em diversas pontas do negócio.

Controle de andamento processual, gestão financeira, relacionamento com o cliente, gestão de tempo. Tudo isso está inserido em um software jurídico completo, como é o caso do Lawyer Eleven. O sistema para advogados da Alkasoft tem:

  • Funcionalidades essenciais para a gestão jurídica, como módulo financeiro e DRE (Demonstrativo de Resultados), relatórios e pasta processual.
  • Funcionalidades que auxiliam o controle de produtividade, como método Kanban e controle de tempo e prazos de maneira automática.
  • Interface responsiva que permite acesso do computador, tablet ou celular.
  • Backup em nuvem para manter suas informações seguras.
  • Dashboard com design moderno e intuitivo.

As tendências jurídicas para 2022 são indicativas de como o advogado deve atuar no próximo ano. Elas guardam, sim, relação com as áreas promissoras do Direito 2022, mas o foco não deve ser só esse. É importante pensar em cibersegurança, IA, Legal Analytics, KPIs e softwares jurídicos como formas de otimizar a gestão do negócio.

Com o crescimento do escritório, o advogado consegue se preparar melhor para os futuros cenários da advocacia. E como fazê-lo crescer de maneira organizada? Com um software jurídico, que apresenta recursos condizentes com as tendências jurídicas para 2022.

Que tal conhecer o Lawyer Eleven, o software jurídico desenvolvido pela Alkasoft para otimizar a rotina do advogado?

Um dos aspectos da gestão contábil em escritórios de advocacia (ou sociedade unipessoal) é a segregação de receita para advogados. Você sabe a importância de diferenciar os honorários e a receita na gestão estratégica das finanças do escritório?

Basicamente, essa diferenciação é fundamental para evitar maior tributação e problemas com a escrituração (o que pode acarretar multas). Pensando nisso, apontamos a seguir como fazer a segregação de receita para advogados. Confira!

Por que segregar receitas e honorários advocatícios?

Em uma sociedade de advogados, existem receitas da atividade e honorários advocatícios. Sabe os depósitos judiciais que são transferidos aos clientes após a compensação dos honorários de sucumbência? É esse tipo de entrada de recurso que merece atenção.

Se houver confusão entre as receitas e os honorários, o escritório de advocacia corre o risco de pagar mais tributos do que o devido. Mesmo com um planejamento tributário adequado.

Por isso, é fundamental pensar na segregação de receita para advogados. É um passo importante para lançar corretamente as escriturações financeiras, garantindo assim os pagamentos nos valores certos e evitando autuações por órgãos de fiscalização.

O que acontece se a segregação não for bem feita?

A contabilidade aplicada à advocacia dá especial atenção à segregação de receita para advogados. Existem receitas de honorários e valores creditados a clientes, e qualquer erro pode gerar multas, custos elevados e transtorno ao profissional envolvido.

No aspecto contábil, quando as movimentações não são escrituradas corretamente, acabam por desorganizar a escrituração total. Isso gera resultados errados, o que, por sua vez, pode fazer com que o negócio jurídico seja autuado pelos órgãos de fiscalização.

Pode parecer simples cumprir essa exigência, mas há um ponto crítico relevante: a contabilidade jurídica compreende mais do que os valores cobrados pelo advogado e as movimentações decorrentes da ação judicial. Há, ainda, custos fixos e variáveis, tributos e montantes liberados de ações antigas.

Se tudo não for corretamente classificado, lançado e analisado nas demonstrações contábeis, as chances de erros – e multas – aumentam.

Qual a importância da segregação de receita na gestão contábil da advocacia?

As consequências de não realizar a segregação de receita para advogados são graves, como acabamos de pontuar. Mas qual a importância de diferenciar os honorários? Essa é uma prática essencial na gestão contábil da advocacia.

Em primeiro lugar, isso traz maior organização da atividade financeira. A base da gestão contábil é o controle financeiro. Ele é feito a partir do registro de custos (passivos) e rendimentos (ativos) de forma detalhada.

Isso significa que é esse controle que apontará os custos fixos e variáveis (aluguel, água, energia elétrica, internet, serviços, equipamentos, tributos etc.), bem como as receitas (honorários advocatícios, atendimentos e outros serviços). Ou seja, com a segregação de receita e a diferenciação de honorários, o controle financeiro será mais preciso.

Decorrente disso, podemos apontar a menor incidência de tributos na atividade. O profissional responsável pelo planejamento tributário conseguirá enxergar o melhor enquadramento para o negócio. Além disso, poderá planejar ações com a finalidade de pagar menos tributos.

Como resultado de todas essas práticas, o escritório estará em conformidade com a legislação fiscal, evitando multas e autuações.

Como fazer a segregação de receita para advogados?

Diante da importância da segregação de receita para advogados, como realizar corretamente essa diferenciação?

O cerne da questão está no registro de toda e qualquer movimentação financeira relacionada ao escritório. A importância de uma boa gestão de fluxo de caixa fica ainda mais evidente neste contexto. É o passo mais relevante para conseguir entender o que é receita e o que são honorários.

Outra forma de realizar a segregação é separar as finanças pessoais e profissionais. Isso evita cair em armadilhas devido a pequenas despesas que são misturadas com as contas profissionais. Apesar de parecer irrelevante, isso gera grandes problemas na hora de contabilizar o total. Em outras palavras, a segregação de receita depende de duas práticas simples:

  • Registrar toda e qualquer movimentação financeira do escritório;
  • Separar despesas pessoais e profissionais.

A segregação de receita para advogados é uma etapa importante da gestão contábil no escritório. Para realizá-la com precisão, o uso de um sistema jurídico é recomendado. Além de organizar todas as informações, ele registra sem erro as entradas e saídas do escritório. Esse é só mais um motivo para transformar seu negócio jurídico em um negócio digital! Saiba como transformar um escritório tradicional em digital!

Os honorários de sucumbência são aqueles pagos ao advogado da parte vencedora. A responsabilidade pelo pagamento é da parte vencida no processo judicial. É uma imposição da lei, fixada pelo juiz da causa em determinadas situações.

Eles são bem diferentes dos honorários contratuais, que são fixados em contrato após acordo entre advogado e cliente na atuação contenciosa ou consultiva. Mesmo em contratos de risco (honorários fixados como porcentagem em caso de ganho), os honorários sucumbenciais aparecem.

Quer saber mais sobre os honorários de sucumbência no novo CPC? Acompanhe!

Cálculo dos honorários de sucumbência

O cálculo dos honorários de sucumbência obedece à regra prevista no artigo 85, §2º do novo CPC. O juiz deve fixá-los entre o mínimo de 10% e o máximo de 20% sobre o valor da condenação, do proveito econômico obtido ou do valor atualizado da causa.

Para tanto, deverá considerar alguns critérios, como a natureza e importância da causa, o grau de zelo do profissional, o lugar de prestação do serviço e o trabalho realizado pelo advogado e o tempo exigido para o seu serviço.

Os honorários sucumbenciais no novo CPC

O artigo 85 do CPC/2015 vem para afirmar a disposição contida no Estatuto da OAB. De acordo com o artigo 23 da Lei nº 8.906/94, “Os honorários incluídos na condenação, por arbitramento ou sucumbência, pertencem ao advogado, tendo este direito autônomo para executar a sentença nesta parte, podendo requerer que o precatório, quando necessário, seja expedido em seu favor”.

No Código de Processo Civil de 1973, a disposição sobre os honorários de sucumbência não era tão clara. O artigo 20 da norma revogada apontava o seguinte:

“A sentença condenará o vencido a pagar ao vencedor as despesas que antecipou e os honorários advocatícios. Esta verba honorária será devida, também, nos casos em que o advogado funcionar em causa própria”.

Na prática, não ficava evidente que os honorários sucumbenciais eram devidos ao advogado da parte vencedora. Essa foi a primeira grande mudança que o novo CPC apontou.

Honorários recursais e sucumbência recíproca

Além da clareza na atribuição dos honorários de sucumbência ao advogado vencedor, o novo CPC trouxe outras mudanças.

A primeira delas foi o aumento no rigor de sua aplicação. No artigo 85, §1º, o novo CPC dispõe que “são devidos honorários advocatícios na reconvenção, no cumprimento de sentença, provisório ou definitivo, na execução, resistida ou não, e nos recursos interpostos, cumulativamente”.

Essa norma, ausente no antigo CPC, traduz a vontade do legislador em desestimular “aventuras jurídicas” e interposição indevida de recursos. Afinal, os clientes estarão sujeitos ao pagamento dos honorários sucumbenciais em cada derrota.

Na prática, todas essas situações processuais geram sucumbência, que se acumula no decorrer do processo e será paga pela parte perdedora do processo após a sentença condenatória.

Neste sentido, cresceu também a responsabilidade dos advogados em informar aos clientes os riscos da demanda.

Outra mudança interessante foi a fixação do ônus da sucumbência para ambas as partes quando elas ganham e perdem simultaneamente.

No velho CPC, o juiz poderia fixar a “sucumbência recíproca”. Ou seja, uma parte não deveria à outra caso ambas ganhassem e perdessem. No novo CPC, o juiz pode quantificar a sucumbência entre as partes litigantes em frações distintas. Imagine que o autor fez 4 pedidos na inicial, mas o juiz concedeu 3. Ele pode fixar a sucumbência na proporção 25/75.

