Há alguns anos atrás, todos nós, ou pelo menos a grande maioria, fazia parte de alguma comunidade no Orkut ou no Facebook, e isso é normal, já que a cada dia que se passa, a tecnologia vem nos guiando para uma era repleta de descobertas virtuais.

E não seria diferente na advocacia, já que a cada dia nos deparamos com inovações no meio jurídico. 

Um bom exemplo ao citarmos essa colisão entre o meio digital e o meio jurídico são os blogs jurídicos. A única diferença dos blogs convencionais aos quais estamos acostumados é que em blogs normais você pode ver uma resenha de um livro ou filme, desabafos e depoimentos pessoais, enquanto, no mundo jurídico, um blog jurídico tem uma finalidade mais estratégica.

Hoje em dia, se você é um advogado que quer captar clientes e se destacar na frente dos concorrentes, precisa fazer mais do que apenas implementar estratégias de marketing tradicionais em sua advocacia. Você precisa estar onde o seu público está, precisa falar com eles em uma linguagem que possa aproximá-los e conquistá-los, e um blog jurídico pode te ajudar muito nisso, além, é claro, de te ajudar a se tornar um expert em seu nicho de atuação.

Neste artigo, iremos apresentar o tão comentado blog jurídico, destacando suas qualidades, além de dar bons insights para criar o seu blog jurídico e dar um up na sua advocacia. Então, que tal pegar papel e caneta e começar a anotar?

O que é e como funciona um blog jurídico?

Como já mencionamos anteriormente, um blog se resume em uma página online que é atualizada com frequência, podendo ter em seus conteúdos depoimentos e relatos pessoais, ou abordar assuntos do meio empresarial, como é bem comum. Blogs são tidos como um meio de distribuir opiniões e conhecimentos, sendo uma das maiores formas de comunicação das pessoas e de instituições com o mundo.

Ao falarmos sobre um blog jurídico, suas características não são tão diferentes de um blog tradicional. Um blog jurídico é uma página online, normalmente hospedada em um site de um escritório de advocacia ou de um advogado que atua de forma autônoma no meio jurídico.

Os blogs jurídicos são utilizados na advocacia de forma estratégica, com o intuito de captar clientes e gerar leads para o escritório. Simplificando, normalmente quando uma pessoa faz uma busca no google sobre uma dúvida jurídica, ela recebe diversas sugestões de páginas que propõem salientar suas dúvidas, essas páginas normalmente são conteúdos e artigos publicados em blogs jurídicos.

Um blog jurídico tem também como finalidade na advocacia, gerar autoridade para o advogado, pois, essa estratégia dá ao advogado a oportunidade de elaborar conteúdos mais extensos sobre determinados assuntos e publicar em uma página, sendo assim, uma pessoa pode encontrar esse advogado por meio do conteúdo que ele fez e publicou em seu blog jurídico.

Qual a importância de um blog jurídico na carreira do advogado?

Hoje em dia, o meio digital vem conquistando cada vez mais espaço na vida das pessoas, seja nas redes sociais, sites de serviços e produtos, ou blogs jurídicos.

O blog jurídico tem como uma de suas finalidades gerar autoridade para os advogados e/ou para seu escritório, sendo assim, quando um usuário pesquisar por uma dúvida jurídica, ele irá encontrar os conteúdos daquele advogado.

Gerar autoridade hoje em dia é muito importante na carreira do advogado, isso dá aos usuários e possíveis clientes mais confiança na hora de contratar seus serviços. Sendo assim, desenvolver conteúdos que salientem dúvidas e questões jurídicas ajudam o advogado a adquirir mais autoridade digital.

Quais os principais blogs jurídicos hoje em dia?

Bernardo Azevedo

Bernardo é conhecido por ser professor e advogado, onde o mesmo contribui para a comunidade jurídica abordando temas como Direito 4.0 e Futuro do Direito em seu blog jurídico.

Conjur

O portal Consultor Jurídico, ou Conjur, como é conhecido, também é um dos melhores blogs jurídicos disponíveis. Em seus conteúdos, eles trazem atualidades, opiniões de profissionais de diversos segmentos do direito e informações categorizadas, além de uma livraria online com títulos recentes e clássicos da área jurídica.

Sem contar que na categoria “entrevistas” dentro do blog jurídico da Conjur, é possível ter acesso a conversas sobre diversas temáticas (como direito de defesa, atuação política ou ideias inovadoras) com advogados e profissionais de destaque no setor.

IBPT Educação

Se você é um advogado que atua na área tributária ou tem interesse no tema, o IBPT Educação é um excelente blog jurídico para acompanhar. Eles têm uma pegada diferenciada com o intuito de descomplicar o Direito Tributário, com a proposta de auxiliar o advogado a se aproximar do cliente, oferecendo conhecimento de qualidade e sem excesso de juridiquês.

AB2L

O site da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L) é uma ótima fonte para os advogados e advogadas que gostam de se manter atualizados e acompanhar o ecossistema das startups jurídicas, que a cada dia conquistam mais o seu espaço no meio jurídico. Além de buscar manter seus leitores informados sobre os temas mais recentes do Direito 4.0, acompanhar a AB2L pode ser uma boa forma de conseguir alguns insights relacionados à tecnologia e a forma de utilizá-las no seu escritório de advocacia.

Turivius

E claro, não poderíamos deixar de lado o blog jurídico da Turivius, que tem entre seus conteúdos temas relacionados ao Direito Tributário, Direito Digital, Tecnologia e Inovação, Empreendedorismo, Marketing Jurídico, Gestão e muito mais. 

Migalhas

O Migalhas é uma ótima opção quando se pensa em acompanhar informações jurídicas, além disso, é um ótimo canal para quem quer acompanhar notícias e reportagens, jurisprudências, agenda de eventos, artigos ou até consultar legislações.

A intenção do site é reunir em um único lugar diversas informações jurídicas, contando com o apoio de colaboradores que alimentam as variadas sessões do site.

Vantagens de investir em Marketing Jurídico no seu blog

O Marketing Jurídico hoje é essencial para todo e qualquer profissional do direito que busca crescer e conquistar o seu espaço no digital, além de ser uma das estratégias mais eficazes quando pensamos na prospecção de clientes.

O Marketing Jurídico é um compilado de ações e estratégias voltadas para o digital. Ele abrange métodos de prospecção a curto prazo, ao citar tráfego pago para advogados, assim como também abrange métodos de prospecção a longo prazo, que é quando pensamos em estratégias de captações orgânicas, como SEO para advogados, que hoje é muito importante para um blog jurídico.

Marketing Jurídico é uma das formas mais eficazes de fazer com que o seu blog jurídico conquiste os primeiros rankings no Google, que é o grande objetivo de muitos advogados. Sendo assim, para se ter destaque no digital, você precisa desenvolver um bom marketing jurídico.

Quais os benefícios de aplicar SEO no seu blog jurídico?

O SEO, ou Search Engine Optimization, é uma técnica de otimização de sites, ou seja, trata-se de um conjunto de técnicas e processos focados em potencializar e melhorar o posicionamento de páginas de resultados de forma orgânica.

Simplificando, quando uma pessoa faz uma busca no google sobre alguma causa jurídica, os resultados que são entregues para aquela pessoa só está na primeira página do google devido a um conjunto de técnicas e estratégias de SEO que foram realizadas naquela página, para que ele fosse a primeira entrega orgânica do google para a dúvida daquela pessoa.

Ou seja, se você está constantemente produzindo e publicando conteúdos bons, se está investindo em campanhas pagas e buscando alcançar mais pessoas e até a conquistar a primeira página do google, mas não desenvolve SEO, você terá mais gastos do que resultados positivos, já que todo o seu retorno será por meio de campanhas pagas, ao invés de uma entrega de resultados orgânicos.

O passo a passo para criar um blog jurídico perfeito

Escolha com cuidado o seu segmento

Escolher o seu segmento ou nicho de atuação é muito importante na carreira do advogado, é isso o que determina as preferências de atuação do advogado, quais os tipos de conteúdos que ele vai trabalhar, o tipo de público ao qual vai se conectar e quais os clientes que vai prospectar.

Portanto, definir com cuidado o seu nicho de atuação é essencial para prosseguir na criação de um blog, onde, olhando por uma perspectiva mais estratégica, se o seu segmento tem pouca procura ou poucas causas, o alcance do seu blog jurídico poderá ser afetado. 

Um bom exemplo disso é referente a um blog que trata sobre divórcios ou causas trabalhistas, o destaque que o mesmo tem na mídia é maior do que um blog que trata sobre uma área do direito menos conhecida.

Saiba o que é domínio e como escolher

O domínio nada mais é do que o endereço do seu site, e funciona como uma identidade do mesmo no mundo digital. Dessa forma, se o seu nome ou o nome do seu escritório for Advogado trabalhista fulano, mas você colocar o seu domínio como Advogado ambientalista ciclano, as chances do seu público te encontrar com facilidade diminuem.

Então, para facilitar que as pessoas te encontrem e não desconfiem de um golpe ou algo do tipo, busque criar um domínio que te identifique, que identifique o seu escritório/negócio, ou até mesmo o seu nicho de atuação. 

Normalmente os domínios são escolhidos como nome da sua empresa/escritório + um sufixo padrão da internet, ex: nomedaempresa.com

Instale os melhores plugins para turbinar o seu blog jurídico

Os plugins nos blogs são muito benéficos para que o blog funcione corretamente. 

Existem diversos tipos destes, alguns ajudam a otimizar a velocidade, alguns ajudam no filtro dos comentários e spams, alguns ajudam a evitar fraudes, entre outros.

Os plugins são essenciais, caso você queira manter o seu blog em funcionamento, um bom exemplo de seu uso vem da otimização da velocidade, já que as chances de um usuário comprar o seu produto/serviço são muito maiores caso o seu blog carregue rapidamente, ou seja, se o carregamento do blog for muito lento, a probabilidade do cliente desistir de acessá-lo é muito grande.

Existem alguns plugins que podem facilitar, e muito, a sua vida, principalmente esses cinco:

  1. Yoast SEO, que é um poderoso plugin de otimização para mecanismos de busca, como o Google, trazendo diversas dicas para ajudar o seu conteúdo a se tornar mais legível, além de ajudar na parte do SEO do seu blog jurídico.
  2. WPForms, que é uma ferramenta de construção de formulários para sites. Por meio dele é possível criar diversos tipos de formulários para landing pages, páginas ou artigos do seu blog.
  3. Smush, que permite a otimização e compressão de imagens de uma publicação sem a perda de qualidade, o que facilita muito quando falamos sobre a velocidade de carregamento.
  4. WP Cerber Security, Anti-spam & Malware Scan, é um dos melhores plugins para WordPress quando falamos em segurança. Ele protege a sua página contra spams, ataques de hackers e malwares, usando cookies de autenticação ou limitando o número de tentativas de login.
  5. The Events Calendar, que funciona como um calendário de eventos da sua empresa no seu próprio site. Por meio dele é possível criar e configurar um calendário com eventos e acontecimentos relacionados à sua empresa, além de utilizar o Google Maps para incluir endereços.

Escolha um template com um design fantástico

Apesar do conteúdo ser muito importante em um blog jurídico, ele não é a única coisa que importa para os usuários.

Se você já ouviu a frase “o cliente compra com os olhos”, saiba que ela não poderia estar mais certa. Quando um usuário acessa um site, não basta ter um conteúdo de qualidade ou uma velocidade de carregamento excelente, você também precisa prezar pelo visual da página.

Um template serve exatamente para isso, já que o mesmo ajuda a definir o visual do seu blog, além de determinar em qual parte cada coisa deve ficar, como por exemplo o topo do blog, a coluna de conteúdos, a coluna de contatos, ou até a coluna de conteúdos recomendados.

Para garantir que o seu público terá uma experiência completa e de qualidade, você precisa escolher um template que tenha um design fantástico, deixando as informações claras, cores que remetam a sua marca, entre outros aspectos.

Crie e publique conteúdos incríveis

Um bom visual para um blog jurídico é essencial para que o mesmo faça sucesso, mas já imaginou ter um blog lindo e otimizado, mas com conteúdos ruins e irrelevantes?

Pois bem, essa parte também é muito importante, tenha em mente que o advogado ou os usuários que acessarem o seu blog jurídico estarão indo buscar informações relevantes, de qualidade e que sejam, no mínimo, informativas, já que o google vai recomendar a sua página de acordo com a dúvida de quem faz a pesquisa.

Opte por conteúdos bons, não muito longos, nem muito pequenos, lembre-se de responder a dúvida a qual o seu artigo se propõe a solucionar, e claro, não se esqueça de buscar por temas atuais, empolgantes ou que tenham informações escassas na internet.

Seja original, coloque a sua marca nas linhas dos textos e faça com que o seu público se lembre de você a cada palavra lida, isso te ajuda a gerar confiança nos seguidores da sua marca, te ajudando a criar autoridade e identificação com o usuário.

Faça SEO para o Google adorar o seu blog jurídico

Já comentamos anteriormente sobre a importância do SEO em seu blog jurídico, e quando falamos sobre isso, não foi brincadeira.

Caso suas técnicas de SEO não sejam desenvolvidas e bem aplicadas, ou ao menos existam no seu blog jurídico, o Google, ou melhor, o mecanismo/algoritmo do Google nem vai ligar para você, muito menos vai querer te recomendar nas pesquisas dos usuários.

Por isso, invista, desenvolva e aplique um bom SEO no seu blog jurídico, dessa forma o Google vai adorar a sua página, e você ser recomendado nas pesquisas feitas na plataforma, vai ficar cada vez mais recorrente.

Conclusão

Bem, chegamos ao fim de mais um conteúdo e espero que você tenha entendido um pouco sobre como criar um blog jurídico, como ele funciona e quais as melhores formas de mantê-lo no topo do Google.

De toda forma, não se esqueça de ser original e mostrar ao seu público quem é você, quais as suas intenções, dessa forma você consegue ficar gravado na mente de cada um que chegar ao seu blog.

Copiar a concorrência ou fazer mais do mesmo sempre, só vai tornar o seu blog jurídico ou os seus conteúdos, mais um em um milhão de outros blogs jurídicos ou outros conteúdos, você precisa se encontrar e mostrar que você não está de brincadeira.

Espero que tenha gostado desse conteúdo, agradecemos por estar aqui e nos vemos em breve!

Este conteúdo foi produzido em parceria com a 3MIND, a maior agência de Marketing Jurídico do Brasil, que conta com uma equipe composta por experts em Marketing Digital nas mais inúmeras formações, de Advogados a Publicitários.

O mercado jurídico vem passando por uma série de transformações nos últimos anos, e em resposta a essas mudanças os escritórios de advocacia precisaram buscar alternativas para adquirir mais eficiência. 

Uma forma que os escritórios e departamentos jurídicos encontraram para ganhar eficiência operacional foi através de investimentos em ferramentas tecnológicas. E, claro, na aplicação do legal operations, também conhecido como legal ops. 

Quer saber o que trata esse conceito e como ele ajuda os escritórios jurídicos a terem mais qualidade e eficiência? Então continue lendo o post até o final! 

O que é legal operations?

De forma simples, podemos definir o conceito legal operations como um conjunto de tarefas necessárias para assegurar o bom funcionamento do departamento jurídico e dos escritórios de advocacia. 

O profissional encarregado por aplicar esse conceito é responsável por garantir que todas as atividades são feitas corretamente, excluindo a responsabilidade de advogados e colaboradores se preocuparem com outras demandas se não as do próprio setor jurídico. 

O objetivo ao aplicar o conceito é trazer mais eficiência operacional e otimizar processos. 

Como surgiu o legal operations?

O termo de legal operations surgiu devido a necessidade de modernização dos escritórios de advocacia, e ao aumento de demandas judiciais.

Diante do grande número de exigências do mercado jurídico, da busca constante por qualidade e eficiência na prestação de serviços, e urgência do cliente, especialistas em legal operations começaram a realizar reuniões todos os anos para discutir ideias que buscavam solucionar os problemas quanto à modernização. 

Com o avanço dessas discussões, um grupo de especialistas focados em redefinirem a forma de fazer Direito criou o CLOC (Corporate Legal Operations Consortium), sigla que representa a comunidade global desses profissionais.

A CLOC tem como proposta direcionar os profissionais do mercado jurídico na aplicação do legal operations, a fim de definirem os melhores padrões e práticas na prestação dos serviços.

Quais as principais competências do legal operations?

Segundo a CLOC, existem 12 competências que podem ajudar o departamento jurídico e os escritórios de advocacia a conquistarem mais eficiência: 

  1. Gestão financeira: esta competência ajudará os escritórios a controlarem melhor o fluxo de caixa, e definir quais valores serão gastos e em que serão aplicados;
  2. Gestão de firmas e fornecedores: essa prática deve ser aplicada para manter a boa relação entre a empresa e seus fornecedores, impedindo que a falha de comunicação prejudique o ambiente de trabalho;
  3. Tecnologia: adotar investimentos em softwares de gestão financeira, software jurídico, entre outros, é importante para trazer mais eficiência no dia a dia do escritório;
  4. Operações práticas: organizar a divisão das tarefas também é necessário para o escritório de advocacia garantir a execução fluida de tarefas;
  5. Gerenciamento de projetos e programas: a empresa jurídica deve também focar em desenvolver e gerenciar novos projetos para assegurar mais qualidade nos serviços;
  6. Governança de informação: armazenar e gerenciar dados é importante para o escritório jurídico assegurar o controle sobre as informações prestadas ao cliente;
  7. Planejamento estratégico: realizar o planejamento estratégico da empresa, com metas a serem cumpridas pelos colaboradores, pode ajudar o escritório a alcançar melhores resultados;
  8. Modelos de entrega de serviço: utilizar modelos de serviço pode ajudar os escritórios a direcionar melhor o trabalho de todos os colaboradores;
  9. Gestão do conhecimento: apoiar a criação e a aplicação do conhecimento dentro do escritório é uma forma de manter o colaborador engajado e motivado;
  10. Business Intelligence: utilização de dados e gráficos podem ser aplicados para identificar pontos de melhoria no escritório jurídico.
  11. Otimização e saúde da organização: priorizar a saúde humana e a qualidade de vida de todos os colaboradores é chave para garantir um ambiente de trabalho seguro e saudável.
  12. Treinamento e desenvolvimento: treinar e desenvolver colaboradores pode ajudar o escritório a melhorar a qualidade dos serviços, e a alcançar as metas planejadas mais rápido. 

