Existe uma maneira de praticar a advocacia sem cobrar, chamada advocacia pro bono. Alguns utilizam esse instituto para relacionar advocacia e caridade, inclusive, devido ao caráter voluntário e gratuito.

Confira a seguir o que é advocacia pro bono e quais seus benefícios!

O que é advocacia pro bono?

A advocacia pro bono é conceituada e regulamentada pelo Código de Ética e Disciplina da OAB, no §1º do artigo 30 (capítulo V):

Art. 30, § 1º – Considera-se advocacia pro bono a prestação gratuita, eventual e voluntária de serviços jurídicos em favor de instituições sociais sem fins econômicos e aos seus assistidos, sempre que os beneficiários não dispuserem de recursos para a contratação de profissional.

Seguindo a ideia do conceito, a advocacia pro bono apresenta outras características. Veja:

  • O advogado deve atuar com o mesmo zelo e a mesma dedicação nas causas sob seu patrocínio para que a parte assistida se sinta amparada;
  • Ela não pode ser utilizada para fins político-partidários ou eleitorais, nem como instrumento de publicidade para captação de clientela;
  • A advocacia pro bono pode ser exercida em favor de pessoas naturais que não possuem recursos para contratar advogado.

A prática da advocacia sem cobrar é o que possibilita ao defendido cumprir a 1ª etapa do acesso à justiça. Afinal, se ele não tivesse à disposição um defensor de forma gratuita, possivelmente não conseguiria acionar o Poder Judiciário.

O passo seguinte, que envolve as custas judiciais, é a justiça gratuita. Juntas, a advocacia pro bono e a assistência judiciária gratuita oportunizam e facilitam o acesso ao Judiciário àqueles que não possuem condições de arcar com os altos custos. 

Por fim, vale destacar que advocacia pro bono é diferente de assistência jurídica pública e gratuita, que é uma obrigação do Estado. Esta pode ser realizada por meio de advogado dativo ou defensor público, bem como pela gratuidade dos gastos acumulados durante o processo.

Quais as vantagens para o advogado em praticar a advocacia sem cobrar? 

Um advogado que pratica a advocacia sem cobrar beneficia diretamente a parte assistida. No entanto, é também beneficiado por essa prática que relaciona advocacia e caridade. 

Experiência profissional

Essa modalidade de advocacia é uma grande oportunidade para o profissional adquirir mais experiência na prática. É, por isso, um momento importante em sua carreira. E o motivo é bem simples: esse tipo de atuação tira o advogado de sua zona de conforto para que ele conheça novas realidades. 

É uma prática em que ele se depara com pessoas e necessidades muito diferentes daquelas com que lida na rotina. Por isso, demandará mais estudo para ter uma atuação com zelo e cuidado.

Contribuição à sociedade

Considerando o aspecto social, não podemos pensar apenas nessa relação entre advocacia e caridade. A advocacia pro bono é, na verdade, uma grande contribuição à sociedade. 

A própria Constituição preconiza que “o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos” (artigo 5º, LXXIV). E complementa dizendo que “a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito” (XXXV)

Com a advocacia pro bono, é possível cumprir esses mandamentos constitucionais. É importante lembrar que milhões de brasileiros não conseguem ter acesso à Justiça. Uma das justificativas são os altos custos que um processo pode demandar das partes. Com a advocacia pro bono, essas pessoas mais vulneráveis economicamente têm seu direito garantido. 

Marketing espontâneo

Por fim, outra vantagem indireta da prática da advocacia sem cobrar é o marketing espontâneo

A advocacia pro bono não pode ser um instrumento de publicidade para captação de clientela, sem dúvidas. Mas um profissional que tem essa atuação é mais bem visto no mercado, seja pelos seus pares ou pelos potenciais clientes. O advogado não atua com esse objetivo, mas é um benefício que esse modelo de advocacia proporciona. É uma maneira de se diferenciar da concorrência, inclusive.

A advocacia pro bono é uma forma de contribuir para que todos tenham acesso à justiça. Ao atuar com o mesmo zelo e a mesma dedicação, o profissional acaba se diferenciando e se destacando no mercado.

Esse exercício profissional, com foco em atender às necessidades humanas, pode ser considerado uma manifestação da Advocacia 5.0. Veja como se tornar um Advogado 5.0

A gestão na advocacia é um desafio em diversos aspectos, inclusive quando falamos em modelos de tributação, como veremos, a seguir, o simples nacional para advogados. Quais são os impostos de advogados? Existem outros tributos? Essas obrigações fiscais e tributárias devem ser avaliadas com cuidado por meio de relatórios, pois impactam na saúde financeira do negócio.

Por isso, apresentamos a seguir os modelos de tributação e a opção pelo Simples Nacional para advogados. Confira!

É vantajoso abrir empresa na advocacia? 

Antes de entender o Simples Nacional para advogados e outros modelos de tributação, precisamos entender a empresa na advocacia. Advogados não podem ser MEIs (Microempreendedores Individuais). A atividade não consta na lista de atividades permitidas desta modalidade. Mas isso não quer dizer que não valha a pena abrir empresa na advocacia.

Para fazer essa análise, o advogado deve avaliar sua tributação enquanto pessoa física (autônomo) e jurídica. 

  • Tributação de pessoa jurídica: a receita provém da prestação de serviços advocatícios (código 6911-7/01 da CNAE), e o imposto é calculado por faixa de receita bruta (anexo IV da LC 123/2006). A alíquota varia entre 4,5% (receita bruta total anual de até R$ 180 mil) e 33% (entre 3.600.000,01 e 4.800.000,00).
  • Tributação de pessoa física: as deduções se dão por meio do livro-caixa, e o imposto de renda é calculado pela tabela progressiva (de 7,5% a 27,5%, dependendo da base de cálculo).

Para comparar as tributações, o advogado deve saber qual o valor das despesas dedutíveis no livro-caixa e aplicar as alíquotas nos dois cenários. Ele perceberá que, dependendo da sua receita mensal, valerá a pena abrir empresa. É neste contexto que aparecem os modelos de tributação e o Simples Nacional para advogados.

Quais são os modelos de tributação possíveis para advogados?

Diante da impossibilidade de ser MEI, os advogados podem se formalizar enquanto EIRELI e Sociedade Unipessoal, mediante registro como Microempresa (ME) ou Empresa de Pequeno Porte (EPP, se for o caso de Empresas Individuais de Responsabilidade Limitada).

A decisão por uma ou outra forma empresarial gira basicamente em torno do faturamento anual. Afinal, as MEs têm teto de R$ 360 mil, enquanto as EPPs têm teto de até R$ 4,8 milhões. Essas empresas podem optar pelo Simples Nacional.

Mas o Simples Nacional para advogados não é a única opção dentre os modelos de tributação possíveis. Existe ainda o Lucro Real (quase nunca é adotado na advocacia) e o Lucro Presumido.

O Lucro Presumido pode ser mais problemático para micro ou pequenos escritórios, pois pode acarretar maior tributação. Isso porque os impostos devem ser apurados e pagos separadamente. São eles: Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), PIS, COFINS e Imposto Sobre Serviços (ISS).

Além de toda essa carga tributária, cada apuração citada obriga a empresa transmitir uma declaração referente a apuração e pagamentos.

Simples Nacional para advogados

O Simples Nacional para advogados se tornou realidade após a intervenção da Lei Complementar nº 147/2014. É um dos modelos de tributação bastante adotado no Brasil devido à simplificação no pagamento de impostos de advogados. Na prática, ao invés de calcular separadamente os tributos, estes estão reunidos em um só.

Como pontuamos, o Simples Nacional para advogados pode ser uma opção para ME e EPP, dependendo de seu faturamento. Veja a seguir a tabela com a relação entre receita bruta total anual e a alíquota (impostos de advogados):

Receita Bruta Total AnualAlíquota
Até R$ 180.000,004,5%
De 180.000,01 a 360.000,009%
De 360.000,01 a 720.000,0010,20%
De 720.000,01 a 1.800.000,0014%
De 1.800.000,01 a 3.600.000,0022%
De 3.600.000,01 a 4.800.000,0033%

Mas quando esse modelo vale a pena? É preciso fazer cálculos para encontrar o melhor regime de tributação. Há casos em que o Lucro Presumido será uma opção vantajosa. Mas, ressaltamos, é preciso colocar as deduções na ponta do lápis (ou no seu software jurídico).

Vale destacar também que, se uma EPP ultrapassar o valor de R$ 3,6 milhões de faturamento, o ICMS e o ISS serão calculados fora da tabela do Simples Nacional.

Vantagens do Simples Nacional para advogados

O Simples Nacional apresenta uma vantagem evidente: a simplificação no recolhimento de impostos de advogados. Não à toa, é um dos modelos de tributação mais utilizados no Brasil em diversos segmentos econômicos. 

Além disso, escritórios de pequeno porte se beneficiam com o regime tributário também por pagarem valores mais justos a título de tributos. Afinal, a cobrança ocorre de acordo com o faturamento.

Os modelos de tributação no Brasil são diversos, mas o Simples Nacional para advogados se tornou uma opção vantajosa para muitos. É preciso analisar a situação financeira de cada escritório para optar por um modelo em que os impostos de advogados não pesem tanto na saúde financeira.

Que tal conhecer agora alguns modelos de gestão para escritórios com o fim de aprimorar seu desempenho?