Honorários de sucumbência na Justiça do Trabalho

Aprofundando no tema, vale pontuar como os honorários de sucumbência funcionam atualmente na Justiça do Trabalho. Antes da reforma, eles eram fixados somente se o reclamante estivesse assistido pelo Sindicato de sua categoria profissional. Além disso, não havia previsão destes honorários na CLT se o reclamante fosse assistido por advogado particular.

No entanto, a reforma trabalhista fixou os honorários sucumbenciais para empregado e empregador, no mínimo de 5% e no máximo de 10% sobre o valor da causa ou da condenação. Os honorários de sucumbência são devidos para o advogado da parte vencedora, o que ficou mais evidente com o novo CPC. A lei de 2015 também trouxe os honorários recursais e modificou a sucumbência recíproca.

Essa remuneração é de fundamental importância para o controle financeiro do escritório de advocacia, que deve fazer a gestão de honorários de forma precisa. Uma das maneiras para isso ocorrer é por meio de um sistema jurídico em nuvem.

Confira o funcionamento dos fluxos de trabalho no software jurídico!

Os honorários advocatícios são a remuneração devida aos advogados pela prestação do serviço advocatício. Apesar de muitos profissionais acreditarem que tais valores somente estão discriminados na tabela de honorários da OAB, eles podem ser calculados de outra maneira. Confira a seguir!

Tipos de honorários advocatícios

Os honorários advocatícios podem derivar de diversas situações, o que nos traz 4 tipos diferentes para essa remuneração. São eles:

  • Honorários contratuais: fixados em contrato após acordo entre o advogado e seu cliente. Pode se referir à atuação no contencioso ou no consultivo. No caso de processo judicial, geralmente são pagos independentemente de êxito na ação judicial. No entanto, há contratos de risco, em que a remuneração é imprevisível e variável, pois ela é uma porcentagem do valor ganho no processo.
  • Honorários arbitrados: diante da ausência de acordo entre o advogado e a parte representada, o juiz arbitra o valor dos honorários advocatícios. O magistrado considera a tabela da OAB, a complexidade do processo e o valor da causa. São pagos independentemente do resultado do processo.
  • Honorários sucumbenciais: são pagos ao advogado da parte vencedora pelo vencido no processo judicial. É uma maneira de desincentivar a litigância supérflua.
  • Honorários assistenciais: devidos ao sindicato que custeia a assistência advocatícia em caso de um processo trabalhista.

Tabela da OAB e honorários advocatícios

Será que o advogado deve utilizar a tabela da OAB para fixar seus honorários? Esta tabela é somente uma referência. Ela muda conforme o estado e traz um limite mínimo de remuneração para os serviços advocatícios. No entanto, o limite máximo depende do acordo entre advogado e cliente, não podendo ultrapassar o valor que a parte receberá.

Diante disso, tenha em mente que a tabela contribui apenas para preservar a razoabilidade no valor dos serviços advocatícios. Assim, você confirma que seus serviços não estão subprecificados. Para adotá-la corretamente, jamais considere só os valores sugeridos pela tabela. É preciso avaliar outros fatores, como as condições financeiras do seu escritório.

Cálculo dos honorários

Para definir corretamente os honorários, o advogado deve considerar:

  • Os custos do escritório: a precificação dos serviços deve considerar necessariamente os custos do escritório para que o advogado não pague para trabalhar. Tenha ciência das despesas fixas e variáveis, bem como dos tributos incidentes na atividade. Um bom relatório do escritório pode ajudá-lo neste ponto.
  • Os diferenciais do escritório: prestar um serviço jurídico de excelência é o caminho do sucesso. Para tanto, os advogados devem buscar se diferenciar da concorrência para aumentar seus ganhos. O uso de tecnologia, por exemplo, é uma boa maneira de prestar um atendimento impecável ao cliente e ganhar produtividade.
  • O caso do cliente: quanto mais complexa a situação, mais horas de trabalho para o advogado defender o cliente em juízo. Avalie os prós e contras da possível ação, considere encargos e custos vindouros, bem como as provas e as chances de vitória do seu cliente.
  • O relacionamento com o cliente: a questão financeira é algo delicado para muitos clientes, mas o bom relacionamento a torna mais suave. Uma relação pautada em confiança traz menos problemas quanto à cobrança de honorários.
  • A meta de reinvestimento: o escritório deve definir um valor que ficará disponível para melhorias e ampliações. Na hora de calcular os honorários, é importante considerar esse critério, o lucro e os resultados desejados.
  • O mercado: a avaliação do ambiente interno (escritório) deve vir acompanhada de um olhar externo. Observe o mercado da sua área de atuação para saber se seus honorários estão competitivos. Após considerar todos esses fatores, o advogado estará apto a calcular seus honorários.

Perceba que não existe uma fórmula definida, pois há diversos critérios subjetivos. No cálculo de honorários advocatícios, o profissional deve considerar diversos fatores. A tabela da OAB é apenas uma referência para o limite mínimo. Além disso, é fundamental ficar atento às novas regras.

O novo CPC trouxe novidades sobre os honorários advocatícios. Uma delas é a possibilidade de cumular honorários referentes a diversos atos processuais, pois eles podem ser cobrados nos recursos e na fase de execução do processo. O Código também abordou a proibição de compensação de débitos em caso de sucumbência recíproca, de modo que o pagamento ao advogado ocorrerá de toda maneira.

Para saber mais sobre as disposições do novo CPC sobre os honorários, basta olhar o artigo 85 em sua integralidade. A fixação de honorários é parte importante em uma gestão financeira eficiente, assim como a tributação incidente sobre a atividade. Aproveite para conhecer quando optar pelo Simples Nacional para advogados.

A gestão contábil para advogados pode envolver uma série de práticas. Alteração societária, gestão de fluxo de caixa, planejamento tributário e emissão de balancetes e relatórios contábeis são algumas delas. Para realizar essas atividades com excelência e se manter em conformidade com a lei, é preciso conhecimento.

Alguns escritórios de advocacia possuem contadores em seu negócio, enquanto outros deixam a contabilidade jurídica na mão de algum advogado capacitado. Seja qual for sua opção, a gestão contábil para advogados é fundamental para o sucesso.

Veja a seguir seus benefícios!

Importância da gestão contábil para advogados

A gestão contábil para advogados começa com os conhecimentos essenciais e básicos de contabilidade. O profissional deve saber matemática financeira, para fazer os cálculos dos valores contábeis, e entender o que é passivo, ativo, ativo imobilizado, custo e despesa. A partir daí, conseguirá fazer um controle financeiro eficiente do seu negócio.

Com o registro das atividades e da situação financeira do escritório (ou da sociedade unipessoal), o advogado verá a entrada e a saída de recursos de forma detalhada. Em geral, um bom software jurídico contribui bastante neste aspecto. 

O controle financeiro é a base da gestão contábil para advogados. E é também a base para o sucesso de qualquer empreendimento. A partir dele, é possível saber a movimentação do fluxo de caixa, o melhor enquadramento tributário, o melhor tipo societário e muito mais. 

Em outras palavras, com uma gestão contábil eficiente, o advogado está menos exposto a erros e inconsistências fiscais, paga menos tributos e consegue maior lucratividade.

Benefícios da gestão contábil no escritório de advocacia

Organização da atividade financeira

Quando falamos da importância da gestão contábil para advogados, ressaltamos que sua base é o controle financeiro. Por si só, isso confere maior organização das finanças da atividade jurídica.

Isso significa que o profissional responsável deverá registrar os custos (passivos) e os rendimentos (ativos) de forma detalhada. E o que isso envolve? Ter controle sobre:

  • Custos com contratação de serviços para a atividade profissional, como marketing, design e consultorias;
  • Custos com aluguel, energia elétrica, água, internet etc.;
  • Custos com aquisição e manutenção de equipamentos;
  • Custos com despesas tributárias e custos imprevistos;
  • Valores recebidos como honorários advocatícios;
  • Valores recebidos a título de atendimentos e outros serviços.

Menor carga tributária

Como você já sabe, o planejamento tributário é a prática por meio da qual se busca saídas legais para diminuir a incidência de tributos em uma atividade econômica. Para tanto, as informações da empresa são analisadas para planejar ações com este fim. 

Esse planejamento é uma peça-chave na gestão contábil para advogados. Com ele, o profissional e/ou seu contador pode: 

  • Simular o enquadramento do escritório em diversos regimes tributários para verificar se é o melhor para empresa no momento;
  • Buscar formas de redução nas obrigações a pagar a partir de alternativas existentes na legislação tributária;
  • Recuperar tributos pagos a mais anteriormente.

Com essas práticas, consegue diminuir a incidência de tributos na atividade e, consequentemente, ganhar competitividade. Você sabe, por exemplo, quando adotar o Simples Nacional para advogados?

Cumprimento da legislação fiscal

Na gestão contábil para advogados, é preciso realizar uma série de obrigações no decorrer da atividade. 

O responsável deve, por exemplo, aplicar corretamente as alíquotas referentes à atividade da empresa para evitar autuações. No mesmo sentido, é preciso entregar dentro do prazo (e corretamente) as obrigações acessórias. Para tanto, deve acompanhar a agenda tributária a relacionar sua agenda interna de obrigações conforme os calendários dos órgãos de fiscalização.