Pra que serve e quais os benefícios do legal operations?

O principal benefício do legal ops é que o conceito proporciona a otimização de todos os serviços prestados pelos escritórios de advocacia. Mas, essa não é a única vantagem trazida pelo legal operation. Entre os demais benefícios, podemos citar:

  • Modernização de processos;
  • Maior confiança da equipe;
  • Mais assertividade;
  • Melhor performance no desempenho das funções;
  • Otimização do trabalho;
  • Aumento da produtividade;
  • Satisfação do cliente;
  • Redução de custos. 

Como aplicar o legal operations nos escritórios de advocacia?

Antes de aplicar o legal operations nos escritórios de advocacia, é importante que os advogados e colaboradores saibam qual a diferença entre o conceito e a controladoria jurídica.  

A controladoria jurídica é a área que controla as atividades administrativas dos escritórios, como é o caso de atendimentos, elaboração e protocolo de petições, organização de processos, entre outros. O legal operations, por sua vez, é o setor que consolida todas as tarefas. 

Entendido isso, é hora de aplicar os seguintes passos:

  1. Avalie a organização do seu escritório e o fluxo das atividades;
  2. Defina um profissional específico para cuidar do legal operations;
  3. Converse com a equipe para ajudarem na aplicação das competências;
  4. Realize tentativas;
  5. Avalie os resultados;
  6. Identifique necessidades de melhorias.

O legal operations traz maior eficiência a tudo que envolve o fluxo de trabalho e pessoas, finanças e orçamentos dos escritórios. Também o uso de tecnologias, aplicação do marketing, vendas e demais áreas relacionadas ao trabalho jurídico.

Como o profissional encarregado pelo legal operations cuida de todo esse fluxo, o departamento jurídico fica livre para atuar exclusivamente nas demandas jurídicas. Beneficiando, assim, o atendimento ao cliente e qualidade dos serviços prestados ao público. 

Pra ficar sempre atualizado sobre as novidades do mundo jurídico, acesse o blog e aproveite o conteúdo exclusivo que preparamos para você, advogado.

Estar com a disciplina do escritório em dia é uma tarefa difícil, mas de grande importância para os advogados. A organização de agenda e o cuidado com os prazos devem ter atenção redobrada, pois podem influenciar nos rumos de um processo e/ou da vida do seu cliente.

Credibilidade é essencial na advocacia e cumprir sempre com os prazos, sem atrasos, faz com que o trabalho seja sempre eficiente e visto como referência de profissionalismo e respeito ao cliente. 

Organizar os prazos e compromissos do seu escritório com a ajuda de uma agenda jurídica pode ser o primeiro passo para a modernização do seu escritório. Saiba mais sobre o tema ao ler este post.

Como a organização de agenda e a gestão de tempo podem ajudar seu escritório

O dia a dia em um escritório de advocacia é corrido e envolve atividades diferentes que devem ser executadas por uma mesma pessoa. Atualmente a rotina de um advogado é multitarefa, resolvendo diversos problemas e executando várias atividades ao mesmo tempo.

Fazer audiências, atender clientes, elaborar uma petição, só de ler já parece cansativo. E fazer isso tudo em um dia só? Sem a organização necessária, é uma missão quase impossível. Por isso a organização de agenda e a gestão de tempo são tão importantes. 

Mas por onde começar? Conheça algumas dicas de ouro:

1- Separe as tarefas a serem executadas

Para iniciar seu gerenciamento de tempo, primeiro você irá precisar fazer uma lista de todas as tarefas ou categorias de tarefas a serem executadas. Assim ficará mais fácil saber o volume de trabalho pendente a ser realizado por você ou distribuído na sua equipe.

2- Delegue funções

Isso mesmo! Você não precisa abraçar o mundo todo de uma vez só. Aprenda a delegar funções. Com a lista de tarefas elaborada na dica acima em mãos, divida todas em categorias e delegue as que você verificar que é possível.

3- Divida o dia em turnos e os compromissos por prioridades

Após definir as tarefas e delegar as que você pode, divida seu dia em horários e turnos, definindo suas prioridades. Escolha horários específicos para atividades que necessitem mais atenção e espalhe seus demais afazeres nos intervalos de seus compromissos, tais como reuniões e audiências.

Leia esse artigo no nosso Blog e saiba mais sobre gestão eficiente de tempo.

Organização de agenda: conheça os tipos de agendas disponíveis

Uma agenda integrada com as tarefas e atividades do escritório é a forma mais prática e mais eficiente de se organizar. Mas e qual o modelo que melhor irá suprir as suas necessidades? 

Vamos falar sobre cada uma delas e suas possibilidades de uso e assim você poderá escolher a que melhor se encaixa ao seu perfil de negócio.

Agenda de papel:

É a boa e velha agenda tradicional. Muitas pessoas ainda não se adaptaram ao digital e não abrem mão da sua agenda de papel. Nela você pode registrar todos os seus compromissos, mas estará preso àquele objeto.

Um exemplo, caso você queira delegar tarefas à sua equipe, você não irá conseguir encaminhar uma mensagem com um simples clique. Terá que solicitar que seu colega ou secretária coloque na sua própria agenda.

Você não será alertado de prazos e compromissos pela agenda de papel, somente tendo acesso a eles se abrir a agenda física para verificá-la. Por este e outros motivos é que a agenda de papel vem a cada dia sendo menos utilizada.

Agenda do Google:

Google Agenda é um exemplo de agenda digital que oferece diversas possibilidades e recursos. A agenda digital é uma ferramenta interessante pois possibilita o acesso a todas as informações, atividades e compromissos a qualquer momento e em qualquer lugar.

Atualmente com todas as possibilidades de trabalho, como o Home Office, por exemplo, a agenda digital é indispensável para uma gestão de tempo e organização de tarefas eficiente.

Agenda integrada no software jurídico:

Existem diversos softwares jurídicos que auxiliam nas funções e tarefas dos advogados, entre estas funcionalidades podemos citar a agenda integrada. Com a utilização de um software jurídico totalmente configurado para o seu modelo de negócio, os resultados tendem a ser cada dia melhores, com uma equipe mais organizada e eficiente. 

O software jurídico Lawyer Eleven possui a funcionalidade Agenda Fácil, que irá trazer maior agilidade aos seus processos, organização de tarefas e maior tempo de qualidade para o atendimento dos seus clientes.

Além disso, a agenda do Lawyer Eleven é integrada ao Google Agenda e ao Outlook, centralizando a informação do seu escritório em um só lugar e proporcionando um trabalho mais ágil e eficaz.

Quais os benefícios da agenda integrada a um software jurídico?

Ter um bom software jurídico é indispensável nos dias atuais. Com a rotina corrida, listas de tarefas, atendimentos e prazos a cumprir, ter a ajuda da tecnologia irá facilitar a gestão de tempo do seu escritório e a organização da sua agenda e da sua equipe.

A agenda fácil do Lawyer Eleven proporciona gestão eficaz para os processos jurídicos do seu escritório de advocacia. Com ela você poderá:

  • Delegar funções dentro da sua equipe;
  • Acompanhar o andamento das tarefas designadas;
  • Eliminar conflitos de horários;
  • Enviar alertas de tarefas, prazos e compromissos.

Com as diversas funções do software da Alkasoft, os profissionais do seu escritório vão conseguir sincronizar as suas agendas, compondo um calendário único para o escritório e mantendo a equipe coesa, cumprindo com todos os compromissos e garantindo que todos os prazos sejam finalizados dentro de sua data limite.

Ter uma rotina prática e organizada é o primeiro passo para que seu escritório possa prestar um serviço de excelência, Contar com uma agenda integrada ao software jurídico do seu escritório, disponível em qualquer hora e lugar, com apenas um clique, será um passo importantíssimo na organização e modernização do seu escritório.

Quer conhecer mais funcionalidades do software jurídico Lawyer Eleven, começar a utilizar a agenda fácil e ganhar mais eficiência e produtividade na prestação de serviço do seu escritório?  
Então não perca mais tempo e peça uma demonstração gratuita do sistema da Alkasoft!

O uso da rede social, sobretudo o Instagram, como uma ferramenta de trabalho, já está mais que consolidado em nossa sociedade digital. Os usuários, além das habituais fotos do cotidiano, têm utilizado essa rede social como forma de divulgar conhecimento, informações, ajudar o próximo e divulgar o seu negócio. 

Essas práticas se modificaram e ampliaram nos últimos anos as formas de consumo de conteúdo na plataforma, tornando-se indispensáveis para inúmeros profissionais divulgarem o seu trabalho, inclusive os advogados. 

Isso mesmo! Criar um Instagram para advogados é uma estratégia para o profissional no meio digital.

Nesse caminho, o advogado digital tem um desafio pela frente: descortinar as melhores estratégias de conteúdo para que suas postagens não só estejam em consonância com as éticas estabelecidas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), como também tenha acessibilidade e engajamento necessários para atrair novos clientes e alavancar seus negócios. Sendo assim, investir na divulgação da informação jurídica é uma excelente forma de fazer seus posts engajarem no seu Instagram.

Para que isso aconteça com sucesso, a questão que fica é: como construir posts, em um Instagram para advogados, que atraem? Ou mesmo, o que fazer para ter um Instagram jurídico de sucesso? 

A seguir, você encontrará as dicas necessárias de postagens para um advogado digital se manter em destaque no mercado. Vamos nessa!              

Como fazer post jurídico no Instagram?

Ter uma conta no Instagram não é o suficiente para conseguir resultados animadores para a carreira de um advogado digital. 

É preciso garantir postagens com um conteúdo estratégico, pautado nos pilares do marketing jurídico digital – construir conteúdos de qualidade, que tenham relevância e autenticidade. 

Sendo assim, os posts de um Instagram para advogados precisam investir em uma linguagem acessível, direcionada ao público-alvo do seu perfil, bem como construir conteúdos relevantes e de qualidade. 

Tudo isso é importante para o seu post jurídico engajar no Instagram, conquistar o seu leitor e passar a imagem de expertise na área jurídica de sua atuação. Além disso, as postagens não podem ultrapassar os limites estabelecidos pelo Código de Ética da OAB para a divulgação do trabalho jurídico. 

Por isso, você precisa estar atento a algumas estratégias para que seu post jurídico alcance notoriedade nessa rede. Atente-se para: 

O Público-alvo

Um instagram para advogados de sucesso entende a importância de ter um público-alvo bem delimitado. 

Para que isso aconteça, é preciso se perguntar: qual o público você deseja atingir com o post? Se você já atua em um escritório, dê atenção ao perfil de público que já atende. Caso esteja em início de carreira, o seu público-alvo pode ser delimitado pela sua área de atuação. Observe:

Se você é um advogado que atua na área do Direito Civil, seu público-alvo envolve pessoas físicas que busquem estabelecer contratos de compra e venda ou ações de indenização, e ainda empresas que desejem renegociar contratos.

Definir o público-alvo é indispensável, pois é ele que vai definir qual a direção que os conteúdos das postagens precisam tomar, buscando trazer a realidade dos leitores, suas principais dúvidas, bem como possíveis resoluções de casos. 

Um advogado digital engajado com seu público não pode esquecer que está falando com clientes e parceiros em potencial, e que não está em uma sala de audiência. Então, facilitar o acesso à informação, elucidando questões mais comuns dos seus clientes, é um excelente começo para atrair seu público em seus posts.

Os Temas relevantes

Quando seu público-alvo já está definido, selecionar os temas das postagens torna-se bem mais descomplicado. A criação do conteúdo é um ponto central para o advogado digital ter um perfil profissional de notoriedade no instagram.  

Então, abordar assuntos que são relevantes para a sua área, elucidar dúvidas mais frequentes dos clientes, discutir questões que tenham relação com os serviços que você oferece, são práticas fundamentais para que seu perfil se torne expressivo na rede. 

Isso ajudará o leitor a criar uma identificação com a sua publicação. Para isso, você pode:

  • Postar novidades do mundo jurídico e do seu campo de atuação, tecendo comentários que elucidam as questões;
  • Gravar vídeos para serem postados no feed, stories e IGTV, sanando dúvidas, dando dicas rápidas, debatendo alguns assuntos que tenham ligação com a sua área;
  • Escrever postagens que esclareçam sobre algum direito e deem dicas aos leitores; 
  • Publicar posts, analisando e explicando os impactos das decisões judiciais, de forma lúdica e didática;
  • Criar reels com postagens com curiosidade do dia a dia da profissão.

Essas práticas precisam estar alicerçadas na construção de conteúdos relevantes e autênticos, com linguagem acessível, mas sem ser superficial e uma boa seleção de imagens. 

A divulgação de informações do campo jurídico de forma clara e descomplicada que também esteja atenta à ética jurídica não só irá atrair mais seguidores, como também irá fidelizar o público, seus futuros clientes. 

A Imagem atrativa

O Instagram é, antes de tudo, uma rede social visual. Por isso, um Instagram para advogados precisa ter atenção com as imagens selecionadas para as postagens. Uma imagem com boa qualidade é o start inicial com o qual o advogado digital deve se preocupar. 

Você precisa ser criterioso com a seleção da foto ou da ilustração, que devem estar ligadas ao tema da postagem. Se seu post vai discutir sobre questões contratuais, uma imagem de pessoas escrevendo é bastante estratégica para a publicação. Tenha sempre atenção para não escolher imagens que não tenham relação com sua profissão e tampouco estejam em diálogo com a diversidade do seu público. 

Personalizar imagens tem sido bastante atrativo no Instagram para advogados, já que estabelece uma identidade visual que facilitará a identificação do seu público com suas postagens, tornando-as ainda mais atrativas. Você pode, por exemplo, incluir textos curtos já nas imagens que serão postadas. 

Caso você vá publicar um conteúdo que irá sanar dúvidas mais frequentes, construir um “carrossel infinito” – uma publicação interativa que permite a postagem de até 10 fotos, visualizando uma por vez ao passar para o lado – torna-se bastante atrativo para o seu público ter acesso descomplicado às respostas rápidas que você dará. 

Além disso, a seleção das fotos ou das ilustrações precisam estar em consonância com as condições previstas no Código de Ética da OAB. Vale considerar, de pronto, que é proibido utilizar os símbolos oficiais e os usados pela Ordem, como também o uso de imagens pessoais que comprometam a sobriedade da imagem do advogado.

A Linguagem adequada

Lembre-se que a linguagem jurídica é dura e inacessível para o público mais leigo. Sendo assim, a sua postagem precisa oferecer uma linguagem acessível, clara e facilitada, descomplicando o acesso à informação jurídica. Caso contrário, o seu post pode se tornar cansativo e enfadonho, comprometendo o engajamento do seu público e de sua publicação.

Um advogado digital precisa estar atento à comunicação facilitada com seu leitor. A linguagem técnica do área jurídica é um impedimento para que leitores leigos desse campo tenham acesso à informação. Por isso, evitar termos técnicos e oferecer ao seu leitor uma explicação com linguagem adequada aumentam as chances de engajar as publicações.

Por que o Instagram jurídico é importante?

Em uma sociedade cada vez mais tecnológica, investir em um Instagram jurídico se torna indispensável para um advogado que deseja se destacar no mercado, ampliar o crescimento do escritório e estar mais conectado com os seus clientes e a atualidade do mercado. O Instagram é uma ferramenta que pode dar destaque a sua atuação e a do seu escritório, aumentando as possibilidades de alcance do seu trabalho. 

Por meio do Instagram, o advogado digital pode ter resultados mais animadores com um baixo investimento, colocando-se em evidência e passando a imagem de credibilidade e confiança que a função requer.  

Ao fazer uso da ferramenta de forma estratégica, pautando-se no marketing jurídico digital, os profissionais têm tido cada vez mais sucesso na adesão de novos clientes, no fortalecimento da marca e na construção de novas parcerias. 

Por isso, investir nas redes sociais, criando um Instagram para advogados, é tão importante para a carreira jurídica. 

Advogado pode fazer propaganda pelo Instagram?

O advogado não só pode, como deve, fazer publicidade pelo Instagram. E isso está assegurado pelo Código de Ética. 

Um Instagram para advogados precisa estar em consonância com a conduta estabelecida pela Ordem dos Advogados, o que se torna indispensável para as boas práticas de postagens que você desenvolverá para atrair clientes e parcerias por meio de seu perfil. 

Vale considerar que O Código de Ética da OAB permite a publicidade no âmbito jurídico, desde que tenha caráter meramente informativo e não prejudique a imagem de sobriedade da advocacia. 