Os futuros cenários na advocacia passam pela tecnologia. A transformação digital trouxe mudanças profundas nas relações sociais e profissionais. O setor jurídico também foi bastante afetado pelos avanços tecnológicos e de gestão.

Leia mais

Você também deseja transformar escritório tradicional em digital? Certamente você pensa em aproveitar os benefícios de digitalizar seu negócio jurídico, como redução de custos, flexibilidade de processos e mais tempo para tarefas estratégicas. Mas como atualizar seu modelo de negócio e ter um escritório digital?

Confira conosco um breve passo a passo!

#1 Comece mudando a cultura e a mentalidade do escritório

Para transformar um escritório tradicional em digital você deve ter ciência de que a mudança pode sofrer resistências. Afinal, estamos falando de um negócio de Direito, um campo mais tradicional e conservador. Por isso, antes de começar a pensar em tecnologia, pense na mudança da cultura organizacional do seu negócio.

Essa cultura é a forma como os sócios conduzem o escritório e tratam seus stakeholders. Ela define práticas e comportamentos dos profissionais e garante que todos trabalhem em sintonia. E isso é reforçado diariamente na rotina do escritório. 

Por isso, mudar para um escritório digital é desafiador. Afinal, você quer virtualizar tudo, desde os processos de trabalho até os contatos com clientes e entre a equipe. Na prática, você precisará de uma cultura mais flexível, pois o trabalho poderá ser remoto.

Portanto, pense na mudança para uma cultura organizacional digital como prioridade e avalie sua cultura atual. Preserve os pontos positivos que podem ser mantidos e trace pontos de melhoria para esse ambiente digital. E, claro, envolva os profissionais nessa mudança. Assim, será possível modelar essa nova cultura e mudar o paradigma mental presente no escritório.

#2 Reestruture os processos para transformar escritório tradicional em digital

A transformação para o ambiente digital é um processo. Você deve definir os objetivos, pensar nas ferramentas disponíveis no mercado e entender os gargalos que poderá enfrentar. O fluxo de trabalho será diferente e inteiramente digital. Considerando isso, o que é preciso reestruturar? 

Em primeiro lugar, pense que os advogados precisam estruturar os fluxos de trabalho de maneira ágil. Isso porque todas as informações estarão no ambiente digital. Neste ponto, o ideal é centralizar todos os dados em um único sistema jurídico.

Mas isso não é o bastante. Há outros processos internos que envolvem questões que merecem atenção ao transformar um escritório tradicional em digital. Veja:

  • Marketing jurídico digital para ter presença na internet, sempre dentro dos limites estabelecidos pelo Código de Ética e Disciplina da OAB;

  • Digitalização de documentos, acompanhada por um sistema de gerenciamento eletrônico de documentos (GED);

  • Orçamento disponível para contratar tecnologias necessárias para virtualizar o escritório;

  • Mudar a mentalidade das equipes para trabalhar de maneira remota, como apontamos;

  • Pensar em maneiras de fazer a gestão de tempo à distância.

#3 Adote um sistema jurídico atualizado

Como você pode perceber, existe uma lista de mudanças que deve ser considerada para transformar um escritório tradicional em digital. Basicamente, é fundamental traçar uma nova cultura organizacional e reestruturar os processos internos, especialmente o fluxo de trabalho. 

Quanto ao último ponto, a adoção de tecnologia inteligente será primordial. Afinal, estamos falando em colocar em funcionamento, no ambiente digital, um escritório tradicional. Isso envolve prazos, processos, agenda, tarefas, colaboração entre equipes e muito mais. Portanto, escolher as ferramentas corretas fará muita diferença na prestação dos serviços advocatícios.

Um software jurídico atualizado, voltado para as necessidades do escritório e facilitador do trabalho remoto, será sua principal ferramenta. Na prática, ele deve apresentar funcionalidades que abordam a rotina do negócio, modernizando as atividades e proporcionando uma rotina mais ágil e eficiente. 

Considerando o grande uso de dispositivos móveis, é desejável que ele seja “amigável” para tais meios. Ou seja, um sistema para advogados baseado em nuvem, que possa ser acessado de qualquer lugar com conexão à internet. Dessa maneira, o profissional consegue ter acesso às informações dos processos de seus clientes rapidamente.

Por fim, escolha um software que possua funcionalidades para organizar a rotina e os processos internos, com tarefas administrativas e operacionais. Compartilhamento de agenda, controle de prazos, captura automática de andamento processual e outras funcionalidades caem muito bem em um escritório digital.

Para transformar um escritório tradicional em digital, o gestor deve começar com uma mudança na cultura e na mentalidade do negócio. Só assim é possível preparar as pessoas para reestruturar os processos e adotar tecnologias.

O uso de software jurídico pode facilitar toda a parte prática de organizar a nova rotina no ambiente digital. Que tal conhecer as funcionalidades do Lawyer Eleven?

O escritório digital é aquele que funciona de forma totalmente online, desde o atendimento ao cliente à execução dos processos internos. Ele só é viável com o uso de ferramentas tecnológicas, em especial de um bom software jurídico. A partir dessas soluções, os profissionais podem trabalhar de forma remota e sincronizada.

Mas será que vale a pena ter um escritório digital e entrar de vez na advocacia 5.0? Em nossa visão, sim! Veja 4 motivos para investir na virtualização do seu negócio jurídico!

Redução de custos

Um escritório tradicional apresenta uma série de despesas fixas, como locação de espaço, água, luz, internet e outros custos. Já pensou ter um alívio considerável nas finanças ao eliminar ou reduzir bastante essas despesas? A redução de custos é uma das vantagens do escritório digital muito evidente. 

Todas as atividades, por serem executadas em ambiente digital, dispensam gastos com material de escritório, móveis e manutenção do espaço físico. O maior investimento do gestor será um bom software jurídico. Mas o custo dessa tecnologia é infinitamente menor do que os outros gastos necessários para ter um escritório de advocacia físico. 

Além disso, é preciso destacar que há outras ferramentas complementares que podem ser utilizadas gratuitamente. É o caso do Trello, dos programas de videoconferência e outros.

Por fim, vale ainda mencionar que a redução de custos se dá também pela lógica do “fazer mais com menos”. O uso dessas soluções, com suas diversas funcionalidades, otimizam o tempo dos profissionais. Como se tornam mais produtivos, conseguem executar suas tarefas com excelência, sem necessidade de contratação de outros profissionais. 

Centralização das informações e segurança digital

Você sabia que a segurança da informação é uma das maiores preocupações de um negócio? Na advocacia não é diferente, pelo contrário. Por lidar com informações sigilosas a todo o momento, os advogados devem dar especial atenção a essa questão. Principalmente com o advento da LGPD.

Felizmente, no escritório digital, não há pastas físicas. Os documentos são todos digitalizados, armazenados em nuvem e centralizados em uma única ferramenta. É um tipo de armazenamento mais seguro, pois conta com criptografia e, em alguns casos, senhas específicas. Isso evita extravio ou perda de documentos, inclusive. 

Maior flexibilidade dos processos do escritório digital

Outra grande vantagem de um escritório digital é a flexibilidade dos processos. Todas as informações do negócio estão em ambiente digital, normalmente em um software baseado em nuvem. Isso significa que basta ter conexão com a internet para conseguir acesso aos documentos. 

Com essa facilidade, os advogados podem trabalhar de qualquer lugar. Na sala de espera do fórum, antes de uma audiência, em casa ou em outra cidade. Não importa o local, desde que ele tenha conexão com a internet. Assim, há maior flexibilidade para acompanhar os processos em andamento.

Vale pontuar também que é muito comum que esses softwares sejam “amigáveis” para vários dispositivos. Então, não precisa se preocupar caso tenha esquecido o notebook em casa. Com seu smartphone você consegue acessar os dados do processo do cliente e atendê-lo da melhor maneira.

Além da mobilidade, as ferramentas tecnológicas organizam os processos internos do escritório digital. Alguns softwares, por exemplo, possuem funcionalidades de gestão de prazos, tarefas e agenda. É ou não uma grande vantagem? Em outras palavras, é basicamente realizar uma gestão de projetos na advocacia!

Mais tempo para tarefas estratégicas

Uma característica marcante do escritório digital é o uso de tecnologia. Cada ferramenta possui um objetivo específico, como gestão do escritório, reuniões virtuais ou colaboração. Seja qual for a solução, o gestor a adota no escritório de advocacia para otimizar suas atividades, certo? Isso significa prezar pela eficiência e produtividade dos profissionais.

O software jurídico é o melhor exemplo disso, porque ele automatiza uma série de tarefas burocráticas. Na prática, significa que os advogados e demais profissionais terão mais tempo para se dedicarem a tarefas estratégicas. Atendimento de excelência ao cliente, brainstorming para inovações, tomada de decisões. Tudo isso poderá ser feito com mais cuidado.

O escritório digital traz inúmeras vantagens para o negócio jurídico. Redução de custos, segurança da informação e flexibilidade de processos são apenas algumas delas. Mas é importante destacar que, para montar esse tipo de escritório e usufruir de seus benefícios, é preciso contar com um bom sistema para advogados.

Você sabe como escolher um software jurídico?

O Lawyer Eleven (LE) é o software jurídico da Alkasoft, e pode auxiliar muito na gestão do seu escritório de advocacia. Suas funcionalidades automatizam funções burocráticas que, antes, eram exercidas pelos profissionais. Existem inúmeros benefícios que o gestor e os advogados podem desfrutar ao contar com uma solução desta natureza.