Quando tudo isso é cumprido, o advogado pode ficar tranquilo, pois está cumprindo toda a legislação fiscal referente à sua atividade. Além de ter uma prática completamente dentro da lei, evita autuações (que poderiam acarretar um alto custo). 

Fazer uma boa gestão contábil para advogados é um passo rumo à sustentabilidade financeira. O uso de um software jurídico pode aprimorar essa gestão e dar ao advogado mais tempo para atuar na linha de frente do negócio. Na prática, significa ter mais tempo para os atuais clientes e para investir na captação de novos clientes.

Saiba como fazer a captação de clientes na advocacia!

O acompanhamento automático de andamentos processuais é uma forma de otimizar o trabalho no escritório de advocacia. Uma tarefa burocrática, quando assumida pela tecnologia, libera os profissionais para uma atuação estratégica. Dessa forma, o negócio passa a ter maior produtividade e, consequentemente, mais lucro.

Para acompanhar informações de maneira automática, é preciso contar com um bom software jurídico. É o caso do Lawyer Eleven, que possui a funcionalidade de acompanhamento de publicações oficiais e andamentos processuais.

Se você não sabe como funciona a atualização automática de andamentos processuais e o clipping de publicações em diários oficiais do Lawyer Eleven, confira!

A importância de fazer o acompanhamento de publicações oficiais

Acompanhar andamentos processuais e o recebimento das publicações de todos os Diários Oficiais é uma das tarefas chatas e burocráticas de um escritório de advocacia. Com uma rotina intensa, os profissionais podem perder muito tempo com isso. Sabe-se, também, que esse tempo perdido poderia ser destinado a atividades estratégicas, como atendimento ao cliente.

No entanto, mesmo que seja uma atividade-meio, ela é de suma importância. O acompanhamento é fundamental para que os profissionais organizem sua demanda e não percam nenhum prazo. Assim, o escritório atua com excelência junto aos clientes e mantém sua boa reputação.

Felizmente, é possível fazer o acompanhamento de publicações oficiais de forma automática. O Lawyer Eleven, software jurídico da Alkasoft, oferece tal funcionalidade, que auxilia os profissionais e o gestor do escritório no dia a dia, e contribui para a gestão da informação dos processos jurídicos.

Acesso automático aos andamentos processuais e realização do clipping das publicações nos Diários Oficiais

O software jurídico Lawyer Eleven é uma solução eficaz para automatizar processos internos. Ele assume para si muitas tarefas que compõem o fluxo de trabalho de um escritório de advocacia. Afinal, existem atividades que podem ser realizadas pela tecnologia, ao invés de ocupar o tempo dos profissionais. O acesso automático aos andamentos processuais e o acompanhamento de publicações oficiais é uma delas.

Funcionamento e vantagens

Esta funcionalidade do Lawyer Eleven é bastante simples. O sistema permite o acesso aos detalhes de cada ação. Pastas de processos, recursos, incidentes e apensos são consultados pelo profissional. Todas as informações são abastecidas pelo próprio Lawyer Eleven de forma automática, assim, sempre que houver uma movimentação, o advogado ou outro profissional saberá.

Essa medida não traz somente a otimização do tempo, mas, também, produtividade e minimização de erros. Existe outra vantagem interessante no acesso automático aos andamentos processuais e publicações oficiais: o Lawyer Eleven ainda permite o acesso aos processos atualizados de qualquer lugar pela internet, pois é baseado em nuvem.

Módulo pasta processual

O Lawyer Eleven é um sistema dividido em módulos. Cada um deles possui funcionalidades voltadas para resolver problemas em um âmbito da gestão e do dia a dia dos escritórios de advocacia.

Um dos módulos é voltado para os andamentos processuais: “Pasta Processual”. Ele permite ao gestor visualizar, de forma ágil, como as atividades do escritório de advocacia estão progredindo. É também por meio dele que se gerencia as pastas de processos, recursos e incidentes.

Caso queira consultar os detalhes de cada processo, como situação atual e a atualização automática dos andamentos processuais, é possível.

Lawyer Diários

O Lawyer Eleven oferece uma funcionalidade voltada para as publicações oficiais. Já imaginou acompanhar informações nos diários oficiais manualmente? Além de perder tempo, a chance de erro é grande diante de tanto volume de informação.

Com o software, o advogado cadastra o processo jurídico e pode vincular as publicações oficiais a ele automaticamente. Se não tiver um processo cadastrado, a publicação fica sem vínculo momentaneamente, até ser vinculada ao processo referente.

O funcionamento é simples: a ferramenta checa a base de processos e captura as publicações oficiais vinculadas aos números de processos cadastrados no Lawyer. Após capturar o conteúdo das publicações, informa o profissional por meio de uma notificação. Com isso, ele pode pensar em sua rotina e no agendamento do prazo.

Lawyer Capture

Esse serviço de captura automática das publicações oficiais traz, periodicamente, as novas movimentações publicadas sobre os respectivos processos nos órgãos da justiça. O Lawyer Eleven apresenta um quadro de resumo. Nele, constam dados que se referem às cotas de capturas e quantidade ativa. Vale destacar que se você possui o Lawyer Web, e não o Lawyer Eleven, a ferramenta de captura é uma funcionalidade adicional.

O Lawyer Capture captura os andamentos processuais de todos os tribunais, como o E-PROC, PROJUDI, PJE, entre outros.

Se você deseja otimizar o tempo de sua equipe do escritório de advocacia, acompanhar os andamentos processuais e o recebimento das publicações de diários oficiais de forma automática é uma medida urgente.

Com isso, é possível ter um trabalho mais eficiente, produtivo e organizado, com melhor aproveitamento do tempo e dos recursos humanos.  Conheça já o Lawyer Eleven e veja como ele pode ajudá-lo!

Existe uma maneira de praticar a advocacia sem cobrar, chamada advocacia pro bono. Alguns utilizam esse instituto para relacionar advocacia e caridade, inclusive, devido ao caráter voluntário e gratuito.

Confira a seguir o que é advocacia pro bono e quais seus benefícios!

O que é advocacia pro bono?

A advocacia pro bono é conceituada e regulamentada pelo Código de Ética e Disciplina da OAB, no §1º do artigo 30 (capítulo V):

Art. 30, § 1º – Considera-se advocacia pro bono a prestação gratuita, eventual e voluntária de serviços jurídicos em favor de instituições sociais sem fins econômicos e aos seus assistidos, sempre que os beneficiários não dispuserem de recursos para a contratação de profissional.

Seguindo a ideia do conceito, a advocacia pro bono apresenta outras características. Veja:

  • O advogado deve atuar com o mesmo zelo e a mesma dedicação nas causas sob seu patrocínio para que a parte assistida se sinta amparada;
  • Ela não pode ser utilizada para fins político-partidários ou eleitorais, nem como instrumento de publicidade para captação de clientela;
  • A advocacia pro bono pode ser exercida em favor de pessoas naturais que não possuem recursos para contratar advogado.

A prática da advocacia sem cobrar é o que possibilita ao defendido cumprir a 1ª etapa do acesso à justiça. Afinal, se ele não tivesse à disposição um defensor de forma gratuita, possivelmente não conseguiria acionar o Poder Judiciário.

O passo seguinte, que envolve as custas judiciais, é a justiça gratuita. Juntas, a advocacia pro bono e a assistência judiciária gratuita oportunizam e facilitam o acesso ao Judiciário àqueles que não possuem condições de arcar com os altos custos. 

Por fim, vale destacar que advocacia pro bono é diferente de assistência jurídica pública e gratuita, que é uma obrigação do Estado. Esta pode ser realizada por meio de advogado dativo ou defensor público, bem como pela gratuidade dos gastos acumulados durante o processo.

Quais as vantagens para o advogado em praticar a advocacia sem cobrar? 

Um advogado que pratica a advocacia sem cobrar beneficia diretamente a parte assistida. No entanto, é também beneficiado por essa prática que relaciona advocacia e caridade. 

Experiência profissional

Essa modalidade de advocacia é uma grande oportunidade para o profissional adquirir mais experiência na prática. É, por isso, um momento importante em sua carreira. E o motivo é bem simples: esse tipo de atuação tira o advogado de sua zona de conforto para que ele conheça novas realidades. 

É uma prática em que ele se depara com pessoas e necessidades muito diferentes daquelas com que lida na rotina. Por isso, demandará mais estudo para ter uma atuação com zelo e cuidado.

Contribuição à sociedade

Considerando o aspecto social, não podemos pensar apenas nessa relação entre advocacia e caridade. A advocacia pro bono é, na verdade, uma grande contribuição à sociedade. 

A própria Constituição preconiza que “o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos” (artigo 5º, LXXIV). E complementa dizendo que “a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito” (XXXV)

Com a advocacia pro bono, é possível cumprir esses mandamentos constitucionais. É importante lembrar que milhões de brasileiros não conseguem ter acesso à Justiça. Uma das justificativas são os altos custos que um processo pode demandar das partes. Com a advocacia pro bono, essas pessoas mais vulneráveis economicamente têm seu direito garantido. 

Marketing espontâneo

Por fim, outra vantagem indireta da prática da advocacia sem cobrar é o marketing espontâneo

A advocacia pro bono não pode ser um instrumento de publicidade para captação de clientela, sem dúvidas. Mas um profissional que tem essa atuação é mais bem visto no mercado, seja pelos seus pares ou pelos potenciais clientes. O advogado não atua com esse objetivo, mas é um benefício que esse modelo de advocacia proporciona. É uma maneira de se diferenciar da concorrência, inclusive.