Desde 2021, por meio da aprovação do Provimento 205/2021, o qual dispõe sobre a publicidade e a informação na advocacia, tem-se resoluções específicas que abordam entre outros aspectos a publicidade profissional e o marketing digital e seus limites éticos. 

Consoante o Art 2º do Provimento 205/2021, entende-se como marketing de conteúdo jurídico:

“Marketing de conteúdos jurídicos: estratégia de marketing que se utiliza da criação e da divulgação de conteúdos jurídicos, disponibilizados por meio de ferramentas de comunicação, voltada para informar o público e para a consolidação profissional do(a) advogado(a) ou escritório de advocacia;

Como publicidade profissional, o Art 3º prevê:

“A publicidade profissional deve ter caráter meramente informativo e primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão.”

Isto significa afirmar que o advogado pode utilizar o instagram para veicular informações importantes, construindo uma imagem de confiança e credibilidade com o seu público, sem necessariamente mercantilizar a profissão, ação estritamente proibida pelo Código e pelo Provimento. 

Sendo assim, fica vetado os seguintes comportamentos: postar fotos dos prédios dos tribunais nas redes sociais, referência, direta ou indireta, a valores de honorários, oferta de descontos e reduções de preço como forma de captar clientes; divulgar informações que possam causar danos para os clientes e a sociedade.

Como atrair novos clientes por meio do Instagram?

No Instagram para advogados, a informação é a chave para um bom engajamento. Dessa forma, o acesso à informação jurídica é um direito que você pode garantir aos seus futuros clientes e está de acordo com o Código de Ética. 

Discutir sobre um determinado problema, explicando a problemática e anunciando possíveis soluções, é a melhor forma do advogado digital atrair novos clientes por meio do Instagram. 

Confira algumas dicas de como construir um Instagram para advogados conectado com a prática de conteúdos relevantes:

  • Mantenha seu perfil atualizado;
  • Planeje seu conteúdo;
  • Faça postagens frequentes;
  • Invista em identidade visual;
  • Interaja com outras contas;
  • Evite termos técnicos;
  • Utilize as ferramentas de postagens da rede: reels, stories, IGTV.

Conclusão

Agora que você já conhece todas as dicas estratégicas para uma postagem com um bom engajamento no seu perfil jurídico, é hora de se tornar um advogado digital. 

Abra sua conta no aplicativo e comece a elaborar suas postagens de sucesso, garantindo engajamento, parcerias e novos clientes! 

Este conteúdo foi produzido em parceria com a 3MIND, a maior agência de Marketing Jurídico do Brasil, que conta com uma equipe composta por experts em Marketing Digital nas mais inúmeras formações, de Advogados a Publicitários.

O dia a dia em um escritório de advocacia costuma ser muito corrido. Tanto é que às vezes não sobra tempo para o advogado focar em outras funções importantes, como é o caso da gestão de escritório de advocacia.

Ter uma boa gestão é importante para aumentar a produtividade e facilitar a rotina do advogado. Mas, também, para garantir mais tempo e prestar um atendimento de qualidade aos clientes.  

Cometer erros na gestão pode trazer uma série de consequências ao escritório como, por exemplo, perda de competitividade e má reputação. E que profissional quer isso?

Confira neste post quais são os erros mais comuns na gestão de escritórios de advocacia e o que é preciso fazer para evitá-los de uma vez por todas.

Principais erros na gestão de escritórios de advocacia

Ao falarmos em erros de gestão, nada é mais prejudicial para um escritório de advocacia do que aqueles relacionados aos processos e prazos. Entretanto, existem outras falhas que também podem ocasionar uma série de prejuízos e precisam ser mencionadas neste tópico. Abaixo veja quais são: 

Não pensar estrategicamente 

Um dos erros mais comuns ao abrir um escritório de advocacia, reestruturar o modelo de negócio ou até mesmo ao fazer a gestão é não pensar estrategicamente. 

Para ter ideia, a adoção de boas práticas podem ajudar o profissional a ampliar o controle sobre as atividades e a equipe. Não só isso, garantir o cumprimento das tarefas dentro do escritório e o comprometimento por parte dos colaboradores.

Especificar processos, definir metas realistas, organizar o arquivo, delegar funções e até definir o melhor modelo de gestão são ações estratégicas simples, mas que podem gerar impactos positivos nos resultados do seu escritório.

Não definir a área de atuação do escritório

Existem muitas áreas de atuação dentro do Direito: Civil, Penal, Tributário, Digital, enfim. São inúmeros segmentos disponíveis em que o profissional pode se especializar. 

Deixar de definir a área de atuação e apostar na advocacia generalista pode gerar um efeito negativo na reputação do escritório. Isso porque os clientes podem entender que o advogado e a sua equipe sabem o básico sobre vários assuntos, mas não dominam um nicho específico. 

Se o seu escritório está com dificuldades para definir a área de atuação, que tal começar identificando os pontos fortes da sua equipe? Você também pode identificar os assuntos de maior interesse, ou os segmentos que você e o seu time se sentem mais confortáveis para atuar. 

Não ter uma estratégia para fidelizar clientes

O que seria de um escritório de advocacia sem seus clientes? Assim como em qualquer outro ramo de atividade, a advocacia também precisa se preocupar em atrair o público-alvo, atender expectativas e fidelizá-los. Do contrário, é só questão de tempo para perder espaço para a concorrência.  

Otimizar o atendimento, treinar a equipe, organizar a agenda, melhorar o ambiente interno e manter o cliente informado sobre o andamento dos processos são estratégias que, além de ajudar na gestão do escritório, podem contribuir (e muito) para melhorar a experiência do cliente e aumentar sua confiança no profissional. 

Não investir em marketing jurídico

Deixar de investir em marketing jurídico é outro erro cometido na gestão de escritórios de advocacia. O marketing é importante para qualquer empresa que deseja crescer e captar clientes, e o Direito não é exceção.

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) já se posicionou sobre o uso de marketing na profissão. E definiu que os advogados podem sim, utilizar dele para produzir conteúdos, transmitir conhecimento e interagir com os clientes.

Claro, existem algumas regras que precisam ser cumpridas tais como respeitar a  sociedade de advogados, se limitar apenas à divulgação de conteúdo de importância ao leitor e não oferecer consultas gratuitas no ambiente online. Mas se o profissional usar o marketing jurídico com responsabilidade, não tem porque se preocupar em produzir conteúdos e compartilhá-los com seus seguidores e clientes. 

Não ter um planejamento financeiro e contábil

O sucesso da gestão de escritório de advocacia também depende de um bom planejamento financeiro e contábil. 

Estar adequado ao regime tributário correto, recolher os impostos mensais e ter um bom contador, por exemplo, são ações que podem ajudar o advogado a ficar dentro da legalidade, e ampliar o controle sobre seus recebíveis, pagamentos e obrigações.

Saber cobrar os honorários, assim como ter o controle sobre o valor da hora trabalhada também, já que ajuda o escritório equilibrar as finanças e garantir um caixa positivo.  

Uma dica importante na hora de fazer o planejamento financeiro e contábil é sempre separar o dinheiro que entra no escritório da conta pessoal. Dessa forma fica mais fácil para o advogado controlar as receitas e despesas, bem como levantar saldo para investimentos. 

Não possuir um software jurídico

Outro erro na gestão de escritórios de advocacia envolve não ter um software jurídico para auxiliar na execução das tarefas.

O software jurídico é uma tecnologia que automatiza tarefas rotineiras e permite integrar todos os setores do escritório. Mas não só isso, o sistema entrega módulos intuitivos para simplificar o controle de tarefas, gestão de prazos, monitoramento de agenda e contatos.

A tecnologia ainda fornece acesso a uma série de relatórios e demonstrativos, o que otimiza a tomada de decisão do profissional. Além de disponibilizar modelos de documentos prontos para simplificar o atendimento ao cliente e até o envio de processos.

Ou seja, é a ferramenta certa para o advogado modernizar o escritório e potencializar seus resultados.  

Se você ainda não possui uma tecnologia como essa para ajudar, conheça mais sobre o Lawyer Eleven, software jurídico descomplicado para gestão de escritórios de advocacia

A Alkasoft vem acompanhando de perto o trabalho e as demandas mais recorrentes dos advogados. Conhecendo as dores dos profissionais da área jurídica, se aprofundou na busca de soluções que ajudassem em todas as suas áreas de atuação. 

Ao longo desta jornada já falamos sobre gestão do escritório, adaptação às novas tecnologias, captação de clientes, além de outros conteúdos importantes. 

Na sequência, iremos apresentar um post sobre técnicas de persuasão no Direito e todas as vantagens que estas habilidades podem trazer. Os benefícios se estendem não só no âmbito profissional, mas também nas relações interpessoais da rotina do advogado. 

Técnicas de persuasão na prática jurídica

O ramo da advocacia é naturalmente conhecido pelo poder persuasivo dos seus profissionais. Em seu trabalho diário, o advogado trabalha em cima de teses e argumentos para convencer outras pessoas por meio da argumentação jurídica.

Importante destacar que persuasão é diferente de manipulação, pois na persuasão você convence alguém de algo benéfico a ambas as partes. Além disso, o convencimento ocorre pelas próprias ideias. 

Ou seja, não se impõe concepções de forma forçada. Usando as corretas técnicas de persuasão você se aproxima harmonizando ideias sem gerar conflito e conquistando a importante cooperação do seu interlocutor.

Você já conhece as técnicas de persuasão no Direito? Sabe como usar na rotina do seu escritório e na relação com as pessoas do seu convívio? 

1 – Saiba escutar e tenha interesse genuíno pelas pessoas

Quando se fala em persuasão, a primeira coisa que vem em mente são os belos discursos com palavras impactantes que tocam as pessoas. Todavia, isso não é o mais importante. Saber escutar é comprovadamente mais benéfico quando você quer obter a cooperação de alguém. 

Geralmente as pessoas gostam mais de serem ouvidas. Além disso, ao ouvir atentamente alguém, você terá muito mais informações que poderão ajudar na hora de compactuar ideias. 

Entretanto, apenas ouvir não é o suficiente. É preciso haver um interesse genuíno pelo que dizem, ter a sensibilidade de observar o quanto aquele assunto é significativo e saber o que a levou até aquela situação. Assim, você vai conseguir se aproximar do interlocutor com empatia, buscando junto a ele não só a melhor, mas a solução necessária para ambos. 

Lembre-se que ao ouvir você está adquirindo informações importantes que, junto com outras técnicas de persuasão, irão ajudá-lo a obter a compatibilidade e uma melhor argumentação jurídica.

2 – Concilie o conhecimento técnico com a inteligência emocional

Obviamente que o conhecimento técnico é imprescindível no exercício da profissão do advogado. Contudo, aliar este conhecimento com a inteligência emocional pode ser uma técnica de persuasão extremamente eficaz.

Ter o domínio da matéria técnica faz com que o advogado tenha autoridade e argumentação jurídica para falar sobre determinado assunto. Isso lhe dá capacidade para lidar com as objeções e encontrar melhores caminhos dentro do Direito. 

Entretanto, a persuasão está intimamente ligada ao emocional. Por isso, jamais entre em conflito de ideias, mesmo que a lei diga que a sua posição está certa. Esta ação poderá gerar hostilidade, dificultando qualquer cooperação possível.

Neste caso, a inteligência emocional é um excelente aliado não só para evitar que isso aconteça, mas para buscar melhor eficiência nessas relações. Ela lhe dará maior sensibilidade para que você conheça as dores das pessoas e saiba de forma assertiva como acessá-las na busca da melhor solução. 

3 – Utilize a técnica do Rapport

O Rapport é uma importante técnica de persuasão e pode ser um divisor de águas para obter o convencimento do seu interlocutor. Consiste basicamente no “espelhamento”, ou seja, no uso da mesma linguagem, corporal ou falada, para gerar sintonia e conexão.

Ou seja, o advogado age se aproximando da personalidade e do comportamento da pessoa, demonstrando mesmos interesses, tom de voz, forma de falar e gestos. Ao se aproximar da vivência da pessoa, fortifica-se a relação e cria uma ideia em comum que aproxima.

4 – Nunca deixe de estudar e praticar as técnicas de persuasão

O estudo proporciona o conhecimento teórico, mas só a prática constante e o treinamento é que vão fazer com que você use com excelência as técnicas de persuasão no Direito. 

O conhecimento é muito importante, pois você precisa estar sempre se renovando e aprendendo sobre novas técnicas de argumentação jurídica, além de revisar aquelas que já sabe. A maior fonte deste conhecimento são artigos, podcasts ou livros com insights que podem ser aplicados no cotidiano do advogado. 

Entretanto, só o conhecimento literal não é o suficiente. É necessário que você se exponha e pratique de forma reiterada as técnicas que aprendeu para assim aprimorar-se cada vez mais na busca do seu objetivo.

Alkasoft é parceira do advogado

Como já vimos, a Alkasoft vem produzindo uma série de conteúdos relevantes e tendências jurídicas que irão auxiliar na rotina do advogado. Sabemos que a prática jurídica além de concorrida é cansativa, por isso preparamos textos práticos com ideias inovadoras que poderão ser aplicadas imediatamente no seu escritório de advocacia. Estamos preparando ainda mais. Aproveite e conheça o Software Jurídico Lawyer Eleven e fique por dentro das mais modernas e eficientes funcionalidades. 

O ramo da advocacia é um dos mais concorridos no Brasil. De acordo com dados da OAB, mais de 1,3 milhão de advogados estão atuando atualmente, sem contar que o curso de Direito é o maior do Brasil, com mais de 830 mil alunos.

Em um mercado tão concorrido como o da advocacia, investir em publicidade é essencial para o advogado ou o escritório que busca inovar na advocacia e se diferenciar da concorrência.

Mas o que a OAB tem a dizer sobre a publicidade na advocacia?

O que o provimento 205/2021 diz sobre a publicidade na advocacia?

Durante muito tempo a publicidade direta com objetivo de realizar a captação de clientes foi estritamente proibida pelo Código de Ética da OAB, o que mudou completamente com o Provimento 205/2021.

Acompanhando a necessidade que os profissionais da área estavam enfrentando desde o início da pandemia, em 2020, o Provimento 205/2021 não apenas reconheceu como também permitiu o marketing jurídico, como destaca logo o primeiro artigo do provimento.

Apesar de ainda existirem algumas limitações, diversas novas possibilidades de publicidade na advocacia surgiram, como abordaremos na sequência, mas, antes, precisamos entender alguns conceitos que o provimento trouxe.

Publicidade passiva x publicidade ativa

O Provimento 205/2021 traz a definição de alguns termos como “marketing de conteúdos jurídicos” e “publicidade de conteúdos jurídicos”, mas o que chama mesmo a atenção é a definição de “publicidade passiva” e “publicidade ativa”.

Embora esses termos não sejam utilizados no mundo do marketing, eles são importantes para a OAB para diferenciar a publicidade que é feita para um público que está procurando pela informação que o advogado está veiculando (publicidade passiva) e a publicidade que alcança um público que não está procurando diretamente por essas informações (publicidade ativa). Caso você já tenha algum conhecimento de marketing digital, já deve ter percebido que os conceitos são bem parecidos com os conceitos de tráfego orgânico e tráfego pago. Na prática é isso mesmo.  

Entender isso é extremamente importante porque, nos provimentos antigos, mesmo ações comuns de divulgação, como outdoors ou anúncios na TV e no rádio, eram proibidas. Agora, não apenas é possível investir em ferramentas de tráfego pago, como o próprio Provimento 205/2021 ainda conta com um anexo permitindo a utilização do Google Ads para adquirir palavras-chave nas pesquisas do Google.

Por que investir em publicidade na advocacia?

Como dissemos anteriormente, a permissão do marketing jurídico pela OAB veio num momento onde era extremamente necessário que advogados pudessem investir em publicidade na advocacia uma vez que, com a pandemia de Covid-19, a maioria das estratégias utilizadas pelos advogados se tornaram inviáveis. Ir para o mundo digital se tornou uma necessidade para todos os escritórios de advocacia que precisavam conquistar novos clientes.

Mas, além de ser apenas uma alternativa num momento de crise, a publicidade na advocacia pode trazer diversas vantagens para os advogados. Listamos algumas delas abaixo:

  • Maior visibilidade para o escritório: a primeira grande vantagem do investimento em publicidade na advocacia é a visibilidade que a produção e divulgação de conteúdos jurídicos nas redes sociais ou no blog traz para o seu escritório. Como diz o ditado, “quem não é visto não é lembrado”, e para que os seus serviços sejam os escolhidos por um cliente, no momento em que ele precisar de um advogado, é preciso que o seu trabalho esteja em evidência e que as pessoas já possam se comunicar facilmente contigo, mesmo enquanto ainda não estão no momento de contratar um advogado. Portanto, investir em publicidade é garantir que o seu escritório e os seus serviços estão sendo vistos pelas outras pessoas.
  • Construção de autoridade no meio digital: assim como acontece com o doutor Dráuzio Varella na área da medicina, conhecido hoje como uma referência no Brasil quando o assunto é saúde, quando um advogado decide compartilhar sua expertise e sua experiência na sua área de atuação com pessoas leigas no assunto, ele conquista, aos poucos, autoridade, gerando mais confiança no seu trabalho e fazendo com que o seu público se sinta confortável em procurar pelos seus serviços. Portanto, investir em publicidade na advocacia é também uma forma de construir autoridade para ser visto como uma referência.
  • Geração de novos negócios jurídicos: a partir do momento em que um escritório começa a ganhar visibilidade e a construir autoridade no meio digital, é inevitável que novos clientes comecem a chegar, gerando novos negócios e oportunidades para o advogado, além de garantir o faturamento do escritório.
  • Fidelização de clientes: não é só pelos novos clientes que o investimento em publicidade na advocacia vale a pena, investir em manter sempre ativos os seus canais de comunicação com seu público também melhora o seu relacionamento com clientes antigos ou atuais, que terão sempre acesso às informações que você publica, bem como cada nova conquista do seu escritório.