Quer ter mais produtividade, organização no fluxo de trabalho, controle de rotina e de prazos? Veja como as funcionalidades do LE podem ajudá-lo!

Funcionalidades do Lawyer Eleven

A rotina de um escritório de advocacia é intensa. É preciso controlar os prazos de processos internos e externos (clientes), e isso demanda organização. Mas para ter fluxos de trabalho organizados, é necessário fazer uma boa gestão da informação, que parte da centralização de documentos, cadastros de clientes e processos.

Soma-se a isso a necessidade de acompanhar todos os processos e as publicações em diários oficiais. Uma solução que oferece automatização, com atualização automática de andamentos processuais e clipping de publicações em diários oficiais já resolveria, certo?

Mas é preciso ter cuidado na hora de escolher um software para escritório de advocacia. Afinal, é melhor contar com uma ferramenta completa. 

E essa é a proposta do Lawyer Eleven: otimizar a gestão de forma global. Dados centralizados oferecem uma visão estratégica do negócio, com estatísticas de processos e movimentos financeiros, relatórios pré-definidos e personalizados. A abrangência de diversos fluxos de trabalho e geração dinâmica de campos personalizados auxiliam na rotina.

Lawyer Eleven: dashboard com design moderno e intuitivo

A usabilidade (diálogo entre o usuário e a interface do software) é um dos pontos fortes do Lawyer Eleven. O sistema proporciona ao usuário facilidade ao executar as tarefas, o que também contribui para a produtividade do negócio jurídico. 

Com design moderno e intuitivo, os advogados atestam a simplicidade no uso do sistema, e a clareza dos módulos e das funcionalidades. É uma interface amigável, com layout descomplicado, visual clean e personalizável, que atende à sua principal proposta: a ótima experiência do usuário.

Veja a seguir como a tela principal do LE se apresenta ao usuário:

Além de apresentar um dashboard com design moderno e intuitivo, o Lawyer possui funcionalidades essenciais para a gestão jurídica. Duas delas merecem destaque por auxiliar o controle de produtividade.

Funcionalidades que auxiliam o controle de produtividade

Você sempre sonhou em realizar um bom controle da produtividade dos funcionários? É possível fazer isso com o Lawyer Eleven! São duas as principais funcionalidades neste sentido: Método Kanban e Controle de prazos.

Método Kanban: controle de tarefas

O Método Kanban é um método de controle e gestão do fluxo de trabalho que usa cartões coloridos (post-its). Esses cards são dispostos em colunas que representam uma etapa do fluxo. Na medida em que as tarefas são concluídas, o cartão é encaminhado para a coluna seguinte. Por isso, também recebe o nome de gestão visual, facilitando a visualização rápida desses fluxos.

Veja a seguir como o Kanban se apresenta no Lawyer:

Controle de tempo e prazos

Você já ouviu falar em Timesheet? Essa ferramenta se relaciona ao controle de tempo e está presente no Lawyer. Essa solução de gestão possibilita um controle completo, funcional, prático e objetivo de todos os prazos de trabalho. 

Para controlar a produtividade por meio de cronômetro e registro de tempo dedicado a cada atividade, o timesheet é excelente.

Por outro lado, se o gestor quer ver se os prazos estão em dia, há também uma funcionalidade que permite esse controle. Ele pode ver os prazos gerais do escritório ou somente de um colaborador. Veja a seguir dois exemplos do controle de prazos no LE:

Outras funcionalidades essenciais para a gestão jurídica

Módulo financeiro e DRE (Demonstrativo de Resultados)

No módulo financeiro, você pode consultar ou cadastrar receitas e despesas realizadas e futuras, fazer o fechamento de contas e emitir relatórios personalizados de vencimentos, extratos e DRE.

No relatório de DRE, é possível perceber o resultado do escritório em determinado período. O gestor pode personalizar o documento inclusive quanto à forma de apresentação (mês a mês, trimestre a trimestre, ano a ano) e às informações estratégicas que constarão nele. Quer um relatório só com despesas operacionais? É possível emitir!

Modelos de Documentos

Na aba de “Ferramentas”, é possível usufruir de uma funcionalidade que automatiza o preenchimento de informações: “Modelos de Documentos”. Você pode utilizar a aba como depositório de seus próprios modelos de documento e realizar a automatização com poucos cliques. É uma grande vantagem dessa função.

Para tanto, após subir seu modelo, basta clicar em “editar” e encontrar o ícone com um carimbo na barra de ferramentas.

Relatórios

Um módulo que permite a geração de relatórios personalizados é uma das funcionalidades mais estratégicas de um negócio. No Lawyer Eleven, esse módulo conta, também, com opções diversas para atender a demandas mais específicas de seu negócio jurídico. 

Com os relatórios, você pode apresentar os resultados das ações aos seus clientes e manter um padrão de gestão de qualidade dos seus processos. É possível também gerenciar desde despesas operacionais até os recebimentos de ações de clientes.

Existem, inclusive, modelos prontos de relatórios para você utilizar, tais como os relatórios de pastas e movimentos processuais.

Agenda

O módulo “Agenda”, do Lawyer Eleven, agrupa funcionalidades relacionadas ao registro e ao acompanhamento de atividades e agenda de compromissos. Nele, é possível realizar o cadastro de tarefas, bem como o controle de prazos e compromissos vinculados aos processos. 

Essa funcionalidade favorece a delegação de tarefas e o acompanhamento da produtividade e do desempenho da equipe, já que é possível controlar o número de horas trabalhadas para cada cliente.

E para facilitar ainda mais a sua rotina, a agenda do LE é integrada com a Google Agenda, o Calendário Outlook e o iOs.

Contatos

Em um escritório de advocacia, existem diversas relações. Além das relações trabalhistas (internas), todo negócio possui stakeholders, como os clientes e fornecedores. No módulo “Contatos”, o gestor consegue armazenar todos os dados completos referentes a essas pessoas. Com isso, é possível realizar um bom gerenciamento da carteira de clientes ou os contratos com fornecedores. 

Já pensou conseguir fazer a gestão dos clientes desde a prestação de contas e recebimento de honorários à consulta de processos e audiências? Essa funcionalidade do Lawyer Eleven certamente auxilia neste ponto.

Neste módulo, também há formulários de cadastros para que se insira e armazene informações chaves de pessoas diversas.

O destaque no módulo “Contatos” fica para a ficha do cliente com botão para o WhatsApp Web. Por meio deste botão, o usuário consegue começar uma conversa com o cliente diretamente pelo aplicativo. Basta um clique!

Pasta processual

Imagine um escritório de advocacia que não possui um bom software jurídico, como o Lawyer Eleven. Como ele faz a gestão de seus processos? Se isso envolver arquivos físicos, é sinal de que há baixa produtividade no negócio. 

Com o módulo “Pasta Processual”, o gestor consegue visualizar, de forma ágil, o progresso das atividades de seu negócio. Ele também pode gerenciar pastas de processos, recursos e incidentes. Por meio dele, é possível consultar os detalhes de cada ação, incluindo a situação atual e a atualização automática dos andamentos processuais. Quer saber as estatísticas de processos com base em indicadores cadastrados no sistema? Também é possível!

O Lawyer Eleven é um software responsivo, que pode ser acessado de qualquer dispositivo. É também hospedado em ambiente seguro (Datacenter Amazon) para oferecer ao gestor todas as funcionalidades sem prejuízo da segurança da informação.

Já imaginou os benefícios que você pode ter utilizando uma solução como o Lawyer Eleven? Então entre em contato conosco e solicite uma demonstração.

Advocacia 4.0 e 5.0 são termos em alta nos últimos anos. De maneira simples, é a advocacia prática na era da informação e na sociedade superinteligente, que é nosso período atual. Apesar de serem próximas, podemos dizer que a advocacia 4.0 e 5.0 apresentam diferenças significativas.

Veja como cada uma delas funciona e quais as principais características de cada uma!

Advocacia 4.0 e 5.0

Quando falamos em advocacia 4.0 e 5.0, estamos falando em maneiras muito atuais de prática jurídica. Seja em escritórios de advocacia ou departamentos jurídicos, o uso de ferramentas tecnológicas está presente em todas as áreas. Isso é próprio do advento da internet e da hiperconexão.

No entanto, há diferenças entre essas duas formas de prática. Podemos, inclusive, dizer que a Advocacia 5.0 é a evolução da Advocacia 4.0. Mais do que temer a tecnologia jurídica, é preciso se aliar a ela para atender às necessidades humanas.

Veja a seguir uma breve explicação sobre Advocacia 4.0 e 5.0 e entenda as principais diferenças entre elas.

Sociedade 4.0 e Advocacia 4.0: a era da informação ou a era digital

A Sociedade 4.0 nasceu em um contexto em que as conexões interpessoais se tornaram mais rápidas e eficazes devido à internet. Neste período, o grande foco era na indústria e na produtividade. Deixamos de privilegiar a indústria tradicional para valorizar a informação e a tecnologia em grande escala.

O desenvolvimento de sistemas para automatizar operações manuais e diminuir os erros humanos era uma prática principal. No mesmo sentido, a digitalização e o uso de dados garantiriam ainda mais eficiência.

A Advocacia 4.0 surgiu se aproveitando deste contexto tecnológico e de uso de dados. Por isso, vemos tanta luz sobre jurimetria, compliance, LGPD, Direito Digital e legaltechs em geral.