A advocacia pro bono é uma forma de contribuir para que todos tenham acesso à justiça. Ao atuar com o mesmo zelo e a mesma dedicação, o profissional acaba se diferenciando e se destacando no mercado.

Esse exercício profissional, com foco em atender às necessidades humanas, pode ser considerado uma manifestação da Advocacia 5.0. Veja como se tornar um Advogado 5.0

A gestão na advocacia é um desafio em diversos aspectos, inclusive quando falamos em modelos de tributação, como veremos, a seguir, o simples nacional para advogados. Quais são os impostos de advogados? Existem outros tributos? Essas obrigações fiscais e tributárias devem ser avaliadas com cuidado por meio de relatórios, pois impactam na saúde financeira do negócio.

Por isso, apresentamos a seguir os modelos de tributação e a opção pelo Simples Nacional para advogados. Confira!

É vantajoso abrir empresa na advocacia? 

Antes de entender o Simples Nacional para advogados e outros modelos de tributação, precisamos entender a empresa na advocacia. Advogados não podem ser MEIs (Microempreendedores Individuais). A atividade não consta na lista de atividades permitidas desta modalidade. Mas isso não quer dizer que não valha a pena abrir empresa na advocacia.

Para fazer essa análise, o advogado deve avaliar sua tributação enquanto pessoa física (autônomo) e jurídica. 

  • Tributação de pessoa jurídica: a receita provém da prestação de serviços advocatícios (código 6911-7/01 da CNAE), e o imposto é calculado por faixa de receita bruta (anexo IV da LC 123/2006). A alíquota varia entre 4,5% (receita bruta total anual de até R$ 180 mil) e 33% (entre 3.600.000,01 e 4.800.000,00).
  • Tributação de pessoa física: as deduções se dão por meio do livro-caixa, e o imposto de renda é calculado pela tabela progressiva (de 7,5% a 27,5%, dependendo da base de cálculo).

Para comparar as tributações, o advogado deve saber qual o valor das despesas dedutíveis no livro-caixa e aplicar as alíquotas nos dois cenários. Ele perceberá que, dependendo da sua receita mensal, valerá a pena abrir empresa. É neste contexto que aparecem os modelos de tributação e o Simples Nacional para advogados.

Quais são os modelos de tributação possíveis para advogados?

Diante da impossibilidade de ser MEI, os advogados podem se formalizar enquanto EIRELI e Sociedade Unipessoal, mediante registro como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP, se for o caso de Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada).

A decisão por uma ou outra forma empresarial gira basicamente em torno do faturamento anual. Afinal, as MEs têm teto de R$ 360 mil, enquanto as EPPs têm teto de até R$ 4,8 milhões. Essas empresas podem optar pelo Simples Nacional.

Mas o Simples Nacional para advogados não é a única opção dentre os modelos de tributação possíveis. Existe ainda o Lucro Real (quase nunca é adotado na advocacia) e o Lucro Presumido.

O Lucro Presumido pode ser mais problemático para micro ou pequenos escritórios, pois pode acarretar maior tributação. Isso porque os impostos devem ser apurados e pagos separadamente. São eles: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), PIS, COFINS e Imposto Sobre Serviços (ISS).

Além de toda essa carga tributária, cada apuração citada obriga a empresa transmitir uma declaração referente a apuração e pagamentos.

Simples Nacional para advogados

O Simples Nacional para advogados se tornou realidade após a intervenção da Lei Complementar nº 147/2014. É um dos modelos de tributação bastante adotado no Brasil devido à simplificação no pagamento de impostos de advogados. Na prática, ao invés de calcular separadamente os tributos, estes estão reunidos em um só.

Como pontuamos, o Simples Nacional para advogados pode ser uma opção para ME e EPP, dependendo de seu faturamento. Veja a seguir a tabela com a relação entre receita bruta total anual e a alíquota (impostos de advogados):

Receita Bruta Total AnualAlíquota
Até R$ 180.000,004,5%
De 180.000,01 a 360.000,009%
De 360.000,01 a 720.000,0010,20%
De 720.000,01 a 1.800.000,0014%
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0022%
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0033%

Mas quando esse modelo vale a pena? É preciso fazer cálculos para encontrar o melhor regime de tributação. Há casos em que o Lucro Presumido será uma opção vantajosa. Mas, ressaltamos, é preciso colocar as deduções na ponta do lápis (ou no seu software jurídico).

Vale destacar também que, se uma EPP ultrapassar o valor de R$ 3,6 milhões de faturamento, o ICMS e o ISS serão calculados fora da tabela do Simples Nacional.

Vantagens do Simples Nacional para advogados

O Simples Nacional apresenta uma vantagem evidente: a simplificação no recolhimento de impostos de advogados. Não à toa, é um dos modelos de tributação mais utilizados no Brasil em diversos segmentos econômicos. 

Além disso, escritórios de pequeno porte se beneficiam com o regime tributário também por pagarem valores mais justos a título de tributos. Afinal, a cobrança ocorre de acordo com o faturamento.

Os modelos de tributação no Brasil são diversos, mas o Simples Nacional para advogados se tornou uma opção vantajosa para muitos. É preciso analisar a situação financeira de cada escritório para optar por um modelo em que os impostos de advogados não pesem tanto na saúde financeira.

Que tal conhecer agora alguns modelos de gestão para escritórios com o fim de aprimorar seu desempenho?

Os futuros cenários na advocacia passam pela tecnologia. A transformação digital trouxe mudanças profundas nas relações sociais e profissionais. O setor jurídico também foi bastante afetado pelos avanços tecnológicos e de gestão.

Leia mais

Você também deseja transformar escritório tradicional em digital? Certamente você pensa em aproveitar os benefícios de digitalizar seu negócio jurídico, como redução de custos, flexibilidade de processos e mais tempo para tarefas estratégicas. Mas como atualizar seu modelo de negócio e ter um escritório digital?

Confira conosco um breve passo a passo!

#1 Comece mudando a cultura e a mentalidade do escritório

Para transformar um escritório tradicional em digital você deve ter ciência de que a mudança pode sofrer resistências. Afinal, estamos falando de um negócio de Direito, um campo mais tradicional e conservador. Por isso, antes de começar a pensar em tecnologia, pense na mudança da cultura organizacional do seu negócio.

Essa cultura é a forma como os sócios conduzem o escritório e tratam seus stakeholders. Ela define práticas e comportamentos dos profissionais e garante que todos trabalhem em sintonia. E isso é reforçado diariamente na rotina do escritório. 

Por isso, mudar para um escritório digital é desafiador. Afinal, você quer virtualizar tudo, desde os processos de trabalho até os contatos com clientes e entre a equipe. Na prática, você precisará de uma cultura mais flexível, pois o trabalho poderá ser remoto.

Portanto, pense na mudança para uma cultura organizacional digital como prioridade e avalie sua cultura atual. Preserve os pontos positivos que podem ser mantidos e trace pontos de melhoria para esse ambiente digital. E, claro, envolva os profissionais nessa mudança. Assim, será possível modelar essa nova cultura e mudar o paradigma mental presente no escritório.

#2 Reestruture os processos para transformar escritório tradicional em digital

A transformação para o ambiente digital é um processo. Você deve definir os objetivos, pensar nas ferramentas disponíveis no mercado e entender os gargalos que poderá enfrentar. O fluxo de trabalho será diferente e inteiramente digital. Considerando isso, o que é preciso reestruturar? 

Em primeiro lugar, pense que os advogados precisam estruturar os fluxos de trabalho de maneira ágil. Isso porque todas as informações estarão no ambiente digital. Neste ponto, o ideal é centralizar todos os dados em um único sistema jurídico.

Mas isso não é o bastante. Há outros processos internos que envolvem questões que merecem atenção ao transformar um escritório tradicional em digital. Veja:

  • Marketing jurídico digital para ter presença na internet, sempre dentro dos limites estabelecidos pelo Código de Ética e Disciplina da OAB;

  • Digitalização de documentos, acompanhada por um sistema de gerenciamento eletrônico de documentos (GED);

  • Orçamento disponível para contratar tecnologias necessárias para virtualizar o escritório;

  • Mudar a mentalidade das equipes para trabalhar de maneira remota, como apontamos;

  • Pensar em maneiras de fazer a gestão de tempo à distância.

#3 Adote um sistema jurídico atualizado

Como você pode perceber, existe uma lista de mudanças que deve ser considerada para transformar um escritório tradicional em digital. Basicamente, é fundamental traçar uma nova cultura organizacional e reestruturar os processos internos, especialmente o fluxo de trabalho. 

Quanto ao último ponto, a adoção de tecnologia inteligente será primordial. Afinal, estamos falando em colocar em funcionamento, no ambiente digital, um escritório tradicional. Isso envolve prazos, processos, agenda, tarefas, colaboração entre equipes e muito mais. Portanto, escolher as ferramentas corretas fará muita diferença na prestação dos serviços advocatícios.

Um software jurídico atualizado, voltado para as necessidades do escritório e facilitador do trabalho remoto, será sua principal ferramenta. Na prática, ele deve apresentar funcionalidades que abordam a rotina do negócio, modernizando as atividades e proporcionando uma rotina mais ágil e eficiente. 

