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Marcas

As marcas já existem há bastante tempo. No antigo Egito, por exemplo, os manufatureiros de tijolos colocavam seus símbolos nas peças para identificá-las. De lá para cá, naturalmente, a importância, as finalidades e o valor das marcas mudaram. E para protegê-las, e ajudar as empresas a obterem maior retorno financeiro com elas, surgiu a marca registrada.

Neste artigo, saiba mais sobre como ter uma marca registrada pode ser benéfico para seu negócio e ajudar em sua saúde financeira. Acompanhe.

Marca x Marca Registrada

De acordo com definição dada pelo INPI  – Instituto Nacional de Propriedade Industrial -, marca é todo sinal distintivo, visualmente perceptível, que identifique e distinga produtos e serviços, além de certificar a conformidade desses com determinadas normas ou especificações técnicas. Desse modo, a marca é uma representação de sua empresa, produtos ou serviços para o mercado, ou seja, é algo que ajuda a diferenciá-los da concorrência e a criar uma relação com seu público de interesse.

Dada tamanha importância da marca, torna-se fundamental garantir proteção jurídica para ela e para seu uso – e isso só é possível com o registro da marca. Por meio dessa formalização, a empresa assegura exclusividade na utilização – evitando que a mesma marca seja utilizada por outra companhia com a mesma atividade econômica, ou que “clonagens” ou imitações se estabeleçam no mercado. Ainda, o registro atua como uma espécie de investimento na própria empresa, como veremos a seguir.

Por tudo isso, é importante ter em mente que registrar uma marca não é apenas um processo burocrático, ou que representa mais despesas para a empresa. Na verdade, é uma ação estratégica, um investimento no futuro e no sucesso da organização, gerando benefícios no curto e no longo prazo. 

O impacto da marca registrada na saúde financeira do negócio

Hoje em dia, pode-se dizer que é comum, em determinados contextos, empresas que têm bens intangíveis em valores superiores a de seus bens tangíveis. Por exemplo, pode ocorrer de a marca valer mais do que a estrutura física da sede do negócio. Por isso, a marca registrada passa a fazer parte do patrimônio das organizações.

Quando uma marca começa a se diferenciar, ser reconhecida, conquistar adeptos, defensores e a preferência do público, seu valor se eleva no mercado. Por isso, há casos nos quais a marca é um dos principais ativos da empresa.  Por exemplo, a Coca-Cola, hoje, vale mais por sua marca do que por outros de seus ativos fixos – de fato, em um estudo, constatou-se que a marca dessa empresa representava até dez vezes mais do que a soma de todos os seus ativos tangíveis.

Nesse contexto, é importante ter em mente que o mercado é hipercompetitivo e, muitas vezes, comoditizado – o cliente encontra opções semelhantes de produtos e serviços em praticamente qualquer segmento. Assim, o que o faz optar por um ou outro e, com isso, gerar lucro para a empresa, é a marca em questão.

Desse modo, é importante que o valor da marca registrada passe a ser contabilizado pelas empresas, junto a seus bens tangíveis, elevando o valor percebido perante os investidores, em situações nas quais a empresa esteja no mercado de ações, etc. 

Ainda, para processos de compra e vendas de empresa, o valor da marca registrada é um dos critérios avaliados e que ajudam a determinar o preço do negócio. 

E há também os famosos royalties. Ao registrar sua marca, sempre que alguém quiser utilizá-la, seu detentor será pago por isso. Essa situação ocorre frequentemente no segmento de franquias: os interessados pagam uma taxa ao detentor da marca para atuar como franqueados e poder utilizar sua marca, processos, produtos e serviços no negócio.

Como vimos, a marca registrada é, realmente, um ativo valioso e que influencia diretamente no sucesso e na saúde econômica dos negócios de diversas formas.

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