Com esses recursos tecnológicos disponíveis, os advogados passaram a ter uma atuação mais estratégica e fundamentada em dados. Isso significou uma tomada de decisões assertiva e melhores resultados.

Sociedade 5.0 e Advocacia 5.0: a sociedade superinteligente

As ferramentas de Big Data e Inteligência Artificial já estavam presentes na Advocacia 4.0. Mas na Sociedade 5.0 há uma grande mudança no foco da utilização das tecnologias. A ideia principal não é mais automatizar processos, mas atender às necessidades humanas com o fim de dar às pessoas mais qualidade de vida e bem-estar. Basicamente, estamos diante de uma sociedade superinteligente, impulsionada por máquinas que apoiam o desenvolvimento humano.

Em outras palavras, é utilizar as tecnologias da Sociedade 4.0 a favor da convergência para obter resultados satisfatórios em diversos setores da vida. Para isso, há uma tentativa de equilibrar as alternativas totalmente sustentáveis com a resolução de problemas sociais e o avanço econômico.

A sociedade 5.0 vem, então, para ampliar o foco no ser humano para resolver seus problemas e suas necessidades pessoais. E como fazer isso na advocacia? De forma bem simples: a advocacia 5.0 é completamente centrada em um atendimento jurídico humanizado.

O advogado 5.0, então, passa a utilizar as tecnologias de maneira mais humana e amigável às pessoas. Sua conduta voltada para as relações interpessoais se destina a promover o senso de conexão social e a interação. Aliando tecnologia, ética, criatividade e outras soft skills, poderá desenvolver soluções mais adequadas aos problemas dos clientes. 

Na prática, podemos pensar nas diversas soluções de Legal Design, que é uma das manifestações da advocacia 5.0.

Diferenças entre Advocacia 4.0 e 5.0

A partir das características da Advocacia 4.0 e 5.0, já podemos perceber a diferença entre elas. Confira as principais divergências entre elas:

  • A Advocacia 4.0 é marcada por automação dos processos e produtividade, enquanto a Advocacia 5.0 é marcada pelo atendimento jurídico humanizado e pela geração de valor.

  • A Advocacia 4.0 adota tecnologias para reduzir burocracias, operações manuais e erros humanos, mas o advogado 5.0 as utiliza para resolver problemas sociais e individuais (foco nas necessidades humanas).
  • Na Advocacia 4.0 e 5.0, o profissional deve apresentar habilidades que vão além da mera técnica jurídica (soft skills), mas a Advocacia 5.0 demanda o desenvolvimento de competências que dizem respeito às relações interpessoais para melhorar o atendimento às pessoas.

Utilizar um sistema para advogados é uma boa maneira de fazer uma melhor gestão do tempo e se dedicar às práticas da Advocacia 4.0 e 5.0. Com o tempo, o profissional consegue se organizar para se tornar um Advogado 5.0, totalmente centrado nas relações interpessoais. Que tal conhecer como o software jurídico pode otimizar sua rotina para que você esteja cada vez mais focado em seus clientes? 

Projeto, em um conceito simples, é um conjunto de ações necessárias para realizar um serviço ou elaborar um produto. Em uma organização, seriam as atividades organizadas com prazo inicial e final para se alcançar determinada solução. E quando se trata de gestão de projetos e advocacia? Aplicar esse gerenciamento em negócios jurídicos é uma forma de resolver problemas comuns a este segmento. Dificuldade em captar clientes, alta inadimplência, sobrecarga de tarefas são alguns exemplos. Confira a seguir como funciona a gestão de projetos e advocacia!

Gestão de projetos e advocacia: como funciona?

Falar em gestão de projetos e advocacia é adotar estratégias de gestão para auxiliar na realização de processos internos do escritório ou departamento jurídico. Sua função final é melhorar as entregas para que sejam mais eficientes, rápidas e seguras. Esse tipo de gestão tenta manter o foco dos profissionais na realização e no controle do projeto. Além disso, é capaz de fornecer dados e insights importantes para a análise da qualidade do serviço. Uma questão interessante quando abordamos gestão de projetos e advocacia é o termo próprio para essa relação: Legal Project Management. Seu funcionamento é bem simples: aplicar padrões do gerenciamento de projetos adaptados ao ambiente da advocacia. Na prática, é uma maneira de abordar, de modo estruturado, o planejamento do escritório ou departamento jurídico. Dessa forma, o trabalho é acompanhado e avaliado, o que aumenta a percepção de valor e a eficiência junto ao cliente. Por isso, podemos considerá-la uma das estratégias de gestão mais interessantes na advocacia.

Vantagens da gestão de projetos e advocacia

A relação entre gestão de projetos e advocacia traz muitas vantagens aos negócios. O gestor consegue ter maior visibilidade sobre as etapas dos processos internos. Com isso, pode otimizar a atividade de ponta a ponta. Quais projetos estão pendentes? Existem profissionais sobrecarregados? Há tarefas que devem ser priorizadas? Tudo isso é facilmente respondido na gestão de projetos e advocacia. Em suma, neste tipo de gestão, podemos apontar os seguintes benefícios:

  • Aumento da produtividade: uma equipe que tem clareza sobre suas responsabilidades e prazos consegue ter maior organização interna. Com isso, os fluxos de trabalho fluem com facilidade, aumentando a produtividade na execução das atividades.
  • Maior previsibilidade de receita: a partir do momento em que se entende o caminho dos processos internos, é possível entender o fluxo de entregas e ter previsibilidade de receita.
  • Melhor cumprimento dos prazos: a gestão de projetos dá celeridade às entregas e aponta pendências e potenciais responsáveis por novas tarefas, o que agiliza as atividades.
  • Mais segurança na tomada de decisão: neste tipo de gestão, há maior visibilidade de informações, o que facilita uma tomada de decisão fundamentada.
  • Organização na delegação de tarefas: a delegação é uma etapa fundamental da gestão de projetos e é mais bem definida neste tipo de gestão.

Como ela pode ser aplicada nas organizações?

Algumas estratégias de gestão se comunicam diretamente com o gerenciamento de projetos. A adoção de sistemas para advogados merece grande destaque neste ponto, pois essas ferramentas estão adaptadas para o negócio jurídico. Elas oferecem funcionalidades para que o líder faça uma gestão de projetos eficientes, com delegação de tarefas, definição de prazos e muito mais. Qualquer escritório se beneficia com o uso de um software jurídico para realizar a gestão de projetos. Afinal, ele centraliza tarefas e dados, permitindo uma tomada de decisões qualificada e uma atuação produtiva. Porém, essa é apenas uma das estratégias de gestão para advogados. O gerenciamento de projetos pode ser aplicado de diversas maneiras. Tudo dependerá de qual é a sua demanda. O acompanhamento de entregas de modo visual pode ser feito pelo Kanban, por exemplo. Já o Scrum é uma metodologia ágil com curtos ciclos de atividades que apresentam uma entrega ao final de cada ciclo. Esses são dois métodos interessantes de gestão de projetos. Há também outras estratégias que não são exatamente ferramentas deste tipo de gestão, mas que auxiliam bastante nela:

  • Técnica 5W2H: é basicamente um check-list administrativo de prazos, atividades e responsabilidades. Ela define o objeto (What), o motivo (Why), o local (Where), o momento (When), o responsável (Who), o modo (How) e o custo (How much) de uma tarefa.
  • Princípio de Eisenhower (Urgência x Importância): as tarefas são organizadas entre urgentes ou importantes, contribuindo para a correta priorização das atividades.
  • Método OKR (Objectives and Key Results): seu objetivo é definir e acompanhar metas, o que é uma ótima estratégia para gerenciar projetos de forma objetiva.

    A relação entre gestão de projetos e advocacia pode ser resumida em uma palavra: otimização. Com processos internos organizados e estruturados, a administração se torna mais profissional. Dessa forma, obtém-se melhores resultados e maior possibilidade de crescimento.

    Você adota algum método de gestão de projetos?

Você conhece os modelos de gestão para escritórios de advocacia? Esses modelos podem ser conceituados como um conjunto de estratégias de gestão cujo objetivo é coordenar a equipe na execução das tarefas para potencializar a conquista de resultados.

Dentre os vários modelos de gestão, existe um mais conveniente para sua organização. Por isso, é importante conhecer quais são eles, bem como suas vantagens e desvantagens.

Confira!

Modelos de gestão para escritórios de advocacia

A escolha das melhores estratégias de gestão na advocacia deve ser feita com muito critério. Diante da alta competitividade no setor jurídico, a profissionalização é mais do que necessária. Ela passa por ter uma estrutura organizacional e administrativa eficiente, o que se liga diretamente aos modelos de gestão para escritórios.

Gestão democrática/horizontal, meritocrática, centralizada/vertical, com foco em resultados ou em processos, ou por cadeia de valor. Esses são os modelos de gestão mais conhecidos no mundo corporativo. Mas qual é o melhor para seu escritório? 

De maneira geral, vemos dois principais modelos de gestão para escritórios de advocacia: vertical e horizontal. Seja qual for o escolhido, é preciso adaptá-lo à realidade de cada negócio.

Gestão Vertical

A gestão vertical é um dos modelos de gestão para escritórios em que há centralização no comando e no controle das atividades. Existe uma estrutura hierárquica bem definida, e a abordagem é chamada de top-down (de cima para baixo). Isso significa que há uma decisão unilateral dos sócios ou do gestor jurídico que reflete em todas as camadas hierárquicas seguintes. 