Considerando o grande uso de dispositivos móveis, é desejável que ele seja “amigável” para tais meios. Ou seja, um sistema para advogados baseado em nuvem, que possa ser acessado de qualquer lugar com conexão à internet. Dessa maneira, o profissional consegue ter acesso às informações dos processos de seus clientes rapidamente.

Por fim, escolha um software que possua funcionalidades para organizar a rotina e os processos internos, com tarefas administrativas e operacionais. Compartilhamento de agenda, controle de prazos, captura automática de andamento processual e outras funcionalidades caem muito bem em um escritório digital.

Para transformar um escritório tradicional em digital, o gestor deve começar com uma mudança na cultura e na mentalidade do negócio. Só assim é possível preparar as pessoas para reestruturar os processos e adotar tecnologias.

O uso de software jurídico pode facilitar toda a parte prática de organizar a nova rotina no ambiente digital. Que tal conhecer as funcionalidades do Lawyer Eleven?

O escritório digital é aquele que funciona de forma totalmente online, desde o atendimento ao cliente à execução dos processos internos. Ele só é viável com o uso de ferramentas tecnológicas, em especial de um bom software jurídico. A partir dessas soluções, os profissionais podem trabalhar de forma remota e sincronizada.

Mas será que vale a pena ter um escritório digital e entrar de vez na advocacia 5.0? Em nossa visão, sim! Veja 4 motivos para investir na virtualização do seu negócio jurídico!

Redução de custos

Um escritório tradicional apresenta uma série de despesas fixas, como locação de espaço, água, luz, internet e outros custos. Já pensou ter um alívio considerável nas finanças ao eliminar ou reduzir bastante essas despesas? A redução de custos é uma das vantagens do escritório digital muito evidente. 

Todas as atividades, por serem executadas em ambiente digital, dispensam gastos com material de escritório, móveis e manutenção do espaço físico. O maior investimento do gestor será um bom software jurídico. Mas o custo dessa tecnologia é infinitamente menor do que os outros gastos necessários para ter um escritório de advocacia físico. 

Além disso, é preciso destacar que há outras ferramentas complementares que podem ser utilizadas gratuitamente. É o caso do Trello, dos programas de videoconferência e outros.

Por fim, vale ainda mencionar que a redução de custos se dá também pela lógica do “fazer mais com menos”. O uso dessas soluções, com suas diversas funcionalidades, otimizam o tempo dos profissionais. Como se tornam mais produtivos, conseguem executar suas tarefas com excelência, sem necessidade de contratação de outros profissionais. 

Centralização das informações e segurança digital

Você sabia que a segurança da informação é uma das maiores preocupações de um negócio? Na advocacia não é diferente, pelo contrário. Por lidar com informações sigilosas a todo o momento, os advogados devem dar especial atenção a essa questão. Principalmente com o advento da LGPD.

Felizmente, no escritório digital, não há pastas físicas. Os documentos são todos digitalizados, armazenados em nuvem e centralizados em uma única ferramenta. É um tipo de armazenamento mais seguro, pois conta com criptografia e, em alguns casos, senhas específicas. Isso evita extravio ou perda de documentos, inclusive. 

Maior flexibilidade dos processos do escritório digital

Outra grande vantagem de um escritório digital é a flexibilidade dos processos. Todas as informações do negócio estão em ambiente digital, normalmente em um software baseado em nuvem. Isso significa que basta ter conexão com a internet para conseguir acesso aos documentos. 

Com essa facilidade, os advogados podem trabalhar de qualquer lugar. Na sala de espera do fórum, antes de uma audiência, em casa ou em outra cidade. Não importa o local, desde que ele tenha conexão com a internet. Assim, há maior flexibilidade para acompanhar os processos em andamento.

Vale pontuar também que é muito comum que esses softwares sejam “amigáveis” para vários dispositivos. Então, não precisa se preocupar caso tenha esquecido o notebook em casa. Com seu smartphone você consegue acessar os dados do processo do cliente e atendê-lo da melhor maneira.

Além da mobilidade, as ferramentas tecnológicas organizam os processos internos do escritório digital. Alguns softwares, por exemplo, possuem funcionalidades de gestão de prazos, tarefas e agenda. É ou não uma grande vantagem? Em outras palavras, é basicamente realizar uma gestão de projetos na advocacia!

Mais tempo para tarefas estratégicas

Uma característica marcante do escritório digital é o uso de tecnologia. Cada ferramenta possui um objetivo específico, como gestão do escritório, reuniões virtuais ou colaboração. Seja qual for a solução, o gestor a adota no escritório de advocacia para otimizar suas atividades, certo? Isso significa prezar pela eficiência e produtividade dos profissionais.

O software jurídico é o melhor exemplo disso, porque ele automatiza uma série de tarefas burocráticas. Na prática, significa que os advogados e demais profissionais terão mais tempo para se dedicarem a tarefas estratégicas. Atendimento de excelência ao cliente, brainstorming para inovações, tomada de decisões. Tudo isso poderá ser feito com mais cuidado.

O escritório digital traz inúmeras vantagens para o negócio jurídico. Redução de custos, segurança da informação e flexibilidade de processos são apenas algumas delas. Mas é importante destacar que, para montar esse tipo de escritório e usufruir de seus benefícios, é preciso contar com um bom sistema para advogados.

Você sabe como escolher um software jurídico?

O Lawyer Eleven (LE) é o software jurídico da Alkasoft, e pode auxiliar muito na gestão do seu escritório de advocacia. Suas funcionalidades automatizam funções burocráticas que, antes, eram exercidas pelos profissionais. Existem inúmeros benefícios que o gestor e os advogados podem desfrutar ao contar com uma solução desta natureza.

Quer ter mais produtividade, organização no fluxo de trabalho, controle de rotina e de prazos? Veja como as funcionalidades do LE podem ajudá-lo!

Funcionalidades do Lawyer Eleven

A rotina de um escritório de advocacia é intensa. É preciso controlar os prazos de processos internos e externos (clientes), e isso demanda organização. Mas para ter fluxos de trabalho organizados, é necessário fazer uma boa gestão da informação, que parte da centralização de documentos, cadastros de clientes e processos.

Soma-se a isso a necessidade de acompanhar todos os processos e as publicações em diários oficiais. Uma solução que oferece automatização, com atualização automática de andamentos processuais e clipping de publicações em diários oficiais já resolveria, certo?

Mas é preciso ter cuidado na hora de escolher um software para escritório de advocacia. Afinal, é melhor contar com uma ferramenta completa. 

E essa é a proposta do Lawyer Eleven: otimizar a gestão de forma global. Dados centralizados oferecem uma visão estratégica do negócio, com estatísticas de processos e movimentos financeiros, relatórios pré-definidos e personalizados. A abrangência de diversos fluxos de trabalho e geração dinâmica de campos personalizados auxiliam na rotina.

Lawyer Eleven: dashboard com design moderno e intuitivo

A usabilidade (diálogo entre o usuário e a interface do software) é um dos pontos fortes do Lawyer Eleven. O sistema proporciona ao usuário facilidade ao executar as tarefas, o que também contribui para a produtividade do negócio jurídico. 

Com design moderno e intuitivo, os advogados atestam a simplicidade no uso do sistema, e a clareza dos módulos e das funcionalidades. É uma interface amigável, com layout descomplicado, visual clean e personalizável, que atende à sua principal proposta: a ótima experiência do usuário.

Veja a seguir como a tela principal do LE se apresenta ao usuário:

Além de apresentar um dashboard com design moderno e intuitivo, o Lawyer possui funcionalidades essenciais para a gestão jurídica. Duas delas merecem destaque por auxiliar o controle de produtividade.

Funcionalidades que auxiliam o controle de produtividade

Você sempre sonhou em realizar um bom controle da produtividade dos funcionários? É possível fazer isso com o Lawyer Eleven! São duas as principais funcionalidades neste sentido: Método Kanban e Controle de prazos.

Método Kanban: controle de tarefas

O Método Kanban é um método de controle e gestão do fluxo de trabalho que usa cartões coloridos (post-its). Esses cards são dispostos em colunas que representam uma etapa do fluxo. Na medida em que as tarefas são concluídas, o cartão é encaminhado para a coluna seguinte. Por isso, também recebe o nome de gestão visual, facilitando a visualização rápida desses fluxos.

Veja a seguir como o Kanban se apresenta no Lawyer:

Controle de tempo e prazos

Você já ouviu falar em Timesheet? Essa ferramenta se relaciona ao controle de tempo e está presente no Lawyer. Essa solução de gestão possibilita um controle completo, funcional, prático e objetivo de todos os prazos de trabalho. 

Para controlar a produtividade por meio de cronômetro e registro de tempo dedicado a cada atividade, o timesheet é excelente.

Por outro lado, se o gestor quer ver se os prazos estão em dia, há também uma funcionalidade que permite esse controle. Ele pode ver os prazos gerais do escritório ou somente de um colaborador. Veja a seguir dois exemplos do controle de prazos no LE:

Outras funcionalidades essenciais para a gestão jurídica

Módulo financeiro e DRE (Demonstrativo de Resultados)

No módulo financeiro, você pode consultar ou cadastrar receitas e despesas realizadas e futuras, fazer o fechamento de contas e emitir relatórios personalizados de vencimentos, extratos e DRE.