Como fazer publicidade na advocacia de acordo com o Código de Ética da OAB, então?

Se, depois disso tudo, você está convencido de que quer começar a investir em publicidade na advocacia também, confira algumas dicas nossas para iniciar sem medo de infringir o Código de Ética da OAB.

Entenda o que as pessoas estão buscando

A primeira coisa que é importante entendermos quando o assunto é publicidade ou marketing digital, é que não adianta falarmos do que ninguém quer ouvir. 

Seja para a criação de conteúdos para geração de tráfego orgânico, seja para o investimento em tráfego pago, é essencial, antes de qualquer outra coisa, saber o que as pessoas estão buscando. De nada adianta você escrever um conteúdo perfeito sobre guarda compartilhada, por exemplo, se ninguém está procurando por isso.

A forma mais rápida e fácil de saber o que as pessoas estão procurando é simplesmente procurar no Google por uma palavra-chave relacionada à sua área de atuação e visualizar as perguntas que estão sendo feitas pelos usuários. Por ser um tanto limitado e não conseguirmos ter muita noção de quantas pessoas estão buscando por esses assuntos, recomendamos a utilização de alguma outra ferramenta de palavras-chaves, como o Keyword Planner, disponível dentro do Google Ads, ou outras ferramentas, gratuitas ou pagas, como o Ubersuggest e SEMRush.

Produza conteúdos informativos e de qualidade

A partir do momento em que você já identificou o que as pessoas estão buscando no Google, está na hora de colocar a mão na massa e começar a produção de conteúdos que irão responder às suas dúvidas.

Mas, antes de focarmos no conteúdo em si, é importante também entender que os resultados da estratégia de marketing de conteúdo dependem da constância, portanto se organize para encaixar a produção de conteúdo na rotina do seu escritório e escolha as redes sociais em que vai trabalhar de acordo com as suas possibilidades de tempo e investimento. Gestão do tempo na advocacia é uma prática de fundamental importância. Não tente fazer tudo ao mesmo tempo porque as chances de isso dar certo são extremamente baixas.

Agora sim sobre conteúdo, lembre-se de que você é o especialista no assunto abordado, mas o seu leitor provavelmente não. Utilize uma linguagem simples e de fácil compreensão para o público leigo, responda às questões que surgem com base na lei, mas sem exagerar no juridiquês para não correr o risco de ter seu conteúdo compreendido apenas por outros profissionais do Direito.

Se o seu conteúdo estiver sendo produzido para ser publicado nas redes sociais, utilize imagens que tenham relação com o tema abordado e que deixem evidente logo de cara o que estará sendo comunicado no texto. Você pode procurar por essas imagens em bancos de imagens gratuitos como Pexels ou Pixabay, além de utilizar layouts prontos do Canva.com para garantir que o seu post está dentro dos padrões de qualidade da rede onde será publicado.

Na hora de criar os seus títulos, busque por algo simples e com relação com o que as pessoas estão buscando, afinal de contas é justamente por conta disso que ele foi escrito, não é mesmo?

Seja ativo nas redes sociais

Como não é segredo pra ninguém, as redes sociais, principalmente o Instagram, são hoje ferramentas perfeitas para a publicidade, na advocacia não é diferente.

Mantenha o perfil do seu escritório sempre ativo com publicações constantes, o que irá proporcionar uma aproximação maior entre o advogado e os clientes, além de aumentar a credibilidade do escritório, afinal de contas o perfil de um escritório ativo transmite muito mais segurança do que um perfil que quase não publica nada e pouco interage com o público.

Além de ser fundamental nesse processo de construção de autoridade, as redes sociais também facilitam o contato e a comunicação com potenciais clientes, uma vez que é muito mais confortável ir ao escritório após já estar decidido pela contratação dos serviços e utilizar as redes sociais antes, para tirar dúvidas e se decidir pela contratação.

Invista em campanhas no Google Ads

Ainda que o marketing de conteúdo, como abordamos até aqui, seja essencial e que todo escritório precise desse investimento para construir sua autoridade, esse processo pode demorar até começar a dar resultados, por isso é válido investir em outras estratégias, afinal, se agora está permitido, por que não utilizar ferramentas de tráfego pago como o Google Ads?

Caso ainda não tenha familiaridade com a ferramenta, ela basicamente possibilita que você compre determinada palavra-chave, dessa forma, quando uma pessoa pesquisar por “advogado previdenciário no Rio de Janeiro”, por exemplo, o anúncio que aparecerá no topo dos resultados da pesquisa será o seu, ou de quem estiver pagando para aparecer nessa busca.

Talvez você esteja se perguntando nesse momento quanto custa comprar uma palavra-chave, e a resposta infelizmente não trará nenhum número. O preço de cada palavra-chave varia muito de acordo com o volume de buscas e do número de pessoas interessadas em adquirir essa mesma palavra-chave no Google Ads. Assim como o custo da palavra-chave depende de muitos fatores, os resultados que serão obtidos na campanha também não são tão fáceis de prever e vão depender muito da qualidade dos seus anúncios e do número de pessoas que clicarem nele, portanto é essencial escolher com cuidado as palavras-chave em que vai investir, se certificando de que elas fazem sentido para a estratégia do seu escritório e de que elas vão atingir o público-alvo que você almeja e no momento de compra certo.

Apesar de o Google Ads ser uma ferramenta complicada de ser dominada, ela pode trazer resultados muito bons, desde que utilizada da forma correta. Se você deseja se aprofundar mais no assunto, não deixe de conferir esse conteúdo sobre Google Ads para advogados.

Com essas dicas você já está pronto para mergulhar no mundo do marketing jurídico e começar a investir em publicidade na advocacia também. Ainda tem alguma dúvida? Deixe seu comentário que será um prazer conversar contigo.


Este conteúdo foi produzido em parceria com a 3MIND, a maior agência de Marketing Jurídico do Brasil, que conta com uma equipe composta por experts em Marketing Digital nas mais inúmeras formações, de Advogados a Publicitários.

Você já pode ter ouvido ou visto em suas redes sociais a expressão Visual Law, mas já parou para pensar no que esse novo conceito pode ajudar na sua prática jurídica? O mundo jurídico passa por transformações constantes e é necessário estar pronto para se adaptar a estas transformações e evoluções para não ficar desatualizado.

O Visual Law é uma destas evoluções. Não há mais espaço para o excesso de formalismo aplicado nas peças jurídicas, documentos do escritório, contratos e informativos.

O que significa Visual Law?

O Visual Law pretende tornar o Direito mais compreensível para todos, descomplicando o tradicional “juridiquês”, proporcionando o acesso à Justiça e o entendimento dela à todos. 

Para isso são utilizadas ferramentas e elementos visuais como infográficos, imagens, vídeos, tabelas, fluxogramas e QR codes, entre outras ferramentas. 

Qual o principal objetivo do Visual Law?

O objetivo principal é modificar a forma que a informação jurídica chega ao seu consumidor final. Seja ele seu cliente, futuro cliente, seu colega, os serventuários da justiça ou o juiz. Facilitar é a palavra-chave, tornando os documentos jurídicos mais compreensíveis e de fácil leitura para todos.

Seja na hora de peticionar em um processo ou enviar o relatório do andamento processual ao seu cliente, o Visual Law é a ferramenta que irá ajudá-lo a entregar a mensagem desejada de forma mais descomplicada e assertiva.

Em um mundo tão corrido, conseguir que alguém pare para ler um documento com páginas e páginas de palavras rebuscadas é dificílimo. Isso leva a perda de oportunidades. Muitas vezes um ponto importante da sua fundamentação jurídica passa batido no meio de tantas palavras, jurisprudências e citações dentro de uma peça processual. 

As diferenças entre Visual Law, Design Thinking e Legal Design

Para descomplicar e diferenciar estes termos, pode-se dizer que o Visual Law faz parte do Legal Design. Já o Legal Design é a forma de aplicação do Design Thinking.

O Design Thinking é uma metodologia de desenvolvimento de produtos e serviços focados nas necessidades, buscando organizar o processo criativo e gerar soluções para os mais diversos problemas. Converter limitações em valor de negócio e benefícios é o seu grande objetivo.

O Legal Design é uma forma de aplicação de técnicas específicas de Design Thinking ao Direito, focando na experiência do usuário para desenvolver novos produtos para facilitar o dia a dia do universo jurídico.

O Legal Design pode ser aplicado ao planejamento do escritório, passando pela contagem de prazos e também o aspecto visual. E aí que se chega ao Visual Law.

No Legal Design podem ser destacados três principais objetivos: 

  • Otimizar os processos apresentando ações inovadoras para os operadores do Direito; 
  • Proporcionar maior acesso à Justiça para a população em geral e também profissionais por meio da facilitação da linguagem jurídica;
  • Desenvolver sistemas jurídicos mais eficazes e com interfaces de fácil compreensão.

Sempre é bom saber mais sobre novas metodologias a serem aplicadas aos negócios jurídicos, caso queira entender também sobre Lean Thinking e como aplicá-lo na advocacia, leia este post no nosso blog.

Como o Visual Law pode ser aplicado no dia a dia da prática jurídica

São inúmeras as possibilidades existentes para se iniciar no universo do Visual Law. O Visual Law veio para ajudar e não para trazer mais uma preocupação. 

Com a sua aplicação, você poderá melhorar a relação com o cliente, tornando mais fácil o entendimento e a compreensão de andamentos processuais e pareceres.

O sistema judiciário está sobrecarregado e infelizmente uma grande parte dos pedidos enviados para ele não são analisados em sua totalidade. 

Em um sistema judiciário sobrecarregado, a utilização do Visual Law, os documentos jurídicos se tornam mais objetivos, as petições se tornam menos extensas e densas. O que aumenta as chances de serem completamente analisadas e entendidas pelos juízes e serventuários da Justiça. 

Fique atento às tendências jurídicas para 2022 e permaneça sempre atualizado. 

E de que maneira é vista a utilização do Visual Law na Justiça brasileira?

Entre o final de 2021 e o início do ano de 2022 já foram publicadas várias notícias sobre a aplicação de Visual Law no Brasil. O número de cursos e especializações na área não param de crescer e a sua adoção só irá aumentar.

Por exemplo, a 13ª Vara do Trabalho de Fortaleza, no Ceará, virou notícia por estar  utilizando técnicas de Visual Law em resumos de sentenças. Segundo a juíza do Trabalho Karla Yacy Carlos da Silva, esta iniciativa tem o objetivo de facilitar a compreensão das partes em relação ao que foi decidido no processo, sem que seja necessário “traduzir” o que foi dito e qual o resultado do processo.

É um caminho sem volta.

E você vai ficar de fora? O que mais você precisa para iniciar a modernização da sua prática jurídica?

O Visual Law iniciou uma verdadeira democratização do acesso à Justiça, combatendo o conhecido “juridiquês” e o uso de palavras e expressões em latim. Busca produzir textos e documentos mais diretos e de fácil entendimento para todos. 

Para se comunicar bem e passar a informação não é necessário utilizar palavras difíceis e rebuscadas. No Direito atual não há tempo para isso, seu cliente não tem tempo para tentar traduzir os documentos e contratos que você envia para ele. As informações precisam ser repassadas de forma clara e rápida e o Visual Law é o conceito que você precisa conhecer para ter uma comunicação mais assertiva. 

Não esqueça: o Visual Law não é só um documento bonitinho, com desenhos e gráficos. O uso de recursos visuais do Visual Law devem ser vistos como uma forma de melhorar a sua comunicação com o destinatário final, seja ele cliente ou o juiz. 

O saber jurídico sempre será a base da sua argumentação, sendo o Visual Law o complemento perfeito para realizar uma advocacia diferenciada, qualificada e acima de tudo acessível.

O Direito é uma área extremamente dinâmica, pois passa por constantes mudanças para acompanhar a evolução da sociedade. O advogado do futuro deve estar sempre atento aos assuntos que estão em evidência no mercado. 

Entretanto, seus estudos não se tratam apenas dos temas tradicionais do Direito, mas também de desenvolvimento pessoal, integração de novas tecnologias, inteligência artificial e modelos de negócios, entre outros.

Mas quais são as tendências que você precisa estar por dentro para ser um advogado do futuro? Quais as vantagens que este conhecimento vai trazer para você se antecipar e conseguir um bom posicionamento no mercado jurídico?

Acompanhe a leitura e fique à frente dosseus concorrentes!

Quem é o advogado do futuro e qual o seu diferencial?

O advogado do futuro é aquele que não apenas acompanha as tendências do mercado, mas também as antecipa. Ou seja, além de desenvolver com excelência os temas relacionados ao Direito, também deve estar por dentro das novidades e inovações. 

Para se destacar no concorrido mercado jurídico é preciso de algo a mais, e é exatamente esse diferencial que o advogado do futuro deve buscar. 

Com o conhecimento técnico aliado a novos pontos relacionados ao desenvolvimento pessoal e tecnologia é possível alcançar vantagem competitiva no mercado. A justificativa é simples, enquanto todos sabem sobre Direito, é importante saber além disso.

Mas você sabe o que é esse algo a mais que estamos falando? Prossiga a leitura e acompanhe quais as 5 tendências do setor jurídico que você deve conhecer para se tornar um advogado do futuro.

1 – Desenvolver a Inteligência emocional

O primeiro ponto fundamental que o advogado do futuro deve desenvolver é a inteligência emocional. Isso porque, apesar do avanço da tecnologia, o Direito ainda trata das relações interpessoais. Por isso, é muito importante que sejam desenvolvidas habilidades comportamentais e cognitivas para facilitar essas relações.

A inteligência emocional é um conceito amplo que abrange uma série de capacidades comuns da rotina de qualquer profissional. As soft skills, como também são conhecidas, quando bem desenvolvidas, promovem um diferencial frente aos clientes e a concorrência. Comunicação, negociação, gestão de tempo, liderança empática e resolução de conflitos são apenas alguns exemplos de habilidades importantes a serem desenvolvidas. 

2 – Promover um olhar humanizado dos clientes, colegas e colaboradores

Humanizar as relações as torna mais sólidas, seguras, duradouras e esta tendência jamais será substituída por qualquer tecnologia, mesmo com o advento do trabalho remoto. Isso vale tanto para as relações com os seus colaboradores e colegas, quanto para os clientes.

Um olhar humanizado dentro do escritório vai gerar reciprocidade e confiança da equipe e consequentemente bons resultados. Com colegas e parceiros, tornará mais pessoalizada as relações, produzindo um networking mais eficiente. Além disso, o olhar humanizado do advogado do futuro irá melhorar a jornada do cliente no escritório, do momento que expõe o problema até a sua definitiva resolução.

3 – Realizar análises de dados

O advogado do futuro também deve usar recursos modernos que trazem melhorias para os processos. A análise de dados consiste em um conjunto de estatísticas que ajudam a embasar a tomada de decisões. 

A partir daí é possível ter uma visão mais ampla, já que os dados são transformados em informações, possibilitando ao advogado apresentar ao cliente quais são as possibilidades de cada caso. Além disso, com todas estas informações, as chances de obter êxito em negociações e processos judiciais são maiores. 

4 – Estar conectado e construir um bom marketing jurídico

Já se foram os tempos em que o advogado trabalhava apenas dentro da sua comarca. Hoje com a internet e a implantação do processo eletrônico, a possibilidade de escalar e aumentar a produção é muito maior. 

Contudo, para que isso aconteça, é necessário ao advogado do futuro expandir a sua presença online, gerando valor ao seu conteúdo e aumentando a procura do seu escritório de advocacia.

É fundamental estar presente nas redes sociais, produzindo conteúdo relevante (dentro das normas da OAB) sobre a temática jurídica para aumentar a sua visibilidade perante o mercado. Com isso, o advogado do futuro rompe as fronteiras da sua comarca, podendo alcançar mais clientes e parceiros por meio do marketing jurídico. 

5 – Integrar novas tecnologias e métodos digitais

Já mencionamos a importância do desenvolvimento pessoal, da criação de conexões humanas, do uso de estatísticas e da presença online. Entretanto, quando falamos no futuro da advocacia no Brasil não tem como não citar o uso de tecnologias e métodos digitais.

O advogado do futuro deve investir em conhecimento tecnológico e usar métodos digitais para automatizar e otimizar os processos dentro do escritório. Vários recursos podem ser utilizados gerando melhora significativa na gestão de tempo e produtividade. Além disso, as novas tecnologias vão auxiliar no atendimento, melhorando a jornada do cliente e tornando a sua prestação de serviços ainda mais personalizada. 

Além disso, é fundamental que o advogado do futuro trabalhe com um software que englobe todas estas tendências que acabamos de descrever.

Lawyer Eleven: o software jurídico para o advogado do futuro

O Software Jurídico Lawyer Eleven é elaborado para o advogado dinâmico, moderno e inovador, que não quer mais perder tempo com atividades operacionais e maçantes. Todo esse tempo pode ser melhor alocado em seu desenvolvimento pessoal ou nas relações com clientes e parceiros. 