Esse tipo de gestão é mais burocrático e é bastante comum em escritórios de advocacia. Afinal, há muito conservadorismo no Direito, inclusive no tocante às estratégias de gestão. Devido a essa característica, a gestão vertical apresenta algumas desvantagens:

  • Dificuldades em implementar novas tecnologias, como os sistemas para advogados;

  • Maior lentidão nas decisões e nas ações do escritório;

  • Colaboradores sem autonomia;

  • Dificuldades na comunicação.

Porém, o modelo tradicional pode ser interessante em escritórios recém-criados. Nestes casos, os profissionais podem ter pouca experiência ou qualificação. Por isso, precisam de um guia (o gestor) para tomar as rédeas.

Gestão Horizontal

Na outra ponta dos modelos de gestão para escritórios de advocacia está a gestão horizontal. Muito comum em startups, é um tipo de gestão que valoriza a colaboração e a multidisciplinaridade. 

Ao invés de estabelecer uma estrutura top-down, a estrutura é horizontal, pois os profissionais não dependem de um superior para atuar de determinada maneira. Isso significa maior autonomia e poder de decisão para todos. 

Como benefícios da gestão horizontal, podemos apontar:

  • Tomada de decisões colaborativas, o que engaja os trabalhadores com o negócio jurídico, trazendo maior produtividade e melhores resultados;

  • Atribuição de maior responsabilidade aos profissionais, o que pode aumentar seu engajamento e motivação no trabalho;

  • Maior tendência e facilidade na utilização de tecnologias, como os sistemas para advogados;

  • Maior agilidade na execução de atividades nos escritórios.

Por outro lado, se os profissionais não possuem um perfil mais autônomo, esse tipo de gestão pode ser um problema. Afinal, a gestão democrática precisa de profissionais comprometidos com o planejamento e com os resultados.

Neste caso, é fundamental que o líder prepare sua equipe para esse tipo de gestão para advogados.

Metodologia ágil

A metodologia ágil é um ótimo exemplo de método aplicável ao modelo horizontal de gestão. É uma das estratégias de gestão focada na descentralização da tomada de decisões e no engajamento das equipes nas ações do escritório. 

Para aplicá-la na advocacia e usufruir de seus benefícios, o gestor deverá adotar três práticas principais:

  • Reuniões diárias (daily scrum meeting): realizada em pé e por no máximo 15 minutos, os participantes passam a saber o que cada equipe fez no dia anterior e fará nas próximas horas;

  • Reuniões semanais de planejamento: servem para que todos tenham ciência do andamento dos projetos, as atividades e os prazos de cada um. É importante para monitorar e documentar os resultados da equipe. 

  • Definição de OKRs: como a metodologia ágil se baseia no planejamento contínuo, de curta duração, é importante avaliar e acompanhar se as metas estão sendo cumpridas.

Os principais modelos de gestão para escritórios de advocacia são os modelos vertical e horizontal. Cada um apresenta vantagens e desvantagens, e cabe ao gestor avaliar qual se adequa melhor à realidade de seu negócio. Isso significa avaliar a estrutura e o grau de maturidade geral, inclusive dos profissionais. 

Além disso, as ferramentas utilizadas devem estar de acordo com o modelo de gestão. Já parou para avaliar seus sistemas e seu modelo? Há coerência entre eles? Conte para a gente sua experiência!

Metodologia ágil para advogados, assim como para outros profissionais, é um conjunto de modelos de gestão baseados em maior liberdade e menos hierarquia. Elas desconstroem as estruturas rígidas e hierárquicas para substituí-las por autonomia na condução dos processos. Em outras palavras, é um tipo de gestão em que há uma abordagem de mínima intervenção no gerenciamento de projetos.

Para que essa metodologia dê certo, é de fundamental importância que os agentes envolvidos entendam a proposta. Quando isso acontece, a descentralização promove alto engajamento e maior motivação, pois todos participam ativamente dos projetos.

E como é a aplicação da metodologia ágil para advogados? É uma das estratégias de gestão que traz resultados?

Como as metodologias ágeis podem ser aplicadas na advocacia?

Um escritório de advocacia ou um departamento jurídico também podem usufruir de um modelo horizontal de gestão. A descentralização é uma grande aliada da agilidade na tomada de decisões e da maior produtividade. No entanto, é fundamental que haja um acompanhamento próximo para ter entregas melhores a todo o momento.

Para garantir a efetividade da metodologia ágil para advogados, há algumas ações que o gestor deve adotar:

  1. Fazer reuniões diárias: aliadas da gestão do tempo, as daily meeting são realizadas em pé e duram no máximo 15 minutos. No encontro, cada equipe reporta o que foi feito no dia anterior e o que será feito nas próximas horas. Também pontuam erros e avaliações. Além de promover a colaboração, todos têm ciência do que está sendo feito por outras equipes.

  2. Fazer reuniões semanais de planejamento: a metodologia ágil para advogados depende também de planejamento, o que é feito na reunião semanal. Assim, é possível monitorar e documentar o desempenho das equipes, bem como pensar nas tarefas individuais e coletivas que cumprirão a meta da empresa. 

  3. Definir OKRs (Objectives and Key Results): os OKRs, que devem estar de acordo com a visão do escritório ou departamento, são utilizados para o acompanhamento das metas. Eles podem abranger indicadores financeiros, quantidade de processos finalizados, feedback dos atendimentos e outros.

  4. Utilizar tecnologia: os sistemas para advogados e as ferramentas baseadas em IA podem otimizar os processos internos. Elas dão ao gestor maior controle sobre prazos e tarefas, além de aprimorar a colaboração, a transparência e a eficiência do serviço.

Exemplo prático

Vamos a um exemplo prático dessa gestão para advogados. Imagine que uma equipe do escritório possui 15 dias para realizar 3 grandes tarefas: entregar os relatórios de gestão do escritório, concluir as alegações finais de um processo de sonegação fiscal e elaborar um contrato para um cliente.

Ela pode criar 5 ciclos de 3 dias. No fim do 1º ciclo, ela entregará o relatório financeiro do escritório e revisará a jurisprudência aplicável ao caso de sonegação. No fim do 2º ciclo, entregará o relatório de gestão de pessoas e revisará a doutrina do processo. E assim por diante. A cada ciclo, há pequenas entregas que, no final dos 5 ciclos, perfazem o resultado final.

Quais as vantagens da metodologia ágil para advogados?

Na gestão para advogados, é preciso cumprir uma série de procedimentos para que o fluxo de trabalho seja fluido. Ao receber uma demanda de um cliente, por exemplo, é preciso colher informações e documentos do caso, pesquisar doutrina e jurisprudência aplicável, elaborar um documento jurídico e revisá-lo, até que a demanda seja concluída. 

Se a rotina é estruturada de forma inadequada, os gargalos aparecem e podem ocasionar atrasos. Para evitar esse tipo de problema, a metodologia ágil para advogados é uma ótima opção. Esse tipo de gestão, como apontamos, é baseado na autonomia das equipes na condução dos projetos. E é do seu conceito que saem suas principais vantagens, que são:

  • Alinhamento das equipes: um escritório ou departamento jurídico pode ser dividido em diversas áreas. Elas devem manter uma boa comunicação entre si para alcançar as metas propostas, e isso é mais fácil com a metodologia ágil para advogados. Essa gestão facilita o alinhamento das equipes.

  • Horizontalidade no planejamento: ainda que exista um responsável pela gestão do projeto, a metodologia ágil é mais flexível e horizontal. Isso significa que as equipes são autogerenciadas e podem se organizar sem interferência externa. 

  • Maior produtividade: com boa comunicação, organização, e delimitação de responsabilidades e prazos de cada profissional, a equipe se torna mais produtiva nas entregas. 

Um importante pilar da metodologia ágil para advogados é descentralizar a tomada de decisões, permitindo que os profissionais atuem com maior liberdade. Para que eles tenham maior produtividade e organização em seus projetos, o uso de um software jurídico é essencial. Dessa forma, as tarefas repetitivas são automatizadas e eles fazem uma melhor gestão do tempo, atuando em atividades estratégicas. 

Como você aplica a metodologia ágil em seu negócio jurídico?

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Você sabe como ser um Advogado 5.0? Antes de mais nada, precisa saber que a Advocacia 5.0 é aquela que utiliza tecnologias da Indústria 4.0 com foco total no atendimento das necessidades humanas e na resolução de problemas sociais.

Em outras palavras, é a advocacia centrada no ser humano e em suas necessidades, considerando a mentalidade do mundo digital e suas formas de geração de valor. 

Como resultado, vemos nascer uma mentalidade que se baseia em diversidade, descentralização, horizontalidade e sustentabilidade. Exatamente o contrário do conceito tradicional e hierarquizado da advocacia.

E como se tornar um Advogado 5.0? 

Por que se tornar um Advogado 5.0?

Porque este novo modelo de advocacia é um caminho sem volta. Os advogados que buscam se manter competitivos no mercado tiveram que se adaptar à Advocacia 4.0.  Automação dos processos, uso da inteligência artificial e jurimetria, tudo isso passou a ser incorporado na rotina para garantir uma atuação estratégica.