No relatório de DRE, é possível perceber o resultado do escritório em determinado período. O gestor pode personalizar o documento inclusive quanto à forma de apresentação (mês a mês, trimestre a trimestre, ano a ano) e às informações estratégicas que constarão nele. Quer um relatório só com despesas operacionais? É possível emitir!

Modelos de Documentos

Na aba de “Ferramentas”, é possível usufruir de uma funcionalidade que automatiza o preenchimento de informações: “Modelos de Documentos”. Você pode utilizar a aba como depositório de seus próprios modelos de documento e realizar a automatização com poucos cliques. É uma grande vantagem dessa função.

Para tanto, após subir seu modelo, basta clicar em “editar” e encontrar o ícone com um carimbo na barra de ferramentas.

Relatórios

Um módulo que permite a geração de relatórios personalizados é uma das funcionalidades mais estratégicas de um negócio. No Lawyer Eleven, esse módulo conta, também, com opções diversas para atender a demandas mais específicas de seu negócio jurídico. 

Com os relatórios, você pode apresentar os resultados das ações aos seus clientes e manter um padrão de gestão de qualidade dos seus processos. É possível também gerenciar desde despesas operacionais até os recebimentos de ações de clientes.

Existem, inclusive, modelos prontos de relatórios para você utilizar, tais como os relatórios de pastas e movimentos processuais.

Agenda

O módulo “Agenda”, do Lawyer Eleven, agrupa funcionalidades relacionadas ao registro e ao acompanhamento de atividades e agenda de compromissos. Nele, é possível realizar o cadastro de tarefas, bem como o controle de prazos e compromissos vinculados aos processos. 

Essa funcionalidade favorece a delegação de tarefas e o acompanhamento da produtividade e do desempenho da equipe, já que é possível controlar o número de horas trabalhadas para cada cliente.

E para facilitar ainda mais a sua rotina, a agenda do LE é integrada com a Google Agenda, o Calendário Outlook e o iOs.

Contatos

Em um escritório de advocacia, existem diversas relações. Além das relações trabalhistas (internas), todo negócio possui stakeholders, como os clientes e fornecedores. No módulo “Contatos”, o gestor consegue armazenar todos os dados completos referentes a essas pessoas. Com isso, é possível realizar um bom gerenciamento da carteira de clientes ou os contratos com fornecedores. 

Já pensou conseguir fazer a gestão dos clientes desde a prestação de contas e recebimento de honorários à consulta de processos e audiências? Essa funcionalidade do Lawyer Eleven certamente auxilia neste ponto.

Neste módulo, também há formulários de cadastros para que se insira e armazene informações chaves de pessoas diversas.

O destaque no módulo “Contatos” fica para a ficha do cliente com botão para o WhatsApp Web. Por meio deste botão, o usuário consegue começar uma conversa com o cliente diretamente pelo aplicativo. Basta um clique!

Pasta processual

Imagine um escritório de advocacia que não possui um bom software jurídico, como o Lawyer Eleven. Como ele faz a gestão de seus processos? Se isso envolver arquivos físicos, é sinal de que há baixa produtividade no negócio. 

Com o módulo “Pasta Processual”, o gestor consegue visualizar, de forma ágil, o progresso das atividades de seu negócio. Ele também pode gerenciar pastas de processos, recursos e incidentes. Por meio dele, é possível consultar os detalhes de cada ação, incluindo a situação atual e a atualização automática dos andamentos processuais. Quer saber as estatísticas de processos com base em indicadores cadastrados no sistema? Também é possível!

O Lawyer Eleven é um software responsivo, que pode ser acessado de qualquer dispositivo. É também hospedado em ambiente seguro (Datacenter Amazon) para oferecer ao gestor todas as funcionalidades sem prejuízo da segurança da informação.

Já imaginou os benefícios que você pode ter utilizando uma solução como o Lawyer Eleven? Então entre em contato conosco e solicite uma demonstração.

Advocacia 4.0 e 5.0 são termos em alta nos últimos anos. De maneira simples, é a advocacia prática na era da informação e na sociedade superinteligente, que é nosso período atual. Apesar de serem próximas, podemos dizer que a advocacia 4.0 e 5.0 apresentam diferenças significativas.

Veja como cada uma delas funciona e quais as principais características de cada uma!

Advocacia 4.0 e 5.0

Quando falamos em advocacia 4.0 e 5.0, estamos falando em maneiras muito atuais de prática jurídica. Seja em escritórios de advocacia ou departamentos jurídicos, o uso de ferramentas tecnológicas está presente em todas as áreas. Isso é próprio do advento da internet e da hiperconexão.

No entanto, há diferenças entre essas duas formas de prática. Podemos, inclusive, dizer que a Advocacia 5.0 é a evolução da Advocacia 4.0. Mais do que temer a tecnologia jurídica, é preciso se aliar a ela para atender às necessidades humanas.

Veja a seguir uma breve explicação sobre Advocacia 4.0 e 5.0 e entenda as principais diferenças entre elas.

Sociedade 4.0 e Advocacia 4.0: a era da informação ou a era digital

A Sociedade 4.0 nasceu em um contexto em que as conexões interpessoais se tornaram mais rápidas e eficazes devido à internet. Neste período, o grande foco era na indústria e na produtividade. Deixamos de privilegiar a indústria tradicional para valorizar a informação e a tecnologia em grande escala.

O desenvolvimento de sistemas para automatizar operações manuais e diminuir os erros humanos era uma prática principal. No mesmo sentido, a digitalização e o uso de dados garantiriam ainda mais eficiência.

A Advocacia 4.0 surgiu se aproveitando deste contexto tecnológico e de uso de dados. Por isso, vemos tanta luz sobre jurimetria, compliance, LGPD, Direito Digital e legaltechs em geral.

Com esses recursos tecnológicos disponíveis, os advogados passaram a ter uma atuação mais estratégica e fundamentada em dados. Isso significou uma tomada de decisões assertiva e melhores resultados.

Sociedade 5.0 e Advocacia 5.0: a sociedade superinteligente

As ferramentas de Big Data e Inteligência Artificial já estavam presentes na Advocacia 4.0. Mas na Sociedade 5.0 há uma grande mudança no foco da utilização das tecnologias. A ideia principal não é mais automatizar processos, mas atender às necessidades humanas com o fim de dar às pessoas mais qualidade de vida e bem-estar. Basicamente, estamos diante de uma sociedade superinteligente, impulsionada por máquinas que apoiam o desenvolvimento humano.

Em outras palavras, é utilizar as tecnologias da Sociedade 4.0 a favor da convergência para obter resultados satisfatórios em diversos setores da vida. Para isso, há uma tentativa de equilibrar as alternativas totalmente sustentáveis com a resolução de problemas sociais e o avanço econômico.

A sociedade 5.0 vem, então, para ampliar o foco no ser humano para resolver seus problemas e suas necessidades pessoais. E como fazer isso na advocacia? De forma bem simples: a advocacia 5.0 é completamente centrada em um atendimento jurídico humanizado.

O advogado 5.0, então, passa a utilizar as tecnologias de maneira mais humana e amigável às pessoas. Sua conduta voltada para as relações interpessoais se destina a promover o senso de conexão social e a interação. Aliando tecnologia, ética, criatividade e outras soft skills, poderá desenvolver soluções mais adequadas aos problemas dos clientes. 

Na prática, podemos pensar nas diversas soluções de Legal Design, que é uma das manifestações da advocacia 5.0.

Diferenças entre Advocacia 4.0 e 5.0

A partir das características da Advocacia 4.0 e 5.0, já podemos perceber a diferença entre elas. Confira as principais divergências entre elas:

  • A Advocacia 4.0 é marcada por automação dos processos e produtividade, enquanto a Advocacia 5.0 é marcada pelo atendimento jurídico humanizado e pela geração de valor.

  • A Advocacia 4.0 adota tecnologias para reduzir burocracias, operações manuais e erros humanos, mas o advogado 5.0 as utiliza para resolver problemas sociais e individuais (foco nas necessidades humanas).
  • Na Advocacia 4.0 e 5.0, o profissional deve apresentar habilidades que vão além da mera técnica jurídica (soft skills), mas a Advocacia 5.0 demanda o desenvolvimento de competências que dizem respeito às relações interpessoais para melhorar o atendimento às pessoas.

Utilizar um sistema para advogados é uma boa maneira de fazer uma melhor gestão do tempo e se dedicar às práticas da Advocacia 4.0 e 5.0. Com o tempo, o profissional consegue se organizar para se tornar um Advogado 5.0, totalmente centrado nas relações interpessoais. Que tal conhecer como o software jurídico pode otimizar sua rotina para que você esteja cada vez mais focado em seus clientes? 

Projeto, em um conceito simples, é um conjunto de ações necessárias para realizar um serviço ou elaborar um produto. Em uma organização, seriam as atividades organizadas com prazo inicial e final para se alcançar determinada solução. E quando se trata de gestão de projetos e advocacia? Aplicar esse gerenciamento em negócios jurídicos é uma forma de resolver problemas comuns a este segmento. Dificuldade em captar clientes, alta inadimplência, sobrecarga de tarefas são alguns exemplos. Confira a seguir como funciona a gestão de projetos e advocacia!

Gestão de projetos e advocacia: como funciona?