Além disso, o Lawyer Eleven fornece de maneira descomplicada e prática dados que ajudarão o advogado do futuro a tomar decisões de forma mais eficiente e assertiva. 

Tudo isso por meio de um layout intuitivo e de fácil usabilidade que tornaráas suas atividades profissionais cada vez mais produtivas, colocando-o à frente no concorrido mercado jurídico.

Quer ser um advogado do futuro? Então é fundamental que você conheça o Software Jurídico Lawyer Eleven e fique por dentro das mais modernas e eficientes funcionalidades. 

Administrar um escritório, como qualquer outro negócio, é um grande desafio. Requer conhecimento além daquele relacionado à prática jurídica. Para aumentar o faturamento do escritório de advocacia é preciso ter domínio sobre matérias como administração, gestão de pessoas, vendas e principalmente, gerenciamento financeiro e contábil. 

Ter um negócio rentável exige uma soma de fatores que são pilares fundamentais na gestão e impactam diretamente nos lucros. A rentabilidade está diretamente relacionada ao planejamento, organização e estratégias.

Por isso, é preciso pensar no escritório como um negócio, adotando práticas que minimizem os riscos e tornem a jornada do advogado mais equilibrada, segura e confiante.

Sabendo deste desafio que abrange grande parte dos profissionais da área, preparamos algumas dicas para ajudá-lo a aumentar o faturamento do escritório de advocacia. 

Nos tópicos abaixo, serão apresentadas práticas do dia a dia e soluções tecnológicas que vão impulsionar os lucros trazendo vantagens competitivas para se alavancar no mercado. 

7 maneiras de aumentar o faturamento do escritório de advocacia

Planejamento Estratégico

O planejamento estratégico é essencial para um escritório que busca destaque no concorrido mercado jurídico. Direcionar a energia de trabalho para um propósito e uma visão clara de longo prazo pode trazer significativos resultados financeiros.

É preciso pensar no futuro traçando metas pré-definidas e alcançáveis, mas que tirem a equipe da zona de conforto para alcançar seus objetivos. Além disso, um planejamento estratégico bem desenvolvido, irá aprimorar a execução das operações, corrigir falhas e diminuir custos, trazendo também melhorias constantes e alto retorno financeiro.

Alinhamento da equipe

Uma equipe organizada também é importante para que seja atingido um bom resultado no faturamento do escritório de advocacia. Reuniões de alinhamento, feedback e uma comunicação interna efetiva trazem sincronia e harmonia, mantendo sempre o bom relacionamento e a proximidade dos sócios, associados e colaboradores.

Ademais, manter uma equipe multidisciplinar capacitada e organizada ajuda a expandir os horizontes do escritório, que pode oferecer mais opções de serviços e soluções para diferentes demandas. 

Isso possibilita a entrada de mais clientes na carteira do escritório, além da movimentação maior de ações. Segmentar os times possibilita que o escritório seja referência em diferentes áreas, abrindo o leque de abrangência e oportunidades.

Foco no cliente

O foco no cliente é fundamental para quem quer prosperar no ramo da advocacia. Tratar os clientes com exclusividade e excelência pode render bons frutos. Assim, é necessário realizar um processo de assessoria bem estruturado e organizado. Relatórios frequentes sobre o andamento dos processos pode ser uma solução para deixá-los mais seguros e tranquilos com o cuidado do seu caso.

Todo cliente gosta de atenção e aqui não é diferente, pois se trabalha com problemas que mexem diretamente com o emocional das pessoas. Por isso, é fundamental a disponibilidade para atendê-los com empatia, respeito e transparência.

O resultado é um cliente satisfeito que não irá poupar elogios na hora de falar de quem o acolheu e ajudou a resolver a sua demanda. Com certeza ele irá recomendar o escritório para sua rede de amigos e familiares. O “boca a boca”, como é chamada a prática, é uma das mais eficientes formas de marketing, com pouco custo financeiro e significativo retorno.

Marketing jurídico e de conteúdo

Levar em conta o marketing jurídico é fundamental para consolidar a marca e a imagem do escritório. Expandir a presença online pode gerar valor e tornar o escritório uma autoridade no assunto.

As pessoas precisam saber que você está no jogo. Por isso, é imprescindível se manter atuante não só na prática jurídica, mas também na criação de conteúdo sobre temas relevantes. Ainda, comentários sobre decisões e estudos de casos demonstram que você possui amplo conhecimento e está sempre atualizado às novas realidades. 

A atuação em redes sociais, blogs, sites na internet, podcasts, podem ser muito importantes para escalar e aumentar a procura pelo seu escritório. Estar na vitrine, mostrando o seu conhecimento, lhe deixará em evidência no mercado, aumentando a possibilidade da procura de novos clientes e parceiros.

Invista no desenvolvimento pessoal

Investir em desenvolvimento pessoal será sempre uma vantagem, pois ninguém pode tirar isso de você. A prática jurídica é muito dinâmica, assim permanecer na inércia pode ser perigoso. Desta forma, se faz necessário buscar conhecimento em estudos acadêmicos e novas teses, sob pena de ficar obsoleto.

O ingresso em especializações, mestrados, doutorados, além de outras atividades acadêmicas é de suma importância. Além disso, workshops e palestras ampliarão o seu networking, aumentando a rede de contatos. Tudo isso o tornará mais capacitado para enfrentar o concorrido mercado.

Assim, o crescimento pessoal lhe trará maior capacidade de articular as informações dentro da profissão, com inteligência emocional e técnicas para atrair bons negócios.

Gestão de tempo

O tempo é o bem mais precioso para um advogado e deve ser gerenciado de forma cautelosa para que sua rotina seja mais eficaz e produtiva. Otimizar o tempo é ter um melhor aproveitamento, equilibrando momentos de estudo, trabalho e contato com as pessoas.

Otimizar o tempo significa automatizar atividades mais burocráticas e minuciosas que possuam baixo valor agregado, ou seja, deve-se pensar: “quanto vale a minha hora?”, “Quanto tempo vou perder digitalizando documentos ou separando as notas com os prazos para hoje?”. O tempo gasto nestas atividades poderia ser melhor utilizado em atividades para trazer retorno financeiro ao escritório.

Com mais tempo, o advogado consegue focar no que importa, pensando em novas soluções e possibilidades, inclusive para aumentar o faturamento do escritório de advocacia. 

Invista em tecnologias que ajudem na gestão do escritório

Acreditar em tecnologias que automatizam e otimizam as operações dentro do escritório é uma ação importante a ser tomada se você almeja aumentar o faturamento do escritório de advocacia. Além disso, uma robusta base de dados e a centralização de informações, facilitará o trabalho de todos os envolvidos.

O Software Jurídico Lawyer Eleven traz mais do que a unificação de dados. O módulo financeiro, por exemplo, possui recursos que farão com que você potencialize o faturamento do escritório de advocacia. Nele é possível saber de forma simplificada sobre as despesas fixas, despesas variáveis e outras informações relevantes para a gestão interna.

Com esta funcionalidade é possível organizar o controle financeiro, cortar despesas desnecessárias, controlar a entrada de honorários advocatícios e melhorar o fluxo de caixa. Tudo isso sem passar horas fazendo planilhas e cálculos complexos.

A otimização das operações é evidente, pois além de manter a organização, também trará dados que facilitam na tomada de decisão e no planejamento da gestão. 

Informações centralizadas em um software facilitam a harmonia entre as diferentes áreas de atuação dentro do escritório. Além do mais, com o fácil acesso de todas as informações, a comunicação com o cliente será mais rápida e precisa.

Por fim, você poderá dedicar mais tempo às prospecções de negócios e produção. Ou ainda, ao estudo sobre temas relevantes que o coloquem em destaque no mercado, tornando-o referência na sua área de atuação e impulsionando o seu faturamento.

Saiba como o Software Jurídico Eleven irá potencializar seus lucros a partir da automação do seu escritório, trazendo facilidades na gestão, no aumento da produtividade e no faturamento do escritório de advocacia.

Até fevereiro de 2022, a pesquisa pelo termo ESG – sigla que vem do inglês Environmental (Ambiental, E), Social (Social, S) e Governance (Governança, G) – aumentou 150% em comparação a 2021, segundo uma pesquisa do Google Trends realizada a pedido do jornal Valor Econômico. 

Assunto em alta em todo o mundo, em especial a letra G pode significar uma oportunidade de ouro para os advogados. Movimento iniciado principalmente depois da criação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a estratégia de governança e compliance não é mais apenas um diferencial, mas sim uma obrigação para empresas de todos os tamanhos e portes.

Conheça, neste post, mais sobre o compliance como uma inovadora área de atuação para os advogados. 

O que é compliance?

Políticas e procedimentos fornecem a espinha dorsal para as operações em qualquer organização. Sem estrutura e padrões para orientar o comportamento esperado e as melhores práticas, os procedimentos de uma empresa podem logo se tornar aleatórios, caóticos e mudar de acordo com quem faz o trabalho no momento.

Assim, as empresas inteligentes têm um padrão definido com suas políticas e manuais de procedimentos. Mas, mesmo as regras e estratégias melhor estabelecidas, não são boas sem compliance.

Compliance é o ato de cumprir um comando, desejo, ordem ou regra. Também pode significar aderir a requisitos, padrões ou regulamentos.

O compliance não é apenas prevenir problemas e garantir que todos cumpram as leis, regras e regulamentos. É também sobre o impacto positivo que um programa de conformidade robusto e ético pode ter em uma empresa ou organização.

As oportunidades do mercado de compliance brasileiro

A pesquisa Maturidade do Compliance no Brasil, elaborada pela KPMG, mostrou as principais preocupações de executivos sêniores:

  • Gestão de terceiros e contratos (91%); 
  • Fraude, combate à corrupção e lavagem de dinheiro (91%);
  • Questões trabalhistas, especialmente nos aspectos de segurança do trabalho, assuntos previdenciários e tributos (85%).

A cultura do compliance está se consolidando no Brasil. O que é uma excelente notícia para os profissionais que se interessam em atuar nessa área, diferenciando-se de seus pares e subindo um passo na estratégia de se tornar um advogado 5.0. O mercado está aquecido e cada vez mais as empresas procuram por profissionais do setor.  

Os advogados de compliance são responsáveis por garantir o cumprimento das normas internas e externas, códigos de ética e a conformidade com a legislação. 

É também sua tarefa delimitar as responsabilidades jurídicas de cada membro da empresa, desde os colaboradores até a diretoria. O objetivo é evitar abusos de poder dentro da empresa e até possíveis fraudes.

A profissão do advogado de compliance

Para atuar na área, o primeiro desafio é se especializar. Não é necessário uma formação específica, mas sim ampliar os conhecimentos em temas extrajurídicos, administrativos, contábil, sistema de auditorias e due diligence, entre outros assuntos.

Como cada programa de compliance é diferente do outro, o advogado que se interesse pela especialização em compliance também terá que ter profundos conhecimentos em normativas nacionais como:

  • Regramentos do Conselho Monetário Nacional;
  • Comissão de Valores Mobiliários;
  • Conselho de Controle de Atividades Financeiras.  

Caso a empresa seja multinacional, é obrigatório saber normativas legais internacionais como a GPDR europeia, SOX e HIPAA americanas.

Quem já atua em uma empresa ou presta serviços para ela está um passo à frente para começar a prática de compliance. Conhecer a estrutura da organização, seu funcionamento, necessidades, pontos fortes e fracos, é uma grande vantagem.

Escolher trabalhar com compliance significa manter-se no mais alto padrão de integridade e ética. É ser vigilante, proativo e minucioso. Resistir, sem culpa, a algumas ideias, porque suas atitudes protegerão a empresa de entrar em conflito com quaisquer leis ou regulamentos.

Atividades desempenhadas na área de compliance

As oportunidades de trabalho para os advogados que desejam entrar no setor de compliance são as mais diversas, indo além de trabalhar dentro de uma empresa. É possível trabalhar em escritórios jurídicos, no setor público ou como autônomo.

Conheça, a seguir, quais são algumas das tarefas realizadas no dia a dia:

Consultoria jurídica

A legislação é um tanto quanto complexa e com as constantes mudanças é difícil acompanhar e entendê-la totalmente, por isso o profissional de compliance é importante. Ele irá ajudar a empresa com seu conhecimento técnico, deixando a organização a par de seus deveres legais, a fim de evitar problemas futuros.

Due Diligence

O profissional de compliance entra para investigar os riscos e oportunidades para uma empresa. Realizada em casos de fusão, incorporação ou em negócios com terceiros, todos os envolvidos são analisados, e as normas devem ser aplicadas de acordo com a legislação.  

Gestão de riscos

O profissional ficará responsável por analisar as rotinas da empresa e as práticas internas para evitar possíveis inconformidades com a legislação, que podem oferecer riscos e penalidades. A partir desse estudo será produzido um relatório que servirá para esclarecer se a empresa precisa passar por adequações ou não.

Canais de denúncia e investigações internas

Os canais de denúncia criados pelo profissional de compliance irão servir para evitar que as normas sejam descumpridas. Em caso de investigações é importante que outros profissionais participem desse processo, devido ao compromisso com sigilo profissional. Além disso, ficará responsável por organizar e passar para frente essas denúncias.

Como comunicadores eficazes e solucionadores de problemas, os advogados são os profissionais ideais para assumirem posições dentro da estrutura de compliance. Para ter sucesso, o segredo é ter conhecimento das operações dentro de um determinado setor, ficando principalmente a par das atualizações das leis.  

Para se destacar no mercado de trabalho, fique por dentro também das tendências do meio jurídico!

Realizar o mapeamento de processos no escritório de advocacia pode ajudar no gerenciamento e produtividade da equipe. Entender o funcionamento das etapas, desde o início até a entrega do resultado, fará com que se busque uma execução mais eficiente. Desta forma, é possível identificar e corrigir gargalos e traçar melhores estratégias para a gestão do escritório.

Mas você sabe o que é e como fazer o mapeamento de processos? Tem noção da sua importância para a gestão do seu escritório de advocacia? Então prossiga a leitura deste post

O que é mapeamento de processos?

O mapeamento de processos é a maneira de tornar compreensível o passo a passo das operações realizadas no escritório de advocacia. Com ele, os envolvidos nas etapas conseguem ter uma visão geral da execução dos processos e estabelecer os aprimoramentos ou o número de etapas necessários para direcioná-los até o fim.

Existem outros elementos importantes que devem ser levados em consideração na hora de realizar o mapeamento de processos. Veja mais sobre cada um deles a seguir:

1 – Estabeleça o objetivo

Identifique o objetivo de cada processo e o motivo da sua existência. Isso não está relacionado apenas ao âmbito do escritório de advocacia, mas a qualquer outro empreendimento. Traçar objetivos é o primeiro passo a se realizar no mapeamento de processos.
Por exemplo, na captação de clientes, é realizado um primeiro contato para expor a demanda. Após, seguem as negociações para assinar a procuração e o contrato de honorários advocatícios. Na sequência, é realizada a juntada da documentação e elaboração das petições que irão formalizar o pedido. Assim o processo segue em várias etapas até chegar ao objetivo final.

O mesmo vale para os atos de gestão no escritório. Ter etapas bem estabelecidas ajudam a manter informações importantes e procedimentais, garantindo a efetividade.

2 – Determine as fronteiras

Definir fronteiras, estabelecendo as entradas e saídas do processo, proporciona ao gestor o controle do impacto causado. Além disso, a coleta de dados e estatísticas possibilita mais segurança para as futuras ações.

As entradas ou “inputs”, são os primeiros passos do mapeamento de processos. Nas entradas se estabelecem todas as etapas e elementos modificativos para atingir o objetivo.

As saídas ou “outputs” são as entregas, ou seja, é o resultado que cada processo entregou. Um exemplo de saída no escritório de advocacia é o trânsito em julgado da ação, pois após todas as etapas realizadas o resultado foi a sentença do juiz, que pode ser positiva ou negativa.

Mas não para por aí, também podem ser consideradas saídas os acordos, pareceres, e tomadas de decisões. As saídas devem entregar resultado, caso contrário, o mapeamento de processos deve ser revisto.

3 – Conheça as partes envolvidas

Um processo geralmente é formado por pessoas e entregue à pessoas. Ao saber disso, é preciso entender a forma como se inicia, ou ainda, como as informações são passadas. Tudo isso para evitar que se percam referências fundamentais a fim de manter um processo forte.

Além disso, o conhecimento do cliente também é fundamental, pois possibilita ao gestor ter uma referência do resultado que pretende chegar, bem como, os componentes que vai usar.

Conhecer as partes envolvidas e o material a ser usado também pode garantir o sucesso na busca pelo objetivo. O gestor poderá direcionar os melhores recursos para cada etapa. Pessoas com habilidades certas e tecnologias de ponta podem agregar valor e melhorar significativamente a produção, entregando melhores resultados.

4 – Identifique falhas e melhorias

Já vimos que o seu objetivo maior é entregar um resultado mais rápido e eficiente. Contudo, para isso é necessário que se identifique falhas no decorrer do processo e melhorias a serem feitas.

Às vezes, você acredita que fez tudo certo e ao final não consegue chegar ao resultado almejado? Pode ser que esteja ocorrendo a falha em alguma das etapas. Por isso, é preciso analisar todo o contexto do processo para saber se a melhor escolha é eliminar esta etapa ou realizar melhorias.