Mas sem o foco nas necessidades humanas, o uso da tecnologia não faz sentido. É preciso utilizar ferramentas para resolver problemas sociais e individuais, conceito já abordado pelo Legal Design. 

Quando pensamos no marketing jurídico, por exemplo, precisamos pensar em ações para o sucesso e a experiência do cliente (Customer Success e Customer Experience). Quando pensamos em um software jurídico, devemos escolher um sistema que atenda às necessidades dos profissionais.

Esse é o Advogado 5.0, um profissional que certamente será mais requisitado no mercado, porque resolve problemas reais.

Como se tornar um Advogado 5.0?

O primeiro passo para se tornar um Advogado 5.0 é mudar o paradigma mental para centrar suas ações no ser humano. Isso pode ser um desafio para advogados mais conservadores, porque há uma grande mudança no modelo de gestão. Mas não é algo difícil olhar para sua atuação com a lente do “humano”. 

Além disso, é fundamental utilizar a tecnologia a serviço das pessoas. 

Utilizar tecnologias inteligentes a serviços das pessoas

Qual a chance de êxito de uma demanda? Será que realmente vale a pena ingressar com uma ação ou é melhor fazer um acordo? Com a jurimetria e a inteligência artificial, os profissionais conseguem obter essas respostas para orientar seus clientes de maneira mais adequada. Dessa maneira, podem trabalhar em prol do que é mais adequado para eles.

Em outro aspecto, o advento da LGPD também privilegia o ser humano, pois dá ao cidadão maior controle sobre seus dados pessoais. Neste sentido, o Advogado 5.0 deve realizar o uso de tecnologias inteligentes, como o software jurídico, de forma adequada às legislações que protegem os cidadãos.

Além disso, ainda falando sobre os sistemas jurídicos, eles podem ser grandes aliados do Advogado 5.0. Afinal, ao automatizar tarefas repetitivas e burocráticas, o software confere ao advogado mais tempo para lidar diretamente com pessoas. E é exatamente isso que a Sociedade 5.0 deseja: uma conduta voltada para as relações interpessoais. 

Fazer um marketing jurídico digital mais adequado

Utilizar a internet para fazer marketing jurídico já é uma realidade há alguns anos. No entanto, nem sempre vemos um marketing focado na realidade do público-alvo. Um dos pontos que mais causa essa desconexão é a linguagem. 

Um bom exemplo é o marketing digital realizado por advogados e escritórios de advocacia durante a pandemia do novo coronavírus. As pessoas estão com medo, a fragilidade das relações de trabalho aumentou, todos estamos vulneráveis.

O Advogado 5.0, por adotar ações centradas no ser humano, pratica uma comunicação mais sensível ao momento na hora de fazer marketing digital. Mais do que se preocupar em ganhar autoridade com conhecimento técnico, ele deve mostrar que está sensibilizado pelo momento que muitas pessoas estão vivendo com a pandemia.

Assim, ele coloca em prática o objetivo final da Sociedade 5.0. 

Adotar o Legal Design Thinking

O Legal Design Thinking pode ser considerado um desdobramento da Advocacia 5.0, pois sua ideia principal é passar uma mensagem ao cliente de forma simples. Dessa forma, é possível proporcioná-lo a melhor experiência possível com seu serviço. 

Quando você adota esse conceito em seu escritório ao lidar com os clientes, está automaticamente atendendo ao objetivo da Advocacia 5.0. E não é só com clientes externos, com quem você deve se comunicar de forma simples, sem jargões jurídicos.

Os clientes internos, que são seus profissionais, também devem ser incluídos neste contexto. Isso significa otimizar processos e serviços, promover a colaboração e adotar um software jurídico compreensível.

O Advogado 5.0 foca suas ações no ser humano, o que significa utilizar tecnologias e estratégias focadas em pessoas. 

Se você quer realmente ser um Advogado 5.0 que faça a diferença na vida das pessoas, conheça as tendências para os advogados do futuro!

A escolha de um sistema adequado para seu negócio jurídico é um passo importante para ter melhores resultados. Um bom software jurídico traz maior produtividade aos profissionais e serve como uma alavanca de desenvolvimento no escritório de advocacia ou no cartório.

Mas o que deve ser considerado na hora da escolha de um sistema? Podemos olhar todo o processo e ver que as funcionalidades, a usabilidade, o investimento e a implementação são os fatores mais importantes. Confira!

Escolha de um sistema em nuvem

Com o advento da LGPD, o armazenamento de dados nas empresas passou a chamar ainda mais atenção. A segurança cibernética, que já precisava ser tratada como prioridade em qualquer negócio, ganhou destaque. E como garanti-la?

Os softwares jurídicos em geral possuem boas especificações quanto à segurança da informação. E ao contrário do que muitos acreditam, os sistemas em nuvem são capazes de conferir ainda mais segurança aos dados. Criptografia e backups periódicos são a base da segurança nesses sistemas.

No entanto, elas não conferem apenas essa vantagem. Eles também apresentam algumas características que merecem ser ressaltadas, como escalabilidade e mobilidade.

A escalabilidade é a possibilidade de aumentar a capacidade de armazenamento conforme a demanda. Assim, conforme seu negócio cresce, o software expande junto com ele. Em outras palavras, você não perde tempo trocando sistemas.

A mobilidade é o que permite aos profissionais acessarem o sistema de qualquer dispositivo e lugar, bastando a conexão com a internet. Quando pensamos em advogados extremamente ocupados, bem como profissionais de cartório sobrecarregados com suas tarefas, a mobilidade é uma grande aliada da gestão de tempo.

Funcionalidades adequadas ao negócio

Sua grande questão no escritório de advocacia é lidar com o controle financeiro e de honorários? Ou o problema no cartório é a gestão de produtividade? Seja qual for a sua demanda, é preciso conhecê-la bem antes da escolha de um sistema para seu negócio.

Isso porque ele deve apresentar funcionalidades capazes de resolver suas necessidades. O objetivo de um software jurídico é apoiar as metas do seu negócio. Até mesmo empresas de um mesmo nicho de mercado podem precisar de funcionalidades diferentes. 

Por isso, para que não haja problemas também no momento da implementação (o que ocasiona maior custo), pesquise sistemas que agregam valor ao seu negócio. A escolha dos recursos de cada software também será determinante para seu preço, não se esqueça disso. E não necessariamente o mais caro será o melhor para você.

Seja quais forem suas opções, uma funcionalidade obrigatória para seu negócio será aquela que fornece dados estratégicos para a tomada de decisão, como relatórios.

Relação custo-benefício

Na hora da escolha de um sistema, o gestor considera as funcionalidades de um sistema em nuvem que se adequam ao seu negócio. Sua ideia é melhorar os processos e os resultados por meio da ferramenta. Mas ainda que entenda que um software é um investimento, e não um custo, ele deve avaliar a relação custo-benefício.

Como acabamos de apontar, nem sempre o sistema mais caro será o melhor. O melhor sistema é o mais adequado às suas atividades. Existem muitas ferramentas capazes de satisfazer as necessidades do empreendimento, motivo pelo qual há variedade de preço.

Neste ponto, o importante é avaliar se o valor do investimento compensa, considerando todos os benefícios do recurso e sua finalidade ao negócio. E, claro, veja se há implementação acompanhada por especialistas, porque é um ponto fundamental nesta avaliação. 

Implementação acompanhada

Por fim, a implementação com auxílio de especialistas é um ponto crucial na escolha de um sistema. Afinal, esse acompanhamento determinará não só o sucesso da mudança no modelo de gestão, mas também o “ânimo” dos profissionais em assumirem esse novo modelo.

Um sistema implementado corretamente traz muitos benefícios, e isso só ocorre com acompanhamento. Os especialistas são capazes de passar pelas etapas de implementação sem prejudicar as atividades do negócio, o que é fundamental para o cotidiano. Além disso, garantem a segurança dos dados na hora do armazenamento ou da migração.

A escolha de um sistema depende de vários fatores, como encontrar um fornecedor confiável que ofereça também a implementação do software. Além disso, ele deve apresentar funcionalidades adequadas para o negócio e uma boa relação de custo-benefício.

Dessa forma, o gestor conseguirá usufruir de todas as vantagens que esse sistema trará para sua empresa.

A implementação de um sistema é uma das etapas que mais causa temor em um gestor jurídico. Seja no escritório de advocacia, em um departamento jurídico ou em um cartório, um software pode trazer muitos benefícios, maximizando a competitividade. Mas até ele começar a funcionar, algumas questões surgem e colocam em xeque seu uso.

Esse sistema é capaz de integrar as unidades do negócio e centralizar as informações, mas como será feita a migração de dados?

Confira, a seguir, como é o processo de implementação de um sistema, sua importância e as vantagens de realizá-lo acompanhado por especialistas! 

Como é o processo de implementação de um sistema?

A implementação de um sistema deve ser feita de forma organizada. Afinal, sua implementação não pode atrapalhar a execução das atividades essenciais ao negócio. Esse processo com fases tem como objetivo integrar processos de várias áreas, o que é bastante complexo. Por isso, é importante ter clareza sobre as fases da implantação.

Pontuamos a seguir as 3 fases principais na implementação de um sistema:

  1. Estudo de implantação: fase de planejamento que considera as particularidades da empresa para definir o que será o sistema, como e quando será implantado. Define-se um plano de ação detalhado.

  2. Implantação: realização das tarefas do plano de ação, em que cada atividade entregue é testada para garantir que as funcionalidades correspondem às expectativas da empresa.