Falar em gestão de projetos e advocacia é adotar estratégias de gestão para auxiliar na realização de processos internos do escritório ou departamento jurídico. Sua função final é melhorar as entregas para que sejam mais eficientes, rápidas e seguras. Esse tipo de gestão tenta manter o foco dos profissionais na realização e no controle do projeto. Além disso, é capaz de fornecer dados e insights importantes para a análise da qualidade do serviço. Uma questão interessante quando abordamos gestão de projetos e advocacia é o termo próprio para essa relação: Legal Project Management. Seu funcionamento é bem simples: aplicar padrões do gerenciamento de projetos adaptados ao ambiente da advocacia. Na prática, é uma maneira de abordar, de modo estruturado, o planejamento do escritório ou departamento jurídico. Dessa forma, o trabalho é acompanhado e avaliado, o que aumenta a percepção de valor e a eficiência junto ao cliente. Por isso, podemos considerá-la uma das estratégias de gestão mais interessantes na advocacia.

Vantagens da gestão de projetos e advocacia

A relação entre gestão de projetos e advocacia traz muitas vantagens aos negócios. O gestor consegue ter maior visibilidade sobre as etapas dos processos internos. Com isso, pode otimizar a atividade de ponta a ponta. Quais projetos estão pendentes? Existem profissionais sobrecarregados? Há tarefas que devem ser priorizadas? Tudo isso é facilmente respondido na gestão de projetos e advocacia. Em suma, neste tipo de gestão, podemos apontar os seguintes benefícios:

  • Aumento da produtividade: uma equipe que tem clareza sobre suas responsabilidades e prazos consegue ter maior organização interna. Com isso, os fluxos de trabalho fluem com facilidade, aumentando a produtividade na execução das atividades.
  • Maior previsibilidade de receita: a partir do momento em que se entende o caminho dos processos internos, é possível entender o fluxo de entregas e ter previsibilidade de receita.
  • Melhor cumprimento dos prazos: a gestão de projetos dá celeridade às entregas e aponta pendências e potenciais responsáveis por novas tarefas, o que agiliza as atividades.
  • Mais segurança na tomada de decisão: neste tipo de gestão, há maior visibilidade de informações, o que facilita uma tomada de decisão fundamentada.
  • Organização na delegação de tarefas: a delegação é uma etapa fundamental da gestão de projetos e é mais bem definida neste tipo de gestão.

Como ela pode ser aplicada nas organizações?

Algumas estratégias de gestão se comunicam diretamente com o gerenciamento de projetos. A adoção de sistemas para advogados merece grande destaque neste ponto, pois essas ferramentas estão adaptadas para o negócio jurídico. Elas oferecem funcionalidades para que o líder faça uma gestão de projetos eficientes, com delegação de tarefas, definição de prazos e muito mais. Qualquer escritório se beneficia com o uso de um software jurídico para realizar a gestão de projetos. Afinal, ele centraliza tarefas e dados, permitindo uma tomada de decisões qualificada e uma atuação produtiva. Porém, essa é apenas uma das estratégias de gestão para advogados. O gerenciamento de projetos pode ser aplicado de diversas maneiras. Tudo dependerá de qual é a sua demanda. O acompanhamento de entregas de modo visual pode ser feito pelo Kanban, por exemplo. Já o Scrum é uma metodologia ágil com curtos ciclos de atividades que apresentam uma entrega ao final de cada ciclo. Esses são dois métodos interessantes de gestão de projetos. Há também outras estratégias que não são exatamente ferramentas deste tipo de gestão, mas que auxiliam bastante nela:

  • Técnica 5W2H: é basicamente um check-list administrativo de prazos, atividades e responsabilidades. Ela define o objeto (What), o motivo (Why), o local (Where), o momento (When), o responsável (Who), o modo (How) e o custo (How much) de uma tarefa.
  • Princípio de Eisenhower (Urgência x Importância): as tarefas são organizadas entre urgentes ou importantes, contribuindo para a correta priorização das atividades.
  • Método OKR (Objectives and Key Results): seu objetivo é definir e acompanhar metas, o que é uma ótima estratégia para gerenciar projetos de forma objetiva.

    A relação entre gestão de projetos e advocacia pode ser resumida em uma palavra: otimização. Com processos internos organizados e estruturados, a administração se torna mais profissional. Dessa forma, obtém-se melhores resultados e maior possibilidade de crescimento.

    Você adota algum método de gestão de projetos?

Você conhece os modelos de gestão para escritórios de advocacia? Esses modelos podem ser conceituados como um conjunto de estratégias de gestão cujo objetivo é coordenar a equipe na execução das tarefas para potencializar a conquista de resultados.

Dentre os vários modelos de gestão, existe um mais conveniente para sua organização. Por isso, é importante conhecer quais são eles, bem como suas vantagens e desvantagens.

Confira!

Modelos de gestão para escritórios de advocacia

A escolha das melhores estratégias de gestão na advocacia deve ser feita com muito critério. Diante da alta competitividade no setor jurídico, a profissionalização é mais do que necessária. Ela passa por ter uma estrutura organizacional e administrativa eficiente, o que se liga diretamente aos modelos de gestão para escritórios.

Gestão democrática/horizontal, meritocrática, centralizada/vertical, com foco em resultados ou em processos, ou por cadeia de valor. Esses são os modelos de gestão mais conhecidos no mundo corporativo. Mas qual é o melhor para seu escritório? 

De maneira geral, vemos dois principais modelos de gestão para escritórios de advocacia: vertical e horizontal. Seja qual for o escolhido, é preciso adaptá-lo à realidade de cada negócio.

Gestão Vertical

A gestão vertical é um dos modelos de gestão para escritórios em que há centralização no comando e no controle das atividades. Existe uma estrutura hierárquica bem definida, e a abordagem é chamada de top-down (de cima para baixo). Isso significa que há uma decisão unilateral dos sócios ou do gestor jurídico que reflete em todas as camadas hierárquicas seguintes. 

Esse tipo de gestão é mais burocrático e é bastante comum em escritórios de advocacia. Afinal, há muito conservadorismo no Direito, inclusive no tocante às estratégias de gestão. Devido a essa característica, a gestão vertical apresenta algumas desvantagens:

  • Dificuldades em implementar novas tecnologias, como os sistemas para advogados;

  • Maior lentidão nas decisões e nas ações do escritório;

  • Colaboradores sem autonomia;

  • Dificuldades na comunicação.

Porém, o modelo tradicional pode ser interessante em escritórios recém-criados. Nestes casos, os profissionais podem ter pouca experiência ou qualificação. Por isso, precisam de um guia (o gestor) para tomar as rédeas.

Gestão Horizontal

Na outra ponta dos modelos de gestão para escritórios de advocacia está a gestão horizontal. Muito comum em startups, é um tipo de gestão que valoriza a colaboração e a multidisciplinaridade. 

Ao invés de estabelecer uma estrutura top-down, a estrutura é horizontal, pois os profissionais não dependem de um superior para atuar de determinada maneira. Isso significa maior autonomia e poder de decisão para todos. 

Como benefícios da gestão horizontal, podemos apontar:

  • Tomada de decisões colaborativas, o que engaja os trabalhadores com o negócio jurídico, trazendo maior produtividade e melhores resultados;

  • Atribuição de maior responsabilidade aos profissionais, o que pode aumentar seu engajamento e motivação no trabalho;

  • Maior tendência e facilidade na utilização de tecnologias, como os sistemas para advogados;

  • Maior agilidade na execução de atividades nos escritórios.

Por outro lado, se os profissionais não possuem um perfil mais autônomo, esse tipo de gestão pode ser um problema. Afinal, a gestão democrática precisa de profissionais comprometidos com o planejamento e com os resultados.

Neste caso, é fundamental que o líder prepare sua equipe para esse tipo de gestão para advogados.

Metodologia ágil

A metodologia ágil é um ótimo exemplo de método aplicável ao modelo horizontal de gestão. É uma das estratégias de gestão focada na descentralização da tomada de decisões e no engajamento das equipes nas ações do escritório. 

Para aplicá-la na advocacia e usufruir de seus benefícios, o gestor deverá adotar três práticas principais:

  • Reuniões diárias (daily scrum meeting): realizada em pé e por no máximo 15 minutos, os participantes passam a saber o que cada equipe fez no dia anterior e fará nas próximas horas;

  • Reuniões semanais de planejamento: servem para que todos tenham ciência do andamento dos projetos, as atividades e os prazos de cada um. É importante para monitorar e documentar os resultados da equipe. 

  • Definição de OKRs: como a metodologia ágil se baseia no planejamento contínuo, de curta duração, é importante avaliar e acompanhar se as metas estão sendo cumpridas.

Os principais modelos de gestão para escritórios de advocacia são os modelos vertical e horizontal. Cada um apresenta vantagens e desvantagens, e cabe ao gestor avaliar qual se adequa melhor à realidade de seu negócio. Isso significa avaliar a estrutura e o grau de maturidade geral, inclusive dos profissionais. 

Além disso, as ferramentas utilizadas devem estar de acordo com o modelo de gestão. Já parou para avaliar seus sistemas e seu modelo? Há coerência entre eles? Conte para a gente sua experiência!

Metodologia ágil para advogados, assim como para outros profissionais, é um conjunto de modelos de gestão baseados em maior liberdade e menos hierarquia. Elas desconstroem as estruturas rígidas e hierárquicas para substituí-las por autonomia na condução dos processos. Em outras palavras, é um tipo de gestão em que há uma abordagem de mínima intervenção no gerenciamento de projetos.