Uma dica é acompanhar os indicadores-chave (KPIs). Com eles o gestor terá em suas mãos dados precisos para avaliar os resultados obtidos em cada etapa. Na posse dessas informações será muito mais fácil decidir o que deve ser corrigido ou melhorado.

5 – A importância do Software Jurídico Lawyer Eleven no mapeamento de processos

Você já viu a importância de realizar o mapeamento de processos para ter uma visão global do negócio. Este procedimento tem impacto significativo nas operações do escritório, pois prioriza operações importantes gerando ganhos em produtividade, qualidade do trabalho e lucros.

Existem algumas tecnologias que ajudam na elaboração destes mapeamentos. A mais funcional delas é o software jurídico, que é fácil de usar e protege os dados do escritório.

O uso de um software jurídico pode:

– Automatizar a definição de cada etapa;
– Implementar novos procedimentos;
– Suprimir etapas obsoletas;
– Realizar a análise de dados gerados por indicadores;
– Aumentar a eficácia de produtividade da equipe;
– Gerar resultados mais eficientes.

O software jurídico Lawyer Eleven oferece funcionalidades no auxílio do mapeamento de processos. São diversos módulos que ajudarão a suprir o fluxograma gerado a partir do alinhamento das etapas, melhorando a organização interna e a tomada de decisões.

Ainda não conhece as funcionalidades do Software Jurídico Lawyer Eleven? Saiba mais agora mesmo.

O meio jurídico é um mercado acirrado, mesmo profissionais com excelente formação têm dificuldades na hora de conseguir clientes. As melhores propagandas podem ser feitas no boca a boca ou com base em indicações, mas você também pode prospectar clientes

Ao acompanhar as atualizações de mercado e adotar estratégias, como presença no meio digital, você investe e sai em busca de “capturar” novos clientes.

Contudo, esse assunto é bastante sensível no meio jurídico. Isso porque existem limites e regras preestabelecidas pelo Estatuto de Advocacia, pela OAB e pelo Código de Ética e Disciplina

Por isso, a captação de clientes e a divulgação dos serviços devem ser feitas de forma cuidadosa, respeitando as regras estabelecidas. 

Neste artigo, mostramos quais erros evitar na hora de prospectar clientes.

Os desafios de prospecção de clientes para a área jurídica

Como mencionamos, o meio jurídico estabelece normas e restrições quanto à divulgação de serviços. Mas afinal, é proibido fazer propaganda e divulgar seus serviços? A resposta é não. 

A propaganda pode ser feita, mas precisa respeitar as limitações impostas, como ser informativa, discreta e sóbria, e não ter a finalidade de captar clientes ou comercializar a profissão. 

A advocacia ainda é vista como um serviço público, e não uma atividade comercial. Entretanto, é possível investir em estratégias que respeitem essas normas, como o marketing jurídico que é bem diferente do marketing tradicional.

A internet pode ajudar nessa tarefa, mas é preciso usar isso a seu favor de maneira correta. E para ter sucesso na hora de prospectar clientes, é preciso se atentar a alguns fatores e evitar cometer erros comuns.  

5 erros comuns que impedem o escritório de prospectar clientes

1- Não estar onde os clientes procuram

De que adianta oferecer um excelente serviço e não ser procurado? Você pode fazer um ótimo trabalho e ser um profissional extremamente qualificado, mas as pessoas precisam encontrá-lo e saber como entrar em contato com você.

Hoje, se você não está na internet, seu negócio não existe. Isso porque quando as pessoas procuram contratar serviços, a primeira coisa a ser feita é recorrer aos mecanismos de busca, como o Google, para conhecer a atuação da empresa. 

Entretanto, muitos escritórios de advocacia ainda não se posicionam no Google nem nas redes sociais. Por isso é importante marcar presença no meio digital, garantindo a divulgação da sua marca. 

2- Baixo desempenho no site

Os sites são a porta de entrada para o seu negócio, é o primeiro contato que o cliente pode ter com seus serviços. Por isso, é importante que eles tenham um bom desempenho e ajudem na conversão de clientes.

Então, se o número de visitas em seu site é grande, mas você não recebe tantos contatos, seu site tem um baixo desempenho. Mas isso tem solução e é possível mudar esses números. Para isso se atente a dois fatores:

  • Antes de pensar em contratar serviços, as pessoas buscam respostas para algumas questões legais. Portanto, busque conversar com seu público por meio de conteúdos dinâmicos que possam solucionar essas dúvidas, ajudar na geração de leads e engajar o público;
  • As pessoas procuram contratar o serviço de empresas com as quais se sentem confortáveis. Demonstre confiança e prove por que você deve ser contratado. 

3- Falta de investimento para atingir suas metas financeiras

Não basta ter a ambição de crescer e aumentar os lucros. Se você quer que seu escritório bata grandes metas precisa investir na captação de clientes.

Tenha em mente que o ideal é investir entre 6 e 10% da sua receita em marketing para atingir sua meta. Mas não esqueça que é preciso concentrar de 1 a 2% desse valor para seus clientes anteriores. Afinal, manter relacionamentos antigos ajuda a produzir um ótimo ROI.

4- Não conhecer as regras de marketing jurídico

É preciso estar a par de como funciona o marketing jurídico para evitar cometer erros clássicos, como:

  • Enviar e-mails sem autorização: o e-mail marketing é uma forma de fazer propaganda de produtos e serviços das empresas. Mas é uma tática proibida na advocacia e só pode ser feita com prévia autorização ou se solicitado pelo cliente;
  • Distribuir brindes: é expressamente proibido distribuir brindes e presentes para potenciais clientes. Então, esqueça canetas, canecas, broches ou outros objetos. Caso contrário, seu escritório pode ser punido pelo Tribunal de Ética e Disciplina da OAB;
  • Divulgar serviços de advocacia vinculados a serviços não-jurídicos: mesmo que pareça uma boa ideia para atrair clientes, não é. Independente se a parceria é lucrativa ou não, é vedada a associação do nome do advogado a qualquer outro serviço, como uma consultoria contábil, por exemplo;
  • Divulgar valores de seus serviços: ainda que a intenção seja mostrar que o custo é acessível ou, ainda, uma tentativa de demonstrar transparência, divulgar o valor dos serviços é uma prática proibida pela OAB e gera punições ao profissional.

5- Não dar aos prospects uma razão para escolher você em vez de qualquer outro advogado

Os clientes entram em contato, tiram dúvidas e conhecem seu serviço, mas não te contratam? Pode não parecer, mas isso é bastante comum.

Demonstre uma razão sólida para que eles te escolham, diga como seus serviços irão atender suas necessidades. Mostre porque eles devem recorrer a você e de que forma você resolve os problemas deles. São essas questões que você deve responder de maneira clara. Lembre-se: o foco é sempre o cliente, faça ele perceber isso. 

Prospectar clientes pode ser simples com a ferramenta certa

Para prospectar clientes, você pode contar com o suporte da tecnologia. Um software jurídico, como o Lawyer Eleven, tem todos os recursos necessários para ajudá-lo nessa missão. 

A ferramenta fornece agenda de contato de todos os clientes, registra todos os atendimentos realizados e permite conhecer o perfil das pessoas que buscam seu serviço. Dessa maneira, é possível aprimorar o marketing jurídico e ser ainda mais assertivo ao prospectar clientes.

Moderno, ágil e seguro, o Lawyer Eleven é um software jurídico desenvolvido em uma plataforma em nuvem para a gestão de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos.

Com os recursos do sistema, você automatiza algumas tarefas do dia a dia, agiliza os processos e ganha tempo para prospectar clientes. 

Conheça agora o Lawyer Eleven.

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A audiência online é uma prática aprovada desde 2010 pelo Conselho Nacional de Justiça, que regulamentou essa modalidade na Justiça Federal. O CPC (art. 334, §7º) e o CPP (art. 185) também admitem a realização de audiência por videoconferência quando houver justificativa plausível.

Com a pausa nas atividades durante a pandemia, o número de audiências virtuais cresceu consideravelmente. Diante dessa maior relevância, é importante se atentar a alguns pontos, que falaremos a seguir.

Como funciona a audiência online 

A audiência online é um ambiente virtual em que ocorre o encontro das partes e seus advogados, das testemunhas, dos servidores da Justiça e dos ouvintes para a realização de uma audiência. Cada um pode estar no local que desejar, bastando apenas a conexão com a internet.

Inicialmente, a audiência online só poderia ser realizada se houvesse expressa concordância das partes. Não era necessário justificar a não concordância com audiência virtual. 

Antes da pandemia, a audiência online só podia ser utilizada para auxiliar a viabilização da audiência ou como alternativa para garantir a segurança pública. Ela também era indicada para apresentar em juízo o réu ou uma testemunha com problemas de saúde ou com qualquer impedimento para comparecer, ou ainda em caso de réus que respondem por graves questões de ordem pública.

Com o avanço de sua implementação no país, os tribunais a tornaram parte da rotina. Ou seja, se uma parte manifestar sua não concordância com audiência virtual, deve apresentar um motivo relevante para sua recusa. Ela passará pelo crivo do magistrado, que pode descartar a justificativa.

Além disso, é importante destacar que todos os servidores da Justiça devem ser devidamente treinados. A videoconferência também não pode ferir o direito à defesa ou ao devido processo legal. 

Plataformas virtuais para audiência

A audiência por videoconferência pode ser realizada em plataforma específica que o CNJ disponibilizou para essa prática. Para facilitar o trabalho dos tribunais, porém, o órgão permitiu o uso de qualquer aplicativo que tenha acesso público e gratuito.

Boa parte dos órgãos do Judiciário utilizam o Google Meet, pois é didático, de fácil acesso e com link previamente designado. Para ingressar à sala de audiência, basta um dispositivo com acesso à internet e um e-mail para identificação. O Google Meet pode ser acessado pelo navegador ou por aplicativo.

Atenção ao calendário de audiências 

Um ponto que merece destaque sobre a audiência online é o calendário do advogado. É mais fácil se perder em meio às videoconferências, tornando a rotina ainda mais atribulada. De toda forma, ele deve estar com a agenda bem certa para se preparar e orientar o cliente.

Por isso, a organização e a gestão de tempo com essas audiências deve ser precisa. O profissional pode adotar um software jurídico, como o Lawyer Eleven, para auxiliar no controle de prazos.

4 boas práticas para audiência online

Um advogado que preza pelo trabalho de excelência, pela ética e pela imagem deve adotar certas condutas em uma audiência online. Estar bem preparado é importante para uma atuação estratégica e favorável para o cliente. Por isso, existem boas práticas que ajudam a reduzir a tensão e a evitar surpresas desagradáveis durante o percurso.

Em primeiro lugar, atente-se ao ambiente, especialmente no home office. Silêncio, boa iluminação e sobriedade são fundamentais em uma audiência virtual. Além disso, dê atenção às seguintes práticas:

  • Treine sua forma de expressão: o estudo é o primeiro passo para uma boa audiência, mas é preciso treinar a forma de se expressar nela. O advogado deve transmitir uma imagem segura, firme e confiante, que não se confunde com arrogância. Seja sempre cordial e respeitoso.
  • Estude bem seu caso: o estudo é o que sustenta a narrativa. Ao estudar, o advogado se prepara para relatar bem os fatos conforme suas hipóteses de atuação na audiência. Crie um roteiro para facilitar sua fala e, ao falar, aponte os tópicos mais relevantes.
  • Trabalhe sua linguagem corporal: a linguagem corporal é importante para manter uma argumentação persuasiva. Por isso, aja de modo natural, mantenha os olhos fixos na câmera, evite falas forçadas e tarefas paralelas.
  • Tenha controle emocional: para lidar com as partes e com o magistrado na audiência online, é preciso ter controle emocional. Ele é fundamental para manter a educação e o respeito.

A audiência online é uma modalidade que ganhou terreno nos últimos meses. Ela apresenta muitos benefícios, como a mobilidade, a celeridade e a segurança dos dados. É também visível a diminuição de custos para todas as partes, inclusive para o Poder Judiciário. 

No entanto, é preciso alguns cuidados com sua implementação para que todos os direitos das partes sejam resguardados. Em outras palavras, a ferramenta deve se pautar na legalidade e nos demais princípios jurídicos.

Passamos pela implementação da videoconferência na Justiça. O que será que vem por aí? Conheça outras tendências jurídicas!

Já pensou em ter mais organização, análise e facilidade na resolução de problemas a partir da análise de dados? Essa é a proposta do Legal Analytics. Você precisará de um especialista de dados jurídicos (BI) para ter mais sucesso, mas antes deve entender sobre essa tecnologia!

Conheça mais sobre Legal Analytics e veja como ela se relaciona com Business Intelligence advocacia, data driven e jurimetria!

O que é Legal Analytics?

Legal Analytics é aplicar Business Intelligence (BI) na advocacia, ou seja, é uma tecnologia de análise jurídica baseada em inteligência artificial. Analytics é um modelo movido à análises.

A função do Legal Analytics é fazer a classificação e a análise de grandes quantidades de dados. Leis, documentos, decisões judiciais, informações de gestão de internet, tudo isso são dados. Ao utilizar essa tecnologia, o usuário consegue ver padrões significativos e tendências. 

Assim, municia gestores e profissionais com insights para tomada de decisões mais assertivas.

Em outras palavras, com a análise jurídica, é possível desenvolver estratégias bem fundamentadas, o que se traduz em vantagem competitiva.

Estratégia data driven

Você já ouviu falar em estratégia data driven ou movida a dados? Qualquer negócio que realiza a extração de dados pode aplicá-la. Estratégia data driven é a gestão quantitativa dos dados. Esse tipo de estratégia está diretamente ligado à Legal Analytics, que é a abordagem qualitativa.

Imagine que uma equipe consegue reunir dados (informações reais e concretas) sobre a produtividade dos advogados do escritório de advocacia. Em uma gestão orientada a dados, é possível aplicar o Legal Analytics para converter essa análise em ações relevantes como as soluções que otimizam a performance dos profissionais.

Em suma, aplicar Legal Analytics em data driven é otimizar a gestão de dados no escritório de advocacia ou departamento jurídico. Os advogados podem ser verdadeiros parceiros de negócio. Para tanto, usam análise preditiva, jurimetria e inteligência artificial.

Business Intelligence na advocacia e Legal Analytics

Existe relação entre Business Intelligence na advocacia (B.I.) e Legal Analytics? Sim, são faces de uma mesma moeda.

Business Intelligence é uma ferramenta de alto valor estratégico, pois coleta, organiza e analisa os dados. Esses dados podem ser cruzados para que os gestores tenham uma visão completa e personalizada do negócio. Aplicar B.I. no mundo jurídico é o Legal Analytics, uma forma de basear a gestão na consistência dos dados.

Alguns softwares jurídicos já trazem funcionalidades de análise inteligente de dados. Elas geram informações automaticamente, realizam o acompanhamento das demandas consultivas e contenciosas, permitem a visualização da produtividade do time, dentre outras tarefas.

A jurimetria é uma ferramenta de Legal Analytics?

Sim. Em um conceito genérico, jurimetria é a aplicação da estatística ao Direito para identificar padrões e tendências e prever comportamentos.

A Associação Brasileira de Jurimetria diz que realizar jurimetria é buscar “dar concretude às normas e instituições, situando no tempo e no espaço os processos, os juízes, as decisões, as sentenças, os tribunais, as partes etc”. É, portanto, considerar o Poder Judiciário uma fonte de dados que o descreve enquanto sistema.

A jurimetria pode ser utilizada, a partir do cruzamento de dados, para análise descritiva e profunda do Direito. Imagine que o magistrado Xis, em um cálculo de horas extras, sempre sentencia de determinada maneira. Ao utilizar a jurimetria, o usuário consegue presumir os possíveis resultados de um processo semelhante, o valor médio a se ganhar ou pagar e as abordagens mais aceitas por Xis.

Precisa analisar os dados públicos? A jurimetria também pode fazer isso. Precisa analisar detalhadamente seus próprios dados jurídicos? Ela também permite traçar um cenário comparativo do seu escritório com concorrentes.

Em suma, utilizar a jurimetria, essa ferramenta de Legal Analytics, é conseguir subsídios valiosos para a atuação de gestores e advogados.

Quais outras ferramentas de Legal Analytics

A aplicação de Legal Analytics não se limita à jurimetria e análise preditiva. Você pode utilizá-la para:

  • Pesquisa jurídica: quando é fundamental identificar precedentes ou normas que dão vantagem aos advogados do escritório ou departamento jurídico no tribunal.
  • Marketing: quando você precisa entender seu cliente ideal, fazer benchmarking (comparação com concorrentes), e outros pontos.
  • Insights de negócios: quando você precisa fazer o monitoramento de KPIs e outras métricas para o crescimento do negócio jurídico.
  • Informações eletrônicas: quando você precisa vasculhar documentos de forma automatizada.

Para escolher as ferramentas corretas para essa análise de dados, pense no objetivo. Quais os insights relevantes para determinada ação judicial ou para o escritório? O que você pretende ao utilizar a pesquisa jurídica?

Após definir um objetivo, identifique os dados para monitoramento e escolha um parceiro para oferecer a tecnologia, como um software jurídico. Faça testes com a ferramenta e separe as práticas de maior desempenho. Pronto.

Quais os benefícios de utilizar Legal Analytics?

A principal função do uso de Legal Analytics é viabilizar insights para tomada de decisões. Com a análise qualitativa de dados, é possível:

  • Atuar de maneira mais segura em processos judiciais;
  • Aprimorar a estratégia jurídica durante os casos;
  • Reduzir a margem de erro dos investimentos;
  • Dar mais produtividade aos profissionais;
  • Conquistar e fidelizar mais clientes.