  3. Entrada em produção: com a conclusão do plano de ação, o sistema está pronto para ser utilizado, mas é preciso acompanhar seu funcionamento por meio de métricas e feedback. 

Durante e após a implementação de um sistema, o treinamento da equipe é essencial. Um software tem impacto direto no cotidiano dos profissionais, pois é um novo modelo de gestão jurídica. Por isso, é importante que o gestor abra o diálogo com os demais profissionais para explicar melhor sobre o software jurídico

Qual a importância do processo de implementação de um sistema?

A implementação de um sistema é fundamental para que o negócio funcione de forma fluida e sem percalços. Ela ocorre de maneira gradual para assegurar uma adaptação segura. Inclusive, é possível optar por escalar a implantação de módulos classificados em:

  • Módulos operacionais: viabilização das atividades cotidianas, como módulos verticais (rotinas específicas do escritório ou do cartório) e horizontais (Compras, Financeiro etc.).

  • Módulos estratégicos e táticos: têm como função disponibilizar informações e melhorar a tomada de decisões, otimizar o relacionamento com clientes, dentre outros objetivos.

Como resultado do processo de implementação de um sistema, o gestor consegue experimentar a padronização de processos internos. Ele pode revisitar procedimentos, verificar aqueles que são pertinentes ou que devem ser ajustados, alavancando rotinas e resultados.

Em outras palavras, com a implementação de um sistema jurídico, ocorre a automatização de processos, o que otimiza o fluxo de trabalho em todos os pontos.

Quais as vantagens de fazer a implementação com acompanhamento especializado?

Na hora de fazer a implementação de um sistema, é importante ter acompanhamento especializado para que todas as fases sejam cumpridas corretamente. Isso é fundamental, especialmente, para a migração segura dos dados e seu armazenamento.

É preciso, por exemplo, passar por uma fase de testes individuais (feitos pelos usuários finais do sistema e pela equipe de implantação), testes integrados (prova de todos os processos do sistema) e testes de stress (teste em situação real de funcionamento da empresa).

Mas isso é só um ponto. Existem vantagens importantes de se fazer a implementação de um sistema com acompanhamento especializado.

Maior integração

A implementação de um sistema demanda total envolvimento dos profissionais. Com o auxílio de especialistas, é possível promover maior integração dentro do negócio. Isso evita atrasos que decorrem da dificuldade de identificar e solucionar problemas durante o processo.

Os fatores humanos são, normalmente, o maior ponto de resistência à implementação de um sistema. Por isso, com especialistas para explicar e engajar todos, a integração se torna mais fácil. 

Impacto positivo na cultura organizacional

Quando um sistema “assume” o modelo de gestão de um negócio jurídico, há um impacto em todos os envolvidos. Afinal, havia o costume de trabalhar com um fluxo determinado de processos. No entanto, com o acompanhamento especializado, a dificuldade na adoção de novos métodos é minimizada. 

O apoio do gestor jurídico é fundamental, claro, mas os especialistas serão essenciais para que a cultura organizacional passe por uma mudança de maneira orgânica.

A implementação de um sistema em cartórios ou escritórios de advocacia, quando feito de forma acompanhada por especialistas, traz muitos benefícios. Além da maior integração, há um impacto positivo na cultura organizacional. Com a automação dos processos, a tendência é o crescimento natural do negócio. 

Você já possui um sistema? Como foi a implementação em seu negócio?

A LGPD para advogados é uma realidade desde que a lei entrou em vigor. Ela demandará dos escritórios de advocacia um grande rigor em suas políticas de segurança para que seja realizado um tratamento de dados adequado. E isso envolve inclusive a política de cookies nos sites. 

Leia mais

O que é um relatório para escritório de advocacia? Um documento que traz dados relevantes a respeito de algum indicador ou situação do negócio. São informações essenciais que podem nortear toda a atividade e melhorar os resultados do escritório.

Leia mais

Como funciona um departamento jurídico? Qual sua função? Ele é responsável por fiscalizar o cumprimento da lei por parte de sua empresa, reduzir custos ao mitigar riscos e zelar pela reputação do negócio. Com tamanha importância, uma gestão de departamento jurídico eficiente é fundamental para ter os melhores resultados.

Esse setor empresarial possui, assim, grande interferência na parte estratégica e preventiva do negócio. Com boas práticas, é possível otimizar sua atuação e melhorar ainda mais os resultados.

Veja como fazer uma gestão de departamento jurídico eficiente!

A importância de uma boa gestão de departamento jurídico

A gestão de departamento jurídico é responsável por gerenciar processos e resultados referentes a pessoas, processos, tarefas, finanças e conhecimento. Com tantas frentes de trabalho, é possível imaginar que as estratégias de gestão devem estar alinhadas entre si e com os objetivos da empresa.

Em outras palavras, é bastante diferente de um escritório de advocacia. Sua particularidade é envolver tantas áreas internas, ao mesmo tempo em que se comunica com diversos departamentos externos. E é aí que os desafios aparecem, pois é preciso ter padronização de gestão de contratos e uma metodologia bem definida de atendimento para as outras áreas da empresa.

Quando existe uma boa gestão de departamento jurídico, porém, sua função é amplificada. Como pontuamos na introdução, ele é um setor capaz de melhorar os resultados de um negócio, pois é estratégico para mitigar os riscos de sua empresa, analisar cenários internos e externos para tomar melhores decisões.

Para conseguir executar sua função com excelência, sua gestão deve ser impecável. Como atingir a excelência?

As melhores estratégias de gestão do departamento jurídico

Ter uma visão estratégica de negócio 

O departamento jurídico serve a um negócio. Os profissionais que atuam nele devem ser capazes de se integrar com outras áreas para ter uma visão estratégica da empresa. É exatamente essa visão global que o possibilita captar as particularidades do negócio e avaliar os riscos prováveis na atuação.

Por isso, para fazer uma gestão de departamento jurídico eficiente, é preciso atuar como um parceiro de negócios (business partner), conhecendo as atividades internas e externas da empresa. Isso significa, sim, conhecer bem cada área, porque cada uma delas pode apresentar riscos diversos.

O departamento, nestes casos, servirá como um consultor para a tomada de decisões a partir de suas análises. Inclusive, é a partir das análises que poderá adotar as políticas de compliance necessárias para que a empresa esteja sempre em conformidade com as normas e diretrizes aplicáveis.

Utilizar indicadores de desempenho

Os indicadores de desempenho são importantes para a gestão de departamento jurídico e de qualquer setor. São eles que fornecem dados estruturados para apoiar a tomada de decisões. Somente o que é medido pode ser gerenciado e otimizado.

Assim, o departamento deve ter ferramentas que possibilitem essa análise, como os softwares jurídicos, e também saber o que deve ser analisado. Após definir as metas, que devem estar alinhadas aos objetivos da empresa, será possível aplicar os indicadores para fazer análises.

Número de processos por período e por área do direito, histórico de valores perdidos e ganhos nos processos, histórico de resultado de processos são alguns indicadores importantes.

Otimizar a comunicação entre as áreas

Uma boa gestão de departamento jurídico depende da integração com outras áreas, inclusive de marketing e vendas. Lembre-se de que o departamento é fundamental para o controle empresarial e deve estar incluído na gestão estratégica. Para fazer bem seu trabalho, deve estar em constante contato com as demais áreas. 

Reuniões de equipes e diagnósticos empresariais devem contar com a presença do gestor jurídico. Afinal, ninguém atua sozinho na empresa. O departamento, quando integrado aos demais setores, consegue identificar suas necessidades e seus objetivos, contribuindo para os resultados de todos.

Por isso, a comunicação se torna um aspecto primordial na boa gestão de departamento jurídico.

Uso de tecnologia

Para otimizar a gestão de departamento jurídico, considerando todos esses pontos que mencionamos, o uso de tecnologia se faz primordial. A principal tecnologia é um bom software jurídico, que apresenta funcionalidades com indicadores, métrica e relatórios, e que facilita a organização interna e a comunicação entre os profissionais.

Essa ferramenta de gestão auxilia bastante na unificação de informações, o que contribui diretamente para a organização e interpretação de dados. Com isso, é possível traçar uma estratégia mais assertiva e uma tomada de decisões mais relevante para os negócios.

Uma boa gestão de departamento jurídico depende de uma estratégia que integra as demais áreas, de modo a propiciar a visão global do negócio. O software jurídico aparece como ferramenta indispensável para organizar as informações e auxiliar na tomada de decisões.

Conheça mitos e verdades sobre softwares jurídicos!

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O controle financeiro do escritório de advocacia é o meio pelo qual o gestor coloca o negócio no rumo do crescimento. Por se tratar de advocacia, um segmento de serviços extremamente competitivo, esse controle se torna ainda mais fundamental para ter um escritório sustentável e de sucesso. Principalmente considerando que os custos estão maiores, enquanto os honorários advocatícios estão menores.

Considerando esse cenário, veja como fazer o controle financeiro do escritório de advocacia.

Problemas da falta de controle financeiro do escritório de advocacia

Fazer a gestão de um escritório é um grande desafio. São muitos aspectos que devem ser gerenciados, não só o fluxo de caixa. É claro que conhecer as entradas e saídas é essencial. Mas e o planejamento? Os processos internos estão organizados? Há controle e métricas bem definidas para otimizar a atividade? Existe uma análise de dados eficiente para a tomada de decisões?