Para que essa metodologia dê certo, é de fundamental importância que os agentes envolvidos entendam a proposta. Quando isso acontece, a descentralização promove alto engajamento e maior motivação, pois todos participam ativamente dos projetos.

E como é a aplicação da metodologia ágil para advogados? É uma das estratégias de gestão que traz resultados?

Como as metodologias ágeis podem ser aplicadas na advocacia?

Um escritório de advocacia ou um departamento jurídico também podem usufruir de um modelo horizontal de gestão. A descentralização é uma grande aliada da agilidade na tomada de decisões e da maior produtividade. No entanto, é fundamental que haja um acompanhamento próximo para ter entregas melhores a todo o momento.

Para garantir a efetividade da metodologia ágil para advogados, há algumas ações que o gestor deve adotar:

  1. Fazer reuniões diárias: aliadas da gestão do tempo, as daily meeting são realizadas em pé e duram no máximo 15 minutos. No encontro, cada equipe reporta o que foi feito no dia anterior e o que será feito nas próximas horas. Também pontuam erros e avaliações. Além de promover a colaboração, todos têm ciência do que está sendo feito por outras equipes.

  2. Fazer reuniões semanais de planejamento: a metodologia ágil para advogados depende também de planejamento, o que é feito na reunião semanal. Assim, é possível monitorar e documentar o desempenho das equipes, bem como pensar nas tarefas individuais e coletivas que cumprirão a meta da empresa. 

  3. Definir OKRs (Objectives and Key Results): os OKRs, que devem estar de acordo com a visão do escritório ou departamento, são utilizados para o acompanhamento das metas. Eles podem abranger indicadores financeiros, quantidade de processos finalizados, feedback dos atendimentos e outros.

  4. Utilizar tecnologia: os sistemas para advogados e as ferramentas baseadas em IA podem otimizar os processos internos. Elas dão ao gestor maior controle sobre prazos e tarefas, além de aprimorar a colaboração, a transparência e a eficiência do serviço.

Exemplo prático

Vamos a um exemplo prático dessa gestão para advogados. Imagine que uma equipe do escritório possui 15 dias para realizar 3 grandes tarefas: entregar os relatórios de gestão do escritório, concluir as alegações finais de um processo de sonegação fiscal e elaborar um contrato para um cliente.

Ela pode criar 5 ciclos de 3 dias. No fim do 1º ciclo, ela entregará o relatório financeiro do escritório e revisará a jurisprudência aplicável ao caso de sonegação. No fim do 2º ciclo, entregará o relatório de gestão de pessoas e revisará a doutrina do processo. E assim por diante. A cada ciclo, há pequenas entregas que, no final dos 5 ciclos, perfazem o resultado final.

Quais as vantagens da metodologia ágil para advogados?

Na gestão para advogados, é preciso cumprir uma série de procedimentos para que o fluxo de trabalho seja fluido. Ao receber uma demanda de um cliente, por exemplo, é preciso colher informações e documentos do caso, pesquisar doutrina e jurisprudência aplicável, elaborar um documento jurídico e revisá-lo, até que a demanda seja concluída. 

Se a rotina é estruturada de forma inadequada, os gargalos aparecem e podem ocasionar atrasos. Para evitar esse tipo de problema, a metodologia ágil para advogados é uma ótima opção. Esse tipo de gestão, como apontamos, é baseado na autonomia das equipes na condução dos projetos. E é do seu conceito que saem suas principais vantagens, que são:

  • Alinhamento das equipes: um escritório ou departamento jurídico pode ser dividido em diversas áreas. Elas devem manter uma boa comunicação entre si para alcançar as metas propostas, e isso é mais fácil com a metodologia ágil para advogados. Essa gestão facilita o alinhamento das equipes.

  • Horizontalidade no planejamento: ainda que exista um responsável pela gestão do projeto, a metodologia ágil é mais flexível e horizontal. Isso significa que as equipes são autogerenciadas e podem se organizar sem interferência externa. 

  • Maior produtividade: com boa comunicação, organização, e delimitação de responsabilidades e prazos de cada profissional, a equipe se torna mais produtiva nas entregas. 

Um importante pilar da metodologia ágil para advogados é descentralizar a tomada de decisões, permitindo que os profissionais atuem com maior liberdade. Para que eles tenham maior produtividade e organização em seus projetos, o uso de um software jurídico é essencial. Dessa forma, as tarefas repetitivas são automatizadas e eles fazem uma melhor gestão do tempo, atuando em atividades estratégicas. 

Como você aplica a metodologia ágil em seu negócio jurídico?

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Você sabe como ser um Advogado 5.0? Antes de mais nada, precisa saber que a Advocacia 5.0 é aquela que utiliza tecnologias da Indústria 4.0 com foco total no atendimento das necessidades humanas e na resolução de problemas sociais.

Em outras palavras, é a advocacia centrada no ser humano e em suas necessidades, considerando a mentalidade do mundo digital e suas formas de geração de valor. 

Como resultado, vemos nascer uma mentalidade que se baseia em diversidade, descentralização, horizontalidade e sustentabilidade. Exatamente o contrário do conceito tradicional e hierarquizado da advocacia.

E como se tornar um Advogado 5.0? 

Por que se tornar um Advogado 5.0?

Porque este novo modelo de advocacia é um caminho sem volta. Os advogados que buscam se manter competitivos no mercado tiveram que se adaptar à Advocacia 4.0.  Automação dos processos, uso da inteligência artificial e jurimetria, tudo isso passou a ser incorporado na rotina para garantir uma atuação estratégica.

Mas sem o foco nas necessidades humanas, o uso da tecnologia não faz sentido. É preciso utilizar ferramentas para resolver problemas sociais e individuais, conceito já abordado pelo Legal Design. 

Quando pensamos no marketing jurídico, por exemplo, precisamos pensar em ações para o sucesso e a experiência do cliente (Customer Success e Customer Experience). Quando pensamos em um software jurídico, devemos escolher um sistema que atenda às necessidades dos profissionais.

Esse é o Advogado 5.0, um profissional que certamente será mais requisitado no mercado, porque resolve problemas reais.

Como se tornar um Advogado 5.0?

O primeiro passo para se tornar um Advogado 5.0 é mudar o paradigma mental para centrar suas ações no ser humano. Isso pode ser um desafio para advogados mais conservadores, porque há uma grande mudança no modelo de gestão. Mas não é algo difícil olhar para sua atuação com a lente do “humano”. 

Além disso, é fundamental utilizar a tecnologia a serviço das pessoas. 

Utilizar tecnologias inteligentes a serviços das pessoas

Qual a chance de êxito de uma demanda? Será que realmente vale a pena ingressar com uma ação ou é melhor fazer um acordo? Com a jurimetria e a inteligência artificial, os profissionais conseguem obter essas respostas para orientar seus clientes de maneira mais adequada. Dessa maneira, podem trabalhar em prol do que é mais adequado para eles.

Em outro aspecto, o advento da LGPD também privilegia o ser humano, pois dá ao cidadão maior controle sobre seus dados pessoais. Neste sentido, o Advogado 5.0 deve realizar o uso de tecnologias inteligentes, como o software jurídico, de forma adequada às legislações que protegem os cidadãos.

Além disso, ainda falando sobre os sistemas jurídicos, eles podem ser grandes aliados do Advogado 5.0. Afinal, ao automatizar tarefas repetitivas e burocráticas, o software confere ao advogado mais tempo para lidar diretamente com pessoas. E é exatamente isso que a Sociedade 5.0 deseja: uma conduta voltada para as relações interpessoais. 

Fazer um marketing jurídico digital mais adequado

Utilizar a internet para fazer marketing jurídico já é uma realidade há alguns anos. No entanto, nem sempre vemos um marketing focado na realidade do público-alvo. Um dos pontos que mais causa essa desconexão é a linguagem. 

Um bom exemplo é o marketing digital realizado por advogados e escritórios de advocacia durante a pandemia do novo coronavírus. As pessoas estão com medo, a fragilidade das relações de trabalho aumentou, todos estamos vulneráveis.

O Advogado 5.0, por adotar ações centradas no ser humano, pratica uma comunicação mais sensível ao momento na hora de fazer marketing digital. Mais do que se preocupar em ganhar autoridade com conhecimento técnico, ele deve mostrar que está sensibilizado pelo momento que muitas pessoas estão vivendo com a pandemia.

Assim, ele coloca em prática o objetivo final da Sociedade 5.0. 

Adotar o Legal Design Thinking

O Legal Design Thinking pode ser considerado um desdobramento da Advocacia 5.0, pois sua ideia principal é passar uma mensagem ao cliente de forma simples. Dessa forma, é possível proporcioná-lo a melhor experiência possível com seu serviço. 

Quando você adota esse conceito em seu escritório ao lidar com os clientes, está automaticamente atendendo ao objetivo da Advocacia 5.0. E não é só com clientes externos, com quem você deve se comunicar de forma simples, sem jargões jurídicos.

Os clientes internos, que são seus profissionais, também devem ser incluídos neste contexto. Isso significa otimizar processos e serviços, promover a colaboração e adotar um software jurídico compreensível.

O Advogado 5.0 foca suas ações no ser humano, o que significa utilizar tecnologias e estratégias focadas em pessoas. 

Se você quer realmente ser um Advogado 5.0 que faça a diferença na vida das pessoas, conheça as tendências para os advogados do futuro!