Em termos de advocacia, o benefício que mais se destaca é otimizar resultados em ações judiciais. A partir de documentos judiciais e registros de tribunais, o advogado consegue obter dados úteis sobre litigantes, juízes, advogados da parte contrária, objeto da causa e tribunais.

Ao analisar essas informações, pode-se concluir se o caso é vantajoso do ponto de vista financeiro ou se há grande risco de perda. É melhor fazer um acordo ou prosseguir pela via judicial? O Legal Analytics traz as respostas a essas perguntas por meio da análise preditiva e da jurimetria. Não à toa, é uma das tendências jurídicas que vêm se consolidando nos últimos anos.

O Legal Analytics proporciona ao gestor ter uma estratégia orientada a dados. A análise qualitativa traz insights poderosos para a gestão e também para a atuação dos advogados. Ela pode ser ainda mais precisa quando se tem um sistema jurídico em nuvem que armazena e centraliza todas as informações.

Veja por que esse sistema jurídico em nuvem é essencial para um escritório digital!

O CPC ou Código de Processo Civil é uma das leis mais importantes do mundo jurídico. Ele aborda todos os trâmites de um processo judicial na esfera cível e estabelece medidas processuais necessárias para verificar o direito civil.

Sua primeira edição, de 1973, já estava ultrapassada em relação às mudanças da sociedade. Por isso, em 2015, veio um novo CPC para adequar o Direito processual às necessidades atuais.

Tivemos mudanças quanto à contagem dos prazos processuais e quanto aos honorários advocatícios, por exemplo. Mas elas não foram as únicas alterações e novidades. Conheça 9 mudanças importantes que vieram com o CPC 2015!

Incentivo à conciliação no novo Código de Processo Civil

Uma das grandes preocupações do novo Código de Processo Civil é trazer mais celeridade e eficiência à Justiça. O incentivo à conciliação e aos acordos vem para atender a esta finalidade.

No artigo 3º, §3º do CPC, temos esse novo princípio:

§ 3º A conciliação, a mediação e outros métodos de solução consensual de conflitos deverão ser estimulados por juízes, advogados, defensores públicos e membros do Ministério Público, inclusive no curso do processo judicial.

Ao implementar uma audiência de conciliação antes da defesa do réu, as lides podem ser resolvidas mais rapidamente. Além disso, as soluções extrajudiciais de conflito tendem a ter um resultado mais satisfatório para as partes.

Ênfase na jurisprudência

A jurisprudência formada pelos tribunais superiores do país sempre foram importantes guias para as decisões dos graus inferiores. No entanto, isso não era explícito até a chegada do novo CPC.

No artigo 489, §1º, inciso VI, a jurisprudência se tornou elemento essencial da sentença. De acordo com o dispositivo, não será considerada fundamentada a decisão judicial que deixe de “seguir enunciado de súmula, jurisprudência ou precedente invocado pela parte, sem demonstrar a existência de distinção no caso em julgamento ou a superação do entendimento”.

Além disso, o CPC 2015 traz, nos artigos 926 e 927, a necessidade de se manter a jurisprudência íntegra e coerente, além de impor sua observância por juízes e tribunais em suas decisões.

Desconsideração da Personalidade Jurídica

Um tema controverso que foi finalmente codificado é a desconsideração da personalidade jurídica das sociedades. Desde 2016, ela se tornou um incidente processual admissível em todas as fases do processo.

O CPC 2015 traz requisitos e regras procedimentais para que a desconsideração aconteça e que haja a responsabilização direta dos sócios por dívidas em caso de fraudes ou desrespeito à lei.

Contagem e uniformização dos prazos processuais

A mudança mais notável do novo CPC se deu em relação à contagem dos prazos processuais. Além de impactar no decorrer do processo como um todo, é um impacto direto ao trabalho dos advogados. Os gestores de escritórios de advocacia e departamento jurídico precisam se manter atentos a esse novo modo de contagem.

Você se lembra de que a contagem de prazos era feita de forma corrida no CPC de 1973? O CPC de 2015 mudou para a contagem somente nos dias úteis (art. 219 do novo CPC). Na prática, a mudança acaba com a confusão a respeito de feriados e recessos.

Outra novidade do Código de Processo Civil foi a uniformização dos prazos recursais e do início da sua contagem. Isso traz mais segurança jurídica à advocacia. Veja o que dispõe o artigo 1.003, §5º:

Art. 1.003. O prazo para interposição de recurso conta-se da data em que os advogados, a sociedade de advogados, a Advocacia Pública, a Defensoria Pública ou o Ministério Público são intimados da decisão.

§ 5º Excetuados os embargos de declaração, o prazo para interpor os recursos e para responder-lhes é de 15 (quinze) dias”.

A única exceção à regra são os embargos de declaração, que têm prazo de cinco dias.

Diminuição na quantidade de recursos no CPC 2015

O novo Código de Processo Civil diminuiu a quantidade de recursos disponíveis às partes. Os embargos infringentes e o agravo retido foram extintos, e suas aplicações foram centralizadas no agravo de instrumento.

Isso torna o andamento processual mais rápido e também traz mais segurança jurídica aos advogados.

Honorários advocatícios no CPC 2015

Os honorários de sucumbência, pagos ao advogado da parte vencedora, também sofreram mudanças no CPC 2015. No antigo CPC, não ficava evidente que o pagamento dos honorários sucumbenciais se destinava à parte vencedora.

Conforme preconiza o artigo 85, §2º, o juiz deve fixá-los entre 10% e 20% sobre o valor da condenação, do valor atualizado da causa ou do proveito econômico obtido. Para chegar ao valor final, deve-se considerar os critérios previstos no artigo.

E no caso dos honorários recursais? O CPC 2015 também trouxe mudanças para desestimular as “aventuras jurídicas”. Conheça:

Art. 85, §1º: “são devidos honorários advocatícios na reconvenção, no cumprimento de sentença, provisório ou definitivo, na execução, resistida ou não, e nos recursos interpostos, cumulativamente”.

Por fim, a sucumbência recíproca, existente no velho CPC, é tratada de outra maneira. Antes, uma parte não deveria à outra se ambas ganhassem e perdessem. Agora, o próprio magistrado pode quantificar a sucumbência entre as partes litigantes em frações diferentes.

Simplificação para a defesa

No Código de 1973, a defesa deveria alegar incompetência, suspeição ou impedimento do juízo à parte da contestação (em petição própria). Com o CPC 2015, a defesa pode fazer essas alegações junto à contestação, sem a necessidade de abertura de pedido próprio.

Mais uma vez, a ideia é tornar o processo mais dinâmico e menos burocrático, simplificando a defesa do réu.

Criação de uma ordem de julgamento de processos

Até 2015, não existia uma ordem de julgamento de processos. O juiz poderia definir um cronograma conforme sua conveniência. Com o novo CPC, estabeleceu-se a regra de que os processos devem ser julgados conforme a ordem de antiguidade.

Férias para profissionais da advocacia

Por fim, a última mudança que destacamos no CPC 2015 são as férias para profissionais da advocacia. O recesso forense ficou estabelecido entre 20/12 e 20/01, período em que ficam suspensos os prazos processuais.

Com a suspensão, os profissionais já podem programar as suas férias.

O novo Código de Processo Civil trouxe muitas mudanças no cotidiano do advogado, mesmo em trabalho remoto. Os gestores tiveram que adequar certos fluxos de trabalho para atender às novas demandas. Conciliação, contagem de prazos, honorários, tudo isso interfere no dia a dia.

Para organizar melhor a atividade, é importante contar com o auxílio da tecnologia. Veja, por exemplo, como fazer o acompanhamento processual de forma mais ágil!

A leitura é uma prática que traz diversos benefícios para todas as idades. Desenvolvimento cognitivo e estímulo à criatividade são alguns deles. Não à toa, ler é um hobby para muitas pessoas. No quesito profissional – e especialmente na área do Direito -, ela vai além. Os livros para advogado contribuem para seu crescimento pessoal e profissional.

Para instaurar esse hábito, basta separar um tempo em casa para ler algumas páginas. Comece dedicando pouco tempo até se acostumar. Todo hábito é formado pela frequência, então garanta que seja uma atividade diária. Outra prática que ajuda a criar o hábito de ler é escolher livros para advogado segundo advogados.

Veja 10 livros para advogado que você deve ler em 2022!

10 livros para advogado que você precisa ler

Quando você estava na faculdade, certamente já viu livros que todo estudante de Direito deve ler. Muito além dos livros técnicos, essas obras trazem provocações para pensarmos o contexto social.

O estímulo ao pensamento crítico e o desenvolvimento cognitivo, além da criatividade, também são consequências da leitura. São, ainda, habilidades desejáveis no advogado do futuro. Já pensou nos benefícios dos livros para o advogado?

Separamos 10 livros para o advogado de sucesso, confira abaixo:

De bom a excelente – Jim Collins

A Harvard Business Review considerou esta obra de Jim Collins “um dos 10 melhores livros de gestão de sempre”. Por que algumas empresas têm sucesso, e outras decretam falência nos primeiros anos? Como ter sustentabilidade no negócio?

Essas são perguntas respondidas pelo livro, que foi baseado em pesquisas realizadas junto a diversas empresas. O autor e sua equipe conseguiram encontrar traços comuns naquelas que se sobressaíram perante a concorrência.

Por isso, é um dos bons livros para advogados de sucesso que fazem a gestão do negócio.

O dilema da inovação – Clayton M. Christensen

Seguindo na ideia de livros para advogado gestor, o professor da escola de negócios de Harvard traz insights essenciais para a gestão de empresas e para o pensamento inovador.

A obra de Christensen parte da premissa que fazer tudo certo é insuficiente para a competitividade de uma empresa devido às mudanças disruptivas do mercado.

Partindo disso, dá dicas sobre como se virar neste contexto instável da tecnologia.

Como fazer amigos e influenciar pessoas – Dale Carnegie

Fechando o trio de livros para advogado que se interessam pela gestão, a obra de Dale Carnegie atravessa as décadas. Lançado nos anos 70, continua sendo um guia sobre networking, relações humanas e liderança.

Dale aborda técnicas sobre como lidar com pessoas, influenciá-las e mudá-las sem ofensa ou ressentimento. Neste contexto atual de tecnologia, é muito interessante, porque a essência das relações humanas não mudou. É, sem dúvidas, um dos ótimos livros, advogado.

O Sol é para todos – Harper Lee

Entrando no universo do romance, “O Sol é para todos” é um clássico sobre racismo e injustiça. Por isso, é muito indicado dentre os livros que todo estudante de Direito deve ler. No entanto, atravessa gerações e é sempre uma oportunidade para advogados revisitarem o comportamento social perante injustiças.

A história se passa nos anos 30 e narra um advogado que defende um homem negro acusado de estupro de uma mulher branca.

Crime e Castigo – Fiódor Dostoiévski

“Crime e Castigo” é outro clássico da literatura mundial e foi publicado em 1886. E por que é um dos livros para advogado, segundo advogados? Porque trata da culpa de um jovem estudante que comete um assassinato e do medo da punição, caso seja descoberto.

É uma obra, portanto, que trata do caráter humano e dos limites entre certo e errado, algo sempre presente no dia a dia do advogado.

A Firma – John Grisham

Mitch McDeere é um jovem advogado que acabou de sair de Harvard e ingressou em um escritório de advocacia de prestígio. Pouco tempo depois, dois sócios da firma morrem, e o FBI procura o protagonista. O suspense está armado.

Essa obra de John Grisham é mais um dos livros que todo estudante de Direito deve ler. Mas é tão envolvente que vale a pedida para tomar gosto pela leitura. Inclusive, se tornou um filme estrelado por Tom Cruise.

Memórias do Cárcere

“Memórias do Cárcere” é um livro de memórias de Graciliano Ramos, um dos mais importantes escritores brasileiros. O livro foi publicado postumamente, em setembro de 1953, poucos meses após sua morte.

O escritor foi preso em 1936 por conta de seu envolvimento político com a chamada Intentona Comunista, de 1935.

Nunca houve uma acusação formal, e Graciliano foi preso sem provas, sem processo e sem sentença, passando em seguida por presídios em Maceió, no Recife e no Rio de Janeiro, até ser solto em janeiro de 1937 devido à pressão da elite literária brasileira.

Esse livro é um belo relato desse período e constitui um testemunho fundamental da arbitrariedade, da violência e do atraso político incorporado à cultura e história brasileira, tornando-o um dos livros de leitura praticamente “obrigatória” para todo advogado que atua no Brasil.

Em “Memórias do Cárcere”, Graciliano Ramos relata o que passou ao ser enviado para a prisão de maneira arbitrária, em 1935, durante o Estado Novo.

Este livro vai se mostrar um ótimo exercício para você se questionar como alguém sem uma sentença definida ou acusação formal, pode passar por três presídios (Rio de Janeiro, Maceió e Recife) durante dois anos.

Entre as curiosidades sobre a obra, ela foi escrita dez anos após o ocorrido, foi lançada postumamente e não tem o capítulo final.

1984 – George Orwell

Conhecido por suas provocações sociais ácidas, o escritor britânico George Orwell possui ótimos livros para o advogado de sucesso.

Um deles é “1984” cujo protagonista (Winston) vive aprisionado em uma sociedade dominada pelo Estado. Por não aceitar essa democracia disfarçada, vive questionando a opressão do Partido e do Grande Irmão (Big Brother) sobre a sociedade.

O livro inspirou o nome do reality show Big Brother devido à vigília constante dentro das próprias casas. É, sem dúvidas, um dos livros para advogado que traz os excessos delirantes do poder. Parece uma distopia inspirada nos regimes totalitários.

Caso goste do livro, leia também a “Revolução dos bichos”, do mesmo autor e com o mesmo tema: crítica aos regimes políticos totalitários.

A Casa Soturna – Charles Dickens

Charles Dickens, famoso romancista, traz uma sátira contra o sistema judiciário e penal inglês em seu livro “A Casa Soturna”.

Ele mostra as imperfeições das leis, critica as instituições inglesas do século passado, mas traz uma grande compreensão dos problemas sociais daquele país. Para tanto, a narrativa gira em torno de um processo judicial que dura décadas.

Na Colônia Penal – Franz Kafka

Fechando nossas dicas de livros para advogado, Franz Kafka traz um problemático conto publicado em 1919. A história conta um explorador que descobre a existência de um sistema judiciário bárbaro e arbitrário em uma colônia francesa. O acusado sequer tem direito à defesa, por exemplo.

É mais um dos livros para advogado que critica o instituto da pena com clareza.

Gostou das nossas dicas de livros, advogado? Todas as obras contribuem para seu desenvolvimento pessoal e profissional de alguma maneira.

Continue acompanhando os conteúdos da Alkasoft para ampliar seus horizontes na advocacia!

Você já parou para pensar em como criar presença digital para se destacar da enorme concorrência na advocacia? Por mais que o Direito seja um ramo conservador, nenhum advogado da atualidade pode deixar o mundo virtual de lado. Afinal, todas as pessoas estão nele, interagindo, comprando e se relacionando.

A presença digital é, assim, fundamental para a prospecção de clientes, pois permite que o profissional seja visto em meio a milhares. Com um bom marketing jurídico, isso é possível, acredite.

Quer saber como criar presença digital? Acompanhe!

O que é a presença digital e qual é a sua importância para advogados?

Presença digital é a forma como o profissional ou a empresa se posiciona no ambiente digital. Isso envolve a interação e a comunicação com outras pessoas, bem como a oferta ou a solicitação de serviços.

Vamos pensar em um exemplo simples de presença digital e decisão de compra. Você é gestor de um escritório de advocacia de Direito da Família. Na mesma região, existem outros 5 escritórios focados no mesmo ramo.

Quando uma pessoa precisa exatamente do serviço que você presta, o primeiro impulso é pedir indicações para conhecidos. Porém, antes de entrar em contato, esse potencial cliente vai à internet procurar alguma informação sobre a indicação.

E se ela não tiver indicação, a busca por profissionais na internet é a primeira ação. Caso você não tenha presença digital, está descartado.

Imaginando um cenário em que todos os 5 escritórios possuem alguma presença digital, como fica a decisão de compra? O potencial cliente buscará pelo profissional que transmite maior autoridade, o que é alcançado com a presença digital.

Por isso, saber como criar presença digital é fundamental para prospectar clientes e criar autoridade no mercado. No entanto, antes de ter uma presença digital própria, você deve saber as limitações do marketing digital para advogados.

Existem limitações legais para o marketing jurídico?

Sim. O advogado deve respeitar algumas limitações para realizar seu marketing jurídico. Elas estão dispostas no Código de Ética e Disciplina da OAB e no Provimento 205/21 do órgão. Juntas, as normas trazem diretrizes e proibições aos advogados na hora de aprender como criar presença digital.

Mas já destacamos que há autorização expressa para o uso das redes sociais como veículo de publicidade. Conheça a seguir algumas limitações na hora de usar as redes sociais:

  • Não usar interações nas redes como consultas: a advocacia é um serviço personalizado e prestado de forma individual que deve ser remunerado preferencialmente (art. 33, I, do Código de Ética e Disciplina da OAB);
  • Tenha cuidado com a divulgação das credenciais: mesmo que você seja especialista em contabilidade ou consultoria financeira, não é possível divulgar a advocacia em conjunto com outra atividade;
  • Não falar em preços ao fazer marketing jurídico: a precificação pública pode causar problemas e passa uma impressão de amadorismo;
  • Não prometer resultados: a advocacia é uma atividade de meio, e não de fim, não sendo possível garantir ganho de causas;
  • Faça publicidade discreta, moderada e sempre informativa: os posts não podem ter teor comercial.