Esses pontos, na verdade, são os principais problemas que aparecem quando falamos de controle financeiro do escritório de advocacia. Muitos negócios jurídicos não são organizados a partir de um planejamento estratégico. 

A análise de dados é algo ainda pouco abordado, motivo pelo qual as decisões nem sempre são tomadas de forma fundamentada. E se não há planejamento, organização e controle por métricas, é difícil ter lucro.

Já pensou atrasar uma conta por mero esquecimento? Isso não só tira dinheiro do lucro, mas é percebido pelo mercado. Um mero deslize e o score do escritório em agências de avaliação de risco cai. Ou seja, mais um entrave ao desenvolvimento do nosso negócio, pois dificulta o acesso a linhas de crédito e desenvolvimento de relacionamento com instituições financeiras.

Dicas para fazer o controle financeiro do escritório de advocacia

Com tantos desafios, o controle financeiro do escritório de advocacia aparece como forma de estar pronto para qualquer cenário. Afinal, quem faz uma boa gestão financeira tem mais previsibilidade das contas e está mais preparado para instabilidades financeiras. E vale destacar que fazer esse controle só com anotações e planilhas pode não ser o suficiente.

Assim, apontamos a seguir algumas práticas de controle financeiro do escritório de advocacia fundamentais para que os rumos do escritório estejam nas mãos dos gestores.

Avalie e defina um orçamento inteligente

O controle financeiro do escritório de advocacia depende, inicialmente, de avaliar qual o cenário atual das finanças. Avalie se as despesas pessoais estão separadas das despesas do escritório, estabeleça pró-labore de sócios para evitar a perda do controle financeiro, avalie os custos fixos e variáveis (despesas operacionais, tributos etc.). 

A partir da avaliação, você terá um panorama da saúde financeira do escritório e poderá traçar um orçamento real. Não se esqueça de que um orçamento inteligente prevê uma verba para emergências, algo importante para lidar com imprevistos, como instabilidades no mercado financeiro.

Controle o fluxo de caixa

Um bom controle de fluxo de caixa envolve o registro das previsões de entrada e saída, modelos de precificação dos serviços, acompanhamento de custas processuais, recebimento de honorários advocatícios e muito mais. 

Essa medida é fundamental para o controle financeiro do escritório de advocacia, pois possibilita ter uma visão completa das finanças e visibilidade das informações financeiras.

Defina objetivos e metas

Definir objetivos e metas e, a partir deles, traçar um plano de ações para atingi-los, é uma ação fundamental para o planejamento de um negócio. No controle financeiro do escritório de advocacia, eles têm muita importância, porque ditam os caminhos dessa gestão. 

Você quer expandir o negócio, aumentar honorários advocatícios ou a primeira meta é diminuir custos? Seja qual for, defina uma meta (que possui um prazo para conclusão) para saber exatamente para onde seu escritório está indo.

Tenha um software jurídico com módulo financeiro

Bons softwares jurídicos, como o Lawyer, possuem um módulo dedicado para a gestão financeira. No caso do módulo Financeiro do Software Jurídico Lawyer, é possível ter uma visão geral do plano de contas do escritório e fazer a gestão de fluxo de caixa, despesas fixas operacionais, honorários advocatícios, garantias judiciais, depósitos, cartela de clientes e muitos mais.

O grande destaque do módulo financeiro do Lawyer é a funcionalidade de Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), um relatório contábil que demonstra se as operações do escritório geram lucro ou prejuízo em determinado período de tempo.

Com essas informações, o gestor consegue realizar uma administração mais assertiva e baseada em dados e métricas (lucratividade, rentabilidade, liquidez corrente etc.), tendo maior controle financeiro do escritório de advocacia. Ele pode também emitir relatórios gerenciais para embasar suas decisões.

O controle financeiro do escritório de advocacia envolve orçamento bem definido, controle de fluxo de caixa e definição de metas. Com um software jurídico com módulo financeiro, como o Lawyer, o gestor consegue simplificar seu trabalho, ao mesmo tempo em que acessa informações valiosas para sua gestão.

Confira como o Lawyer auxilia na automatização de rotinas do escritório!

Com tantas tarefas diárias, como acompanhamento de processos e atendimento ao cliente, manter a produtividade no escritório de advocacia é desafiador. Sem uma gestão estruturada e organização, os profissionais não conseguem manter um trabalho de qualidade

Por isso, é importante adotar algumas práticas para aumentar a produtividade no escritório de advocacia e alavancar os resultados do negócio. Confira algumas delas a seguir!

A importância da produtividade no escritório de advocacia

Um escritório de advocacia reúne advogados, estagiários, profissionais administrativos e de apoio. Essa diversidade no trabalho faz com que um escritório só funcione a partir da junção de conhecimentos. Enquanto um profissional se destina a captar clientes, o outro está elaborando uma petição. Em comum, eles têm os objetivos da empresa. E para atingi-los devem estar alinhados. 

Quando falamos em alinhamento de equipes, estamos falando diretamente de produtividade no escritório de advocacia. Afinal, todos os profissionais devem saber suas responsabilidades e as metas para agir e chegar ao resultado final pretendido. A partir disso, realizam uma gestão do tempo para atingi-lo em tempo hábil.

Em muitas situações, as ações dos profissionais estão interligadas e é preciso garantir que elas sejam eficazes para não atrapalhar o fluxo. Ou seja, deve-se garantir a produtividade dos funcionários para atingir os resultados do negócio.

Produtividade no home office

A produtividade no escritório de advocacia em trabalho remoto foi colocada em xeque quando o home office se tornou necessário. Hoje, já é possível perceber que, em muitos casos, ele foi um aliado da produtividade.

Com as ferramentas tecnológicas corretas, os escritórios conseguiram organizar seus processos internos remotamente. Sistemas jurídicos, como o da Alkasoft, centralizam informações, aprimoram a comunicação entre os profissionais e otimizam a rotina dos profissionais com métodos interessantes, como o kanban. As tarefas rotineiras podem ser automatizadas, e os advogados utilizam seu tempo em tarefas estratégicas.

Em outras palavras, o home office acelerou a adoção de tecnologias que possibilitam fazer a gestão de atividades por meio da internet.

Dicas rápidas para aumentar a produtividade no escritório de advocacia

Ter produtividade no trabalho é algo diretamente ligado ao domínio da rotina do trabalho. Um escritório produtivo é, necessariamente, aquele com uma boa gestão. Afinal, a organização permite alinhar as atividades e as expectativas, de modo que se possa atingir as metas do negócio.

E como garantir a produtividade no escritório de advocacia?

Aprimorar a comunicação entre os profissionais

Em um escritório, como apontamos, temos diversos profissionais diferentes trabalhando simultaneamente. É preciso ter uma rotina definida, um fluxo de trabalho coerente com a função de cada um deles. Com um método, é possível avaliar o andamento das tarefas e corrigir rotas, se necessário. 

Para que isso aconteça, é fundamental aprimorar a comunicação entre os profissionais. As equipes devem ter acesso aos mesmos dados para que trabalhem em cima de informações coerentes e atuem em prol dos mesmos objetivos. Compartilhar informações também é necessário, porque torna o trabalho mais assertivo.

Por isso, ter um bom canal de comunicação para a troca de informações é muito importante. Ele facilita a integração, a agilidade, a motivação e, claro, a produtividade no escritório de advocacia. 

Estabelecer metas

Definir metas é estabelecer um ponto de chegada. Uma equipe de trabalho que sabe aonde ir é capaz de traçar as ações necessárias, com prazos específicos, para chegar ao destino. Por isso, para garantir o aumento da produtividade no escritório de advocacia, é preciso estabelecer metas.

Ao fazer isso, o gestor consegue identificar se a meta foi atingida, como isso aconteceu e eventuais erros no caminho. 

Utilizar tecnologia para auxiliar na gestão de tempo e tarefas

Aumentar a produtividade no escritório de advocacia sem tecnologia é um grande desafio. Afinal, as inovações estão por toda parte, inclusive no Direito. Por isso, adotar soluções que facilitam a rotina e a execução de tarefas é importante para uma boa gestão. Com elas, é possível ter fluxos de trabalho organizados e eficientes, com integração e centralização de informações e outras facilidades. 

Um bom exemplo é o software da AlkaSoft e sua função Timesheet para fazer o controle de prazos e a gestão do tempo. Ele realiza o controle da produtividade, cronometrando e registrando o tempo dedicado a cada atividade. 

Ou seja, com o Timesheet, o gestor pode controlar as horas trabalhadas no escritório e otimizar o tempo a partir da análise das horas gastas em cada atividade. Além do controle de horas, ele permite centralizar as informações, o que dá mais agilidade aos processos internos.

Com maior agilidade e organização do fluxo de trabalho, é possível aumentar a produtividade no escritório de advocacia. A medida mais certa para fazer isso acontecer é utilizar inovações tecnológicas, como o sistema jurídico da Alkasoft e sua funcionalidade Timesheet.

Os softwares jurídicos são sistemas de gestão jurídica que podem ser utilizados em escritórios de advocacia e departamentos jurídicos.

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Se você está em busca de aumentar o número de clientes do escritório de advocacia ou de construir autoridade no seu mercado, o marketing jurídico pode ser seu maior aliado. Até hoje, há muitos profissionais que acreditam que esse é um gasto desnecessário, quando na verdade é um grande investimento no negócio.

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