Sabendo das limitações do marketing digital para advogados, é hora de aprender como criar presença digital na advocacia.

Como criar presença digital na advocacia?

Antes de pensar em como criar presença digital na advocacia, o profissional precisa entender alguns pontos básicos do marketing digital.

Em primeiro lugar, é preciso determinar para quem você fala. Quem é sua persona, um perfil de cliente ideal? Dentro do seu público-alvo, existem pessoas mais suscetíveis a contratar seus serviços. Você deve conhecer, principalmente, quais as dores e os interesses dela.

Soma-se a isso a ideia de sempre fazer conteúdo relevante. Mais do que uma presença digital em todos os canais, você precisa de qualidade. Tudo que você fala ou compartilha deve ser relevante para sua persona.

Além disso, você deve buscar conhecimento a todo o instante sobre o marketing jurídico para atuar dentro das regras. Dessa maneira, seu trabalho não será interrompido por alguma ação antiética ou ilegal.

A partir desses conceitos, e obedecendo às limitações, é possível traçar boas estratégias de marketing jurídico para se destacar perante a concorrência.

Veja 4 recursos para aprender como criar presença digital na advocacia.

Tenha um website com blog

Um website é seu cartão de visitas no ambiente digital. Quando alguém procura por um serviço advocatício nas páginas de busca, o escritório poderá ser encontrado com facilidade. O site também traz a estrutura do escritório, o currículo dos sócios e demais profissionais, bem como outras informações relevantes.

O blog cumpre o papel educativo, no aspecto do público, mas é um dos responsáveis por converter visitantes em clientes. Se você mantém um blog com postagens frequentes sobre assuntos de Direito, o potencial cliente poderá se informar por lá.

De maneira bem simplificada, podemos dizer que, aos poucos, esse conteúdo, além de ajudar na construção da autoridade, auxilia no fortalecimento da sua marca. Por fim, o cliente terá segurança em contratar seus serviços, pois você demonstra conhecimento acessível por meio do blog.

Para que esse conteúdo atinja o máximo de pessoas, é interessante compartilhá-lo nas redes sociais.

Marque presença de qualidade nas redes sociais

Além de atrair tráfego para o website, por meio do compartilhamento de conteúdo, as redes sociais são essenciais para uma presença digital própria. Facebook, Instagram e LinkedIn são as redes mais comuns, mas nada impede que você tenha um bom canal no YouTube também.

O foco aqui deve ser a qualidade, e não a quantidade. É melhor você ter uma boa presença apenas no Instagram, por exemplo, e postar conteúdos relevantes e com boa frequência, ao invés de ter várias redes mal alimentadas.

Com constância e conteúdo de qualidade, você pode aumentar a consciência de marca e ter mais visitantes no site.

Envie uma newsletter a seus clientes periodicamente

No seu blog, a equipe de marketing digital se utiliza das landing pages para coletar dados relevantes dos visitantes. Seguindo a LGPD, claro! Esses visitantes, normalmente, trocam seus dados por um material rico, como e-book sobre um tema de seu interesse.

E o que fazer com esses dados? Enviar uma newsletter aos usuários que se inscreverem. Esse compilado pode trazer um resumo das principais publicações do blog ou conteúdos exclusivos. Em geral, a newsletter segue uma determinada frequência (semanal, mensal etc.) e é enviada por e-mail.

Grave podcasts

Por fim, o último recurso relevante para criar presença digital são os podcasts. Os conteúdos de áudio cresceram muito nos últimos anos e fazem sucesso nas plataformas de streaming.

Se você possui desenvoltura para ter um programa do gênero, vale o investimento.

Construir presença digital é fortalecer sua marca, dar visibilidade ao seu serviço advocatício e se tornar referência. Por isso, adote os recursos que a internet disponibiliza para fazer um bom marketing jurídico.

A propósito, a internet também tornou possível o advento dos escritórios digitais. Veja como ser um escritório de advocacia digital!

marketing-juridico

Você busca maneiras de mensurar e aumentar a produtividade no escritório de advocacia? Então precisa entender os KPIs e os indicadores que podem atuar neste aspecto da gestão jurídica.

KPIs (Key Performance Indicators) são indicadores-chave de performance que medem e avaliam processos essenciais de uma empresa. Por meio deles, o gestor jurídico aufere a execução dos processos internos e avalia se estão gerando resultados conforme o planejamento.

Quer melhorar a performance do escritório? Conheça 6 KPIs e indicadores para escritórios de advocacia.

A importância de definir e acompanhar indicadores na advocacia

Os KPIs (Key Performance Indicator, ou seja, Indicador-Chave de Desempenho) avaliam a performance de um negócio. Essa é sua principal importância. Qualquer empresa traça planejamentos e metas, bem como as ações para alcançá-las. Como medir a efetividade dessas ações? Com as métricas que avaliam o cumprimento dos objetivos.

Por isso, apontamos que é importante definir e acompanhar indicadores na advocacia para entender:

  • as falhas em cada fase de um processo interno.
  • se os investimentos tiveram retorno;
  • se as metas foram alcançadas.

Com uma gestão jurídica orientada pelo monitoramento constante por meio de KPIs, o escritório consegue ser cada vez mais competitivo.

6 KPIs e indicadores para escritórios de advocacia

Quais são os exemplos de indicadores jurídicos? Você acabou de ver o conceito dos KPIs. Agora, é preciso saber que eles podem ser divididos entre indicadores de estratégia ou de processos.

Os indicadores de estratégia auxiliam o gestor jurídico a avaliar e entender se as metas serão alcançadas. Ou seja, engloba tudo que influencia diretamente na capacidade de manter o negócio lucrativo. Já os indicadores de processos avaliam o desempenho da rotina interna do escritório.

E quais são os principais KPIs e indicadores de desempenho no escritório de advocacia? Depende do seu objetivo. Não é possível trabalhar com todos ao mesmo tempo, sendo necessário priorizar os KPIs mais adequados.

Você quer aumentar a carteira de clientes ou tornar o ambiente de trabalho mais eficaz? Cada objetivo possui métricas específicas. Veja alguns exemplos de indicadores jurídicos que estão presentes nos escritórios:

  • KPIs internos: mostram a eficácia dos processos, ferramentas e desenvolvimento da equipe. Alguns exemplos são número de horas faturáveis por profissional, número de tarefas concluídas por colaborador etc.
  • Indicadores de marketing: valor gasto com ações de marketing, dados de alcance em campanhas digitais, ROI, desempenho de cada canal de marketing etc.
  • Indicadores financeiros: despesas e receitas por mês, receita anual prevista em relação à receita atual, custos anuais previstos em relação aos atuais etc.
  • KPIs de aquisição de clientes: custo de aquisição de novos clientes, origem dos clientes, taxas de crescimento de clientes etc.

Considerando a necessidade de organização da gestão no escritório, apontamos a seguir 6 KPIs e indicadores de desempenho do escritório de advocacia que entendemos serem relevantes para este objetivo.

Cumprimento de prazos

Monitorar o cumprimento dos prazos processuais é fundamental para uma advocacia de excelência. A perda de prazos traz danos irreparáveis para o cliente e para o escritório, pois é uma falha grave.

Ter esse indicador é uma maneira de avaliar os motivos que levam à perda de prazos. Identificou um gargalo no seu kanban? Como corrigi-lo? O problema é a organização entre os advogados? Uma agenda compartilhada pode resolver a questão.

Custos de processos

Mesmo com o êxito nas causas, não sobra dinheiro para o escritório. Já pensou em calcular os custos de processos? O cálculo do percentual de lucro sobre o faturamento ajuda o gestor a saber as melhores medidas para aumentar os resultados.

Esse é um dos indicadores de desempenho do escritório de advocacia aliados da saúde financeira, fique atento. Se o custo com deslocamento para outra cidade pesou no processo, contratar um advogado correspondente pode resolver a questão.

Horas trabalhadas

As horas trabalhadas são um dos KPIs importantes para monitorar produtividade. Quanto tempo o advogado leva para elaborar uma petição inicial? Em qual área determinada escritório está trabalhando mais? Tempo é dinheiro, e esse indicador ajuda a otimizá-lo!

Com o auxílio de um software jurídico, inclusive, é possível ter maior controle sobre as horas trabalhadas. É o caso do timesheet, que ajuda a identificar os gargalos de produtividade do escritório.

Processos ativos

O número de contratos novos comparado ao número de processos finalizados em determinado período nos traz um bom indicador: o número de processos ativos. Com esse indicador, o gestor pode ver a demanda de trabalho e entender o fluxo de atividades no escritório.

Saber quantos processos ativos no escritório é importante para avaliar se a capacidade dele está sendo bem aproveitada. São muitos processos e poucos advogados? Sua equipe pode estar sobrecarregada.

Taxa de inadimplência

Um dos indicadores de desempenho do escritório de advocacia mais importantes na gestão jurídica é a taxa de inadimplência. Ela pode estar atrelada a um mau relacionamento do escritório com o cliente, por exemplo. Seja como for, é preciso tomar medidas preventivas e ativas para minimizar os prejuízos financeiros.

Outra utilidade desse indicador é evitar que o escritório feche por falta de receita. Por isso, é fundamental monitorá-lo a partir de um controle financeiro completo, o que pode ser facilitado com um software jurídico.

Satisfação dos clientes

De onde vêm as contratações do seu escritório de advocacia? Apontamos anteriormente que um dos KPIs de aquisição de clientes é exatamente a origem deles. Em geral, pela advocacia ser uma profissão dotada de pessoalidade, temos muitas indicações, certo? E ela só vem se o atual cliente está satisfeito.

Por isso, medir a satisfação do cliente é fundamental. Isso pode ser feito com o método Net Promoter Scores, em que o cliente dá uma nota de 0 a 10 para os serviços prestados. Na conclusão do método, temos uma classificação dos clientes entre:

  • Detratores: clientes insatisfeitos, que não indicam os serviços;
  • Neutros: mantêm o contato necessário e são indiferentes quanto ao serviço;
  • Promotores: são aqueles que indicam e divulgam o trabalho do escritório por estarem muito satisfeitos.

O foco do escritório e dos KPIs relacionados aos clientes é aumentar o número de clientes promotores.

Os KPIs e os indicadores de desempenho jurídico, planejamento e estratégias são fundamentais na gestão. Com a análise desses indicadores, o gestor consegue ter uma visão do que deve ser corrigido e otimizado.

O uso de um bom software jurídico, como você viu em alguns exemplos de indicadores jurídicos, pode trazer dados mais precisos. É uma das ferramentas de trabalho de um advogado de excelência.

Você sabe o que o Lawyer Eleven, software jurídico da Alkasoft, pode fazer por você?

Lean Thinking ou Pensamento Enxuto é um termo novo na advocacia. Ele deriva da metodologia Lean Manufacturing (o sistema Toyota de produção), que se baseia na redução de 8 desperdícios. Essa filosofia, por sua vez, se baseia na adoção de 5 princípios que podem ser aplicados ao escritório de advocacia.Quer saber como? Veja mais sobre o Lean Thinking e como a metodologia funciona na advocacia!

O que é a metodologia Lean Thinking?

A metodologia Lean Thinking é focada em técnicas de valorização do produto que chega ao cliente. Seu objetivo principal é gerar valor ao cliente e diminuir o desperdício e o custo de produção de uma empresa. Em outras palavras, são técnicas que trazem excelentes resultados para a gestão de qualidade e aumentam a produtividade.

Vale ainda pontuar que a ideia principal do Lean Thinking deriva da metodologia Lean Manufacturing (o sistema Toyota de produção). Ambas focam na satisfação completa do cliente por meio da melhoria da produção. Na prática, é ele quem inicia a produção a partir de sua demanda. Só depois da solicitação é que o produto será desenvolvido.

Para destrinchar mais o conceito de Lean Thinking, fundamentos são importantes. Vamos, então, abordar seus princípios. Com eles, é possível identificar e proporcionar medidas vantajosas para a produtividade e o bom rendimento dos recursos empresariais.

Princípios

Quando falamos em Lean Thinking e seus fundamentos, abordamos 5 princípios da metodologia:

  1. Valor: o que é valor na perspectiva do cliente. Quem decide o que é valoroso em seu produto ou serviço é o próprio cliente. Portanto, fique atento às impressões da clientela sobre o que valorizam no que você oferece.
  2. Fluxo de valor: após entender qual é o valor, é preciso identificar as etapas da execução do serviço (como a advocacia) que estabelecem esse valor. É o mapeamento do fluxo de valor. Com ele, você encontra o que não é essencial e que pode ser eliminado (desperdícios).
  3. Fluxo contínuo: definição de processos que criam um fluxo contínuo (produção sem interrupções). Assim, é possível atender às necessidades dos clientes com agilidade.
  4. Produção Puxada: aplicação do conceito Just In Time, que é o trabalho sob demanda. É o princípio que elimina descontos e promoções gerados devido a altos estoques e superprodução (no caso de venda de produtos).
  5. Perfeição: é a jornada de melhoria contínua de processos, pessoas e materiais. Com o passar do tempo, é preciso aparar as arestas para melhorar os processos e reforçar a agregação de valor ao cliente. É uma fase apoiada pelo método Kaizen.

Benefícios

Adotar ferramentas Lean Thinking é bastante benéfico para as empresas. Os princípios da metodologia já dão uma boa noção do que a economia de tempo e dinheiro provoca nos balanços mensais. Essa é, inclusive, a primeira grande vantagem: economia.

Em uma linha de produção, podemos apontar que a metodologia ajuda a evitar o desperdício de matéria-prima, por exemplo. Em empresas de trabalhos intelectuais, como na advocacia, a metodologia traz uma melhor gestão do tempo. Ou seja, as horas dos profissionais são mais bem aproveitadas.

Outra vantagem é a maior satisfação dos clientes. Afinal, as ferramentas Lean Thinking são pensadas para atingir a satisfação total deles. Os processos são alterados conforme a prioridade do que é valor para eles.

Como aplicar a metodologia Lean na advocacia?

A metodologia Lean Thinking, comumente, é aplicada a qualquer organização que faça um produto. Mas isso não quer dizer que não possa existir a Lean advocacia. Afinal, vale a compreensão do sistema de maneira geral e a implementação prática dos processos. Por isso, vamos pensar: como é o fluxo de trabalho na advocacia?

O cliente entra em contato para resolver um problema. Sua ligação passa pela recepção até chegar no advogado da área que ele precisa. O profissional mais adequado desenvolverá uma defesa coerente e completamente personalizada para o cliente. Perceba que existem muitas etapas, que podem ser melhoradas e integradas à metodologia Lean advocacia.

Na prática, os advogados responsáveis devem analisar os processos internos para identificar tarefas que agregam ou não valor ao cliente. Ou seja, remover o desperdício para focar somente em processos valorosos. É a advocacia enxuta.

6 passos para aplicar o Lean Thinking na advocacia

Para aplicar o Lean Thinking na advocacia, temos 6 passos básicos:

  1. Mapear processos: mapear todas as tarefas, etapas e responsáveis envolvidos, bem como prazos e recursos necessários para a execução delas. Planilhas e softwares jurídicos contribuem bastante para cumprir esse passo inicial.
  2. Padronizar processos: após descobrir as tarefas do escritório, identifique os gargalos e as oportunidades de melhoria. Estabeleça as melhores práticas com as equipes e formalize o que será feito, como padrões operacionais e listas de verificação. São as ferramentas lean thinking, que ajudam a reduzir erros. Mais uma vez, os softwares podem contribuir para o gerenciamento dos processos e para a automatização das tarefas redundantes.
  3. Eliminar desperdícios: existem desperdícios em escritórios de advocacia que devem ser eliminados. Excesso de funcionários para uma tarefa, muito tempo perdido em comunicação descentralizada, dentre outras falhas, devem ser eliminadas. Veja tudo que é irrelevante e que faz com que você desperdice recursos.
  4. Desenvolver e valorizar os funcionários: é preciso envolver as equipes no desenvolvimento dos processos para que aprimorem a criação de valor e reduzam os desperdícios. Treiná-los na tecnologia é uma ótima medida.
  5. Melhorar continuamente os processos: a aplicação do Lean advocacia demanda o foco na melhoria contínua de processos. Após identificar a raiz de um problema, faz-se um ajuste para que ela não ocorra mais. Existem ferramentas Lean Thinking, como o 5WH2 que ajudam com essa etapa.
  6. Adotar tecnologias para redução de custos e maior eficiência: inúmeras inovações na advocacia contribuem para a implementação desta metodologia. O uso de um sistema jurídico em nuvem, sem dúvidas, é o mais indicado. Ele traz funcionalidades que reduzem desperdícios, otimizam tempo e a entrega de valor ao cliente.

O Lean Thinking é uma metodologia derivada da metodologia Toyota. Seu pensamento se baseia em 5 princípios que têm como objetivo a satisfação total do cliente. O foco é, sempre, a entrega de valor. Com a tecnologia certa, como um bom software, sua implementação no escritório é mais eficaz.

Quer saber sobre o assunto? Acesse o webinar “Saiba como usar a metodologia Toyota para revolucionar seu escritório”.

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